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As Estratégias e os Instrumentos de Mobilização A nossa história Alguém tem que contar A estrada é muito longa, Não sabemos onde vai dar São dois caminhos,

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Apresentação em tema: "As Estratégias e os Instrumentos de Mobilização A nossa história Alguém tem que contar A estrada é muito longa, Não sabemos onde vai dar São dois caminhos,"— Transcrição da apresentação:

1 As Estratégias e os Instrumentos de Mobilização A nossa história Alguém tem que contar A estrada é muito longa, Não sabemos onde vai dar São dois caminhos, um estreito e outro largo, Já dizia o bom Raul aonde é que eu me encaixo

2 * Mobilizar é articular desejos, vontades para atuarem na conquista de um objetivo comum, sob um olhar e um sentido também compartilhados

3 MOBILIZAÇÃO X PARTICIPAÇÃO * A mobilização de um grupo, comunidade, sociedade, passa por um processo de ação - decisão na perspectiva de realizar essa conquista comum. Participar de um processo de mobilização é um ato de escolha. Participar de um processo de mobilização é um ato de escolha. Participação é um ato de liberdade. As pessoas são convidadas, mas a ação participativa é uma decisão individual que depende de se perceberem responsáveis e capazes de provocar e construir mudanças. Participação é um ato de liberdade. As pessoas são convidadas, mas a ação participativa é uma decisão individual que depende de se perceberem responsáveis e capazes de provocar e construir mudanças.

4 Mobilização: ação permanente Pensar a mobilização como processo que envolve paixão, dedicação permanentes, que se insere no cotidiano, não como algo pontual, um evento, campanha

5 Mobilizar é antes de tudo pensar ações comunicativas O processo de mobilização ao potencializar a interação entre as pessoas, o compartilhamento de práticas e saberes se constitui uma ação comunicativa onde conflitos e desafios podem ser superados e as pessoas podem se descobrir sujeitos - construtores de sua história O processo de mobilização ao potencializar a interação entre as pessoas, o compartilhamento de práticas e saberes se constitui uma ação comunicativa onde conflitos e desafios podem ser superados e as pessoas podem se descobrir sujeitos - construtores de sua história

6 MOBILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO POPULAR A educação popular oferece um instrumental teórico fundamental para o desenvolvimento de novas relações, "através da ênfase ao diálogo, a valorização do saber popular e a busca de inserção na dinâmica local" (Vasconcelos), tendo a identidade cultural como base do processo educativo, e compreendendo que o "respeito ao saber popular implica necessariamente o respeito ao contexto cultural" (Freire). A educação popular oferece um instrumental teórico fundamental para o desenvolvimento de novas relações, "através da ênfase ao diálogo, a valorização do saber popular e a busca de inserção na dinâmica local" (Vasconcelos), tendo a identidade cultural como base do processo educativo, e compreendendo que o "respeito ao saber popular implica necessariamente o respeito ao contexto cultural" (Freire).

7 O desafio de pensar um processo de mobilização como produção social e coletiva, transformadora das condições que geram pobreza e opressão e centrada numa perspectiva de atuação permanente como experiência de transformação dos contextos concretos devolvendo ao sujeito popular o lugar de partícipe da construção desse processo. O desafio de pensar um processo de mobilização como produção social e coletiva, transformadora das condições que geram pobreza e opressão e centrada numa perspectiva de atuação permanente como experiência de transformação dos contextos concretos devolvendo ao sujeito popular o lugar de partícipe da construção desse processo.

8 De que lugar falamos..... Falamos de uma construção recente, mas que nasce da interação de pessoas vindas dos movimentos populares, universidades e serviços de saúde que, acreditando na possibilidade de, compartilhando saberes, construir ações de transformação capazes de contemplar uma nova visão dos atores envolvidos nas práticas de saúde. É deste lugar que falamos, resguardando a preciosidade das experiências,sublinhando a perspectiva popular e suas formas de pensar sua prática social.

9 Atos - Limite Vou contar, vou contar Viram a massoterapia Vou contar uma história E as plantas medicinais Que ora se desenrola Também círculos de cultura Nas terras do Ceará Teatro e muito mais Nascendo a menina ANEPS Vou contar, vou contar A farinhada começou O povo e a universidade O espaço da academia Logo, logo se juntou Fez-se mais interativo Aprendendo com o povo Vou contar, vou contar A ser bem mais criativo E logo a estudantada Vou contar, vou contar Começou a conhecer O que no meio popular Trabalhando a realidade Estava a acontecer Com base na experiência Juntando vários olhares Vou contar, vou contar Pensando uma nova Ciência

10 O LUGAR DA ARTE NO TRABALHO EM SAÙDE: A POÉTICA DO ENCONTRO Vamos acreditar num mundo muito melhor Nunca pare de sonhar Se você não encontra mais a solução Olhe a sua volta e encontre uma razão, Uma razão para viver, Uma razão para acreditar Venha se juntar a nós, juntos vamos transformar Semearte

11 Arte humanização e educação popular: o desafio Nos faz pensar“nos modos de acalentar,sentir a dor, o parto, o gozo, a traição, o choro, o crescimento dos filhos, a seca, a invernada, a partida para o longe de outras terras, o acarinhado de quem se aguneia por um agrado, o modo de despejar na natureza seus sentimentos de homem ou de mulher, a fome” (Linhares,2003), esse singular que é o modo próprio de ser do povo. As linguagens da arte nos permitem tocar dimensões mais totalizadoras do sujeito e, em geral esquecidas; nos processos de conhecer- como a do corpo, da estética, da ética, da religiosidade, da afetividade - em um construto que vincula desejo e cognição, intuição e sensibilidade

12 A arte dos possíveis sabores e cores da culinária popular, que possam favorecer o prazer de reconstruir novas formas de se alimentar frente á descoberta de estar diabético ou hipertenso? A arte dos possíveis sabores e cores da culinária popular, que possam favorecer o prazer de reconstruir novas formas de se alimentar frente á descoberta de estar diabético ou hipertenso? A arte de reconstituir movimentos de superação dos limites físicos produzidos pela hanseníase ou pelo inevitável processo do envelhecer? A arte de reconstituir movimentos de superação dos limites físicos produzidos pela hanseníase ou pelo inevitável processo do envelhecer? De tornar mais belos e acolhedores os espaços das nossas unidades mesmo quando as verbas são escassas, a infra-estrutura é precária e temos tão poucos recursos “didáticos e audiovisuais”? De tornar mais belos e acolhedores os espaços das nossas unidades mesmo quando as verbas são escassas, a infra-estrutura é precária e temos tão poucos recursos “didáticos e audiovisuais”? Da escuta sensível, do toque carinhoso, do olhar que acolhe, da palavra que apoia, mas que também explicita e aclara os conflitos? Da escuta sensível, do toque carinhoso, do olhar que acolhe, da palavra que apoia, mas que também explicita e aclara os conflitos? Os espaços da arte no cotidiano do trabalho de saúde

13 Atos - Limite : Os movimentos populares e o inédito viável Conjunto Palmeiras: Mulheres em Movimento - das CEBs para o resgate dos cuidados das medicinas tradicionais com a fitoterapia às quais incorporam práticas originárias do oriente como o Shiatsu e o Do-in; Conjunto Palmeiras: Mulheres em Movimento - das CEBs para o resgate dos cuidados das medicinas tradicionais com a fitoterapia às quais incorporam práticas originárias do oriente como o Shiatsu e o Do-in; Trabalhamos na saúde em várias dimensões Com a massoterapia Auto-estima e orações Mas também muito importante É nossa alimentação Temos a rádio Santo Dias Com o programa famoso Com a comunicação Também curamos o povo No ar às 14 horas Saúde ao Alcance de Todos Temos a farmácia viva E a manipulação Também de alimentação Falo de multimistura Preparada em mutirão”

14 Movimento de Saúde Mental Comunitária do Bom Jardim: a Escuta Sensível, da terapia comunitária e a história do grupo Semearte, eivado do sofrimento de jovens mulheres e crianças no contexto das fomes da periferia; Movimento de Saúde Mental Comunitária do Bom Jardim: a Escuta Sensível, da terapia comunitária e a história do grupo Semearte, eivado do sofrimento de jovens mulheres e crianças no contexto das fomes da periferia; Pirambu (Quatro Varas) onde a terapia comunitária articula processos vários de cuidado e expressão artística que vão fortalecendo os processos de identificação e de geração de renda dos atores envolvidos, se constituindo ainda como espaços terapêuticos. Pirambu (Quatro Varas) onde a terapia comunitária articula processos vários de cuidado e expressão artística que vão fortalecendo os processos de identificação e de geração de renda dos atores envolvidos, se constituindo ainda como espaços terapêuticos.

15 ANEPS – A CULTURA TECENDO REDES E COMPARTILHANDO SABERES NO CAMPO DA SAÚDE ANEPS – A CULTURA TECENDO REDES E COMPARTILHANDO SABERES NO CAMPO DA SAÚDE Partindo da busca da memória das lutas populares, o percurso da ANEPS tem nos parecido uma possibilidade coletiva de intervenção e produção da vida coletiva; conexão entre cotidiano e história, vinculando a experiência local sentida no singular dos grupos com a inserção na história, vivida no exercício político de uma rede de articulação nacional. Partindo da busca da memória das lutas populares, o percurso da ANEPS tem nos parecido uma possibilidade coletiva de intervenção e produção da vida coletiva; conexão entre cotidiano e história, vinculando a experiência local sentida no singular dos grupos com a inserção na história, vivida no exercício político de uma rede de articulação nacional.

16 reflexão, partilha e leitura coletiva das possibilidades sendo feita também mediante o exercício das linguagens como as dos mestres da arte popular, da viola e do repente, dos grupos de maneiro-pau, de coco, teatro de rua, dos cordelistas, radialistas, palhaços, pajés e xamãs. reflexão, partilha e leitura coletiva das possibilidades sendo feita também mediante o exercício das linguagens como as dos mestres da arte popular, da viola e do repente, dos grupos de maneiro-pau, de coco, teatro de rua, dos cordelistas, radialistas, palhaços, pajés e xamãs. Espaços comunicativos dos movimentos, através dos quais é possível estimular o protagonismo popular a partir do reconhecimento da história de vida das pessoas em seus anseios, necessidades e potencialidades. Espaços comunicativos dos movimentos, através dos quais é possível estimular o protagonismo popular a partir do reconhecimento da história de vida das pessoas em seus anseios, necessidades e potencialidades. linguagens que emergem na capilaridade das experiências locais que, em uma vivência de protagonismo ousada, tomaram a frente no processo de articulação e imprimiram sua feição particular, buscando, aos pouco, incluir-se nos espaços dos serviços de saúde e instituições formadoras e ensaiar uma ação que interfira nas políticas públicas, mas que, ao mesmo tempo, possa alimentar-se continuamente de suas práticas concretas linguagens que emergem na capilaridade das experiências locais que, em uma vivência de protagonismo ousada, tomaram a frente no processo de articulação e imprimiram sua feição particular, buscando, aos pouco, incluir-se nos espaços dos serviços de saúde e instituições formadoras e ensaiar uma ação que interfira nas políticas públicas, mas que, ao mesmo tempo, possa alimentar-se continuamente de suas práticas concretas

17 ARTE : ESPAÇO DE COMUNICAÇÃO E DE PROBLEMATIZAÇÃO DA REALIDADE

18 Meus senhores e senhoras Que compõem essa platéia Vamos saber da história Dessa grande epopéia Que a nossa periferia Vive no seu dia-a-dia E o grupo Semearte Encena com muita arte O que se passa com esse povo tão sofrido Não é história inventada É realidade encenada Desse povo excluído Todos Ai, ai, ai, tô doente tô quebrado e o posto não me atende Ai, ai, ai, o tempo todo esperando e o posto me enrolando Aqui no bairro a saúde é uma piada Tem que sair de madrugada pra poder ser atendido Mas depois de ter sofrido noite inteira numa fila Tem gente que até cochila e não é recebido E enquanto isso, Por aí se ouve falar De um tal sistema único Que está a se organizar Esse sistema de saúde Dizem que é universal Atendendo a todo mundo Do pequeno ao maioral Dizem, porém, que ele garante a eqüidade, Pois quanto à necessidade, Nem todo mundo é igual. Esse tal SUS envolve o posto e o hospital Corpo, mente e a cultura das pessoas Numa ação que é integral

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20 ARTE E PARTICIPAÇÃO POPULAR: CIRANDAS DA VIDA - O INÉDITO VIÁVEL Espaço de articulação e participação de diversos atores (mov sociais, técnicos, gestores, conselhos, grupos emergentes, comunidade em geral ), para definição de situações – limite e constituição de propostas de ação coletiva, possibilitando o compartilhamento de saberes e incorporando a visão da integralidade. Animação a partir da SMS, partindo das loco- regiões(SER) onde a ação acontece propõe-se a construir uma cultura permanente de promoção à saúde mediante a estruturação de Cirandas Regionais que funcionem como espaços dialógicos, capazes de fortalecer os movimentos e práticas populares e alimentar as ações e políticas públicas de saúde.

21 Estruturação das Cirandas Regionais Estruturação das Cirandas Regionais Sensibilização e mobilização dos diversos atores - essencialmente grupos-sujeito Sensibilização e mobilização dos diversos atores - essencialmente grupos-sujeito Realização de encontros nas SER com o objetivo de pactuar a proposta com o coletivo e agendar o lançamento da Ciranda Realização de encontros nas SER com o objetivo de pactuar a proposta com o coletivo e agendar o lançamento da Ciranda Desencadeamento do processo de planejamento das Cirandas nas regiões : oficinas para levantar as situações-limite ( que exigem transformação – trazem também as potencialidades) Desencadeamento do processo de planejamento das Cirandas nas regiões : oficinas para levantar as situações-limite ( que exigem transformação – trazem também as potencialidades) Estruturação das oficinas temáticas e dos escambos de arte e saúde, a partir das situações-limite levantadas Estruturação das oficinas temáticas e dos escambos de arte e saúde, a partir das situações-limite levantadas Monitoramento e avaliação continuadas Monitoramento e avaliação continuadas Construção de processo formativo permanente Construção de processo formativo permanente

22 PROMOÇÃO À VIDA

23 Proporcionar que o saber gestado nesses espaços possam alimentar as práticas em saúde locais, de modo a incorporar abordagens populares como farmácias vivas, massoterapia, terapia comunitária, espaços de brincar, círculos de cultura, grupos de auto-conhecimento, entre outros, no contexto dos serviços públicos de saúde; Potencializar as práticas culturais da comunidade como estratégia de promoção e cuidado à saúde; Viabilizar um processo formador que possa partir da leitura coletiva de situações-limite, vistas como situações que exigem transformação, nas práticas de saúde locais, formação capaz de articular e incluir os grupos emergentes nos Núcleos de Educação Popular na Saúde (cirandas da vida) de cada regional;

24 NA EDUCAÇÃO PERMANENTE

25 NO CAMPO DA PARTICIPAÇÃO POPULAR

26 A melodia principal quem diz É a primeira voz Essa Ciranda não é minha só Ela é de todos nós

27 PRIMEIRO MOVIMENTO: A CIRANDA DA VIDA NA VILA VELHA Quem veio para a roda:Cia Vidança; Secretário Regional, Chefe do Distrito de Saúde, técnicos do Distrito de Assistência Social, Educação, Cultura, Mobilização Social e Meio Ambiente, Equipe de saúde da área de risco, do Gabinete de políticas públicas da Prefeitura,lideranças comunitárias, professores, músicos, grupo de percussão, capoeiristas, crianças e adolescentes das escolas locais e que não estão na escola, pessoas da igreja católica Quem veio para a roda:Cia Vidança; Secretário Regional, Chefe do Distrito de Saúde, técnicos do Distrito de Assistência Social, Educação, Cultura, Mobilização Social e Meio Ambiente, Equipe de saúde da área de risco, do Gabinete de políticas públicas da Prefeitura,lideranças comunitárias, professores, músicos, grupo de percussão, capoeiristas, crianças e adolescentes das escolas locais e que não estão na escola, pessoas da igreja católica

28 Momento 1 - (Re)conhecimento e socialização da história da comunidade, a partir do encontro entre grupos intergeracionais, localizando imagens de transformação, em suas potencialidades e desafios.. Proporcionar o encontro entre os atores sociais locais, a partir da reconstrução da história de luta e resistência da comunidade, mediante a escuta aos grupos que atuam por ciclos da vida I. Infância; II. Juventude; III. Adultos. Lutas comunitárias: entendidas como as respostas aos desafios mais prementes da realidade, as festas populares, a arte e a cultura em suas celebrações

29 TRAÇANDO O CAMINHO TRAÇANDO O CAMINHO A CIRANDA EM MOVIMENTO

30 O TRABALHO COM AS CRIANÇAS: ARTE EBRINCADEIRA CONSTRUINDO ARTE E BRINCADEIRA CONSTRUINDO O RETRATO DA COMUNIDADE O RETRATO DA COMUNIDADE

31 CORPO, DESENHOS, CIRCO E TEATRO DE RUA TRAZENDO O RETRATO DA COMUNIDADE. Tombei, tombei tombar Quero um lugarzinho pra gente morar... Dona Mariquinha se eu pedir você me dá Um lugarzinho pra gente poder morar Oh raia o sol suspende a lua, Hoje à noite ninguém dorme na rua Pisei na copa do meu chapéu Olha o vento que vem lá do céu Pipoca amendoim torrado A chuva era grossa e derrubou o meu barraco Pompeu, Pompeu o que aconteceu Lá vem a polícia quem acode eu?

32 O Inédito viável é....sabedoria popular, misturada com conversa de doutor. O Inédito viável é....sabedoria popular, misturada com conversa de doutor. A prosa vai ser misturada O linguajar meio louco Vai ter papo de caboco Conversa de doutorada Riso, canto e balada Repente feito de rima Receitas de medicina E remédio popular História de arrepiar Eita mistura arretada

33 O Escambo: Jovens adultos crianças e as situações -limite SITUAÇÕES-LIMITE: Violência Violência moradia no mangue moradia no mangue falta de oportunidade para falta de oportunidade para os jovens. os jovens. Drogas. Drogas. Potencialidades: - DANÇA(VIDANÇA) - CAPOEIRA - HIP HOP - GRUPOS DE AXÉ - QUADRILHAS - GRUPOS DE JOVENS

34 AS CRIANÇAS DA GRANJA PORTUGAL CONSTRUINDO SONHOS E APONTANDO DESAFIOS NOSSOS SONHOS Meu bairro não tem Paz Mas se todos colaborarem teremos Paz. Quero meu bairro limpo Um verdadeiro paraíso Quero árvores grandes E flores para perfumar a escola Um canal sem poluição Uma ponte cheia de atração Quero a felicidade para todos Quero mudar de vida Ver a minha família feliz Quero acabar com a violência Não quero mais assalto Não quero ver mais morte Quero me sentir seguro Não quero ter medo de brincar.

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36 OS IDOSOS NA SERRINHA A RECONSTRUÇÃO POÉTICA DA HISTÓRIA DA COMUNIDADE

37 Serrinha do meu coração: te conheci ainda sem progresso, sem ônibus, Serrinha do meu coração: te conheci ainda sem progresso, sem ônibus, sem aeroporto e sem avião; te conheci no tempo da lamparina no tempo do lampião a gás, de fogo, de carvão. te conheci no tempo da lamparina no tempo do lampião a gás, de fogo, de carvão. Tuas ruas eram verdadeira escuridão. Tuas ruas eram verdadeira escuridão. Serrinha, tu que passastes muitas dificuldades, mas hoje tu és um grande bairro desta cidade. Serrinha, tu que passastes muitas dificuldades, mas hoje tu és um grande bairro desta cidade. Juntos estamos aqui com a Ciranda Da Vida, buscando resgatar tua história e tua vida. Juntos estamos aqui com a Ciranda Da Vida, buscando resgatar tua história e tua vida. História de luta, de amor e de alegria. Hoje, somos a Serrinha dos Movimentos, temos M.T.R. que nos proporciona trabalho, renda, lazer e prazer. Temos também o M.C.P. – Movimento dos Conselhos Populares,movimento este que nos ajuda a nossos problemas resolver. Mas para isso acontecer, é necessário você, comunidade, se envolver. Movimentos como este devem sempre acontecer. A Ciranda Da Vida conta com você. Movimentos como este devem sempre acontecer. A Ciranda Da Vida conta com você. Para juntos virmos debater assuntos sobre Segurança, Educação, Emprego, Saúde e Lazer.(Lucieldo)

38 AS CRIANÇAS DA SERRINHA: A ARTE DE DESENHAR A REALIDADE

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40 COMO PENSAR A FORTALEZA BELA A PARTIR : COMO PENSAR A FORTALEZA BELA A PARTIR : Da Família Da Rua Do Bairro Da Praça Do Parque Da Escola Dos espaços da religiosidade popular:

41 Da cidade - território vivo: semente nascida da resistência dos povos nativos. Cidade, que precisa ser cuidada resgatando toda a força do seu povo e, ao mesmo tempo, a delicadeza perdida; o compromisso da luta de todos na busca de soluções para os problemas que afligem as pessoas; onde a riqueza, o saber e o poder precisam ser distribuídos, onde a liberdade é escola boa, moradia adequada e saúde digna; onde se caminha no sentido de reduzir a desigualdade e a injustiça social; onde se busca a participação do povo nas decisões do poder, a possibilidade do cidadão e da cidadã definirem o quê e como querem viver, revitalizando e se re- apropriando de seus espaços. Da cidade - território vivo: semente nascida da resistência dos povos nativos. Cidade, que precisa ser cuidada resgatando toda a força do seu povo e, ao mesmo tempo, a delicadeza perdida; o compromisso da luta de todos na busca de soluções para os problemas que afligem as pessoas; onde a riqueza, o saber e o poder precisam ser distribuídos, onde a liberdade é escola boa, moradia adequada e saúde digna; onde se caminha no sentido de reduzir a desigualdade e a injustiça social; onde se busca a participação do povo nas decisões do poder, a possibilidade do cidadão e da cidadã definirem o quê e como querem viver, revitalizando e se re- apropriando de seus espaços.

42 Galope à Beira Mar Pensar estratégias também ferramentas Que bem nos ajudam a mobilizar Também nos remete a reflexões Do que para nós é participar Participação vista como conquista Nos move e anima a poder caminhar E assim vigilantes da nossa saúde Seguimos em galope na beira do mar ´

43 Música, teatro, coco, cantoria Também brincadeiras ajudam a pensar A reza, os grupos, radios comunitárias São alguns dos espaços que podemos contar Os jovens nos grupos e sua ousadia Criança desenhando também vai falar Idoso trazendo sua experiência Todos galopando na beira do mar

44 O mais importante é que estejamos juntos E o saber do outro poder respeitar Juntando governo e comunidade E os trabalhadores prá mobilizar Assim caminhamos prá cidadania Todos no galope a beira do mar

45 E como fazer prá que a saúde direito de todos possamos conquistar Não temos receitas vamos construir juntos Cantando um galope na beira do mar


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