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A iniciativa da Publicação do livro Povos Indígenas Isolados na Amazônia : a luta pela sobrevivência, pelo Cimi, faz parte do esforço em assegurar a proteção.

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2 A iniciativa da Publicação do livro Povos Indígenas Isolados na Amazônia : a luta pela sobrevivência, pelo Cimi, faz parte do esforço em assegurar a proteção a esses grupos indígenas extremamente vulneráveis, que lutam para manter-se afastados das frentes econômicas que avançam sobre as suas terras.

3 É resultado, sobretudo do levantamento de campo e da sistematização de informações realizada pela equipe integrada pelos regionais do Cimi na Amazônia, criada em 2006, com a finalidade de conseguir dados consistentes sobre a existência dos povos isolados, identificando as situações de maior risco, para exigir sua proteção junto ao poder público.

4 A idéia é dar visibilidade à realidade incômoda de violência praticada contra esses povos isolados e a expropriação de suas terras em curso na Amazônia, que contrasta com a euforia em torno dos grandes projetos de infra-estrutura, do agronegócio, da super exploração dos recursos naturais e do crescimento econômico. Fotos da invasão madeireira na região dos índios isolados Awá na TI Arariboia/MA

5 O Livro apresenta com uma riqueza de detalhes o processo de violência de que são vítimas os povos indígenas isolados nos estados da Amazônia brasileira e em e nos outros países, suas causas e conseqüências. Faz uma análise das políticas indigenistas dos Estados Nacionais e discute o direito de resistência desses povos.

6 Lembra o quanto foram perversas para os povos indígenas isolados as políticas desenvolvimentistas de integração nacional da Amazônia que dizimaram povos inteiros na região durante a Ditadura Militar e chama a atenção para a similaridade das políticas impulsionadas pelas carteiras de projetos do PAC e da IIRSA e a violência de seus impactos sobre os povos isolados, na atualidade.

7 O livro traz uma importante contribuição para ajudar no entendimento de quem são os povos indígenas isolados e na explicitação dos significados dos diversos termos usados para nomeá-los, como por exemplo: índios arredios, livres, não contatados... Foto: Gleison Miranda/ Funai/ Survival/ Divulgação

8 Relaciona 90 referências sobre povos indígenas isolados no Brasil e 37 referências de povos isolados existentes nos demais países Amazônicos e no Chaco Paraguaio. No caso do Brasil, foram consideradas também as referências catalogadas pela Funai. Visualiza nos mapas em anexo a localização dessas referências, em relação ao desmatamento e aos mega projetos de infra-estrutura do PAC e IIRSA.

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10 As referências sobre a existência de grupos isolados são relacionados a partir de relatos de outros indígenas, de ribeirinhos e extrativistas que encontraram vestígios na mata ou mesmo viram ocasionalmente alguns indivíduos desse grupos. Existem também, sobre determinados grupos, registros fotográficos da Funai

11 Acreditamos que o futuro desses povos que optaram por manterem-se isolados depende fundamentalmente do apoio da sociedade civil. De forma imediata é necessário garantir a proteção da integridade física, a garantia dos territórios desses grupos indígenas e repensar o atual modelo de desenvolvimento para a Amazônia.

12 O mundo indígena Suruwaha

13 Na segunda parte o livro descreve a experiência dos “primeiros contatos” da equipe do Cimi/Prelazia de Lábrea/Opan com o povo Suruwaha, na região do médio rio Purus/AM. Apresenta os motivos e os desafios dessa iniciativa e o dia a dia na floresta e na aldeia.

14 Apresenta também um importante estudo etnográfico sobre os aspectos do universo cultural do povo Suruwaha. Revela a capacidade desse povo de organizar-se de forma autônoma, estabelecendo uma dinâmica interna e uma relação com o meio ambiente, capaz de produzir abundância de alimentos e assegurar o “bem viver” de toda a coletividade.

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16 O livro está escrito a múltiplas mãos de pessoas que militam na causa indígena pelo Cimi. Contou também com a contribuição de alguns antropólogos preocupados com o futuro dos povos indígenas isolados, bem como do Greenpeace na confecção dos mapas, através de seu Laboratório de Geoprocessamento.

17 Para a sua publicação o Cimi pode contar com a importante parceria da Edua inserindo o livro na sua Série “Nova Antropologia da Amazônia” e do apoio de Cáritas Brasileira, do Fundo de Solidariedade da CNBB e dos Jesuítas da Alemanha.

18 Dedicamos o livro ao companheiro Pe. Gunter Kroemer, de quem partiu a idéia de escrevê-lo. Ele infelizmente nos deixou em julho de 2009, vítima de uma doença pulmonar desconhecida. Nossa homenagem a esse lutador que está presente na memória de todos que o conhecemos e nos anima a seguir em frente na construção do projeto do “bem viver”.

19 Testemunhas da resistência ameríndia, povos que ainda hoje são ignorados os “povos isolados” especificamente, se incorporam ao ressurgimento da Abya-Yala, exigindo um nome próprio a luz do sol, em terra reconquistada e com todos os direitos plenamente reconhecidos. Pedro Casaldàliga


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