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INTRODUÇÃO A LITERATURA INFANTIL Prof. Tiago S. de Oliveira

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Apresentação em tema: "INTRODUÇÃO A LITERATURA INFANTIL Prof. Tiago S. de Oliveira"— Transcrição da apresentação:

1 INTRODUÇÃO A LITERATURA INFANTIL Prof. Tiago S. de Oliveira

2 COMPETËNCIAS REQUERIDAS - LEITURA LER COM ENTONAÇÃO ADEQUADA INTERPRETAR O QUE LEU APONTAR DIFERENÇAS DO TEXTO LITERÁRIO EM RELAÇÃO A OUTROS GÊNEROS

3 INTERESSES DE LEITURA Os interesses de leitura surgem para atendimento de uma necessidade de caráter informativo ou recreativo. No primeiro caso, aqueles textos calcados na realidade imediata, que se referem ao que é e ao que foi, satisfazem aos apelos do leitor, que neles encontra informações, instruções, normas importantes para si num certo momento.

4 No segundo, os textos ficcionais e poéticos vêm suprir seu desejo de evasão e/ou desafio. Claro que os dados informativos podem ser provocativos, aguçando a inteligência do leitor e garantindo- lhe imensa satisfação ao solucionar problemas. Porém, na área da ficção e da poesia, o prazer da provocação aumenta.

5 EXPECTATIVAS DO LEITOR “Quando a leitura ficcional e poética representa atendimento ao gosto imediato do leitor, ela desencadeia o processo de identificação do sujeito com os elementos da realidade representada, gerando prazer.

6 Por outro lado, quando rompe de modo incisivo com as expectativas do sujeito, dá origem necessariamente ao diálogo e ao consequente questionamento das propostas inovadoras ali contidas, alargando o horizonte cultural do leitor.O dividendo final é novamente o prazer da leitura, agora por outra via, a da apropriação de um mundo inesperado.” (Vera Teixeira de Aguiar e Alice Áurea Penteado Martha)

7 FASES DE LEITURA Richard Bamberger a)Idade dos livros de gravuras e dos versos infantis (de 2 a 5/6 anos) - idade do pensamento mágico; b)Idade do conto de fadas (de 5 a 8/9 anos) – idade de leitura do realismo mágico, a criança é essencialmente suscetível à fantasia;

8 c) Idade das “histórias ambientais” ou da leitura “fatual” (de 9 a12 anos) “Construção de uma fachada prática, realista, ordenada racionalmente, diante de um pano de fundo mágico-aventuresco pseudo-realisticamente mascarado” (Beinlich) “O interesse pelos contos de fadas e pelas sagas ainda é evidente nessa fase intermediária orientada para os fatos, mas também começa a surgir o anseio pelo aventuroso”

9 d) Idade da história de aventuras: realismo aventuroso ou a “fase de leitura não-psicológica orientada para o sensacionalismo” (de 12 a 14/15 anos) A criança, pouco a pouco, toma consciência da própria personalidade; afrouxa ou desfaz elos anteriores. Idade em que predominam as demonstrações de agressividade e a formação de gangues.

10 O interesse dos leitores pode ser despertado principalmente através do enredo, dos acontecimentos, do sensacionalismo. No caso das meninas, a “criança rebelde” (Beinlich) surge frequentemente em primeiro plano como interesse de leitura, bem como o sentimentalismo barato e a auto-adulação. Interesses gerais: livros de aventuras, romances sensacionais, livros de viagens, histórias simples e de um sentimentalismo barato.

11 e) Os anos de maturidade ou o “desenvolvimento da esfera estético-literária da leitura” (de 14 a 17 anos) Além da trama, a forma e o conteúdo também são valorizados no material de leitura. O interesse pelo mundo exterior é substituído ou suplementado pela participação no mundo interior e no mundo dos valores. Interesses de leitura: aventura de conteúdo mais intelectual, livros de viagens, romances históricos, biografias, histórias de amor, atualidades, literatura engajada, material fatual que se relacione com preferências vocacionais.

12 Para a criança, o que apraz na leitura Richard Bamberger O sentimento de ser capaz de dominar o livro sozinha; Os livros falam aos seus interesses pessoais; Para satisfazer a necessidade que tem de vivenciar situações, os livros devem ser escritos com clareza e ser emocionantes e compreensíveis; A criança deseja, com a ajuda dos livros, fugir à monotonia cotidiana. O jovem leitor exige o inusitado, a libertação do mundo cotidiano, a vida intensificada. Isso não deve ser compreendido, nem criticado como simples escapismo, senão como a expressão da tentativa de expandir-se e crescer além de si mesmo; Através dos livros, a criança espera superar a solidão;

13 “As crianças sentem prazer em colocar-se no lugar das personagens dos livros, em sentir e experimentar com elas. Querem identificar-se, receber uma atenção pessoal, tomar parte nos acontecimentos que se desenrolam no livro;” Muitas crianças gostam de exercitar seus poderes de fantasia “A adolescência, com sua capacidade de compreender os motivos psicológicos e interpretar o comportamento humano, caracteriza-se pela curiosidade a respeito de si mesma, que pode ser satisfeita, em parte, através das experiências alheias.”

14 O QUARTO E QUINTO ANO NA ESCOLA Richard Bamberger “Os anos de transição entre a “idade dos contos de fadas” e a “idade das aventuras” são especialmente importantes no ensino da leitura e no desenvolvimento do hábito de ler.” “As crianças assumem o papel de críticos e muitas vezes emitem opiniões sobre os livros que mais lhes agradaram, assim como sobre aqueles que as aborreceram.” “Durante esse período, não se deve fazer na escola nenhum esforço especial na área da “educação literária”, visto que o senso estético ainda não está bem desenvolvido. A literatura estética, por conseguinte, deve ser cuidadosamente selecionada, e os livros escolhidos devem versar sobre experiências infantis.”

15 “A formação de panelinhas, característica do período, deve ser aproveitada na organização de grupos de leitura. Vários grupos preparam, em separado, suas contribuições para uma “comemoração de leitura” ou para as “noites dos pais”, por exemplo.” “Empregar material de leitura de qualidade a fim de conscientizar melhor a criança acerca da importância que ela tem. (...)É preciso cuidar para que as crianças sejam desafiadas a “darem o máximo”, a fim de evitar o que costumeiramente ocorre: seguindo a lei do menor esforço, ela procura material fácil, que, em grande medida, é também inferior.”

16 COMPOSIÇÃO COMO CHAVE DE INTERESSES (Richard Bamberger) Escrever um texto intitulado: “Um dia na pele de...” dá à criança a oportunidade de dizer o que gostaria de ser – do ponto de vista da carreira, de um ideal, da personagem de uma história com que ela se identifica. O texto frequentemente reflete a direção geral do interesse da criança e também identifica muitas vezes interesses livrescos concretos

17 TESTE DO TÍTULO DO LIVRO Distribuem-se folhas de papel em que se enumeram uns 30 títulos de livros imaginários relacionados a várias esferas de interesse, e as crianças assinalam os 3 que elas gostariam de ter.

18 Referências BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. 5.ed. São Paulo: Ática, EVANGELISTA, Aracy Alves Martins et al. Escolarização da leitura literária. 2.ed.Belo Horizonte: Autêntica, SOLÉ, Izabel. Estratégias de leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.

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