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5. Normas e convenções. 6. Modelos de referência de arquitetura de redes.

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1 5. Normas e convenções. 6. Modelos de referência de arquitetura de redes

2 CONCEITOS E FUNDAMENTOS FUNÇÕES DE UMA REDE ELEMENTOS DE UMA REDE ARQUITETURA DE REDES ESTRUTURAÇÃO EM CAMADAS CAMADAS NO MODELO OSI NOÇÕES DA ARQUITETURA OSI

3 REDES DE COMPUTADORES Um sistema de processamento de informação constituído por computadores autônomos que se interligam por uma rede de comunicação Um sistema de processamento de informação constituído por computadores autônomos que se interligam por uma rede de comunicação Características Essenciais Distribuição de Controle Distribuição de Aplicações Redes de Teleprocessamento Redes de Computadores Sistemas Distribuídos Sistemas de Comunicação de Dados

4 FUNÇÕES DE UMA REDE TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO –CONFIABILIDADE X EFICIÊNCIA COMUTAÇÃO –COMPARTILHAMENTO DO MEIO FÍSICO POR VÁRIOS USUÁRIOS

5 REDE CORPORATIVA ESTRUTURA DE TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO VOZ, DADOS, IMAGENS... INDEPENDENTE DE MÁQUINA: MICROS, LAN’S, MAINFRAME... ARQUITETURA ABERTA PADRONIZAÇÃO AMPLA E DE BAIXO CUSTO

6 INTEROPERABILIDADE TROCA DE INFORMAÇÕES PRODUTI-VAS ENTRE APLICAÇÕES SUPÕE CONECTIVIDADE (TROCA DE DADOS) E SEMÂNTICA COMUM ELEMENTOS ATIVOS NUMA REDE: PROCESSOS DE APLICAÇÃO

7 MODELO DE UMA REDE O MODELO DE REDE ADOTADO NO INÍCIO DA DÉCADA DE 70 É O DE CADA COMPUTADOR LIGADO A UM ENLACE DE ACESSO. REDE COMUTADA

8 ESTRUTURA INTERNA DA REDE NÓS DE COMUTAÇÃO ACESSOS DE USUÁRIOS

9 PROTOCOLOS PROTOCOLOS SÃO LINGUAGENS DE COMUNICAÇÃO ENTRE ENTIDADES ORIGINÁRIOS NOS SISTEMAS TELEGRÁFICOS DO SÉCULO PASSADO PARTE SINTÁTICA: DEFINIÇÃO DAS MENSAGENS TROCADAS PARTE SEMÂNTICA: ESPECIFICAÇÃO DAS AÇÕES PROVOCADAS POR CADA MENSAGEM FORMAS DE ESPECIFICAÇÃO: TABELAS DE ESTADO, LINGUAGENS FORMAIS, REDES DE PETRI, ETC.

10 TIPOS DE PROTOCOLOS COMPUTADOR ORIGEM NÓ DE COMUTAÇÃO NÓ DE COMUTAÇÃO COMPUTADOR DESTINO PROTOCOLO DE ACESSO PROTOCOLO INTERNO PROTOCOLO FIM-A-FIM O X-25 FOI DEFINIDO COMO UM PROTOCOLO DE ACESSO. A RECOMENDAÇÃO NÃO ESPECIFICA O PROTOCOLO INTERNO DA REDE O PROTOCOLO FIM-A-FIM DEVE SER ESCOLHIDO PELO USUÁRIO

11 SERVIÇOS DE DADOS SERVIÇOS DEDICADOS - Oferecem um serviço ponto-a-ponto - O usuário define o protocolo - Velocidade variável até 2 Mbps SERVIÇOS COMUTADOS - Comutação de circuitos >> Oferece ligação ponto-a-ponto após conexão - Comutação de pacotes >> O endereço do destino faz parte do pacote

12 MOTIVAÇÕES PARA REDES COMUTADAS Flexibilidade Compartilhamento dos recursos de rede reduzindo custos de comunicação: - Tarifas dependem do uso - Parte dedicada (acesso) pode ser simples e barata Viabiliza aplicações de baixo tráfego. Viabiliza aplicações de baixo custo. Elimina preocupações com topologia ótima.

13 ARQUITETURA DE REDE DEFINIÇÃO DO CONJUNTO DE FUNÇÕES CUJO DESEMPENHO GARANTE A INTEROPERABILIDADE DIVISÃO DO CONJUNTO DE FUNÇÕES EM CAMADAS DETALHAMENTO DA OPERAÇÃO DE CADA CAMADA EXEMPLOS: OSI, TCP/IP, SNA

14 MODELO OSI FÍSICA ENLACE REDE TRANSPORTE SESSÃO APRESENT. APLICAÇÃO SEMÂNTICA DAS OPERAÇÕES EM REDE FORMATAÇÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES SINCRONIZAÇÃO E GERENCIAMENTO DO DIÁLOGO TRANSMISSÃO CONFIÁVEL FIM-A-FIM ACESSO, ROTEAMENTO E ADAPTAÇÃO DA MENSAGEM ÀS DIFERENTES REDE TROCA DE DADOS CONFIÁVEL SOBRE MEIO PASSIVO ASPECTOS MECÂNICOS, ELÉTRICOS, FUNCIONAIS E PROCEDIMENTOS SOBRE MEIO

15 CAMADAS DO MODELO OSI FÍSICA ENLACE REDE TRANSPORTE SESSÃO APRESENT. APLICAÇÃO CAMADA FÍSICA ENLACE REDE FÍSICA ENLACE REDE FÍSICA ENLACE REDE TRANSPORTE SESSÃO APRESENT. APLICAÇÃO CAMADA Protocolo de Aplicação Protocolo de Apresentação Protocolo de Sessão Protocolo de Transporte USUÁRIO A USUÁRIO B SUB-REDE

16 PRINCÍPIOS DE ENDEREÇAMENTO EM REDES ELEMENTOS ENDEREÇÁVEIS: APLICAÇÕES E USUÁRIOS NOME OU TÍTULO: IDENTIFICADOR FIXO QUE DIZ O QUE É A ENTIDADE ENDEREÇO: IDENTIFICADOR POSICIO- NAL, DIZ ONDE A ENTIDADE ESTÁ ROTA: CAMINHO ATÉ UMA ENTIDADE

17 PRINCÍPIOS DE ENDEREÇAMENTO DIRETÓRIO: NOME ENDEREÇO ROTEAMENTO: ENDEREÇO ROTA IDENTIFICAÇÃO DE UMA ENTIDADE: PONTO DE ACESSO AO SERVIÇO CAMADA - N CAMADA - N + 1 N-SAP

18 REDES COMUTADAS POR PACOTES

19 Redes Comutadas Técnicas de Comutação Comutação de Circuitos e de Pacotes Exemplo de Operação de uma Rede Comutada por Pacotes Datagrama e Circuito Virtual Protocolo IP e Arquitetura TCP/IP Noções sobre Comutação de Células

20 REDES COMUTADAS COMUTAÇÃO É A CAPACIDADE DE COM-PARTILHAR UM MEIO FÍSICO ENTRE VÁRIOS USUÁRIOS, NUMA REDE DE COMUNICAÇÃO

21 PORQUE COMUTAÇÃO ? SEM COMUTAÇÃO SERIA NECESSÁRIO ESTABELECER UM ENLACE ENTRE CADA DOIS USUÁRIOS DA REDE N usuários N2N2 = N! 2! (N - 2)! Enlaces

22 COMUTAÇÃO: EXEMPLOS REDE TELEFÔNICA CORREIO: O MEIO FÍSICO SÃO OS CARTEIROS ÔNIBUS: OS PASSAGEIROS SÃO AS MENSA-GENS E OS ASSENTOS SÃO COMUTADOS A COMUTAÇÃO É NECESSÁRIA SEMPRE QUE O TEMPO NO QUAL UM DETERMINADO RECURSO É UTILIZADO POR UM USUÁRIO FOR MUITO MENOR DO QUE O TEMPO EM QUE O RECURSO ESTÁ DISPONÍVEL

23 COMUTAÇÃO ELETRICA FOI INTRODUZIDA NA DÉCADA DE 30 COMO FORMA DE AUTOMATIZAR O SERVIÇO DE INTERCONEXÃO TELEFÔNICA UTILIZA O CONCEITO DE COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS: UM CANAL É DEDICADO A CADA USUÁRIO DURANTE TODA A CONVER-SAÇÃO A COMUTAÇÃO É CONTROLADA POR IN- FORMAÇÕES QUE O USUÁRIO ENVIA PARA A CENTRAL DE COMUTAÇÃO

24 COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS UM CANAL FÍSICO É ALOCADO A CADA USUÁRIO ATIVO DE FORMA ESTÁTICA O CANAL FICA EXCLUSIVO ATÉ A SUA LIBE- RAÇÃO SE O USUÁRIO NÃO TRANSMITE INFORMA- ÇÃO O CANAL FICA OCIOSO A CAPACIDADE DE TRANSMISSÃO É FIXA NÃO HÁ ARMAZENAMENTO DE INFORMAÇÃO CONTROLE E DADOS SÃO SEPARADOS O CONGESTIONAMENTO SÓ PODE OCORRER NO MOMENTO DE CONEXÃO

25 COMUNICAÇÃO DE DADOS A COMUNICAÇÃO DE DADOS COMEÇOU A DESENVOLVER-SE NA DÉCADA DE 60 COM APLICAÇÕES TRANSACIONAIS E GRANDES REDS DE TELEPROCESSAMENTO. OS CIRCUITOS UTILIZADOS ERAM LINHAS DEDICADAS OU LINHAS TELEFÔNICAS, COMUTADAS POR CIRCUITOS. OS SISTEMAS ERAM ASSIMÉTRICOS E OPERAVAM COM PROTOCOLO DO TIPO “POLLING”.

26 TRANSMISSÃO DE DADOS E COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS UM ESTUDO DA RAND CORPORATION DE 1964 MOSTROU QUE A COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS ERA INEFICIENTE PARA TRANSMISSÃO DE DADOS EM APLICAÇÕES TRANSACIONAIS TEMPO VOLUME DE DADOS CONSULTA RESPOSTA TRANSAÇÃO DIGITAÇÃOPROCES. ANÁLISE

27 COMUTAÇÃO DE MENSAGENS O USUÁRIO SÓ OCUPA O MEIO FÍSICO DU-RANTE A TRANSMISSÃO DE MENSAGEM. QUANDO O USUÁRIO NÃO TRANSMITE MENSAGEM O MEIO FÍSICO PODE FICAR OCUPADO COM MENSAGENS DE OUTROS USUÁRIOS. A COMUTAÇÃO É CONTROLADA POR IN-FORMAÇÕES CONTIDAS NAS PRÓPRIAS MENSAGENS O EFEITO DA COMUTAÇÃO É TRANSPARENTE PARA OS USUÁRIOS

28 COMUTAÇÃO DE MENSAGENS CARACTERÍSTICAS A COMUTAÇÃO É DINÂMICA. O CANAL FÍSICO NÃO FICA RESERVADO PARA NENHUM USUÁRIO CADA MENSAGEM DEVE SER CAPAZ DE IDENTIFICAR O SEU DESTINO. DADOS E CONTROLE SÃO REUNIDOS NUMA ÚNICA ESTRUTURA DE DADOS O ATRASO DE TRANSMISSÃO É VARIÁVEL. EXISTE NECESSIDADE DE ARMAZENAMENTO E CONTROLE DE FLUXO. EXIGE PROTOCOLO PARA TROCA DE IN-FORMAÇÕES DE DADOS E DE CONTROLE

29 EFICIÊNCIA DA COMUTAÇÃO DE MENSAGENS A COMUTAÇÃO DE MENSAGENS OBTÉM GANHOS SIGNIFICATIVOS QUANDO AS FONTES ENVIAM DADOS EM RAJADAS. CONSULTA RESPOSTA TEMPO DADOS TRANSMITIDOS A BC A B A C B C

30 COMUTAÇÃO ESTÁTICA VERSUS COMUTAÇÃO DINÂMICA NÃO HÁ SISTEMA IDEAL. O DESEMPENHO DEPENDE DO TIPO DE INFORMAÇÃO SENDO TRANSPORTADA. EXISTEM SISTEMAS DE VOZ OPERANDO COM COMUTAÇÃO DINÂMICA (Ex. TASI - TIME ASSIGNMENT SPEECH INTERPOLATION). PARA TRANSMISSÃO DE GRANDES ARQUIVOS (BULK FILE TRANSFER) A COMUTAÇÃO ESTÁ-TICA É MAIS EFICIENTE. EXISTEM FORMAS DE COMUTAÇÃO QUE COMBINAM AS DUAS ALTERNATIVAS.

31 COMUTAÇÃO DE PACOTES E DE MENSAGENS A B C D MENSAGENS PACOTES TMTM TPTP

32 CONCENTRAÇÃO Canais Lógicos rede usuário Canal Físico usuário rede EXEMPLO DE OPERAÇÃO

33    concentração comutação pacote sequenciação controle de erro controle de fluxo EXEMPLO DE OPERAÇÃO

34 REDES COMUTADAS POR PACOTES 1 a EXPERIÊNCIA DE REDE COMUTADA: ARPANET HOST IMP

35 OPERAÇÃO DA ARPANET: DATAGRAMA DATAGRAMA CORRESPONDE AO PRINCÍPIO DA COMUTAÇÃO DE PACOTES LEVADO AO EXTREMO. OS PACOTES SÃO ROTEADOS APENAS COM BASE NAS INFORMAÇÕES QUE ELES CONTÉM. A REDE NÃO ARMAZENA INFORMAÇÕES SOBRE A COMUTAÇÃO. OS PACOTES SEGUEM ROTAS INDEPENDENTES. CADA PACOTE DEVE TRANSPORTAR O ENDEREÇO COMPLETO DO SEU DESTINO.

36 DATAGRAMA: CARACTERÍSTICAS NÃO HÁ GARANTIA DE ENTREGA EM ORDEM. A REDE NÃO RETRANSMITE MENSAGENS COM ERRO. A OPERAÇÃO DA REDE É MAIS RÁPIDA. FALHAS NA REDE SÃO TRANSPARENTES AO USUÁRIO. CAMINHOS REDUNDANTES SÃO MELHOR APROVEITADOS. A RECUPERAÇÃO DE ERROS É REALIZADA APENAS FIM- A-FIM NA MEDIDA DA NECESSIDADE DE CADA APLICAÇÃO.

37 DATAGRAMA E SERVIÇO PÚBLICO O SERVIÇO DE COMUTAÇÃO DE PACOTES, BASEADO NO MODO DE OPERAÇÃO DATAGRAMA NÃO É ADEQUADO PARA SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS, POIS A ADMINISTRAÇÃO DA REDE FICA MUITO COMPLEXA. DESDE O PRINCÍPIO DA COMUTAÇÃO DE PACOTES, AS REDES PÚBLICAS SE BASEARAM NO MODO DE OPERAÇÃO CHAMADO CIRCUITO VIRTUAL

38 CIRCUITO VIRTUAL OS PACOTES SÃO ENCAMINHADOS POR UMA ROTA FIXA ATRAVÉS DA REDE. A ORDEM DE ENTREGA É GARANTIDA E PACOTES COM ERRO PODEM SER REENVIADOS. EM CASO DE FALHA NA REDE A RECUPERAÇÃO NÃO É TRANSPARENTE. ROTAS ALTERNATIVAS NÃO PODEM SER APROVEITADAS. A OPERAÇÃO FIM-A-FIM É MAIS SIMPLES. O PROCESSAMENTO DE REDE DO USUÁRIO É MAIS COMPLEXO

39 REDES DE PACOTES COM CIRCUITO VIRTUAL AS PRIMEIRAS REDES PÚBLICAS DE COMUTAÇÃO DE PACOTES, OPERANDO COM O MODO “CIRCUITO VIRTUAL” FORAM IMPLEMENTADAS ENTRE 1972 E EUA: TELENET FRANÇA: TRANSPAC CANADÁ: DATAPAC INGLATERRA: GPSS AS EXPERIÊNCIAS PIONEIRAS EVIDENCIARAM A NECESSIDADE DE PADRONIZAÇÃO

40 PADRONIZAÇÃO DE REDES COMUTADAS POR PACOTES O TRABALHO DE PADRONIZAÇÃO FOI ABORDADO PELO CCITT ENTRE 1972 E 1976 O RESULTADO DESSE TRABALHO FOI CONSOLIDADO NA RECOMENDAÇÃO X.25: “INTERFACE BETWEEN DATA TERMINAL EQUIPMENT (DTE) AND DATA CIRCUIT-TERMINATING EQUIPMENT (DCE) FOR TERMINALS OPERATING IN THE PACKET MODE ON PUBLIC DATA NETWORKS”.

41 HBCH A EF D H H HH ENCAMINHAMENTO DE PACOTES Canais Lógicos e Rotas (Exemplo) ABCD AEFD ABFD AEC ABCDFB BCD BAE BF ORIGEM A ORIGEM B C.L ROTA C.LROTA Como ficam as tabelas de rotas?

42 O que é a Internet milhões de elementos de computação interligados: hosts, sistemas finais –pc’s, estações de trabalho, servidores –telefones digitais, torradeiras de pão, etc. executando aplicações distribuídas enlaces de comunicação –fibra, cobre, rádio, satelite roteadores: enviam pacotes (blocos) de dados através da rede ISP local rede corporativa ISP regional roteador estação servidor móvel

43 O que é a Internet protocolos: controlam o envio e a recepção de mensagens –e.g., TCP, IP, HTTP, FTP, PPP Internet: “rede de redes” –fracamente hierárquica –Internet pública e Internets privadas (intranets) Internet standards –RFC: Request for comments –IETF: Internet Engineering Task Force ISP local rede corporativa ISP regional routeador estação servidor móvel

44 Serviços da Internet infraestrutura de comunicação permite aplicações distribuídas: –WWW, , games, e-commerce, database, chat, –more? serviços de comunicação oferecidos: –sem conexão –orientado à conexão cyberspace [Gibson]: “a consensual hallucination experienced daily by billions of operators, in every nation,...."

45 As bordas da rede sistemas finais (hosts): –executam programas de aplicação –e.g., WWW, –localizam-se nas extremidades da rede modelo cliente/servidor –o cliente toma a iniciativa enviando pedidos que são respondidos por servidores –e.g., WWW client (browser)/ server; client/server modelo peer-to-peer: – Prevê simetria de comunicação –e.g.: teleconferêcia

46 Borda da rede: serviço orientado à conexão Meta: transferência de dados entre sistemas finais. handshaking: estabelece as condições para o envio de dados antes de envia-los atualmente –Alô: protocolo humano –estados de “conexão” controlam a troca de mensagens entre dois hosts TCP - Transmission Control Protocol –realiza o serviço orientado à conexão da Internet serviço TCP [RFC 793] transferência de dados confiável e seqüêncial, orientada a cadeia de bytes –perdas: reconhecimentos e retransmissões controle de fluxo: –evita que o transmissor afogue o receptor controle de congestão: –transmissor reduz sua taxa quando a rede fica congestionada

47 Borda da rede:serviço sem conexão Meta: transferência de dados entre sistemas finais –o mesmo de antes! UDP - User Datagram Protocol [RFC 768]: Oferece o serviço sem conexão da Internet –transferência de dados não confiável –sem controle de fluxo –sem controle de congestão App’s usando TCP: HTTP (WWW), FTP (file transfer), Telnet (remote login), SMTP ( ) App’s usando UDP: streaming media, teleconferência, telefonia IP

48 O núcleo da rede malha de roteadores interconectados A questão fundamental: como os dados são transferidos através da rede? –comutação de circuitos: usa um canal dedicado para cada conexão. Ex: rede telefônica –comutação de pacotes: dados são enviados em “blocos” discretos, na base FIFO

49 Núcleo da rede: comutação de pacotes cada fluxo de dados fim-a-fim é dividido em pacotes os recursos da rede são compartilhados em bases estatíticas cada pacote usa toda a banda disponível ao ser transmitido recursos são usados na medida do necessário contenção de recursos: a demanda agregada por recursos pode exceder a capacidade disponível congestão: filas de pacotes, aumento do tempo de envio, perda de apcotes store and forward: pacotes se movem de um roteador para o outro antes de serem retransmitidos –transmite no enlace –espera vez no enlace Banda passante é dividida em “slots” Alocação fixa Reserva de recursos comutação de circuitos:

50 Núcleo da rede: Packet Switching Packet-switching: comportamento store and forward

51 Redes de acesso e meios físicos Q: Como conectar o sistema final ao roteador de borda? redes de acesso residencial redes de acesso institucionais (escolas, bancos, empresas) redes de acesso móvel Lembre-se : a banda passante do canal de acesso define sua capacidade de transmissão de dados o compartilhamento reduz a banda disponível?

52 Acesso residencial: redes ponto-a-ponto Modem discado –até 56Kbps com acesso direto ao roteador ( ao menos em tese) ISDN: rede digital de serviços integrados 128Kbps com conexão digital ao roteador passando pela rede pública de telefonia ADSL: asymmetric digital subscriber line –até 1 Mbps de uplink –até 8 Mbps de downlink –geralmente é comercializado em taxas mais baixas (speedy) –acesso ao roteador através de um backbone

53 Acesso residencial: cable modems HFC: híbrido fibra e coaxial –assimétrico: até 10Mbps upstream, 1 Mbps downstream rede de cabo e fibra liga residências ao roteador do ISP –acesso compartilhado das casas de um condomínio ou de um bairro –problemas: congestão, dimensionamento deployment: companhias de TV a cabo

54 Acesso institucional: redes de área local companhias/univ local area network (LAN) conecta sistemas finais ao roteador de acesso Ethernet: –cabo compartilhado ou dedicado conecta sistemas finais e o roteador –10 Mbs, 100Mbps, Gigabit Ethernet deployment: instituições e residências em breve

55 Redes de Acesso Wireless acesso wireless compartilhado conecta sistemas finais ao roteador de acesso wireless LANs: –utiliza ondas de rádio –padrão IEEE –e.g., Lucent Wavelan 10 Mbps wide-area wireless access –CDPD: acesso wireless ao roteador do ISP via telefonia celular base station mobile hosts router

56 Meios Físicos enlace físico: meio de transmissão de sinais físicos que representam a informação meios guiados: –os sinais se propagam me meios sólidos com caminho fixo: cobre, fibra meios não guiados: –propagação livre: ex. rádio Twisted Pair (TP) dois fios de cobre isolados –Categoria 3: taxas de transmissão até 10 Mbps Categoria 5 : 100Mbps ethernet

57 Meio Físico: coaxial, fibra Cabo Coaxial: núcleo de fio (portador de sinal) dentro de uma blindagem de fio (shield) –bandabase: um único sinal presente no cabo –broadband: multiplos sinais no cabo bidirecional uso comum em redes de 10Mbs Ethernet Cabo de fibra óptica: fibra de vidro transportando pulsos de luz alta velocidade de operação: –100Mbps Ethernet –alta velocidade com transmissão ponto-a-ponto (e.g., 5 Gps) baixa taxa de erros e imunidade a ruídos

58 Meio Físico: radio sinal transportado como campo eletromagnético não há fios físicos bidirecional o ambiente afeta a propagação: –reflexão –obstrução por objetos –interferência Tipos de canais de rádio: microwave –canais de até 155 Mbps LAN (e.g., waveLAN) –2Mbps, 11Mbps wide-area (e.g., celular) –e.g. CDPD, 10’s Kbps satélite –até 50Mbps por canal (ou vários canais menores) –270 ms de atrado fim-a-fim –geosynchronous versus LEOS

59 Atraso em Redes de Pacotes pacotes sofrem atrasos durante a transmissão fim-a-fim quatro fontes de atraso em cada nó da rede processamento nodal : –examina erros de bits –escolhe enlace de saída enfileiramento –tempo esperando para transmissão no enlace de saída –depende do nível de congestão do roteador A B propagação transmissão processamento nodal enfileiramento

60 Atraso em Redes de Pacotes Atraso de transmissão: R=capacidade do enlace (bps) L=tamanho do pacote (bits) tempo para enviar bits no enlace = L/R Atraso de propagação: d = comprimento do enlace físico s = velocidade de propagação no meio (~2x10 8 m/sec) atraso de propagação = d/s A B propagação transmissão processamento nodal enfileiramento Nota: s and R são quantidades muito diferentes!

61 Atraso de filas R=capacidade do enlace (bps) L=tamanho do pacote (bits) a=taxa média de chegada de pacotes intensidade de tráfego = La/R La/R ~ 0: atraso médio de fila pequeno La/R -> 1: atraso se torna grande La/R > 1: mais trabalho chega do que a capacidade de transmissão. O atraso médio cresce indefinidamente!


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