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Controle Estatístico de Processos. Sejam Bem Vindos ao Curso Controle Estatístico de Processos - CEP Prof. Márcio Bambirra Santos www.mbambirra.com.br.

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1 Controle Estatístico de Processos

2 Sejam Bem Vindos ao Curso Controle Estatístico de Processos - CEP Prof. Márcio Bambirra Santos

3 Márcio Bambirra Santos (apresentação) Administrador de Empresas e Economista com Pós-Graduação, Especialização em 3 cursos: "Ciência e Tecnologia", "Computação" e "Administração Organizacional". Mestrado em Economia e Doutorado em Administração. Exerceu cargos executivos como Diretor e Superintendente: Informar Adm. Sistemas, AWB (Academia Wanda Bambirra), ADEMG, BIT (Banco de Inteligência e Tecnologia), UBQ (União Brasileira da Qualidade). À partir de 1981 vem trabalhando como professor, instrutor e coordenador de Programas de “Qualidade e Meio Ambiente” (Treinamento, Técnicas e Ferramentas), “Sistemas de Informação” e “Planejamento Estratégico”, com atividades desenvolvidas na Andrade Gutierrez, Assembléia MG, OI, ACELOR MITTAL, Samitri, Coca-Cola, Silvânia Jóias, Adler-PTI, Grupo ISVOR, Grupo Gerdau, FIAT, ACCOR, FUNED, Votorantim, V&M, USIMINAS, VALE, UNITAS dentre outras. Já publicou dezenas de trabalhos, dentre artigos técnicos em revistas e congressos nacionais e internacionais, e crônicas em jornais de grande circulação, além dos livros “Mudanças Organizacionais: Métodos e Técnicas para a Inovação” (JURUÁ) e “Criatividade e Liderança: O desafio da Inovação” (INOVART). Examinador do Prêmio Mineiro da Qualidade (2003 a 2005, do Prêmio Mineiro de Gestão Ambiental (2006 a 2012 e coord. técnico) e Prêmio Nacional da Qualidade (1998 a 2008). Atualmente é professor do CEFET-MG, FPL e PUC, além de ser diretor da UBQ (www.ubq.org.br) e LEAD Empresarial ( Fonte:

4 EMENTAProc. DidáticoHoras A)Conceitos Básicos: Princípio “5 ar”, Medição e Controle na Gestão; Tipos de variáveis estatísticas. Equação da Gestão; Ciclo PDCA. Ferramentas: Lista de Verificação, Gráfico de Pareto, Estratificação, Fluxograma, Diag. Causa Efeito, GUT, 5 Por quês, Plano de Ações, Histograma, Curva Normal e Distribuição de frequência. AEX12 B)CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS: Variações Normais e Especiais; Cartas de Controle por Variáveis : da média, do desvio padrão, da amplitude, e por Atributos: Carta np (número de unidades não-conforme), Carta p (porcentagem de unidades não-conforme): Carta c (número de não- conformidades): Carta u (número de não-conformidades por unidade). Exercícios; C) Análise da carta de controle. Coeficientes de Capabilidade e Capabilidade Centrada (CP, CPk). Outros coeficientes. D) Análise de Correlação e Regressão (Projeção e Planejamento dos Dados) AEX/LAB8 E) APLICAÇÕES COMPUTACIONAIS PARA CEP : Utilização dos softwares Minitab, Excel, para exercícios de fixação, no ambiente Windows. LAB4 TOTAL-24

5 1.1 Geral: Ao final do curso o aluno deverá conhecer as principais Técnicas (Ferramentas) da Qualidade, voltadas para aplicações Gerenciais, entendendo as questões de Produtividade e Qualidade das mesmas, bem como os fundamentos de CEP aplicado à Produção e Controle. 1.2 Específicos: 1.Efetuar cálculos estatísticos básicos e estar capacitado a realizar atividades, com a ajuda de programas computacionais. 2.Elaborar Cartas de Controle por variáveis e desenvolver acompanhamento de conjunto de itens necessários ao processo. 3. Preparar projeção de dados futuros, baseado na Análise de Regressão. Objetivos do Curso

6 ESTATÍSTICA Princípios

7 O que é Estatística ? ESTATÍSTICA conjunto de técnicas que permite, de forma sistemática, coletar, organizar, descrever, analisar e interpretar dados provenientes de estudos ou experimentos, realizados em qualquer área do conhecimento. ?

8 Resumo PLANEJAMENTO DE UMA PESQUISA COM LEVANTAMENTO DE DADOS: Etapas básicas de uma pesquisa com levantamento de dados. Estudo da ocorrência de resfriados na população infantil residente no Vale do Jequitinhonha O objetivo do estudo é avaliar a prevalência de transtornos físicos (resfriado e pneumonia) nas crianças de 5 cidades do Vale do Jequitinhonha. Os participantes responderam a um questionário padronizado de rastreamento de internações comuns, e se seu escore fosse acima do ponto de corte estabelecido, foram classificados como prováveis casos. Planejamento ? Variáveis ? Questões ?..... ?

9 Resumo AMOSTRAGEM: Tipos de técnicas de amostragem. Distribuições amostrais da média, variância e proporção. ESTIMAÇÃO DE PARÂMETROS: Propriedades e critérios dos estimadores. Intervalos de confiança para a média, e proporção. Tamanho de amostra. AMOSTRA X1X1 X2X2 X3X3... Opinião sobre Incidência de Hepatite B

10 Resumo ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS: Resumo de dados uni e bi-variados. Medidas de síntese: de tendência central e de dispersão. Medidas de assimetria e curtose. 5,2 6,4 5,7 8,3 7,0 5,4 4,8 9,1 5,5 6,2 4,9 5,7 6,3 5,1 8,4 6,2 8,9 7,3 5,4 4,8 5,6 6,8 5,0 6,7 8,2 7,1 4,9 5,0 8,2 9,9 5,4 5,6 5,7 6,2 4,9 5,1 6,0 4,7 18,1 5,3 4,9 5,0 5,7 6,3 6,0 6,87,3 6,9 6,5 5,9 Salário (n o de sal. mín.) dos 50 funcionários da FUNED:

11 Resumo TEORIA DA PROBABILIDADE E MODELOS TEÓRICOS: Conceitos básicos. Teoremas da adição e da multiplicação. Teorema de Bayes. Eventos conjuntos.Modelos teóricos básicos: Bernoulli, Binomial, Poisson, Exponencial e Normal (Curva de Gauss). X  180 P(X  180)

12 Raciocínio Estatístico População Amostra Amostragem Estatística Descritiva Estatística Inferencial (Probabilidade) Com Suporte Computacional Princípio da Eficácia Simulação Otimização x K yp Z j a t r x y x kK y

13 1.Variável Qualitativa : Expressa qualidade ou atributo. Ex.: sexo, estado civil, etc. a) Nominal: Não existe ordenação nas possíveis realizações (região de procedência, sexo) b) Ordinal: Existe ordenação em classes (1º grau, 2º grau, superior, etc.). 2.Variável Quantitativa: a) Discreta: Valores que formam um conjunto finito ou enumerável de coisas ( nº de filhos, população de vacinas produzidas, quantidade de compimidos em um lote, etc.). b) Contínua: Valores formam um intervalo de números reais e que resulta de uma mensuração (estatura, peso, temperatura, velocidade). TIPOS DE VARIÁVEIS

14 ETAPAS DA PESQUISA ESTATÍSTICA 1. Determinação da natureza das informações desejadas, isto é, a natureza das informações dependerá da finalidade da pesquisa. Qual a razão que a pesquisa é realizada? Sua finalidade? Diretrizes de um Planejamento Estratégico? 2. Definição de termos e variáveis, ou seja, conceituação básica científica. Por exemplo: se análise bioquímica do componente H da droga F está dentro de parâmetros críticos? Qual outro componente deve ser pesquisado? 3. Obtenção dos dados mediante consulta às fontes primárias e fontes secundárias. Dependendo do tipo de variável, tempo e recursos disponíveis, a fonte primária de dados é inesgotável em seus aspectos qualitativos, e as técnicas de amostragem serão de grande importância. 4. Tabulação dos dados, através das tabelas e gráficos que contenham os dados coletados na pesquisa, com todas as normas vigentes de construção: título, corpo, cabeçalho, fonte cálculos, etc Análise dos dados que é a depuração matemática dos mesmos, advindos das tabelas e dos gráficos. 6. Elaboração do relatório, onde são colocadas as conclusões obtidas na análise estatística.

15 GESTÃO Princípios

16 QUALIDADE &= Técnicas + Métodos + Criatividade Lista de Verificação, Gráfico de Pareto, Histograma, Diagrama de Ishikawa, Cartas de Controle, Gráficos de Dispersão, Fluxograma, 5W2H, GUT,Gantt, SETFI, … MASP, FMEA, FTA, BSC, 6 Sigma, QFD, FOFA, RED X, 8D, … Versatilidade Imaginação Cooperação Ousadia PRODUTIVIDADE EQUAÇÃO DA GESTÃO

17 Princípio do 5ar Para Administrar é preciso Organizar Para Organizar é preciso Analisar Para Analisar é preciso Controlar Para Controlar é preciso Mensurar

18 TÉCNICAS Mala de Ferramentas TI´s para agilidade na decisão Medição e Controle de Processos Ajuste do tempo Fixação das idéias

19 DEFINIR AS METAS PLAN PLANEJAR ACT AGIR DEFINIR AS TÉCNICAS E MET. QUE PERMITIRÃO ATINGIR AS METAS EDUCAR E TREINAR O PESSOAL NAS TÉCNICAS E MET. EXECUTAR A TAREFA (COLETAR DADOS) ATUAR CORRETIVAMENTE ou NORMATIVAMENTE VERIFICAR OS RESULTADOS DA TAREFA EXECUTADA DO EXECUTAR CHECK VERIFICAR CICLO PDCA Referencial Teórico

20 Perda da melhoria por falta de sistematização dos procedimentos (rotinas) EMPRESA SERROTE MELHORIA TEMPO MELHORIA EMPRESA ESCADA MELHORIA TEMPO ROTINA A P C D MELHORIA ROTINA A P C D ROTINA L P C D ROTINA L P C D Necessidade da Sobrevivência Evolução Degeneração 20

21 Ciclo Q Método Científico MASPFTA/FMEA 8DQFD6 Sigma P 1-Pesquisa Bibliográfica 2- Observação 3- Formulação de Hipóteses 1 – Identificação do problema 2 – Observação 3 – Análise 4 – Planejamento da ação 1 - Identificar as características dos processos 2– Definir a equipe e coordenador da FTA/FMEA 3 – Coletar Informações disponíveis e elaborar a Árvore 4- Criar os padrões iniciais (normas e diretrizes, descrição de formulários) 1-Formação da Equipe 2-Descrever o Problema 3-Implementar Ações de Bloqueio Interinas 4-Definir Causas- Raiz 5-Desenvolver Soluções 1 - Identificar as necessidades dos clientes 2–Estabelecer as características do prod./serv 3 -Projetar o prod/serv. e seu processo 4 – Criar os padrões iniciais 1-Define 2- Measure 3- Analyse D 4- Experimen- tacão (Simula- ção) * 5 – Ação 5- Estabelecer os fatores de Severidade, Ocorrência e Detecção 6- Calcular o RPN resultante 7-Implementar a FMEA, acompanhando os processos e atualizando as normas 6-Implementar as Soluções 5- Fabricar e testar/ simular o prod/serv. serviço piloto 4- Improve C 5- Análise 6- Síntese 6 – Verificação8– Revisão dos procedimentos 7- Prevenir a Reincidência 6 – Verificar a satisfação do cliente 5-Control A 7- Teoria (Confirmaçã o da Hipótese) 7-Padronização 8 – Conclusão 9 – Estabelecer os padrões finais 10 – Incorporar ao processo de melhoria contínua da empresa (Colaboradores, Clientes, Fornecedores). 8-Reconhecimento da Equipe 7 – Estabelecer os padrões finais 8 – Revisar e documentar o processo Estudo Metodológico Comparativo

22 Processo de Trabalho

23 ORGANOGRAMA FINALIDADES GERAIS Descrever os níveis de autoridades e responsabilidades existentes para melhor execução, comprometimento e resultados das tarefas. Deve ser usado para: Treinamento de pessoal Definir processos Planejamento e auditoria Representação gráfica das responsabilidades e autoridades de uma organização ou área funcional Organograma EMBRAPA

24 Design Organizacional Processo K Processo J

25 FORMAÇÃO DE EQUIPE PARTICIPANTES Coordenador, envolvido no processo (origem) Representantes do processo (2) Representante do cliente do processo Representante do fornecedor do processo Convidado eventual Reunião de pessoas capazes de atingir objetivos atuando de maneira participativa. 25

26 FORMAÇÃO DE EQUIPE 1 - Programar as reuniões ou tarefas e assegurando sempre compreensão clara dos objetivos. Convidar as pessoas, da situação atual e : 2 - Programar tarefas individuais ou em pequenos grupos. 3 - No caso de reunião, preparar o local e ambiente de trabalho adequados. 4 - Conduzir os trabalhos com um limite de tempo definido, obedecendo a pauta da reunião, de forma que todos possam colaborar ativamente no encontro. 5 - Elaborar 5W2H para execução e gerenciamento do plano de ações. PASSOS PARA UM BOM TRABALHO EM EQUIPE 26

27 Não Estruturado Estruturado BRAINSTORMING FINALIDADES GERAIS Criar muitas e diferentes idéias sobre um problema. Pode ser usado para : Estimular a participação das pessoas Identificar problemas e levantar fatores, incluindo intuição e observações experimentais Levantar o conjunto de causas relacionadas ao problema Levantar as ações conhecidas para bloquear as causas do problema Técnica para auxiliar as pessoas de um grupo a expressar várias idéias em um curto intervalo de tempo. 27

28 LISTA DE VERIFICAÇÃO FINALIDADES GERAIS Registrar os dados de características do processo, facilitando sua coleta e organização, de forma que possam ser utilizados e analisados com eficácia, diagramaticamente. Pode ser usado para: Definir o conjunto de características que serão observadas Organizar os dados para análise de fatores influentes Levantar dados para uso de outras ferramentas. Roteiro de obtenção e registro dos dados de eventos, processos e produtos Elementos Principais da Lista de Verificação

29 29 LISTA DE VERIFICAÇÃO Aplicações Principais das Listas de Verificação

30 DIAGRAMA DE PARETO 1- Escolher o item a observar e a unidade de medida, exemplo: parada de motores em horas, valor do estoque por classe de material 2- Selecionar período de tempo para a observação: uma semana, um mês, um semestre. 3- Levantar os dados de registros anteriores ou de lista de verificação. 4 - Construir a tabela de ordenamento com os fatores, em ordem decrescente, indicando o número de ocorrências e porcentagem individual e o número de ocorrências e porcentagem acumuladas. Priorização para a Tomada de Decisões 30

31 31 Exemplo de Gráfico de Pareto Melhoria no Atendimento Virtual

32 ESTRATIFICAÇÃO FINALIDADES GERAIS Separar as situações que afetam significativamente o desempenho de um processo. Pode ser usado para : Analisar diferenças nos dados iniciais, tomados em conjunto. Mostrar os fatores mais influentes em um problema. Divisão de um conjunto de dados nos fatores significativos que o compõe. Elementos Principais da Estratificação

33 ESTRATIFICAÇÃO Separação e organização dos dados de um problema em grupos, considerando diferentes situações, exemplo: local, turno, período material e tipo de defeito. Trata-se da apresentação dos dados na forma de um ou mais Gráficos de Pareto, cada gráfico relativo a uma situação considerada. ELABORAÇÃO

34 ESTRATIFICAÇÃO 1 - Definir no problema o ítem a ser investigado 2 - Observar as perguntas básicas para escolher os fatores que tenham maior chance de estar afetando os resultados 3 - Elaborar Lista(s) de Verificação para coletar e organizar os dados 4 - Elaborar os Gráficos de Pareto primários e quando necessário, os secundários. 5- Priorizar os fatores mais importantes e prosseguir na estratificação PASSOS PARA ELABORAÇÃO

35 ESTRATIFICAÇÃO ELABORAÇÃO DA ESTRATIFICAÇÃO

36 EXEMPLO 1 Identifica Problemas mais importantes, medindo-os em diversas escalas. Reclamações de Clientes no: As reclamações do tipo A ocorrem + vezes, mas as do tipo B são muito mais caras. Freqüênci a Tipo A B C D B C D A Tipo Custo EXEMPLO 2 Analisa diferentes formas de agrupar os dados / por partida, por operador, por máquina. Nº Defeitos Partida Turno Operador Nº Defeitos Nº Defeitos Máquina GRÁFICO DE PARETO & ESTRATIFICAÇÃO

37 EXEMPLO 3 Mede o impacto de mudança no processo. Nº Defeitos Tipo de Defeito C A B Tipo de Defeito Nº Defeitos A C B (Antes)(Depois) EXEMPLO 4 Utiliza análise indutiva (do genérico p/ específico) Nº de Perdas Tipo Frutas Verd. Leg. Granja Tipo Nº de Perdas Hort. Padar. Frios Carnes Frut. Perda Supermercado

38 Técnicas da QUALIDADE (Lista de Verificação, Gráfico de Pareto & Estratificação) A proporção de acidentes em uma empresa, segundo a parte do corpo que mais afetam é a seguinte: 25% na cabeça, 19% no tronco e 56% nos membros. Nestes últimos, a distribuição da proporção é a seguinte: 12% nos membros inferiores e 44% nos membros superiores. Estes 44% de acidentes se distribuem assim: 2% no braço, 5% no antebraço, 1% nas palmas da mão e o restante nos dedos. Através da Lista de Verificação, Gráficos de Pareto e da Estratificação, a equipe é capaz de indicar qual situação à CIPA? EXERCÍCIO 1 - PROCESSO DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS 38

39 FLUXOGRAMA FINALIDADES GERAIS Descrever um processo para compreender a sua seqüência e as relações entre seus elementos. Pode ser usado para: Mostrar como um trabalho é feito Localizar e indicar valores Mostrar etapas em uma norma Verificar desvios no processo Comparar alternativas de execução em um trabalho. Representação gráfica das etapas de um processo. Símbolos Gráficos para Fluxograma de Sistema 39

40 40

41 41 Fluxograma de Transportes

42 42 EXERCÍCIO 2 A equipe deverá elaborar um fluxograma referente ao processo de trabalho de um dos componentes com pelo menos 18 diagramas de bloco, sendo 3 estruturas de controle.

43 CAUSA E EFEITO FINALIDADES GERAIS Assegurar a análise completa dos fatores- causa prováveis do problema, abrangendo todos os elementos do processo-4M, 5M, 6M. Pode ser usado para:  Orientar a analise para identificar as Causas fundamentais ligadas a um Efeito.  Registrar as informações para permitir crítica, nivelamento e obtenção de consenso. Representação gráfica que relaciona, ordena e registra as causas que dão origem a um efeito. 43

44 44

45 GUT – Gravidade, Urgência e Tendência Matriz para a seleção de alternativas com base nos critérios de Gravidade, Urgência e Tendência, os quais indicam uma priorização. Matriz de Análise de Prioridades Causas Relacionadas com Descrição da Causa Gravidade G Urgência U Tendência T Resultad o Total GxUxT Grau de Priorid ade O B S. ProcessoProduto Observações: 45

46 Pontos G (Desdobramento do processo) U (Prazo para tomada de decisão) T (Evolução dos efeitos no futuro) 5Os prejuízos ou dificuldades são extremamente graves É necessária uma ação imediataSe nada for feito haverá um grande e imediato agravamento 4Os prejuízos ou dificuldades são muito graves É necessária uma ação com alguma urgência Se nada for feito haverá um agravamento a curto prazo 3Os prejuízos ou dificuldades são graves È necessária uma ação o mais cedo possível Se nada for feito haverá um agravamento a médio prazo 2Os prejuízos ou dificuldades são poucos graves Pode esperar um pouco pela açãoSe nada for feito, haverá agravamento a longo prazo 1Os prejuízos ou dificuldades não têm gravidade Não tem pressa alguma pela ação Se nada for feito, não haverá agravamento podendo até melhorar Gravidade, Urgência, Tendência 46

47 Seqüência 1)Pela Tabela de Pontuação acima, a equipe analisa o processo/produto destacando o quê lhe parece mais adequado, ou, em último caso, através da consideração média das pontuações individuais de cada participante é realizada uma avaliação geral; 2)Como os problemas não têm notas iguais em todas suas dimensões, a escala de pontuação variará de 1 ate 125, ocupando-se diferentes valores, como por exemplo um determinado problema pode ter 3 em Gravidade (Prejuízos ou Dificuldades são graves), 2 em Urgência (Pode esperar um pouco pela ação) e 3 em Tendência (Se nada for feito, haverá um agravamento a médio prazo), totalizando 18 pontos; 3)Uma vez estabelecido o Grau de Prioridade, alocam-se os recursos necessários para iniciar a atividade de maior pontuação (mais importante) até chegar àquela considerada mais trivial. GUT 47

48 Matriz GUT – Empresa de Medicamentos Vai Bem– Redução de 18% no faturamento 1 o. sem Causas Relacionadas com Descrição da Causa Gravidade G Urgência U Tendência T Resultado Total GxUxT Grau de Priori- dade Processo Serviço XCobranças e Pagamentos com muitos erros XTécnicos, Químicos e Farmacêuticos em sobrecarregados XInfraestrutura de acondicionamento comprometida (calor e umidade) XCompra de matérias primas (componentes) sem verificar especificações 222icos e85 XAtrasos constantes nas entregas aos clientes, ocasionando cancelamentos EXEMPLO GUT 48

49 Problema 1º Por Que? Provável Causa 2º Por Que? Provável Causa 3º Por Que? Provável Causa 4º Por Que? Provável Causa 5º Por Que? Causa Raiz Técnica utilizada, em discussões de grupos, para a priorização ou identificação das raízes de um problema, isto é, das chamadas Causas Fundamentais de um problema. 5 Por Quês

50 Seqüência 1)Descreva detalhadamente o processo ou problema a ser analisado; 2)Faça em seqüência, uma série de perguntas com a finalidade de identificar o porque do efeito (problema ou meta) apresentado. Porque ele ocorre ou deve ocorrer?; 3)Se a resposta não identificou a causa raiz, pergunte porque novamente (você sabe que identificou a causa raiz quando a pergunta “por quê?” não produz qualquer informação útil); 4) De acordo com a experiência, a causa raiz geralmente é alcançada até o 5º “por quê”.

51 PROBLEMA : Produção de Embalagem Não Conforme Ramificação Primária Por quê ? (Causa Raiz) Mão de ObraBaixa Capacidade de Produção Mão de obra desqualificada Falta de Programa de Treinamento específico Ausência de Instrutores Não há disponibilidades no mercado funcional local MétodoFalhas operacionais constantes Procedimentos Obsoletos Não atualização das normas Realização de auditorias internas muito esparsas Falta de programação mais rigorosa nas auditorias Meio Ambiente Baixa luminosidade Falha no projeto luminotécnico Supervisão pouco exigente Competência duvidosa Recrutamento falho MáquinasEquip. de corte descalibrado Calibração vencida Ausência de verificação preventiva Não há plano de manut. Falta pessoal responsável MaterialErro na compraMatéria prima fora das especificações Fornecimento de última hora Não previsão da produção Ausência de PCP (Planej. e Controle Prod.)

52 Lar de mineiros ingleses da 1a. metade do século XX Filho: Mãe, acende a lareira porque estou com frio. Mãe: Meu bem, não posso porque não temos carvão. Filho: E porque não temos carvão? Mãe: Porque não temos dinheiro para comprar. Filho: E por que não? Mãe: Porque seu pai está desempregado. Filho: E por que está desempregado? Mãe: Porque há carvão demais...

53 5W2H 1- Levantar os fatores ou ações que compõem um assunto O QUE e POR QUE, relacionando-os nas coluna iniciais da tabela, 2- Escolher na seqüência das colunas, as demais perguntas, segundo a necessidade da situação. 3- Preencher cada linha conforme o conteúdo exigido pela pergunta. Posicionar a pergunta QUANTO, na última coluna, nos casos em que a tabela for utilizada também como planilha de custos de acompanhamento Como planejar e desenvolver as condições básicas para Projetos “Eu tive sete honestos servidores que me ensinaram tudo que convém. São eles: que, porque,onde, quando, como, quanto e quem.” W.E.Deming 5W2H para Direcionar Ações conforme PDCA O QUEPORQUECOMOONDEQUE MQUANTOQUANDO

54 54 Exemplo de 5W2H Fase 1 do PE

55 55 EXERCÍCIO 3 A equipe deverá definir um processo qualquer, representando-o em um fluxograma e evidenciando a sua priorização através de um Gráfico de Pareto. Em seguida, apresentará o Diagrama de Causa Efeito (Ishikawa) com uma técnica de extração da causa fundamental (GUT), para elaborar um Plano de Ação (5W2H), com pelo menos 5 atividades.

56 LISTA DE VERIFICAÇÃO Cabeça Membros Superiores Tronco Membros Inferiores Acidentes de Trabalho - Partes do corpo Empresa MB - Março/12 56

57 CONTROLE DE PROCESSOS Princípios

58 DISPERSÃO FINALIDADES GERAIS Verificar a existência de uma relação entre duas características, mostrando seu tipo e intensidade. Pode ser usado para: Visualizar o que ocorre com certa característica quando a outra se altera para níveis diferentes Verificar os limites de validade da correlação entre as características de um processo Gráfico que representa a variação simultânea dos valores de duas características em um mesmo processo. Elementos Principais do Diagrama de Dispersão

59 onde FORMULARIO

60 Normalidade e Controle Estatístico de Processos

61 HISTOGRAMA FINALIDADES GERAIS Mostrar a natureza da distribuição dos valores de uma característica. Pode ser usado para: Indicar a dispersão e a forma da distribuição dos dados (D.F.) Dispor os dados de maneira que possam ser interpretados objetivamente. Gráfico de barras que mostra a Distribuição de Freqüência dos dados de uma característica do Processo

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64 para a Curva Normal, a3 = 0 a3 = - (assimétrica negativa) a3 = 0 (simétrica) a3 = + (assimétrica positiva) para a Curva Normal, a4 = 0 a4 > 3 (leptocúrtica) a4 = 3 (mesocúrtica) a4 < 3 (platicúrtica)

65 DESVIO-PADRÃO O cálculo integral demonstra que a área total sob a curva é igual a 1,00. O 1º corolário que se tira é que 50% se acha de cada lado da média, e pela própria fórmula, deduz-se também que a área compreendida entre a média e 1 desvio-padrão (em termos de escore normalizado, que significa que os resultados só serão comparáveis se provierem de distribuições semelhantes), acima ou abaixo da média é de 0,3416 da área total. Isso quer dizer que a área delimitada entre:  -  e  +  = possui 68,27% dos casos incluídos;  - 2  e  + 2  = possui 95,45% dos casos incluídos;  - 3  e  + 3  = possui 99,73% dos casos incluídos. É hora então de definirmos o que é um escore normalizado ou escore Z (dzéta) representa o número de desvios-padrão (será visto mais a frente) que um escore bruto ou original se acha abaixo ou acima da média. e quando se transforma o escore bruto em escore Z, a média da distribuição passa a ser zero e o desvio-padrão igual a unidade.

66 A a3= ; a4= (Curva Modelo) D a3= ; a4= E a3= ; a4=- F a3= ; a4= B a3= ; a4= G a3= ; a4= C a3= ; a4= H a3= ; a4= Exercício II: Definir os processos/projetos de trabalho acima, e seus respectivos coeficientes.

67 CARTA DE CONTROLE Finalidades Gerais Acompanhar as variações em um processo controlado, pelas características escolhidas, para indicar aos operadores o desempenho e o momento de intervenção no processo. Elementos principais da Carta de Controle Gráfico de desempenho das características em um processo, com referência a limites estatísticos.

68 EXEMPLOS

69 CARTA DE CONTROLE Um processo está operando sob CONTROLE ESTATÍSTICO, quando a única fonte de variação é de CAUSAS COMUNS, e as Cartas de Controle tornam-se instrumentos que viabilizam os limites e a própria variação do processo. Exemplos de Situações Operacionais a) Processo sob controle b) Processo Fora de Controle c) Processo com tendências de ruptura d) Processo com algum problema cíclico Passos Para Utilização da Rotina

70 CARTA DE CONTROLE Normalmente as medias (  ) e amplitudes (R) são assinaladas juntas. A Carta de Médias nos mostra se o processo é tendencioso e a Carta de Amplitudes (Dispersão) mostra a dispersão do processo que é a diferença entre o maior e menor valor da amostra. (Mesma Média e Amplitude aumentada) (Amplitude aumentada) (Médias diferentes com mesma amplitude) (Amplitude estável) Passos Para Utilização da Rotina

71 CARTA DE CONTROLE Desarmonia entre capacidade e especificações de processos em (b) deve ser feito esforço para melhorar a capacidade dos processos. em (c) ocorre quando o processo tem capacidade suficiente para a especificação, deve-se apenas melhorar a eficiência da produção. Comparações

72 CAPABILIDADE DO PROCESSO Cp = LSE - LIE ou 6ð 6ð LSE - LIE Índice simples de capabilidade do processo que relaciona a amplitude permitida (desejada) para avaliar a real variabilidade. 1) Cp < 1  Variabilidade excede especificação (Ocorrência defeituosa) 2) Cp = 1  Processo atende exatamente a especificação. 3) Cp > 1  Variação do processo é menor do que a especificação.

73 CONTROLE DE PROCESSOS Limites Unilaterais de Especificação Cpi = - LIE Cps = LSE - 3ð 3ð Cpk (Limite bilateral de especificação)  Considera também a posição média do processo, utilizando o menor dos índices unilaterais. * Algumas empresas estabelecem metas específicas para a capabilidade do processo, tipicamente em Cpk = 1,33 para qualificação de fornecedor, esperando atingir um Cpk = 2,0 ou maior no futuro. Exercício : = 212,5 Especificação = 210  3 R = 1,2 LSE = 213 n = 5 LIE = 207 ð = R/ð = 1,2/2,326 = 0,51 Cp=LSE-LIE = = 1,96 6ð 6(0,51) Cpi= -LIE = 212,5-207 = 5,5 = 3,6 3 ð 3(0,51) 1,53

74 CONTROLE DE PROCESSOS Cps = LSE - = ,5 = 0,5 = 0,32 3ð 3(0,51) 1,53 Cpk = 0,32

75

76 O trabalho de cuidar das Causas Especiais (resolver um problema) é totalmente diferente do trabalho de cuidar das Causas Comuns (aprimorar todo o processo ). Alcançar um “estado regular” não é perfeição. ATÉ OS ANJOS PODEM FAZER MELHOR SE APARECER UM PROCESSO MAIS AVANÇADO.

77 Fluxo CEP

78 EXERCÍCIOS

79 ,5208, , , , ,5 EXERCÍCIO 4 Considerando o tempo de espera, em minutos, na fila da emblistadeira KZ de comprimidos revestidos em um dos processos da produção da FUNED, pede-se: a) Desenvolva os cálculos necessários para elaborar o Histograma e interpretá-lo; b)Calcule as Medidas de Tendência Central/ Dispersão analisando-as; c)Calcule os coeficientes de Assimetria e Curtose, interpretando-os; d)Para uma especificação da Gerência de Projetos no tempo de embalagem de 8±1,5’, calcule o percentual que não condiz com o JIT da empresa.

80 XY Dadas as variáveis da tabela ao lado, pede-se: 1)Elaborar o Diagrama de Dispersão; 2)Calcular o coeficiente de correlação de Pearson; 3)Para X=55, qual será o valor de Y? EXERCÍCIO 5

81 EXERCÍCIO 6 Para a Lista de Verificação abaixo, pede-se: AnosProdução de Vacinas (M. unid)Evasão Escolar Educ. Básica (M. Pessoas) , ,828, ,925, ,327, ,423, ,122, ,019, ,518, ,419,0 TOTAL a) Representar graficamente os dados; b) Determinar a correlação entre Produtos de Aço e Evasão Escolar; c) Avaliar a produção de aço para os anos 2012 e 2013; comparar o primeiro com o valor real de 106,3; e) Avaliar a evasão para os alunos do primeiro ano do milênio. f) Conclusão Geral, baseada na técnica de previsão para “Projetos”.

82 Dias Medidas das Amostras Uma máquina de embalar OURO EM PÓ está regulada para produzir pacotes com peso médio de 250 gramas. Para verificar se o peso está sob controle, foram obtidas amostras de 5 pacotes em 5 dias da semana. a)Faça as Cartas de Controle. b)Se a especificação técnica é de ,5 g., calcular o percentual que não atende as especificações ; c) Calcular a Capabilidade do processo. EXERCÍCIO 7

83 Carta de Controle por Atributos: Os característicos de qualidade que resultam de uma operação de contagem são chamados de atributos. O produto pode ser classificado em “conforme” ou “não conforme” (lâmpadas), ou por seu número de defeitos (computadores, carros, etc). Exercício 8: Carta P AMOSTRA Med123456Total n d p0,030,010,050,020,040,060, Pede-se: Desenvolver a Carta P da processo acima, com limites de controle para cada amostra e tamanho médio das amostras.

84 UNIDADENúmero de Defeitos Exercício 10 O número de defeitos por unidade produzida é dado na tabela abaixo. Qual a a carta de controle a ser empregada. O processo está sob controle?

85 DIA NÚMERO INSPECIONADO NÚMERO DE NÃO CONFORMIDADES Exercício 11 Os dados apresentados abaixo são o resultado da inspeção de todas as unidades de kits de diabetes produzidos nos últimos 10 dias. Qual a carta a ser utilizada? O processo está sob controle?

86 Obrigado !!!! Referências: 1)SANTOS, M.Bambirra “Mudanças Organizacionais: Métodos e Técnicas para a Inovação”, ed. Juruá, 3ª. edicão, )www.abnt.org.br 3)www.fnq.org.br 4)www.ubq.org.br 86

87 ANEXOS

88 Tipos de Cartas de Controle

89 Estimativa do Desvio-Padrão Cálculo do % que não atende as Especificações e Limites

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