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O ciclo estral de rata e Efeitos da castração e da terapia hormonal substitutiva Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto CFS/CCB/UFSC – setembro/2007.

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1 O ciclo estral de rata e Efeitos da castração e da terapia hormonal substitutiva Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto CFS/CCB/UFSC – setembro/2007

2 extraído, quando disponível em 2004, de: Variações hormonais durante o ciclo estral de rata As variações hormonais durante o ciclo estral de rata determinam alterações importantes na mucosa vaginal...

3 extraído, quando disponível em 2004, de: Diestro I Diestro IIProestroEstro Variações hormonais durante o ciclo estral de rata Esfregaço vaginal (HE) de rata nas fases do ciclo estral

4 Fig. 1 — Ways to holding the female rat for the collection of the vaginal lavage (a-c), individual tail marks of five female rats from the same cage (d) and way to distribute the drops of vaginal lavage from each female rats in a glass slide (e). During a month, every morning between 8:00 and 9:00 a.m., vaginal secretion was collected from female rats. It was done by using a plastic pipette filled with 10 μL of normal saline (NaCl 0.9%) by inserting the tip into the rat vagina, but not deeply (1a). If the animals were aggressive ways 1b and 1c were used. Vaginal fluid was placed on glass slides and a different glass slide was used for each cage of animals (1e). One drop was collected with a clean tip from each rat (1d, 1e). Método para coleta do esfregaço vaginal MARCONDES, F. K.; BIANCHI, F. J.; TANNO, A. P.. Determination of the estrous cycle phases of rats: some helpful considerations. Braz. J. Biol., São Carlos, v. 62, n. 4a, Disponível em: Acesso em: 25 Sep 2007.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S &lng=en&nrm=iso

5 Photomicrographs of unstained vaginal smear from female rats at proestrus (a, b), estrus (c, d), metestrus (e, f) and diestrus (g, h). Leukocytes (L), epithelial (E) and cornified (C) cells are indicated. 50 x (left panel) and 200 x (right panel). Unstained native vaginal smear from female rats was observed under a light microscope, without the use of the condenser lens, with 10 and 40 x objective lenses. The proportion the three types of cells was used for the determination of the estrous cycle phases. Round and nucleated ones are epithelial cells (E); irregular ones without nucleus are the cornified cells (C); and the little round ones are the leukocytes (L). A proestrus smear consists of a predominance of nucleated epithelial cells (Figs. a, b); an estrous smear primarily consists of anucleated cornified cells (Figs. c, d); a metestrus smear consists of the same proportion among leukocytes, cornified, and nucleated epithelial cells (Figs. e, f); and a diestrus smear primarily consists of a predominance of leukocytes (Figs. g, h). MARCONDES, F. K.; BIANCHI, F. J.; TANNO, A. P.. Determination of the estrous cycle phases of rats: some helpful considerations. Braz. J. Biol., São Carlos, v. 62, n. 4a, Disponível em: Acesso em: 25 Sep 2007.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S &lng=en&nrm=iso Fotomicrografias dos lavados vaginais não corados, observados a fresco, em microscópio ótico e sem a utilização das lentes do condensador 50 x200 x

6 A proestrus smear consists of a predominance of nucleated epithelial cells MARCONDES, F. K.; BIANCHI, F. J.; TANNO, A. P.. Determination of the estrous cycle phases of rats: some helpful considerations. Braz. J. Biol., São Carlos, v. 62, n. 4a, Disponível em: Acesso em: 25 Sep 2007.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S &lng=en&nrm=iso

7 An estrous smear primarily consists of anucleated cornified cells MARCONDES, F. K.; BIANCHI, F. J.; TANNO, A. P.. Determination of the estrous cycle phases of rats: some helpful considerations. Braz. J. Biol., São Carlos, v. 62, n. 4a, Disponível em: Acesso em: 25 Sep 2007.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S &lng=en&nrm=iso

8 A metestrus smear consists of the same proportion among leukocytes, cornified, and nucleated epithelial cells MARCONDES, F. K.; BIANCHI, F. J.; TANNO, A. P.. Determination of the estrous cycle phases of rats: some helpful considerations. Braz. J. Biol., São Carlos, v. 62, n. 4a, Disponível em: Acesso em: 25 Sep 2007.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S &lng=en&nrm=iso

9 A diestrus smear primarily consists of a predominance of leukocytes Caso interesse conhecer mais detalhes sobre esfregaço vaginal de rata, veja em: estrus/ MARCONDES, F. K.; BIANCHI, F. J.; TANNO, A. P.. Determination of the estrous cycle phases of rats: some helpful considerations. Braz. J. Biol., São Carlos, v. 62, n. 4a, Disponível em: Acesso em: 25 Sep 2007.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S &lng=en&nrm=iso

10 Day 1-4Day 5-9Day 9-13Day 13-14Day 15-22Day Menstrual Early Proliferative Mid Proliferative Late Proliferative, Ovulatory Secretory Late Secretory, (Ischemic) Premenstrual Both stratum corneum (red) and stratum spinosum (blue) epithelial cells will mostly blood. Leukocytes and bacteria may also be present. [coloured words are not links] mainly large and small basophilic (blue) stratum spinosum cells. stratum spinosum (blue) increase in size. Dark precipate outside cells are bacteria. mainly stratum corneum (red) which are large and flat, appear due to high estrogen levels. stratum spinosum cells (blue) which are folded or with curled edges, appear immediately after ovulation due to increase in progesterone. Leukocytes (small black cells) becoming more numerous. stratum spinosum cells (blue) mainly with a few stratum corneum cells (red). Clustering of cells occurs at this stage and both leukocytes and bacteria are prevelant. Esfregaço vaginal em humano Veja mais sobre este assunto em: Dr. Papanicolaou

11 Os principais eventos no ciclo estral de rata em relação à hora do dia

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15  Comportamentos ativos de aceitação do macho para a cópula: Aproximar, abanar orelhas, cheirar a face e os genitais do macho e atividade locomotora aumentada.  Lordose: fêmea fica em imobilidade dorsal quando estimulada pelo macho, arqueia seu dorso e move sua cauda. Dessa maneira permite a monta e a penetração pelo macho. Reflexo - passivo Comportamento sexual de ratas fêmeas adultas  Receptividade ao macho veja mais em:

16 Os principais eventos no ciclo estral de rata em relação à hora do dia

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19 comportamento sexual de aceitação do macho para a monta veja mais em:

20 Alterações cíclicas das estruturas ovarianas estão correlacionas com alterações cíclicas da citologia vaginal. O estro vaginal ocorre após a ovulação e coincide com a formação do corpo lúteo. A função do corpo lúteo desaparece rapidamente na ausência de estímulos associados com o acasalamento e o corpo lúteo regride. Novos folículos começam a se desenvolver durante o Diestro I e Diestro II. O Proestro vaginal coincide com o desenvolvimento máximo folicular; o estro comportamental e o acasalamento ocorrem durante o proestro vaginal. Randy J. Nelson, 2005, in “An introduction to Behavioural Endocrinology”

21 Repare que é diferente do ciclo menstrual humano Concentrações de Progesterona, Prolactina, Estradiol, LH e FSH em plasma periférico obtido a cada duas horas e em cada dia dos 4 dias do ciclo estral de rata. Cada ponto representa a concentração média do hormônio (±SE) de 5 a 6 ratas. Barras pretas representam os intervalos nos quais a sala estava na escuridão (06:00 às 18:00 horas) e o número abaixo representa a hora do dia m relação às 24 horas do relógio. Para mais detalhes veja em: “Knobil and Neill´s Physiology of reproduction”, 3th Ed., Elsevier (2006) Variações hormonais no ciclo estral de rata

22 Concentrações de Progesterona, Prolactina, Estradiol, LH e FSH em plasma periférico obtido a cada duas horas e em cada dia dos 4 dias do ciclo estral de rata. Cada ponto representa a concentração média do hormônio (±SE) de 5 a 6 ratas. Barras pretas representam os intervalos nos quais a sala estava na escuridão (06:00 às 18:00 horas) e o número abaixo representa a hora do dia m relação às 24 horas do relógio. Para mais detalhes veja em: “Knobil and Neill´s Physiology of reproduction”, 3th Ed., Elsevier (2006) Variações hormonais no ciclo estral de rata

23 Concentrações de Progesterona, Prolactina, Estradiol, LH e FSH em plasma periférico obtido a cada duas horas e em cada dia dos 4 dias do ciclo estral de rata. Cada ponto representa a concentração média do hormônio (±SE) de 5 a 6 ratas. Barras pretas representam os intervalos nos quais a sala estava na escuridão (06:00 às 18:00 horas) e o número abaixo representa a hora do dia m relação às 24 horas do relógio. Para mais detalhes veja em: “Knobil and Neill´s Physiology of reproduction”, 3th Ed., Elsevier (2006) Variações hormonais no ciclo estral de rata

24 Concentrações de Progesterona, Prolactina, Estradiol, LH e FSH em plasma periférico obtido a cada duas horas e em cada dia dos 4 dias do ciclo estral de rata. Cada ponto representa a concentração média do hormônio (±SE) de 5 a 6 ratas. Barras pretas representam os intervalos nos quais a sala estava na escuridão (06:00 às 18:00 horas) e o número abaixo representa a hora do dia m relação às 24 horas do relógio. Para mais detalhes veja em: “Knobil and Neill´s Physiology of reproduction”, 3th Ed., Elsevier (2006) Variações hormonais no ciclo estral de rata

25 Concentrações de Progesterona, Prolactina, Estradiol, LH e FSH em plasma periférico obtido a cada duas horas e em cada dia dos 4 dias do ciclo estral de rata. Cada ponto representa a concentração média do hormônio (±SE) de 5 a 6 ratas. Barras pretas representam os intervalos nos quais a sala estava na escuridão (06:00 às 18:00 horas) e o número abaixo representa a hora do dia m relação às 24 horas do relógio. Para mais detalhes veja em: “Knobil and Neill´s Physiology of reproduction”, 3th Ed., Elsevier (2006) Variações hormonais no ciclo estral de rata

26 Efeitos da castração (ou gonadectomia) e da terapia hormonal substitutiva nos órgãos dependentes de hormônios esteróides sexuais de ratos machos e fêmeas.

27 Rata fêmea adulta desenhos do Prof. Dr. Norberto G. Cairasco, Fisiologia, FMRP, USP

28 Rata fêmea adulta ovário útero desenhos do Prof. Dr. Norberto G. Cairasco, Fisiologia, FMRP, USP

29 ovário útero desenhos do Prof. Dr. Norberto G. Cairasco, Fisiologia, FMRP, USP

30 Rata fêmea adulta ovário útero ovariectomia desenhos do Prof. Dr. Norberto G. Cairasco, Fisiologia, FMRP, USP

31 O que acontece ao peso e tamanho do útero de uma rata adulta após a ovariectomia (castração ou gonadectomia)? veja mais em:

32 Após a ovariectomia, a diminuição dos estrógenos reduz o tamanho e peso uterino da rata. veja mais em:

33 Após a ovariectomia, a diminuição dos estrógenos reduz o tamanho e peso uterino da rata. Terapia hormonal substitutiva adequada aumenta o peso uterino. veja mais em:

34 Rato macho adulto desenhos do Prof. Dr. Norberto G. Cairasco, Fisiologia, FMRP, USP

35 Rato macho adulto desenhos do Prof. Dr. Norberto G. Cairasco, Fisiologia, FMRP, USP

36 Rato macho adulto castração ou orquiectomia desenhos do Prof. Dr. Norberto G. Cairasco, Fisiologia, FMRP, USP

37 veja mais em: O que acontece ao peso e tamanho das vesículas seminais de um rato macho adulto após a remoção dos testículos (orquidectomia ou gonadectomia)?

38 e se houver terapia hormonal substitutiva com testosterona? O que acontece ao peso e tamanho das vesículas seminais de um rato macho adulto após a remoção dos testículos (orquidectomia ou gonadectomia)? ATROFIA veja mais em:

39 Ocorre a recuperação do peso e do tamanho das vesículas seminais após a adequada terapia hormonal substitutiva com testosterona. veja mais em:

40 Ocorre a recuperação do peso e do tamanho das vesículas seminais após a adequada terapia hormonal substitutiva com testosterona. veja mais em:

41 Ocorre a recuperação do peso e do tamanho das vesículas seminais após a adequada terapia hormonal substitutiva com testosterona. veja mais em:

42 Veja também: Atlas anatômico de rato (Rattus norvergicus) para auxiliar o aprendizado em aulas práticas do Departamento de Ciências Fisiológicas, aprovadas pela Comissão de Ética no uso de animais/CEUA, da UFSC

43 Missão impossível... Aviso: este não é um rato (Rattus norvergicus) mas sim um camundongo (Mus musculus). Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto


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