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7º Dia Qualquer Dia. Col. 2:14-17 CONTRASTE Seis dias trabalharás, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis,

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1 7º Dia Qualquer Dia

2 Col. 2:14-17 CONTRASTE Seis dias trabalharás, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis, é sábado do Senhor em todas as vossas moradas. São estas as festas fixas do Senhor, as santas convocações, que proclamareis no seu tempo determinado São estas as festas fixas do Senhor, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifício de libações, cada qual em seu dia próprio; Além dos sábados do Senhor, e das vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor.

3 Havia 7 sábados cerimoniais distribuídos entre as 5 grandes festas anuais. I - 1. Páscoa/Asmos 2 Sábados 2. Pentecostes 1 Sábado 3. Trombetas1 Sábado 4. Expiação1 Sábado 5. Tabernáculos2 Sábados

4 1º 1º Mês Páscoa/Primícias 3º MêsPentecostes 7º MêsTrombetas 7º MêsExpiação 7º MêsTabernáculos

5 14º Dia do 1º mês - Páscoa 15º - 21º do mês - Primícias 14º, 15º, 16º + 7 Semanas - Pentecostes 50 Dias 6 º Dia 3º Mês

6 1º Dia do 7º Mês 10º do 7º Mês 15º - 21ºdo 7º Mês 22º Santa convocação 22º Santa convocação

7 APLICAÇÕES PÁSCOA ASMOS 1º Cor. 5:7 Êxodo Cap. 12 2º João 19:36 Êxodo 12:46 3º João 19:14 Êxodo 12:6-10 4º João 1:29 Êxodo 12:3 5º I Pedro 1:19 Êxodo 12:5 6º João 6:51Êxodo 12:7 7° I Cor. 5: 8Êxodo 12:15

8 2 1º Levíticos 23:11 1º Cor. 15:23 Mat. 27:52 e 53

9 3 Levíticos 23:15 e 16Atos 1:3 Atos 2:2-4

10 Levíticos 23:24 e e

11 1. Levíticos 23:26-31

12 Levíticos 23:33-36 Apocalípse 21 e 22

13 II - 1. CriaçãoGên. 2: MoisésÊxodo 20: CristoLucas 4:16; Mat. 24:20 4. Apóstolos:Atos 13:42, 44 16:13 16:13 18:4 e 11 18:4 e Hoje - IASDIsaías Nova TerraIsaías 66:23

14 III É DISTINTO - Levíticos 23:38 É SEMANAL - Não Anual É DE ORIGEM ESPECIAL - Criação

15 PRIMAVERA“Aqueles símbolos se cumpriram não somente quanto ao acontecimento mas também quanto ao tempo.” G.C, 398, 399. PRIMAVERA - “Aqueles símbolos se cumpriram não somente quanto ao acontecimento mas também quanto ao tempo.” G.C, 398, 399. OUTONO - “De igual maneira os tipos que se referem ao 2º advento devem cumprir-se ao tempo designado no culto simbólico. G.C PRIMÍCIAS - O “dia imediato ao Sábado” era o dia que vinha depois do primeiro Sábado Cerimonial, ou o primeiro dia da festa de pães asmos que durava uma semana.

16 “A morte do cordeiro pascal era sombra da morte de Cristo... O molho das primícias, que por ocasião da páscoa era movido para o Senhor, simbolizava a ressurreição de Cristo... Cristo é as primícias da ceifa imortal de resgatados.” G.C PENTECOSTES - O Pentecostes só durava um dia. E mesmo para esse breve período de tempo o Senhor requeria que todos os homens e outras pessoas que podiam fazê-lo, viajassem ao Seu santuário, a fim de prestar culto.

17 O Pentecostes era a Festa dos Pães Levedados, em contraste com a Festa dos Pães Asmos. Assim como o feixe ou molho das primícias da colheita da cevada tinha sido “movido” diante do altar no dia 16 de Nisã, para celebrar a primeira safra anual da cevada na Palestina, o ato de mover os dois pães levedados, de trigo, constituía o prazeroso reconhecimento da conclusão de todas as colheitas de cereais.

18 O Pentecostes era uma festa de colheita porque assinalava o fim da colheita dos cereais em geral e da colheita do trigo em particular. Assim a Festa dos Pães Asmos, com o molho movido ou as primícias da colheita da cevada, estava relacionada com os “pães movidos”, de trigo e assados com o fermento, que eram apresentados como oferta de gratidão ao Senhor na Festa de Pentecostes, no fim da colheita do trigo.

19 TROMBETAS - Os rabis chamavam o tempo entre a Festa das Trombetas e o Dia da Expiação de “os dez dias de penitência”. Esses dias davam ao antigo povo de Deus a oportunidade de se preparar para o “juízo” ou “julgamento” que – segundo se acreditava – ocorria no dia da Expiação.

20 A mensagem das trombetas era a seguinte: “Aproxima-se o Dia da Expiação! Dai atenção à advertência do toque das trombetas!” Especial mensagem muito divulgada foi transmitida por Guilherme Miller e outros, a fim de preparar o mundo para o início do Juízo de Essa mensagem enfatiza a urgente necessidade de preparação espiritual para o Segundo Advento de Jesus. Nos últimos dias, a trombeta do evangelho precisa dar o “sonido certo” de advertência e apelo ao mundo todo, e fim de que se prepare para o clímax do Dia da Expiação antitípico no santuário celestial.

21 EXPIAÇÃO - O Dia da Expiação, comumente denominado Yon Kippur hoje em dia, era o dia religioso mais solene no ritual do santuário. Era um dia de jejum. O trabalho normal era posto de lado, e o povo de Deus examinava o coração, confessava os seus pecados e se humilhava diante de Deus.

22 Vivemos hoje no grande dia da expiação. No cerimonial típico, enquanto o sumo sacerdote fazia expiação por Israel, exigia-se de todos que afligissem a alma pelo arrependimento do pecado e pela humilhação, perante o Senhor, para que não acontecesse serem extirpados dentre o povo. De igual modo, todos quantos desejem seja seu nome conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel.

23 O espírito leviano e frívolo, alimentado por tantos cristão professos, deve ser deixado. Há uma luta intensa diante de todos. Cristo, tem direito aos benefícios de sua expiação. A purificação do santuário, portanto, envolve uma investigação – um julgamento. Isto deve efetuar-se antes da vinda de Cristo para resgatar Seu povo, pois que, quando vier, Sua recompensa estará cm Ele para dar a cada um segundo as suas obras. (Apocalipse 22:12) Grande Conflito pág. 421.

24 TABERNÁCULO - A festa dos Tabernáculos dava um aspecto de alegria e paz à colheita de todos os frutos no decorrer do ano. Durante a semana desta última das peregrinações anuais de Israel, o povo de Deus habitava em cabanas ou barracas erigidas ao redor do santuário ou do Templo de Jerusalém, comemorando sua residência temporária no deserto. As atividades que então eram levadas a efeito constituíam uma antecipação da “colheita” final de almas e da jubilosa volta ao lar nas “muitas moradas” da eterna casa do Pai na Nova Jerusalém. (Ver Núm. 29:12-29; Deut. 16:13-17; Neem. 8:14-18.)

25 Motivo para regozijo: “O povo de Israel louvava a Deus na Festa dos Tabernáculos, ao evocarem à mente a Sua misericórdia pelo seu livramento da escravidão no Egito, e o Seu terno cuidado para com eles durante sua vida peregrina pelo deserto. Regozijavam-se também pela consciência que tinham do perdão e aceitação, mediante o serviço do Dia da Expiação, apenas terminado.

26 Mas, quando os resgatados do Senhor houverem sido com segurança recolhidos na Canaã celestial – livres para sempre do cativeiro da maldição, sob o qual ‘toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Romanos 8:22) – regozijar-se-ão com indizível alegria e plenos de glória. A grande obra expiatória de Cristo em prol do homem Ter-se-á então completado, e seus pecados terão sido para sempre eliminados”.

27 DEUS MEUS SÁBADOS Ezequiel 20:12 e 20 POVO SEUS SÁBADOS Oséias 2:11


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