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Futebol Fundamentos básicos. Técnica é o conjunto de fundamentos básicos que diferencia o futebol dos demais esportes, cuja peculiaridade está, principalmente,

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Apresentação em tema: "Futebol Fundamentos básicos. Técnica é o conjunto de fundamentos básicos que diferencia o futebol dos demais esportes, cuja peculiaridade está, principalmente,"— Transcrição da apresentação:

1 Futebol Fundamentos básicos

2 Técnica é o conjunto de fundamentos básicos que diferencia o futebol dos demais esportes, cuja peculiaridade está, principalmente, no uso dos pés e pernas para executar as ações básicas.

3 Fundamentos básicos As ações básicas são: Defender (desarmar) Manter a bola (dominar, controlar, levantar, proteger, conduzir e passar) Atacar (fintar, driblar, assistir, chutar, cabecear e finalizar), para marcar gols.

4 Fundamentos básicos Outras partes do corpo, como a cabeça, o peito e os ombros, também são usadas para a execução de algumas ações básicas. A técnica é impessoal, comum a todos, e formada pelos fundamentos.

5 Passe É a ação de enviar a bola a um companheiro ou a determinado espaço vazio do campo (ponto futuro). Geralmente executado por um dos pés (parte interna, parte externa, dorso do pé (peito do pé), bico do pé, planta do pé (sola) e calcanhar, pode, entretanto ser executado com outras partes do corpo (cabeça, peito, ombro, barriga).

6 Passe Considerando-se a distância entre aquele que passa e quem recebe divide-se em: Curtos (até 15 metros); Médios ( entre 15 e 30 metros); Longos ( mais de 30 metros);

7 Passe Conforme a trajetória: Retos (sem efeito): para distâncias pequenas e sem oponentes entre passador e receptor. Mais precisos. Geralmente executados com a parte interna do pé ( próximo ao arco plantar), assemelha-se à tacada curta do golfe

8 Passe Em curva (com efeito): para distâncias médias e grandes, sobretudo quando há oponente entre o passador e o receptor. Menos precisos do que os retos. Geralmente executados com a parte externa ou com a parte interna do pé.

9 Passe Rasteiros : retos ou em curva. Bom nível de precisão. Muito utilizados, pois são fáceis de executar e receber. Meia altura: Retos ou com efeito. Até a altura da barriga. De relativa dificuldade de execução, mas pouco úteis, por dificultarem a recepção e a seqüência da jogada.

10 Passe Altos: Retos ou em curva. De difícil execução e complicada a recepção. São aqueles a partir da altura da cabeça.

11 Passe A bola, de preferência, deve rolar sempre no gramado, pois propicia maior velocidade ao jogo e diminui a margem de erro. A velocidade do passe deve ser a maior possível, considerando-se a posição dos oponentes e a qualidade técnica daquele que recebe.

12 Passe Pontos essenciais para acertar o passe: Bom posicionamento do corpo Pé de apoio bem colocado em relação à bola, dependendo do tipo de passe e movimentos suaves, soltos e coordenados; Cabeça erguida, mesmo no momento do passe; Tocar na parte certa da bola, com força adequada e muito treinamento.

13 Passe Principais defeitos na execução do passe: Má postura do corpo; Pé de apoio sem formar boa base; Cabeça excessivamente baixa; Batida em lugar errado na bola; Excesso ou falta de força; Efeito excessivo.

14 Domínio É a ação que se realiza para receber a bola vinda de um passe, dominando-a e colocando-a em condições adequadas para ser jogada em seguida. Também chamada de “matada de bola ”.

15 Domínio Busca-se tirar da bola a velocidade, amortecendo-a, fazendo de anteparo qualquer parte do corpo (exceto braços e mãos, que só podem ser utilizados pelos goleiros e dentro da área penal).

16 Domínio Executa-se, com a parte do corpo escolhida para o domínio, um movimento de súbito recuo na mesma velocidade da bola, no momento exato em que ela entra em contato com o corpo, tirando-lhe, assim, a velocidade, pondo-a à feição para, no movimento seguinte, sem perda de tempo, dar o prosseguimento desejado.

17 Domínio Como na maior parte do tempo a bola rola no gramado, por ser redonda e a superfície do campo plana, a maioria dos domínios é executada com os pés, o que merece todo cuidado, pois uma recepção correta permite o ganho de tempo.

18 Domínio Um domínio mal executado permite uma aproximação indevida pelo oponente do jogador que recebe, tirando-lhe espaço (ângulo) e tempo (raciocínio), colocando, então, em apuros, aquele a quem a bola se destina.

19 Domínio De acordo com a parte do corpo que domina a bola pode ser dividido em: Com o pé: partes interna, externa, peito do pé, bico do pé e sola. A bola deve ser amortecida perto do corpo, em condição imediata de ser jogada. Após tocar no pé, não deve subir, fugindo ao controle.

20 Domínio Com a coxa: usado principalmente para as bolas vindas do alto. É de difícil execução, mas muito útil. Com o peito: de difícil execução. Pode, também, ser dominada de forma simples, permitindo que a bola caia à frente do corpo;

21 Domínio Com o bico do pé: pouco comum, de difícil execução e eficiente para bolas caindo afastadas do corpo, onde o peito do pé não alcança. Com a cabeça: domínio tido como dos mais difíceis, mas de extrema utilidade. Técnica de jogador de qualidade superior.

22 Domínio Pontos essenciais para o correto domínio: Estar com o corpo equilibrado e relaxado (descontraído); Fazer o recuo da parte do corpo utilizada para o domínio, no momento exato do contado; Realizar tal recuo na mesma velocidade da bola, anulando-lhe totalmente a velocidade. Escolher a parte certa do corpo para fazer o domínio.

23 Domínio Principais erros na execução: Deixar a bola bater no corpo. Quanto mais dura a parte do corpo, tanto mais longe e fora de controle a bola cairá; O ato realizado com o corpo em grande velocidade aumenta a possibilidade de erro.

24 Controle É a ação realizada para manter a bola sob domínio, por meio de toques sucessivos com ela no ar, com o jogador parado ou em movimento, mas com a intenção de não propiciar ao adversário a tomada da bola.

25 Controle Não é muito comum ver jogadores equilibrarem e controlarem a bola por muito tempo, em sucessivos toques, em face da dificuldade de fazê-lo em velocidade, além de se exporem a eventuais retomadas, pois, logo, adversários se aproximam para o combate.

26 Controle Além disso, o controle mais demorado, como na embaixada, irrita os adversários, que têm como menosprezo, zombaria, principalmente quando o executante está em vantagem no marcador. É importante que todo atleta possua bom controle de bola.

27 Controle Há pessoas capazes de grandes seqüências de controle, mas incapazes de usarem estas habilidade de forma útil ao jogo. A bola pode ser controlada com todas as partes do corpo, exceto braços e mãos.

28 Controle Pontos essenciais para uma boa execução: Boa coordenação motora Toques curtos e sutis, sucessivos; Uso da parte certa do corpo para cada movimento e Corpo inteiramente descontraído, principalmente as partes não-utilizadas

29 Controle Principais erros na execução: Batida na bola com pouca ou muita força; Toques muito altos; Corpo desequilibrado e Do lado de onde estiver o oponente.

30 Condução É a ação que o jogador realiza após receber e dominar a bola, movimentando-se com ela no chão, em qualquer direção, com o objetivo de chegar à baliza adversária ou a uma determinada zona do campo para melhor dar seqüência ao jogo com uma finta, um drible, um passe ou uma finalização.

31 Condução A condução é feita exclusivamente com os pés e com a bola no chão. Utilizam-se todas as partes do pé: interna, externa, peito, sola e raramente o calcanhar e com o bico. Pode ser simples: quando a bola corre afastada do corpo, com toques longos.

32 Condução Pode ser complexa- quando são usados toques curtos e sucessivos, mantendo a bola bem próxima do pé e em condição de ser jogada no momento necessário. Esta forma deve ser usada, quando houver adversários por perto, ou nas zonas congestionadas e de finalização.

33 Condução. Para manter a linha de corrida com a bola, os toques podem ser com a mesma parte, ou diversa, do pé, ou ainda, com os pés tocando a bola alternadamente. Complexa também é a corrida sinuosa ou em ziguezague, onde entram elementos de finta e drible.

34 Condução Pontos essenciais para uma correta execução: Toques curtos, mantendo domínio cerrado da posse. Bola como se estivesse escondida. Não permitir ao adversário perceber a direção a ser tomada Cabeça erguida, cuidando de todos os lados (visão periférica)

35 Condução Principais defeitos que levam ao erro: Toques muito longos, perdendo o controle da bola; Toques sem direção ou com a parte errada do pé; Permitir que a bola fique muito debaixo do pé; Cabeça baixa e tropeçar ou pisar na bola

36 Drible É a ação que o jogador realiza para ultrapassar, com a bola, o adversário. Também é drible a ação na qual o driblador, para bater o adversário, perde momentaneamente o contato com a bola, reassumindo sua posse em seguida, com o adversário ultrapassado.

37 Drible É grande o grau de dificuldade na execução deste fundamento, que exige grande dose desprendimento emocional e elevado nível de coordenação neuro-muscular, a par de outros atributos, nem sempre encontrados em uma só pessoa, tais como: noção espaço-temporal, ginga, agilidade física e mental, força explosiva.

38 Drible Pontos essenciais que levam ao êxito: Noção de espaço e tempo; Confiança; Finta antes da ação final; Conhecimento do ponto fraco do oponente Força explosiva; Surpresa ao adversário.

39 Drible Principais requisitos que levam ao erro: Tentativa de lugar e hora errados; Falta de confiança e ousadia; Ausência de finta para ludibriar e Tentativa de drible reiteradas vezes, eliminando o fator-surpresa.

40 Chute É a ação de golpear a bola com um dos pés, objetivando fazê- la entrar na baliza adversária, conquistando o gol.

41 Chute As partes do pé com que se golpeia a bola, no chute, são: Com a parte interna (chapada) Com a parte externa (trivela) Com o peito do pé (bomba) Com o bico do pé (bico) Com o calcanhar (calcanhar)

42 Chute De acordo com a trajetória: Retos Curvos (ou com efeito) Rasteiros Meia altura e Altos

43 Chute De acordo com o estilo, denomina-se: Chapa (com a borda interna, tipo tacada de golfe) Trivela (ou três dedos-borda externa) Calcanhar (com a parte traseira do pé, o calcâneo) Bico ( com a ponta do pé ou da chuteira)

44 Chute Letra (com o peito do pé, que cruza por detrás da perna de apoio) Bicicleta ( com o peito do pé (dorso), em bolas acima da cabeça, estando todo o corpo no ar, de ponta-cabeça (pernas para cima e cabeça para baixo) Sabe-se onde está a baliza adversária porque na direção oposta à que está à sua frente)

45 Chute Voleio (chapa, ou peito do pé, em bolas à meia altura, quando o corpo fica paralelo ao chão) Sem pulo (com o peito do pé antes de a bola quicar no chão, estando o pé de apoio no chão)

46 Chute Peito do pé (definido pelo próprio nome, sendo o que alcança maior potência, por desferido com parte dura do pé e utilizar mecanicamente na amplitude máxima, nervos, músculos e articulações.

47 Chute Totó ( com a parte superior da frente do pé entrando por sob a bola, fazendo-a descrever uma curva sobre o adversário, caminho único quando não há espaços pelos lados, face à boa colocação fechando ângulos)

48 Chute Bate-pronto ( com o peito do pé no momento exato em que a bola toca no solo, o que proporciona grande potência)

49 Chute De acordo com a força podem ser: Colocados: a preocupação deve ser apenas com a trajetória da bola e a precisão do arremate, mesmo fraco, mas nos cantos e no contrapé do goleiro

50 Chute Fortes : a preocupação maior é a de golpear a bola com muita força, transmitindo-lhe esta propriedade e dificultando a sua contenção pelo oponente.

51 Chute Potentes: são aqueles que, além do movimento com força, se desferem também com os grupamentos musculares usados, contraindo-se em grande velocidade, proporcionando alta potência. Jogadores que, embora com pouca massa muscular, mas possuidores de boa técnica específica, também são capazes de chutes potentes em que a bola atinge velocidade superior a 100km/h.

52 Chutes Pontos essenciais para boa execução: Colocação adequada do pé de apoio ao lado da bola, para chutes rasteiros, e um pouco atrás, para chutes altos Não colocar o tronco excessivamente para trás na hora da ação, pois faz a bola subir desnecessariamente Golpear no lugar certo a bola, de acordo com o endereço pretendido.

53 Chute Principais fatores que levam ao erro: Contrair músculos antagônicos aos do chute, ou que não são utilizados durante a execução Preocupação exclusiva com a força, o que pode levar à imprecisão Má colocação do pé de apoio no chão.

54 Características físicas de crianças na faixa etária de 6 a 12 anos. O corpo da criança na faixa etária de 6 a 12 anos apresenta um crescimento de diferente intensidade, de acordo com as idades. Isso acarreta uma modificação das proporções corporais nas etapas de desenvolvimento.

55 Crianças de 6 a 12 anos Até os 8 anos o peso e a estatura apresentam um crescimento paralelo, a partir dessa idade é alternado e progressivo. As curvas de crescimento, da cabeça e do cérebro, de um lado, e do corpo em geral, do outro, têm uma evolução muito diferente.

56 Crianças de 6 a 12 anos. O que chama a atenção é o rápido desenvolvimento do cérebro. Já aos 6 anos ele atinge 90 a 95% do desenvolvimento do cérebro adulto. O crescimento geral do corpo, em contrapartida, não atingiu ainda nem a metade do corpo adulto.

57 Crianças de 6 a 12 anos A resistência à fadiga, a força muscular e a coordenação de movimentos, que implica precisão e ritmo, aumentam progressivamente. A velocidade cresce rapidamente a partir dos 3-4 anos, quando a criança possui apenas um terço da velocidade do adulto, passando a 50% aos 6-7 anos, e apenas 10% menos que o adulto aos 12 anos.

58 Crianças de 6 a 12 anos. Por volta dos anos, com uma melhoria da relação carga-força, um crescimento maior em largura, uma otimização das proporções e um acréscimo de força relativamente acentuado, permite às crianças principalmente se forem ajudadas convenientemente, um domínio corporal já elevado.

59 Características psicológicas de criança na faixa etária de 6 a 12 anos. A criança apresenta um desejo de saber, equilibrado com a maior atividade motora. Possui pensamento lógico, consciência de futuro, faz planos e projetos, porém não tem controle sobre o que quer e o que pode, tem noção de tempo e espaço e espírito de aventura nas atividades das quais participa.

60 Características psicológicas No campo emocional, começam a surgir os sentimentos de valor, segurança e equilíbrio emocional, quando consegue êxitos no domínio do próprio corpo, mas lhe faltam ainda os quatro elementos fundamentais, que são: personalidade ajustada, carga agressiva equilibrada, estabilidade emotiva e resistência a frustrações.

61 Características psicológicas Socialmente, ocorre a passagem definitiva a um plano mais amplo do que familiar, e a criança sente a necessidade de pertencer a um grupo, realizar trabalhos em equipe e conseguir êxitos sociais.

62 Características psicológicas As crianças entre 6 a 10 anos apresentam atitude otimista, despreocupação, mais assimilação isenta de crítica, de conhecimentos e habilidades. Surge nesta fase o aumento da capacidade de concentração, acompanhada de uma maior capacidade de diferenciação de movimento e de uma aquisição refinada de informações.

63 Características psicológicas. A capacidade já muito desenvolvida, nessa idade, de aprender novos movimentos não é, entretanto, acompanhada por uma faculdade correspondente de fixar movimentos aprendidos.

64 Características psicológicas A preponderância, ainda presente, dos processos emotivos, associados aos importantes fenômenos de irradiação dos processos de controle pelos centros nervosos, acaba facilmente num “apagamento” dos anéis motores característicos de qualquer movimento que seja, e torna difícil sua conservação.

65 Características psicológicas A faixa etária de 11 e 12 anos caracteriza-se como a melhor idade para aprender, pois existe uma intensa necessidade de movimentos, um entusiasmo, um “querer- poder”, uma firmeza e uma aceitação do risco que exercem uma influência extraordinária favorável na capacidade evidente de desenvolvimento

66 Necessidade de crianças de 6 a 12 com relação à atividade física A criança na faixa etária de 6 a 12 anos tem necessidade de auto-afirmação, de consolidar seus sentimentos de valor e segurança, precisa de atividades vigorosas e energéticas para alcançar o domínio de suas ações motoras e que proporcionem algumas dificuldades e complexidade crescente, com problemas técnicos que requeiram conhecimento e, portanto, aprendizagem.

67 Necessidades das crianças de 6 a 12 anos com relação à atividade física A criança precisa atuar livremente e avaliar o seu progresso, necessita integrar grupos e equipes que exijam participação ativa e responsabilidade. Precisa também expressar-se pelo movimento, que é a forma mais comum de afirmação.

68 Necessidades da criança de 6 a 12 anos com relação à atividade física. De 6 a 10 anos é necessária uma repetição sistemática e numerosa de tudo que é ensinado, para que se possam fixar os movimentos. O entusiasmo esportivo das crianças deve ser utilizado através de uma prática motivadora e acompanhada de numerosas sensações de êxito, para desenvolver nelas hábitos e atitudes que garantam, com seu prosseguimento, uma atividade esportiva extensiva à vida inteira.

69 Necessidades da criança de 6 a 12 anos com relação à atividade física Aos anos, em virtude da excelente capacidade de aprender, deve-se ter um cuidado insistente para que não sejam “automatizados” a movimentos aprendidos de forma errada, a fim de evitar uma reaprendizagem mais tarde.

70 Interesses da criança de 6 a 12 anos com relação à atividade física. As crianças de 6 a 12 anos têm especial interesse em atividades que solicitem sua capacidade e lhes permitam tentar o progresso e o aperfeiçoamento. Além disso, elas tem grande interesse por atividades vigorosas, como correr, saltar, lançar, transportar etc., utilizando aparelhos e obstáculos reais.

71 Interesses da criança de 6 a 12 anos com relação à atividade física. A comparação do próprio rendimento com o progresso dos colegas é um dos grandes interesses das crianças, que se comparam o tempo todo em relação a tarefas curtas. Até os 7 anos o poder de concentração da criança é muito limitado. Somente por volta dos 8 anos é que se incrementa uma maior duração da concentração e a sua atenção já é mais fixa e duradoura.


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