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Epistemologia e difusão em um mundo dependente reciprocamente George Candler Indiana University South Bend.

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1 Epistemologia e difusão em um mundo dependente reciprocamente George Candler Indiana University South Bend

2 Interesse inicial na difusão “Particularism versus universalism in the Brazilian public administration literature,” Public Administration Review 62(3), Nicholas Henry’s 1975 PAR “Paradigms of public administration” article and textbook(s). Familiaridade com as literaturas da austrália, canadá e, especialmente do brasil, e interesse nas diferenças entre estes. Resultado: – "Epistemic community or Tower of Babel? Theoretical diffusion in public administration." Australian Journal of Public Administration, 67(3), 2008.

3 Conceito AJPA Difusão paradigmática / teórica através de literaturas. Nenhuma tentativa foi feita para identificar todos os paradigmas da administração pública, mas sim para analizar a difusão de abordagens facilmente identificável, identificados especialmente na Henry (2001:27-52) e Dunsire (1999:371-7). Analyse de conteudo de AJPA, RAP, and CPA, integrada com as investigações existentes no E.U.A.

4 AJPA paradigms Dicotamia política / administração Ciência administrativa (planejamento, recursos humanos, finanças / orçamento) Política Pública (avaliação / formulação, implementação) Nova administração pública (ética, cidadania) Nova gestão pública (privatização, avaliação de desempenho, descentralização, etc) Abordagens críticas (pós-modernismo, marxismo) Teoria ‘Network’ (redes)

5 AJPA findings I Grande influência da pro-mercado ‘nova gestão pública’, com variação política. Mais influência da pro-ética ‘nova administração pública’; e no brasil, no engajamento com problemas sociais (saude, educação, ambiente, bem-estar). Menor influência da ciência administrativa, mas ainda muito importante. Mais teoria critical no brasil do que as outras. Mais interesse nas redes no brasil.

6 AJPA findings II “A literatura brasileira, com a sua abordagem teórica onívoros, e os esforços para aplicá-los a realidade contemporânea do país, poderá servir de modelo para estudos da administração pública em um mundo cada vez mais interligados.”

7 Toward global scholarship in public affairs Forthcoming in Public Administration (London) Dr. Gaylord George Candler Indiana University South Bend, USA Dr. Ariston Azevêdo Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brazil Universidade Positivo, Curitiba, Brazil Dr. Renata Ovenhausen Albernaz Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brazil

8 Para ´scholarship´(erudição?) global O perigo: Adoção da teoria e da prática estrangeiro irrelevante. O ideal: “assimilação crítica do patrimônio estrangeiro sociológico” (Guerreiro Ramos 1965) O risco: “isolacionismo, exaltação romântica de nossas particularidades, ou xenofobia - características de um nacionalismo ingênuo” (Serva 1990, p. 20).

9 Três comunidades epistêmicas nacionais colonialismo epistêmico - uma adopção acrítica das estruturas e técnicas administrativas de outras áreas, especialmente o ex-coloniais, ou poder hegemônico atual. Nacionalismo epistêmico -- uma rejeição sem discernimento das licões de outras paises. Paroquialismo epistêmico -- auto-absorção na medida em que uma comunidade intelectual não tem conhecimento de lições que podem ser aprendidas em outras literaturas.

10 Method Analyse de conteudo da Australian Journal of Public Administration, Revista de Administração Pública (Brazil), Canadian Public Administration/ Administration Publique du Canada, Revue Française d’Administration Publique, Public Administration (United Kingdom), Philippine Journal of Public Administration, Indian Journal of Public Administration, Revista de Administração e Politicas Públicas (Portugal), and three US journals: Public Administration Review, Journal of Policy Analysis and Management, and Journal of Public Administration Research & Theory. Todas as referências ao longo de um período de dois anos entre foram analisados para o país de origem (operacionalizado como o país de publicação), e para a linguagem de referências, com exceções, se necessário.

11 Descriptive statistics Aust.Brazil CanadaFranceIndiaPhil.Port.UKUS English French # artigos (679) # citacões (20,000+) Citacões média Zero citacões Todo nacional Todo estrangeiro

12 Literaturas dominantes (em vermelho) Fonte das citaçoes (%) Epistemes nacionaisEUARUFranceOrgs. int.’lAustralia EUA8<1 RU22123 France Canada (English)197<1 Canada (French) Australia2318<13 Brazil28832<1 Portugal <1 India19907<1 Philippines2314<1102

13 Paroquialismo epistêmica hegemônica Fonte das citacões (%) Estados Unidos Oceania<1 Asia<1 França0 Reinha Unido8 Other Europe3 América Latina1 Africa0 Canadá1 Organizações Int.1 EUA84

14 Paroquialismo epistêmica Fonte das citações (%) Canadá – InglêsAustráliaReinho Unido Nova Zealândia03<1 Asia010 França001 Outra Europa1210 EUA América Latina000 Africa000 Organizações Int.133 Canadá7121 Austrália<1492 Reinho Unido71860

15 Colonialismo epistêmica? Fonte das citações (%) Ilhas Pilipinas Oceania3 Asia8 França0 Reinha Unido17 Other Europe6 América Latina0 Africa5 Canadá2 Organizações Int.10 EUA23 Ilhas Filipinas25

16 Comunidades epistêmicas globais? Critérios: Em vez de uma colonização epistémica, isto inclui envolvimento com a realidade local, e assim uma robusta literatura nacional. Ao invés de um nacionalismo epistêmica, isto inclui envolvimento com a literatura internacional. Para evitar novamente a colonização epistêmica, esse engajamento internacional deve evitar o excesso de confiança em qualquer uma literatura estrangeira Finalmente, este engajamento internacional deveria incluir países semelhantes, especialmente no sul.

17 Comunidades epistêmicas globais? BrasilFrançaCanadá-FrançaisPortugal Oceania1120 Asia0101 Brasil43102 América Latina200<1 Africa0200 Organizações Int.3355 França Reinho Unido Outra Europa59510 Canadá11532 EUA Portugal10037

18 Paradigmas: influências adicionais Tania Keinert (Brazil) Iain Gow (Canada) Jacques Chevallier (France) Um anti-influência: Desai and Snavely, following page

19

20 Problemas com as paradigmas Discussões sobre paradigmas / teorias da administração pública têm sofrido com três problemas: – eles tendem a ser paroquial – eles tendem a ser a-histórica – Eles têm proliferado e, em uma nota mais estilístico, seus nomes, mais recentemente, demonstrou falta da imaginação que faz compreendê-los incompreensíveis. Assim, a idéia: uma abordagem integrada e internacional aos paradigmas da administração pública.

21 Examplos da proliferação

22 Nicholas Henry’s paradigms The politics/administration dichotomy The principles of administration Public administration as political science Public administration as management Public administration as public administration Governance Source: Public Administration and Public Affairs (2007).

23 Frederickson and Smith’s theories Political control of the bureaucracy Bureaucratic politics Public management Governance Public institutional Postmodern Decision theory Rational choice theories. Source: The Public Administration Theory Primer (2003)

24 Robert Denhardt’s theories Political heritage (and politics/administration dichotomy) Rational (bureaucratic) model Organizational humanism and the new public administration New public management New public service. Source: Theories of Public Administration (2008).

25 Tânia Keinert’s paradigms Gestão público Estado-centrico Socio-centrico ‘O conceito do público’ Estatismo autoritário Source: Administração pública no brasil (2007).

26 Jacques Chevallier’s geneology Dynamique sociopolitique: La science de l’administration publique et le développement de l’État – l’État absolutiste et la naissance d’une science appliqueé de l’administration publique. – La consolidation de l’État liberal et l’effacement de la science administrative. – L’avènement de l’État -providence et la renaissance de la science administrative. Dynamique scientifique: Les sciences de l’organisation et le développement de la société industrielle. – Les précurseurs: Les schemes rationalistes et des relations humaines – La théorie des organisations – La diffusion Des conceptions opposées – La conception juridique – La conception managériale, ambos de management, e au management public – La conception sociologique Source: Science Administrative (2002).

27 Iain Gow’s problematiques French Canada Pluralist political science Law Management Economics Political sociology Source: Revue québécoise de science politique (1993).

28 Iain Gow’s paradigms (English Canada) Pragmatic institutionalism New public management Governance Source: “Evolution of disciplinary approaches and paradigms in the study of public administration in Canada.” Canadian Public Administration in Transition: From Administration to Management to Governance (2009).

29 Uma ilustração de incompreensibilidade

30 Portanto, temos uma série de paradigmas chamada administração pública velha, a administração pública nova, nova gestão pública, o serviço público novo: um pouco confuso, mas possivelmente ainda bastante compreensível. Mas Macdonald argumentou que "a Nova Gestão Pública não é nova, nem pública, nem mesmo sobre a gestão" (2005, p. 60). Companheiro canadense Sanford Borins refere-se ao mesmo paradigma como "o paradigma da nova administração pública" (2002, p. 14), enquanto que um estudo recente do Brasil traduziu a Nova Gestão Pública como Nova Administração Pública (Seabra 2001, ver também Paula 2005, p ). A Nova Gestão Pública também tem suas raízes na Escolha Público, com o qual ele ainda está confuso (Gow 1993), e também é referido como Reinventando o Governo (Frederickson 1996), gerencialismo (Lynn 1997, p. 112), e sem dúvida outros coisas.

31 O 'Novo Serviço Público’ dos Denhardts sofre da mesma forma a partir de uma infinidade de nomes. Alem da Nova Administração Pública, a Denhardts identificar, como raízes de sua Novo Serviço Público: a Cidadania Democrática, Modelos de Comunidade e Sociedade Civil, Humanismo Organizacional e Administração Pública Pos-Modernista (2003, p ). A literatura contemporânea do ‘publicness’ (ver Henry 2007, p. 35-7; Ventriss 1989), e o "paradigma Valor Público” também abordar o mesmo conjunto de questões (Moore 1994, O'Flynn 2007).

32 Finalmente, o ‘Velha Administração Pública' dos Denhardts também sofre de um complexo de identidade. Além do apelido depreciativo "velha", Lynn se refere a ele como o paradigma tradicional e paradigma burocrático (2001). Gow se refere a ela como Institucionalismo Pragmático. No entanto, embora escrito para fora morto pelos defensores tanto da Nova Gestão Pública e pela Denhardts; Candler e Dumont aponta que "Para todas as críticas casual da Administração Pública Burocrática, é o que os programas MPA ensinar" (2006, p. 5), a paradigma continua a ser um foco principal da bolsa de estudos (Candler 2008) e Gow argumenta que sua institucionalismo pragmático "tem sido, e continua a ser o paradigma predominante na AP canadense" (2007, p. 11).

33 Objetivos da pesquisa Dois, talvez objetivos contraditórios: – a alargar o âmbito de paradigmas da administração pública, incorporando abordagens deixado de fora dos debates americanos, e – para reduzir o número de paradigmas, sugerindo uma consolidação parcimoniosa na literatura existente.

34 The paradigms 1.Pre-moderno 2.Burocrático 3.Abordagens normativas 4.Abordagens da rede 5.Responsibilidade cívica

35 1. Pre-moderno “…Apesar das críticas justificáveis do modelo e do funcionamento da burocracia, é necessário assinalar que, pelo menos, no caso Português, uma das razões para a sua responsabilidade limitada público, e para as limitações na sua eficiência e eficácia, estão precisamente na burocracia insuficiente. O modelo burocrático de organização, no sentido postulado por clássicos da teoria da empresa - Weber, Fayol, Taylor e, mais recentemente, Mintzberg e Friedberg - justamente sublinhar que, para limitar o dysfunctionais de uma administração que não é profissional e arbitrária, a administração deve efectuar-se através de [reformas como POSDCORB]... Uma das razões para os resultados evidentes dysfunctionais da não-observância do chamado modelo burocrático de organização". Juan Mozzicafreddo (2001) A Administração e Politica: Perspectivas de Reforma da Administração Pública na Europa e nos Estados Unidos

36 2. Burocrático Foco: como governar Iain Gow: – “pragmatic institutionalism…the default position in PA in Canada”. – “abrangente e precisa, para ‘get it right’”. scientific management, machinery of government, principles of administration, administrative science, etc. – “La science administrative est une science empirique par excellence.” – Também: responsibilidade e ‘accountability’

37 3. Abordagens normativas Foco: por que governar Exemplos anteriores: – “…the spiritual and intellectual, non-technocratic side” of governance. Vaclav Havel (2007) To the Castle and Back – New public administration – Democratic citizenship – Post-modernism – Critical approaches

38 4. Abordagens do rede Foco: relações entre a (e deveres da!) agência pública para/com a sociedade Duas vertentes: – o neo-liberal (Nova Gestão Público, Escolha Público) com foco sobre relações contratados, e – O segundo com foco sobre redes participatórios mediada através do diálogo. Exemplos anteriores: Governança, Teoria das sistemas

39 5. Responsibilidade cívic a Foco: deveres da cidadania ao sociedade “O que está faltando na teoria da administração pública é o que poderia ser chamado de um antigo serviço público de responsabilidade cívica, enfatizando a participação democrática responsável por parte do próprio público. Sem essa participação responsável; consultivo, processos participativos estão condenados” (Candler & Dumont 2010).

40 Limites da participação I Muitos participantes no processo político não procuram o diálogo, nem compartilham valores. Assim como a democracia representativa pode ser desigual, pode assim a democracia participativa. A realidade da não-participação: muitos não participam.

41 Limites da participação II “Além disso, para muitos participantes nas políticas públicas com muita influência, o objetivo dessa influência é auto-interesse, e não o interesse público. Iremos argumentar que, por si só, nenhuma quantidade de facilitação, ensino e mediação da parte dos administradores públicos irá superar estas deficiências da democracia contemporânea” (Candler & Dumont 2010).

42 Obama e o préço da cidadania? “O que se exige de nós agora é uma nova era de responsabilidade - um reconhecimento, por parte de todos os americanos, que temos deveres para nós mesmos, nossa nação e do mundo, os deveres que nós não aceitamos a contragosto, mas sim com alegria, firmes no conhecimento de que não há nada tão satisfatório para o espírito, para a definição do nosso caráter, do que dar tudo de uma tarefa difícil. Este é o preço e a promessa de cidadania.” Barack Obama, Inaugural address, 20 January 2009

43 Obrigado!

44 References Candler, G.G. and Georgette Dumont (2010). “The price of citizenship: Civic responsibility as the missing dimension of public administration theory,” forthcoming in Public Affairs Quarterly. Etzioni, A. (1993). The Spirit of Community. New York: Crown. Galbraith, J. K. (1958). The Affluent Society. Boston: Houghton Mifflin. Goodsell (2003). The Case for Bureaucracy. Washington: CQ Press. Perry, J. (2007b). Democracy and the New Public Service: Model and Some Questions. ASPA, Washington, DC, 27 March.


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