A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Jamyle Calencio Grigoletto Planos de Segurança da Água 44ª Assembleia Nacional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - Assemae Uberlândia/MG.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Jamyle Calencio Grigoletto Planos de Segurança da Água 44ª Assembleia Nacional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - Assemae Uberlândia/MG."— Transcrição da apresentação:

1 Jamyle Calencio Grigoletto Planos de Segurança da Água 44ª Assembleia Nacional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - Assemae Uberlândia/MG Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano

2 Contextualização Legal Gestão das águas no Brasil : avanços importantes Lei nº 9.433/ Política Nacional de Recursos Hídricos Lei nº /2007 e seu Decreto nº 7.217/2010 – Política Nacional de Saneamento Portaria GM/MS nº 2.914/ Portaria de potabilidade da água para consumo humano - procedimento do controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e o padrão de potabilidade da água para consumo humano Portaria nº 190 – 27/02/ Estabelece as diretrizes e as competências do Apoio ao Controle da Qualidade da Água para Consumo Humano a serem executadas no âmbito da Funasa. Desafio: Desenvolvimento das políticas públicas, programas e ações de forma integrada Intersetorialidade  VISÃO HOLÍSTICA

3 Lei nº 9.433, de 8 de JANEIRO de 1997 Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos  Bacia hidrográfica é a unidade territorial para implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e atuação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos;  Gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades; Contextualização Legal Art. 5º Instrumento da PNRH  Planos de Recursos Hídricos Bacia, Estado e País

4 Art. 33. Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos: I – o Conselho Nacional de Recursos Hídricos; I-A. – a Agência Nacional de Águas; II – os Conselhos de Recursos Hídricos dos Estados e do Distrito Federal; III – os Comitês de Bacia Hidrográfica; IV – os órgãos dos poderes públicos federal, estaduais, do Distrito Federal e municipais cujas competências se relacionem com a gestão de recursos hídricos; V – as Agências de Água. Art. 39. Os Comitês de Bacia Hidrográfica são compostos por representantes: União; Estados e do Distrito Federal; Municípios situados, no todo ou em parte, em sua área de atuação; usuários das águas de sua área de atuação; e das entidades civis de recursos hídricos com atuação comprovada na bacia. Contextualização Legal

5 ONU pede a países que incluam garantia de acesso a água na agenda de desenvolvimento A ONU e seus parceiros apelaram na quinta-feira, 21 de fevereiro, à comunidade internacional para priorizar a garantia do acesso a água e saneamento para as populações vulneráveis na agenda de desenvolvimento “pós-2015″, enfatizando que isso ajudaria no combate à desigualdade e na promoção dos direitos humanos e sustentabilidade. Lei nº , de 05 de Janeiro de Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico Cap IV - Art. 19 §3º - Os planos de saneamento básico deverão ser compatíveis com os planos das bacias hidrográficas em que estiverem inseridos. Decreto nº 7.217, de 21 de Junho de Regulamenta a Lei nº , de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, e dá outras providências. Art. 19. Os planos de saneamento básico deverão ser compatíveis com os planos de recursos hídricos das bacias hidrográficas em que os Municípios estiverem inseridos. Art. 25. §11 - Os planos de saneamento básico deverão ser compatíveis com o disposto nos planos de bacias hidrográficas. Art. 54 Inciso X - adoção da bacia hidrográfica como unidade de referência para o planejamento de suas ações. Contextualização Legal

6 Portaria 1469/ Art. 9º - Ao(s) responsável(is) pela operação de sistema de abastecimento de água incumbe: III. manter avaliação sistemática do sistema de abastecimento de água, sob a perspectiva dos riscos à saúde, com base na ocupação da bacia contribuinte ao manancial, no histórico das características de suas águas, nas características físicas do sistema, nas práticas operacionais e na qualidade da água distribuída; Portarias de potabilidade da água para consumo humano Portaria 518/ Art. 9º - Ao(s) responsável(is) pela operação de sistema de abastecimento de água incumbe: III. manter avaliação sistemática do sistema de abastecimento de água, sob a perspectiva dos riscos à saúde, com base na ocupação da bacia contribuinte ao manancial, no histórico das características de suas águas, nas características físicas do sistema, nas práticas operacionais e na qualidade da água distribuída.

7 Portaria MS nº /12/2011 Artigo 13: Compete aos responsáveis pelos sistemas de abastecimento de água ou soluções alternativas coletivas: Inciso IV: manter avaliação sistemática, sob a perspectiva dos riscos à saúde, com base nos seguintes critérios: a)Ocupação da bacia contribuinte ao manancial; b)Histórico das características das águas; c)Características físicas do sistema; d)Práticas operacionais; e) Na qualidade da água distribuída, conforme os princípios dos Planos de Segurança da Água (PSA), recomendados pela OMS ou definidos em diretrizes vigentes no País. Contextualização Legal Portarias de potabilidade da água para consumo humano

8 Portaria nº 190 – 27/02/ Funasa Artigo 4º: ART. 4º. O Apoio ao Controle da Qualidade da Água para Consumo Humano – ACQA, em consonância com o Subsistema Nacional de Saúde Ambiental do Ministério da Saúde, tem como diretrizes e competências: Inciso IV: apoiar tecnicamente a implantação e a implementação dos Planos de Segurança da Água, conforme os princípios recomendados pela Organização Mundial de Saúde – OMS. Contextualização Legal

9 Conceito O que é o Plano de Segurança da Água - PSA? Metodologia de avaliação e gerenciamento de riscos à saúde, associados aos sistemas e soluções de abastecimento de água, que aborda desde a captação da água, passando pela estação de tratamento e sistema de distribuição até o ponto de consumo, visando estabelecer medidas de controle para reduzir ou eliminar os riscos à saúde, para garantir a segurança da água para consumo humano – OMS (2004) ª Edição - Guias da OMS – conceito PSA 10 anos da metodologia

10 Desloca o foco de atenção do produto final – água tratada e foca na gestão sistêmica do processo Conceito O que é o Plano de Segurança da Água - PSA?

11 Objetivos do PSA Otimizar a remoção e/ou eliminar a contaminação durante o processo de tratamento; Prevenir a (re)contaminação da água durante o reservação, distribuição e armazenamento; Minimizar as fontes de contaminação pontual e difusa no manancial; Melhorar as práticas de gestão e operação, melhorando a eficiência e reduzindo custos; Identificar todas as vulnerabilidades do sistema de abastecimento de água; e Priorizar as necessidades de melhorias em todo sistema de abastecimento de água.

12 Análises laboratoriais acontecem simultaneamente à distribuição da água para população; Baixa capacidade para o alerta rápido da população, em casos de contaminação da água; O controle laboratorial, embora indispensável, é considerado insuficiente para a garantia da ‘segurança’ da qualidade da água para consumo humano, que é dinâmica. Limitações do Controle Laboratorial Porque fazer Plano de Segurança da Água? Controle de qualidade da água  Princípio amostral Bastos (2005)

13 Benefícios do Plano de Segurança da Água Identificar perigos e riscos em tempo hábil para tomada de decisão e execução de ações; Identificação de ações prioritárias; Otimização na aplicação de produtos químicos e nos gastos com energia elétrica; Redução de perdas; Conhecer, otimizar e priorizar investimentos; Reduzir custo de tratamento; Otimizar os processos de trabalho; Garantir produção de água segura e maior confiabilidade dos consumidores; Garantir a qualidade da água, atendendo ao padrão de potabilidade estabelecido pela legislação vigente; e Promover saúde.

14 Documentos orientadores - PSA Guias da OMS - 3ª Edição Guia - Planos de Segurança da Água para Consumo Humano em Sistemas Públicos de Abastecimento Publicado pelo IRAR – Instituto Regulador de Águas e Resíduos/Portugal

15 2011- Guias da OMS - 4ª Edição Editor Bob Breach – Publicação: Drinking Water Quality Management from Catchment to Consumer - A Practical Guide for Utilities Based on Water Safety Plans Guia para a implementação de PSA – OMS/IWA Documentos Orientadores - PSA

16 2011- Guia para a implementação de PSA – Águas de Portugal Guia da OMS – Guia passo-a-passo de gerenciamento de risco para sistemas ou soluções de pequenas comunidades Documentos Orientadores - PSA

17 Documento com diretrizes gerais, que podem ser ajustadas de acordo com a instituição e com os diversos tipos de arranjos de abastecimento de água para consumo humano Plano de Segurança da Água: garantindo a qualidade e promovendo a saúde – Um olhar do SUS Elaborado com base na 4ª edição das Guias da OMS (2011); Artigos publicados entre 2004 e 2011, de José Vieira – Universidade de Minho; Relatórios finais do estudo piloto de implantação de PSA, realizado pela Universidade Federal de Viçosa, com apoio do Ministério da Saúde.

18 Outras Ferramentas Portal PSA – Nova página (Inglês) Consultoria on line (Advisory Requests); Estudos de casos; Artigos científicos.

19 Outras Ferramentas Portal PSA –(Português) Objetivo geral: dar suporte às entidades gestoras de sistemas de abastecimento de água na elaboração, implementação e manutenção de PSA. Objetivos Específicos: (i) construção de uma base de dados estruturada com estudo de casos nacionais e internacionais; (ii) intercâmbio, desenvolvimento e/ou aperfeiçoamento de ferramentas existentes para aplicação prática; (iii) disponibilização sistematizada de bibliografia atualizada e de informação sobre eventos; (iv) organização de um fórum para a apresentação periódica do estado da arte e discussão conceitual. Curso de formação online para iniciantes; Publicações; Estudos e projetos.

20 Redes de PSA  América Latina  Ásia  África Outras Ferramentas

21 Grupo de Especialista da IWA de PSA - constituído em nov. de 2011 Membros Prof. Jose M.P. Vieira - Presidente Prof Huw D. Taylor – Vice - presidente Rui Sancho – Secretário Rafael Bastos – Representante da América Latina e Caribe Philip de Souza - Representante da África David Baguma - Representante da Ásia Steve Hrudey - Representante da Norte Americano

22 Outras Ferramentas Programa de Capacitação à Distância sobre PSA Water Institute – Universidade da Carolina do Norte em parceria com International Water Association e Universidade de Surrey O curso é voltado para profissionais que trabalham com serviços públicos de água, que possuem funções de gerenciamento, engenharia e operacionais. Oferece capacidades para boas práticas globais para assegurar segurança e aceitabilidade na água para consumo humano por meio de PSA Mais informações:

23 Water Safety Conference – Abril de 2003, Berlin – Alemanha I Conferência – Maio de 2008, Lisboa - Portugal. Tema: Water Safety Plans: Global Experiences and future trends Eventos de Segurança da Água

24 II Conferência – Novembro de 2010, Kuching - Malásia Tema: Managing Drinking Water Quality for public health Eventos de Segurança da Água

25 III Conferência – Novembro de 2012, Kampala – Uganda Tema: Improving Service Delivery and Protecting Public Health Eventos de Segurança da Água

26 Coordenação da Comissão Organizadora: Ministério da Saúde FUNASA, ANVISA, FIOCRUZ Universidade Federal de Viçosa - Dr. Rafael Kopschitz Xavier Bastos - Representante do Grupo de Especialista de PSA da IWA para a América Latina Ministério de Meio Ambiente - Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Ministério das Cidades – Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Agência Nacional de Águas – ANA Organização Pan-Americana de Saúde – OPAS ABES, AESBE, ASSEMAE, ABAR e ABCON Apoio: Congresso de Segurança da Água Brasília - DF Eventos de Segurança da Água

27 Experiências Internacionais de implementação de Planos de Segurança da Água Austrália, Bangladesh, Guyana, Jamaica, Uganda, África do Sul, Portugal, China, Nova Zelândia, Alemanha, Bolivia,Colômbia e El Salvador Vieira (2011)

28 1- Universidade Federal de Viçosa (UFV)/MG a 2010 Experiências Nacionais de implementação de PSA 2-Iniciativas em andamento de Empresas Estaduais e Municipais de Abastecimento de Água Sabesp/Copasa/Embasa/Sanepar/Sanasa/Odebrecht Ambiental

29 Discussão no âmbito do Comitê de Bacia Hidrográfica da respectiva área (se houver) Protagonistas - Responsáveis pelo sistema ou solução alternativa coletiva de abastecimento de água Participação do Setor Saúde Local Definição de metas/indicadores de saúde Perfil Demográfico, Socioeconômico e Epidemiológico da População Envolvimento das Agências Reguladoras Fiscalização Estratégias para execução do PSA no Brasil

30 Definição de metas/indicadores de saúde Estratégias para execução do PSA no Brasil A.Resultados de saúde Redução da incidência ou prevalência das doenças de transmissão hídrica; B. Qualidade da água Parâmetros físicos, químicos e microbiológicos definidos na Portaria Nacional de Potabilidade da Água para Consumo Humano; C. Desempenho dos processos de tratamento Melhoria dos processos de tratamento para redução das concentrações de contaminantes nos sistemas de abastecimento de água.

31 Plano de Segurança da Água Custos envolvidos na elaboração Quanto custa Planejar ?

32 Avaliação do sistema...Avaliação do sistema... –Bacia: Plano de Segurança da Água Custos envolvidos na elaboração

33 Avaliação do sistema...Avaliação do sistema... –ETA Plano de Segurança da Água Custos envolvidos na elaboração

34 Avaliação do sistema...Avaliação do sistema... –Armazenamento e distribuição Plano de Segurança da Água Custos envolvidos na elaboração

35 Determinação dos perigos e avaliação dos riscosDeterminação dos perigos e avaliação dos riscos Plano de Segurança da Água Custos envolvidos na elaboração

36 Elaboração de planos de melhoriaElaboração de planos de melhoria Determinação e validação de medidas de controleDeterminação e validação de medidas de controle Plano de Segurança da Água Custos envolvidos na elaboração

37 R$ R$ Plano de Segurança da Água Custos envolvidos na elaboração

38 Avaliação dos impactos dos PSA Estudo do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) É necessário ter mudanças para medir os impactos, ou seja, é preciso ter implementação dos Planos!!! Se o PSA é só um documento para cumprir a legislação, possivelmente não terá impactos!!! Como avaliar e medir os impactos à saúde? Necessidade de realizar estudos epidemiológicos ligados aos PSA

39 Resultados Institucionais: Aumento da comunicação e colaboração; Curto PrazoAumento do conhecimento e compreensão; Melhoria das percepções e atitudes; e Aumento da capacitação. Operacionais: Melhoria na infraestrutura do SAA; Médio PrazoImplementação de procedimentos de melhoria. Financeiros: Economia de custos; Recuperação de custos - mudanças operacionais contribuem Longo Prazopara melhoria dos serviços, em termos de qualidade da água, e leva ao aumento da satisfação do consumidor; Aumento de investimentos. Políticos: Regulação formal para Planos de Segurança da Água. Longo Prazo Avaliação dos impactos dos PSA

40 Conclusões As melhorias são frequentemente relacionadas à qualidade da água, mas outras melhorias como quantidade, continuidade, cobertura e custo podem aparecer; Melhorias na saúde são influenciadas por múltiplos fatores, incluindo saneamento, higiene, alimentação, nutrição e outras exposições ambientais e não dependem somente da segurança da água para consumo humano; Implementação dos PSA pode levar a muitas mudanças positivas, desde o aumento da comunicação e colaboração entre os envolvidos até grandes impactos como melhorias na saúde; Assim que a implementação de PSA tornar-se mais difundida, mais informações sobre resultados e impactos ficarão disponíveis e as mudanças positivas que podem resultar do PSA serão reconhecidas. Avaliação dos impactos dos PSA

41 Sensibilizar todos os gestores e técnicos dos setores envolvidos sobre a relevância do tema; Desenvolver o PSA de forma articulada intersetorialmente; Desenvolver o PSA em soluções alternativas de abastecimento de água com engajamento das comunidades; Capacitar técnicos com expertise para desenvolvimento e implementação de PSA; e Desafios

42 Plano de Segurança da Água Planos Municipais de Saúde Planos de Bacia Planos de Saneamento Planos Diretores Desenvolver o PSA de forma coerente com outros planos que estão sendo desenvolvidos no mesmo território;

43 O PSA é um documento orientador, que deve ser seguido e pode ser adaptado às diferentes realidades, bem como aos diversos arranjos de sistemas e soluções de abastecimento de água, sendo relevante para o fornecimento seguro da água para consumo humano, e, consequentemente, para a proteção da Saúde Pública. Considerações finais

44 H OTSITE REVISÃO DA P ORTARIA GM/MS Nº 2.914/2011 RECEBIMENTO DE PROPOSTAS JUSTIFICATIDAS ATÉ O DIA 31 DE MAIO DE 2014 HTTP :// / PORTARIA 2914 H OTSITE REVISÃO DA P ORTARIA GM/MS Nº 2.914/2011 RECEBIMENTO DE PROPOSTAS JUSTIFICATIDAS ATÉ O DIA 31 DE MAIO DE 2014 HTTP :// / PORTARIA 2914 DIVULGAÇÃO

45

46 Obrigada! Jamyle Calencio Grigoletto


Carregar ppt "Jamyle Calencio Grigoletto Planos de Segurança da Água 44ª Assembleia Nacional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - Assemae Uberlândia/MG."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google