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23 de abril de 2012 Pedro de Miranda Martins. CONCEITO DE DEMÊNCIA SÍNDROME CARACTERIZADA PELO DECLÍNIO DA CAPACIDADE INTELECTUAL, SUFICIENTEMENTE GRAVE.

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1 23 de abril de 2012 Pedro de Miranda Martins

2 CONCEITO DE DEMÊNCIA SÍNDROME CARACTERIZADA PELO DECLÍNIO DA CAPACIDADE INTELECTUAL, SUFICIENTEMENTE GRAVE PARA INTERFERIR NAS ATIVIDADES SOCIAIS OU PROFISSIONAIS, QUE INDEPENDE DO ESTADO DE CONSCIÊNCIA E É CAUSADO POR COMPROMETIMENTO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

3 CRITÉRIO DE DEMÊNCIA DSM IV A- DESENVOLVIMENTO DE MÚLTIPLOS DEFEITOS COGNITIVOS MANIFESTADO POR 1 E 2 1. COMPROMETIMENTO DA MEMÓRIA 2. UM OU MAIS DOS SEGUINTES DISTÚRBIOS (a) AFASIA (b) APRAXIA (c) AGNOSIA (d) DISTÚRBIO DAS FUNÇÕES EXECUTIVAS B- ALTERAÇÃO SIGNIFICATIVA NA ATIVIDADE SOCIAL OU PROFISSIONAL REPRESENTANDO DECLÍNIO C- OS DÉFCITS NÃO OCORREM EXCLUSIVAMENTE DURANTE EPISÓDIO DE DELIRIUM D- O QUADRO PODE ESTAR RELACIONADO A UMA CONDIÇÃO MÉDICA GERAL, AOS EFEITOS PERSISTENTES DE ALGUMAS SUBSTANCIA OU A UMA COMBINAÇÃO DESTES DOIS FATORES

4 CRITÉRIOS DE DEMENCIA Os critérios de demência do DSM IV exigem o comprometimento de memória porém diversas doenças que cursam com demência, não tem comprometimento de memória nas fases iniciais

5 CRITÉRIOS DE DEMÊNCIA 1.Demencia é diagnosticada quando há sintomas cognitivos ou comportamentais que 1.1 Interferem nas habilidades do trabalho ou em atividades usuais 1.2 Representam declinio em relação a níveis prévios de funcionamento e desempenho 1.3 são explicáveis por delirium ou doença psiquiátrica maior

6 CRITÉRIOS DE DEMÊNCIA 2. O comprometimento cognitivo é detectado e diagnosticado mediante combinação de: 2.1 Anamnese com paciente e informante que tenha conhecimento da história e: 2.2 Avaliação cognitiva objetiva, mediante exame breve do estado mental ou avaliação neuropsicologica. A avaliação neuropsicologica deve ser realizada quando a anamnese e o exame cognitivo breve realizado pelo médico não forem suficientes para permitir diagnóstico confiável

7 CRITÉRIOS DE DEMÊNCIA 3. Os comprometimentos cognitivos ou comportamentais afetam no mínimo dois dos seguintes dominios: 3.1Memória caracterizado por comprometimento da capacidade para adquirir ou evocarinformações recentes, com sintomas que incluem : Repetição das mesmas perguntas ou assuntos, esquecimento de eventos, compromissos ou do lugar onde guardou seus pertences 3.2 Funções executivas, caracterizado por comprometimento do raciocínio, da realização de tarefas complexas e do julgamento, com sintomas tais como: compreensão pobre de situações de risco, redução da capacidade para cuidar das fiinanças, de tomar decisões e de planejar atividades complexas ou sequenciais

8 CRITÉRIOS DE DEMÊNCIA 3.3 Habilidades visuo-espaciais, com sintomas que incluem: Incapacidade de reconhecer faces ou objetos comuns, encontrar objetos no campo visual, dificuldade para manusear utensílios, para vestir-se, não explicáveis por deficiência visual ou motora 3.4 Linguagem (expressão, compreensão, leitura e escrita), com sintomas que incluem: dificuldade para encontrar e/ou compreender palavras, erros ao falar e escrever, com trocas de palavras ou fonemas, não explicáveis por defcit sensorial ou motor. 3.5 Personalidade ou comportamento com sintomas que incluem alterações do humor (labilidade, flutuações incaracterísticas), agitação, apatia, desinteresse, isolamento social, perda de empatia, desinibição, comportamentos obcessivos, compulsivos ou socialmente inaceitáveis

9 PRINCIPAIS CAUSAS DOENÇA DE ALZHEIMER DEMÊNCIA VASCULAR DEMÊNCIA MISTA DEMÊNCIA POR CORPÚSCULO DE LEWY DEMÊNCIA PARKINSONIANA DEMÊNCIA FRONTOTEMPORAL OUTRAS : ( HIPO OU HIPERTIROIDISMO, HIPERPARATIROIDISMO, INSUFICIENCIA ADRENAL, CUSHING, HIPOPITUITARISMO, DEFICIÊNCIA DE VIT B12 E ÁC. FÓLICO, DOENÇA CARDIOPULMONAR, ENCEFALOPATIA HEPÁTICA E URÊMICA, MEDICAMENTOS, ÁLCOOL, DROGAS ILÍCITAS, INTOXICAÇÃO POR METAL PESADO, IRRADIAÇÃO, MONÓXIDO DE CARBONO, HIDROCEFALIA DE PRESSÃO NORMAL, TUMORES, HEMATOMAS INTRA OU EXTRAPARENQUIMATOSOS, TRAUMA, HIPÓXIA OU ANÓXIA, SÍFILIS, TUBERCULOSE, MENINGITE OU ENCEFALITE FÚNGICA, VIRAL OU BACTERIANA, HIV)

10 PROBLEMAS DAS SEIS PRINCIPAIS CAUSAS DE DEMENCIA, APENAS A VASCULAR TEM MARCADOR LABORATORIAL; IMAGEM. DEMAIS TEM MARCADORES APENAS TECIDUAIS, OU SEJA, PRODUTOS DE NECROPSIA, PORTANTO SUA CERTEZA É POS MORTEM

11 PROBLEMAS NÃO EXISTEM MEDICAMENTOS QUE DIMINUAM A PROGRESSÃO DAS DOENÇAS, MAS OS QUE EXISTEM, TEM MELHOR RESULTADO SINTOMATICO SE OFERECIDOS NO INÍCIO DA DOENÇA

12 DESAFIOS FAZER O DIAGNÓSTICO O MAIS PRECOCE POSSÍVEL OTIMIZAR OS TRATAMENTOS DISPONÍVEIS OBTER TRATAMENTOS QUE REALMENTE ALTEREM O CURSO NATURAL DA DOENÇA

13 É ÓBVIO QUE EM CADA UMA DAS DEMENCIAS, O PROCESSO PATOLÓGICO COMEÇA ANTES DO APARECIMENTO DOS SINTOMAS, PORTANTO HÁ UMA FASE PRÉ- CLINICA HÁ NECESSIDADE QUE A LESÃO CONSUMA A RESERVA FUNCIONAL DO LOCAL PARA QUE APAREÇAM OS PRIMEIROS SINTOMAS OS SINTOMAS SÃO ANATOMICOS DEPENDENTES

14 MCI X ALZHEIMER Mild Cognitive Impairment Declines in cognitive functioning have been identified both as part of the normal process of aging and as an indicator of Alzheimer’s disease. DSM-IV first designated this as “age-related cognitive decline” and, more recently, as “mild cognitive impairment” (MCI). MCI characterizes those individuals who have a memory problem but do not meet the generally accepted criteria for Alzheimer’s disease

15 MCI X ALZHEIMER MCI is important because it is known that a certain percentage of patients will convert to Alzheimer’s disease over a period of time (probably in the range of 15 to 20 percent per year).

16 MAIS PROBLEMAS Some diagnostic schemes distinguish between possible, probable, and definite Alzheimer’s disease (McKhann et al., 1984). With these criteria, probable Alzheimer’s disease is confirmed to be Alzheimer’s disease at autopsy with 85 to 90 percent accuracy (Galasko et al., 1994). Definite Alzheimer’s disease can only be diagnosed pathologically through biopsy or at autopsy

17 NESTE CENÁRIO, HOUVE PORTANTO UMA NECESSIDADE CRESCENTE DE SE ENTENDER MELHOR O QUE SE PASSAVA

18 Proteína Tau Proteína citoesquelética encontrada principalmente nos microtúbulos dos axônios Quando hiperfosforilada compromete a ligação aos microtúbulos e causa a formação de filamentos helicoidais pareados

19 Evolução dos NFT Começam no córtex entorrinal Área de fixação da memória recente

20 Evolução dos NFT Distribuem-se por todo o córtex com a evolução da doença

21 PLACA AMILÓIDE CORPÚSCULO DE LEWY

22 RASTROS TAIS PROCESSOS, DEVEM PORTANTO DEIXAR RASTROS, PISTAS, QUE PROVAVELMENTE PODEM SER DETECTADAS E QUE AJUDEM NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DESTAS DOENÇAS, CONSEQUENTEMENTE OTIMIZANDO AS TERAPIAS.

23 IMAGEM

24 Biomarker discovery for Alzheimer’s disease, frontotemporal lobar degeneration, and Parkinson’s disease Acta Neuropathol Sep;120(3): Epub 2010 Jul 22. Biomarker discovery for Alzheimer's disease, frontotemporal lobar degeneration, and Parkinson's disease.

25 Ante-mortem diagnosis of neurodegenerative disorders based on clinical features alone is associated with variable sensitivity and specificity, and biomarkers can potentially improve the accuracy of clinical diagnosis. In patients suspected of having Alzheimer's disease (AD), alterations in cerebrospinal fluid (CSF) biomarkers that reflect the neuropathologic changes of AD strongly support the diagnosis, although there is a trade-off between sensitivity and specificity due to similar changes in cognitively healthy subjects. Here, we review the current approaches in using CSF AD biomarkers (total tau, p-tau(181), and Abeta42) to predict the presence of AD pathology, and our recent work using multi-analyte profiling to derive novel biomarkers for biofluid-based AD diagnosis. We also review our use of the multi-analyte profiling strategy to identify novel biomarkers that can distinguish between subtypes of frontotemporal lobar degeneration, and those at risk of developing cognitive impairment in Parkinson's disease

26 TERAPEUTICA NO ATUAL MOMENTO É APENAS SINTOMÁTICA, COM USO DE ANTICOLINESTERÁSICOS E MODULADORES DE NMDA

27 PROVÁVEIS FOCOS DA TERAPEUTICA NO FUTURO BLOQUEIO DA ALFA E BETA SECRETASES REGULAÇÃO DO PROCESSO DE AUTOFAGIA CELULAR (CHAPERONAS)


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