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Und6-tema4:OS CONFLITOS E OS REFUGIADOS Amanda Lodi n°1 Ana Clara Simões n°2 Maya Amaral n°12 Professor: Wilson F.Forti 8°B.

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1 Und6-tema4:OS CONFLITOS E OS REFUGIADOS Amanda Lodi n°1 Ana Clara Simões n°2 Maya Amaral n°12 Professor: Wilson F.Forti 8°B

2 Nigéria A Nigéria enfrenta conflitos internos desde a sua independência em Os ingleses o criaram durante a época do imperialismo e é constituído por cerca de 250 grupos étnicos. A luta entre os três grupos prevalecentes levou o país a uma das mais sangrentas guerras da África: a Guerra de Biafra. A elite da Nigéria era a ibos provenientes da província de Biafra. Em 1966 houve um golpe de estado em que os generais da etnia ibo tomaram o poder dos haussas- fulanis. Mas um contragolpe derrubou o regime, e os ibos começaram a serr caçados e massacrados pelo país inteiro.

3 Em Biafra os ibos declararam a indepedência mas o governo central não aceitou a separação. Esses fatos geraram uma guerra civil que matou mais de 1 milhão de pessoas. No final Biafra se rendeu e voltou ao território nigeriano. Desde a guerra civil o país é governado por militares e convive com a rivalide do sul e do norte que tem o poder político. Os conflitos étnicos e religiosos já mataram milhares de pessoas e mesmo com os esforços do governo central eles continuaram.

4 Sudão É o maior país da África e esta em guerra há quarenta anos. A guerra e longos períodos de seca mataram 1,5 milhões de pessoas. Em 1983 uma lei islâmica que considera crime o consumo de bebidas alcoólicas, o jogo e o adultério e prevê punições como enforcamento e mutilação, foi o motivo de novos conflitos. Os conflitos no Sudão baseiam-se principalmente no controle do território e de seus recursos naturais, sobretudo o petróleo é o responsável por grande parte da renda do país. Em 2005 foi assinado um cessar-fogo, porem conflitos e mortes continuaram a ocorrer. Em 2011, por meio de um plebiscito, a população optou pela criação de um novo país: o Sudão do Sul.

5 SERRA LEOA Na década de 1990, o país passou por uma guerra civil entre o governo e a guerrilha chamada Frente Revolucionária Unida (RUF). A guerrilha assumiu o controle de parte do território e das áreas de extração de diamantes, financiava a RUF, cujos guerrilheiros tinham o hábito de cortar pés, mãos e orelhas das vítimas. A guerra civil em Serra Leoa resultou num grande número de mortes e mutilações.

6 O conflito terminou em 2002, com a intervenção das tropas da paz da ONU, que ajudaram o exército leonês a derrotar os rebeldes. Atualmente, a situação está sob controle, e o país, em relativa paz. Bandeira da ONU

7 Burundi É localizado no centro-leste da Africa. Desde a independencia em 1960 é local de conflitos entre Tutsis e Hutus. Essas guerras prejudicam a economia, tornando o país um dos mais pobres do mundo, dependendo da ajuda de outros paises como a Belgica, a França e a Alemanha.

8 Angola Situada no sudoeste da África, vivenciou, desde a independência em 1975, uma devastadora guerra civil, em que se opunham o partido do governo, o Movimento Popular de Libertação da Angola (MPLA), de orientação socialista, e a União Nacional para a Independência Total de Angola (Unita), anticomunista.

9 O conflito fez milhares de vítimas e, até hoje, minas terrestres espalhadas pelo país promovem mutilações e mortes. Desde 2006, o país está em paz. MPLA Unita

10 Ruanda É localizado no centro-leste da África na região dos Grandes Lagos. Em Ruanda há vários conflitos entre as etnias tutsi e hutu que geraram o genocídio de 1994 que deixou quase 1 milhão de mortos principalmente tutsis. As suas rivalidades ainda existem mas em menor quantidade.

11 República Democrática do Congo Os conflitos entre Tutsis e Hutus, transpuseram as fronteiras do dois países (Ruanda e Burundi) e atingiram a República Democrática do Congo. Os problemas começaram em 1994, quando refugiados Hutus, chegaram ao país e se instalaram na província Kivu. Essa província é ocupada principalmente pelos Tutsis. Sentindo-se ameaçados os Tutsis começaram uma guerrilha contra o governo congolês. Em 1997, Laurence Kabila, que não era Tutsi, mas liderava o movimento guerrilho contra Mobuto, assumiu o poder. Mobuto fugiu para o Marrocos.

12 Ao assumir o poder, Kabila ignorou seus aliado na luta contra Mobuto. Os tutsis foram ignorados e as relações com Uganda e Ruanda forma cortadas. Em 1998, os tutsis, apoiados pelas forças militares, iniciaram uma nova guerra civil contra o governo de Kabila. Acuado, o governo congolês pediu ajuda militar a outros países, para tentar conter o avanço rebelde. Essa guerra deixou cerca de 3 milhões de mortos. Quando Kabila morreu em 2001, seu filho, assumiu o poder com propostas de paz e de reorganização do país. Em 2006, ocorreram as primeiras eleições presidenciais e legislativas da República. Em 2008, novos conflitos entre o governo e os tutsis ocorreram, levando a ONU a aumentar o numero de soldados das forças de paz na República Democrática do Congo.

13 Chifre da África No Chifre da África é uma subregião onde estão localizados os países Etiópia, Somália, Quênia e Djibuti. O Deserto de Ogaden era um território etíope ocupado por somalis. Em 1988 os dois países fizeram um acordo em que os somalis teriam de voltar para a Somália ou seguir como refugiados para o Quênia.

14 Desde o começo da década de 1990 clãs rivais vêm guerriando, mesmo sendo da mesma etnia, língua e religião. Soldados estrangeiros já tentaram parar essas guerras mas não sucederam. Em 20 de março de 2009, assinaram um tradado de paz, embora ainda há conflitos isolados no país.

15 REFUGIADOS Os conflitos na África obrigaram milhões de pessoas a fugir de seus países em consequência de guerras e intolerância étnica, religiosa, cultural e política. Há aquelas que fogem das secas, da fome e das doenças. Essas pessoas são classificadas como refugiadas. Na África, cerca de 3,5 milhões de homens, mulheres e crianças estão vivendo nos chamados campos refugiados.

16 Os campos de refugiados têm péssimas condições de vida. Geralmente, recebem uma quantidade de pessoas maior do que podem suportar. Faltam abrigos, alimentos, água, banheiros, energia elétrica e atendimento médico. A incidência de doenças e a taxa de mortalidade são muito altas. Campo de refugiados na África


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