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Sistemática e Evolução Almir R. Pepato. A biodiversidade é descontínua.

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Apresentação em tema: "Sistemática e Evolução Almir R. Pepato. A biodiversidade é descontínua."— Transcrição da apresentação:

1 Sistemática e Evolução Almir R. Pepato

2 A biodiversidade é descontínua

3 Problemas postos a sistemática Procurar descrever o melhor possível a diversidade biológica Tentar encontrar a ordem a ela subjacente Compreender os processos que a produziram Apresentar um sistema geral de referência sobre a diversidade biológica.

4 Platão e Aristóteles Platão: Eidos, ou essência. Eterna e imutável, manifesta de forma imperfeita nos seres e apreendida de maneira atávica pelos homens. Aristóteles: Compartilhou com Platão a sua visão idealista do mundo. Introduziu a noção de classes hierárquicas (genus), mas não aplicou a sua própria classificação.

5 Carolus Linnaeus L innaeus conscientemente baseou seu sistema de classificação e nomenclatura na sua compreensão de Aristóteles. A maior diferença entre Linnaeus e Aristóteles é que Linnaeus era um cristão e Aristóteles não era [...] Como um bom cristão, Linnaeus reservou a existência eterna para Deus. Para Linnaeus, as espécies não eram em nenhum sentido eternas. Os progenitores originais de todas as espécies haviam sido criados por Deus no Jardim do Éden e, conseqüentemente, todas as espécies extinguir-se-iam na Segunda Vinda (Hull, 1988, p. 84).

6 Carolus Linnaeus

7

8 Darwin A evolução põe a diversidade biológica em outra perspectiva: 1- A variação não é mais ruído, produto da imperfeição da manifestação real da idéia. 2- A diversidade é produto de um processo histórico. 3- A evolução, com seu jeito de “árvore genealógica” é naturalmente hierárquica.

9 Darwin “The natural system is founded on descent with modification, from the first dawn of life, all organic beings are found to resemble each other in descending degrees, so that they can be classed in groups under groups’’ (1859, p. 411).” A genus consists of several species, ‘‘and the genera are included in, or subordinate to, sub- families, families, and orders, all united into one class’’ (1859, p. 413). ‘‘The characters which naturalists consider as showing true affinity between any two or more species, are those which have been inherited from a common parent, and in so far, all true classification is genealogical’’ (1859, p. 420).

10 Darwin ‘‘that the arrangement of the groups within each class, in due subordination and relation to the other groups, must be strictly genealogical in order to be natural; but that the amount of difference in the several branches or groups [...] may differ greatly [...]; and this is expressed by the forms being ranked under different genera, families, sections, or orders.”

11 Caracteres O sistemata tem a sua disposição os atributos aferíveis das espécies. Para inferir a filogenia de um grupo de espécies esses atributos devem preencher dois pré-requisitos: 1- Serem herdáveis e variáveis entre as linhagens em consideração. 2- Referirem-se a estruturas homólogas em todas as linhagens sob consideração.

12 Homologia (primária) Através de informações auxiliares como a topologia e ontogenia, estruturas são hipotetizadas como homólogas em várias espécies, isto é, presentes no ancestral comum a todas elas.

13 Séries de transformação É o encadeamento do conjunto de estados de um caráter.

14 Apomorfias, Plesiomorfias e Homoplasias Apomorfias suportam grupos monofiléticos Plesiomorfias suportam grupos parafiléticos Homoplasias suportam grupos polifiléticos

15 Comparação com o grupo externo É o critério mais importante ao determinar a polaridade de uma série de transformação. Demanda sempre algum grau de conhecimento prévio a respeito da filogenia do grupo. Tetrapodes: Ausência de âmnio em anfíbios Presença de âmnio em répteis, aves e mamíferos Polarizado graças a ausência de âmnio em peixes

16 Gradistas George Gaylord Simpson ( ) Ernest Mayr ( )

17 Gradistas Levam em conta grupos parafiléticos sob o argumento de preservar, nas classificações, grupos que representem graus (grados) de desenvolvimento.

18 Feneticistas Deram grande importância ao desenvolvimento de algoritmos. Eram agnósticos em relação à possibilidade de inferir a história evolutiva dos seres vivos e por isso eram favoráveis a agrupamentos simples de reproduzir, baseados em semelhança geral.

19 Willi Hennig

20 Parcimônia Hennig não fez nenhuma proposta concreta a respeito de como agir em caso de conflito entre caracteres. De forma independente, Luca Cavalli- Sforza e Anthony Edwards em 1963 e Camin e Sokal em 1965 chegaram a parcimônia como critério para otimização de cladogramas em caso de conflito entre caracteres (homoplasia) William of Ockham ( ou 1348) “entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem”

21 Parcimônia Caminalcules: proximamente relacionados aos “Schmoos”

22 Inferindo uma filogenia Dimetrodon Dragão de KomodoFrango Crocodilo Homo sapiensSapo (Grupo externo)

23 Inferindo uma filogenia Caráter 1: Âmnio (0- Ausente, 1- Presente) Caráter 2: Crânio (0- Anapsida. 1- Synapsida, 2- Diapsida) Caráter 3:Articulação crânio-mandíbula (0-Quadrado-Articular, 1- Esquamosal-Dentário) Caráter 4: Presença de uma abertura entre os ossos da mandíbula ou mandibular fenestra (0- Ausente, 1- Presente)

24 Inferindo uma filogenia Caráter 1: 0 1 Caráter 2: Caráter 3: 0 1 Caráter 4: 0 1

25 Inferindo uma filogenia A árvore apresenta cinco passos. Note que nenhum caráter contradiz os demais. Mas, e se adicionarmos conflito à análise? Imagine um caráter 5: Temperatura do corpo (0- Pecilotérmico, 1- Endotérmico). Esse caráter suportaria o agrupamento de Homo com Galinha , 3 2

26 2 1 4, 2, , 3 2 Passos: Passos: 7 Inferindo uma filogenia

27 As moléculas como fonte de informação Vantagens: 1- Quantidade imensa de informação potencial (o genoma humano possui 3.1 bilhões de pares de base). 2- É a observação de atributos herdáveis com certeza (sem interferência do meio para a formação do fenótipo). 3- Alguns genes são compartilhados por espécies com pouquíssimas estruturas homólogas a se comparar (bactérias e humanos por exemplo).

28 Objetivo geral do curso Compreender as etapas de um trabalho utilizando dados moleculares para inferência filogenética...


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