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THE OPI Treinamento sobre o OPI da Excellent Global Com. Ltda.

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1 THE OPI Treinamento sobre o OPI da Excellent Global Com. Ltda.

2 “Se você não tem o controle do processo, então você não tem controle sobre o resultado.”

3 META

4 O que você precisa saber sobre o OPI. 1. O que é. 2. Como pode ser feito. 3. Que nível atribuir a um aluno. 4. Como explicar os níveis aos alunos. 5. Como

5 PLAN B

6 OPI RATER

7 TREINAMENTO

8 INFOGRAFICO O opi é uma CONVERSA que você tem com o aluno pra ver o nível de inglês dele. Não é um TESTE. Não existem perguntas certas no OPI, existem apenas áreas a serem exploradas. As perguntas devem ser as perguntas naturais que você faz quando conhece alguém pela primeira vez. Comece a conversa e tenha em mente o que você precisa verificar se a pessoa sabe ou não. Para alunos novice, se ele travar, apenas teste listas de vocabulários e coisas bem simples. Se ele se soltar um pouquinho teste o conhecimento dele nas áreas que dizem respeito a vida dele.

9 SAMPLE QUESTIONS What is your name? Where are you from? How many people in your family? What do you like to do in your free-time/What is your hobby? Who is your favorite singer/What is your favorite TV show, etc. Do you like/like to…? Have you ever…? “tell me about…” “tell me about your most embarrassing experience.” “which do you like better…?” “what do you think about…?”

10 Appendix: Sample question template for novice to intermediate (Warm-up) Hello. How are you? | | | | | What’s your name? | | | | | Where are you from? | | | | | How long does it take you to get to AU? | | | | | (Picture 1: Identifying Objects) Let’s begin. Look at this picture. What is this? (point to the computer, etc) | | | | | Where is the computer? | | | | | Can you use a computer? | | | | | (Picture 2: Time) Let’s look at the next picture. What time is it? (point to the clock) | | | | | What month is it? (point to the calendar) | | | | | What is your favorite season? | | | | | (Picture 3: Explaining) Let’s look at the next set of pictures. What is she doing? | | | | | Why does she hang up the phone? | | | | | (Picture 4: Describing People) Let’s look at the next picture. Who is the woman sitting on the floor? | | | | | What is Justin wearing? | | | | | Who is wearing glasses? | | | | | (Picture 5: Giving Directions) Let’s look at this map. What is on the corner of Manlow Street and 7 th street? | | | | | Please follow my directions. Start at the theater. Go two blocks down Manlow Street and turn right. It’s the second building from the corner. Where am I? | | | | | Wrap-up Do you like English? (No? That’s OK/Yes? Great) | | | | | Did you have a good Spring Break? What did you do? | | | | | Do you have any questions? | | | | | Good. That’s all. Thank you. Bye.

11 SOBRE ACTFL & O.P.I. O OPI (Oral Proficiency Interview) da ACTFL (American Council on the Teaching of Foreign Languages) é utilizado por todo o mundo em instituições acadêmicas, agências do governo, corporações privadas com o propósito de avaliar o nível de um candidado em lingua estrangeira. Ele é reconhecido pelo governo norte americano ( ACE).

12 HISTÓRICO Foi baseado no The Interagency Language Roundtable (ILR), surgiu dentro do governo norte americano. ACTFL provê a visão, liderança e suporte no aprendizado de idiomas, treinamento e testes para Departamentos federais e estaduais do governo.

13 Description of the Oral Proficiency Interview: Ferramenta para avaliar proficiência em lingua estrangeira. THE ORAL PROFICIENCY INTERVIEW O QUE É UMA ENTREVISTA DE PROFICIÊNCIA ORAL? O ACTFL Oral Proficiency Interview (OPI) é um procedimento padronizado para avaliação global da habilidade funcional da fala, ou proficiência oral. É um instrumento padronizado visto que, para assegurar a confiança em avaliar diferentes amostras de discursos, um procedimento fixo deve ser observado. É um procedimento de avaliação global, por que ele mede a produção da linguagem holisticamente pela determinação de formas de forças e fraquezas, estabelecendo um nível de habilidade funcional consistente ao falante tão bem como suas claras limitações nessa habilidade. Ele não mede aspectos discretos do uso da linguagem ou conhecimento sobre a língua. Existem quatro categorias para critério de avaliação: as tarefas globais ou funcionais realizadas com a língua; os contextos sociais e o conteúdo de áreas as quais a língua pode ser utilizada; as características precisas que definem quão bem o entrevistado executa as tarefas pertinentes àqueles contextos e conteúdos de áreas específicas; e os tipos de texto oral – de palavras individuais até discursos estendidos – produzidos. Nessa avaliação de habilidades funcionais da linguagem, é irrelevante ao entrevistador quando, onde, por que, e sob quais condições os entrevistados aprenderam a língua. O OPI não é um teste de avaliação das conquistas das aquisições de vários aspectos específicos de um curso e conteúdo de currículo. O OPI avalia a performance da linguagem em termos da habilidade de utilizar a linguagem de forma efetiva e apropriada em situações da vida real. O entrevistado não pode especificamente se preparar para o OPI. Entretanto, aos níveis mais baixos da escala de classificação (Novice e Intermediate), o OPI pode parecer com um teste de conquistas devido a quantidade muito limitada de material aprendido pelo entrevistado.

14 Níveis e Sub Níveis de proficiência Novice (0 - 1) Intermediate (1 - 2) Advanced (2 - 3) Superior (3 - 4) Sub-levels: LOW – num “pau bravo” MID – todos os aspectos do nível, talvez uma “pontinha” do nivel posterior. HIGH – muitas das funções do próximo nível, mas nao sustentável.

15 Entendendo os níveis e sub níveis do OPI

16 NOVICE Não consegue criar com o idioma. Lista de vocabulários. Itens do dia-a-dia. Grupos de objetos. Cores, dias da semana, meses do ano. etc. Fala por frases decoradas. Contexto informal. Palavras discretas e frases Muito difícil de entender. Não fala, ou pausa constantemente procurando palavras. Com exceção de material memorizado, controle mínimo sobre até mesmo as mais comuns estruturas. Tentativas de participar em uma conversão sem sucesso. Incapaz de adaptar o material memorizado para expressar-se. Sotaque muito forte. Limitado a elementos comuns do dia-a-dia. Somente material memorizado.

17 LOW – MID - HIGH

18 INTERMEDIATE Cria com idioma. Pergunta e responde perguntas simples. Consegue realizar descrições simples. Consegue falar sobre si, dar direções, realizar compras, obter serviços Consegue falar sobre si e família. Situações comuns do dia-a-dia, hobbies, atividades costumeiras. Fala sobre o que é mais comum ao seu dia-a-dia.Contexto informal. Frases discretas e grupos de frases discretas. Pode ser entendido com alguma repetição com pessoas acostumadas a conversarem com não-nativos. Para com freqüência buscando palavras, não há presença de conjunções ou coesão entre as frases. Controle parcial das construções mais comuns. Consegue comunicar-se de forma não consegue substituir palavras desconhecidas por outra. Influência forte Limitado a itens léxicos, pessoais, freqüentes, concretos. Habilidade para uso de frases sociais mais comuns.

19 LOW – MID - HIGH

20 ADVANCED Consegue descrever, narrar, passado - presente - futuro. Consegue descrever pessoas, lugares e sentimentos. Fala sobre assuntos atuais, compara, sumariza, instrui. Trabalho e escola. Assuntos de interesse público atuais. Consegue falar sobre fatos concretos. Substitui por outra, quando não sabe uma palavra. Contexto informal na maioria das vezes e fala algumas vezes em contexto formal. Fala em parágrafos. Pode ser entendido com dificuldade por pessoas não acostumadas a falar com não-nativos. Busca ocasionalmente palavras ou a melhor forma de dizer algo. Usa conjunções e continuidade nas frases. Fala em parágrafos. Bom controle sobre as construções mais freqüentes e algumas construções mais complexas. Usa vários métodos para conseguir expressar-se. Influência do idioma nativo é provável. Bom controle do vocabulário geral mais comum. Apresentação de registros culturais e gírias.

21 LOW – MID - HIGH

22 SUPERIOR Consegue discutir extensivamente fundamentando sua opinião, abstraindo, analisando hipóteses. Persuade. Consegue realizar discursos de improviso. Propõe e defende um plano de ação. Consegue falar sobre assuntos e eventos que afetam a sociedade como um todo. Consegue abstrair. Fala sobre assuntos impessoais. Fala sobre uma grande quantidade de tópicos e alguns campos de seu interesse e especialidade. Fala sobre assuntos concretos e abstratos e assuntos que não lhe são familiares. Fala em discurso. Erros virtualmente nunca interferem com a comunicação ou perturbam o nativo. Flui naturalmente, não há presença de pausas para buscar palavras ou a maneira de dizer algo. Utiliza-se da retórica e sutilezas. Ênfase em discurso padrões de organização conecta os parágrafos em discurso extenso. Ocasionalmente verifica-se diferença entre o padrão nativo de falar. Ótimo controle até mesmo das mais complexas construções. Confiante no uso de vários métodos e formas para transmitir seus pensamentos. Alguma influência detectável. Vocabulário amplo possibilitando a utilização de outros vocabulários, com refinamento em áreas específicas em áreas de interesse e especialização. Usa ditados, gírias, expressões, referências culturais.

23 SUPERIOR - DISTINGUISHED

24

25 CADA COMENTÁRIO ANTERIOR DIZ RESPEITO AOS SEGUINTES ASPECTOS: Global Tasks & Functions Content Grammar Fluency Accuracy Text Type Context Sociolinguistic Competence Pronunciation Vocabulary Pragmatic Competence

26 Proficiency Levels with Text Types 5 LEVELFUNCTION/TASKSCONTEXT/TOPICSTEXT TYPES All expected of an educated NS All subjects Books Tailor language, counsel, motivate, persuade, negotiate Wide range of professional needs Chapters Support opinions, hypothesize, explain, deal with unfamiliar topics Practical, abstract, special interests Narrate, describe, give directions Concrete, real- world, factual Paragraphs Pages Q & A, create with the languageEveryday survival Sentences Memorized, rehearsed language Random Words/phrases

27 Tasks, content, and text length increase as one moves up the proficiency scale.

28 COMO FAZER O OPI

29 PPS ORALS Test Structure –Proficient Level (Intermediate Low)

30 PPS ORALS Test Structure –Distinguished Level (Intermediate High)

31

32 Pesquisa sobre o desenvolvimento de alunos em um segundo idioma ( Espanhol) – Metodologia Linear. Proficiency Levels by Years (Spanish - High School students) 1 year of study 2 years of study 3 years of study 4 years of study

33 O que cientistas acreditam atualmente sobre o que mais influencia no aprendizado de um idioma.

34 International Research on Learning English G. Bonnet, et al. The Assessment of Pupils’ skills in English in Eight European Countries: European Network of Policy makers for the Evaluation of Education Systems, – Students from those nations where there is more contact with (and more time spent using) English have higher levels of competence in English. – In a language-rich environment, time spent using the language is more important than the teaching methods used in the classroom.

35 International Research on Learning French John B. Carroll, The Teaching of French in Eight Countries (International Studies in Evaluation V) John Wiley & Sons, New York, – “… the primary factor in the attainment of proficiency in French (and presumably, any foreign language) is the amount of instructional time provided.” [Page 276]

36

37 ILR Proficiency Level Summary 5 LEVELFUNCTION/TASKSCONTEXT/TOPICSACCURACY All expected of an educated NS All subjects Accepted as an educated NS Tailor language, counsel, motivate, persuade, negotiate Wide range of professional needs Extensive, precise, and appropriate Support opinions, hypothesize, explain, deal with unfamiliar topics Practical, abstract, special interests Narrate, describe, give directions Concrete, real- world, factual Intelligible even if not used to dealing with non-NS Errors never interfere with communication & rarely disturb Ask and answer questions, create with the language Everyday survival Intelligible with effort or practice MemorizedRandom Unintelligible

38 Average Instructional Time for 80 percent of DLI Students to Reach Level 2 Category I (Romance and Scandinavian languages) – 25 weeks – 750 classroom hours Category II (Germanic and Asian languages) – 32 weeks – 960 classroom hours

39 Average Instructional Time for 80 percent of DLI Students to Reach Level 2 Category III (Slavic and some Asian languages.) – 47 weeks – 1,410 classroom hours Category IV (Arabic, Chinese, Japanese, and Korean) – 75 weeks (Current length is 63 weeks) – 2,250 classroom hours (Currently 1,890 hours)

40 Two Major Student Variables Aptitude: The amount of time needed to learn a language. Motivation: The amount of time a learner is willing to spend learning the language.

41 Impact of Aptitude and Motivation on Student Learning Motivation LowHigh Aptitude High Average resultsExceptional results Low Below average results Average results

42 Seven Major “Implications” 1.Complexity of Language 2.Relative Language Difficulty 3.Time on Task 4.Student Characteristics 5.Curriculum Content 6.Types of Instruction 7.Assessment Tools

43 5. Curriculum Content The adequacy of a curriculum must be judged against some external criteria. For a curriculum with a proficiency orientation, one would consider the … – Communication tasks included. – Topical domains “covered.” – “Text types” of the language samples.

44 Proficiency Levels with Text Types 5 LEVELFUNCTION/TASKSCONTEXT/TOPICSTEXT TYPES All expected of an educated NS All subjects Books Tailor language, counsel, motivate, persuade, negotiate Wide range of professional needs Chapters Support opinions, hypothesize, explain, deal with unfamiliar topics Practical, abstract, special interests Narrate, describe, give directions Concrete, real- world, factual Paragraphs Pages Q & A, create with the languageEveryday survival Sentences Memorized, rehearsed language Random Words/phrases

45 Qualificação e Nível do Professor

46 Professional Teachers’ Abilities Apprentice teachers – Know what to teach. Journeyman teachers – Know what to teach and how to teach. Master teachers – Know what to teach, when to teach what, how to teach, and why. – Also know what they don’t know and are continuously learning.

47 EXTRA MILE

48 Manual Oficial do Treinamento APPENDIX CHAPTER 1 CHAPTER 2 CHAPTER 3 CHAPTER 4 CHAPTER 5 CHAPTER 6 CHAPTER 7 FOREWORD

49 A Common Model Used by Apprentice Teachers The real language Textbook Teaching Test Analysts list high frequency language tasks. Textbook writers include the most important items in a textbook. Teachers present the textbook. Students demonstrate their mastery of sample items drawn from the textbook

50 The Education Model Used by Master Teachers Real-world Instructional Domains: cognitive understanding, psychomotor skills, and affective insights. Language Needs Assessments define the Real- world Instructional Domains. Course developers sample from the real-world domain areas to create a textbook. Teachers adapt text materials to learners’ abilities, diagnose learning difficulties, adjust activities and add supplemental materials to help students apply new knowledge and skills first in constrained achievement and performance areas, and then in real-world settings. Textbook Teacher Students Test Students practice, expand, and then demonstrate their unrehearsed extemporaneous abilities across a broad range of real- world settings that are not in the textbook. Test developers use a sample of the real-world domain areas to create proficiency tests that are independent of the textbook. 1. 2a b.

51 "Effective communication and successful negotiations with a foreign partner--whether with a partner in peacekeeping, a strategic economic partner, a political adversary, or a non-English speaking contact in a critical law enforcement action --requires strong comprehension of the underlying cultural values and belief structures that are part of the life experience of the foreign partner." Dr. Dan Davidson, President of the American Councils on International Education ( Special Spring 2010 Issue of Foreign Language Annals on Study Abroad)

52 PPS ORALS Checklist Con’t. What students should know and be able to do at the Intermediate Low (Proficient) level

53 PPS ORALS Checklist Con’t What students should know and be able to do to be at the Intermediate Mid (Proficient Plus) level

54 PPS ORALS Checklist Con’t What students should know and be able to do to be at the Intermediate High (Distinguished) level

55 Common Language Assessments OPI – ACTFL - Oral Proficiency Interview SOPA – CAL - Simulated Oral Proficiency Assessment NOELLA- CASLS/AVANT - National Online Early Learning Language Assessment COPI – CAL - Computerized Oral Proficiency Interview SOPI – CAL - Simulated Oral Proficiency Interview STAMP – CASLS/AVANT - Standards-based Measurement of Proficiency AP – College Board - Advanced Placement Exams

56 References ACTFL site (2009:1) Oral Proficiency Interview (OPI) Testing for Proficiency. Retrieved on August 26, 2009 ACTFL site (2009:2) Oral Proficiency Interview (OPI) ACTFL Oral Proficiency Interview by Computer (OPIc). Retrieved on August 26, 2009 from ACTFL site (2009:3) Language Assessment Graphic (Appendix B) Retrieved on August 26, 2009 Breiner-Sanders, K. E., Lowe, Jr., P., Miles, J., & Swender, E. (2000). ACTFL proficiency guidelines – Speaking revised Foreign Language Annals, 33(1), Jones, E. E., & Gerard, H. B. (1967). Foundations of social psychology. New York: John Wiley & Sons. Lantolf, J. P. & Frawley, W. (1988). Proficiency: Understanding the construct. Studies in Second Language Acquisition, 10(2), O'Connell, M.E. and Norwood J.L., editors (2007) National Research Council International Education and Foreign Languages: Keys to Securing America's Future, pp.360, 361. Retrieved on August 28, 2009 from Omar, Alwiya S. (2009) STARTALK Professional Development Course for Swahili Instructors: Theory and Practice. PowerPoint presentation. Retrieved on August 26, from Swain, M. (1984). Large-scale communicative language testing. In S. J. Savignon, & M. S. Berns (Eds.), Initiatives in communicative language teaching. Reading, MA: Addison- Wesley. van Lier, L. (1989). Reeling, writhing, drawling, stretching, and fainting in coils: Oral proficiency interviews as conversation. TESOL Quarterly, 23(3), Volmer (1981) Not Available Wesche, M. B. (1983). Communicative testing in a second language. The Modern Language Journal, 67, Yoffee, L. (1997). An overview of ACTFL proficiency interviews: A test of speaking ability. JALT Testing & Evaluation SIG September Newsletter. Retrieved on August 25, 2009


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