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{.  André continuava cooperando no grupo de Alexandre e participando de uma reunião onde Euclides que acompanhava a mediúnica diziam que a equipe pedia.

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2  André continuava cooperando no grupo de Alexandre e participando de uma reunião onde Euclides que acompanhava a mediúnica diziam que a equipe pedia que Dionísio Fernandes fosse trazido que tinha sido companheiro deles e queriam noticias, pois a família estava inconsolável. Eles gostariam de atender este pedido.  Otávia a Medium poderia recebe-lo. Alexandre diz que não se opõe, porém não acredita que a equipe esteja preparada para o integral aproveitamento da experiência. 16 Incorporação____________________________________________ Sobra neles o raciocínio e falta o sentimento e compreensão. Colocam a pesquisa muito acima do entendimento. Além do que Dionísio esta a pouco tempo na esfera, somemos a intranquilidade da família com pouca fé, a diferença de vibrações da nova esfera, sua emoção, talvez seja prematuro.

3  Euclides advogando o pedido veemente insistiu dizendo que existem irmãos esforçados no grupo que muito devemos e ficaríamos felizes de demonstrar nosso reconhecimento.  Alexandre diz: já que você insiste eu mesmo cuidarei de traze-lo pessoalmente. Diga que vamos amanhã.  Alexandre explica que precisarão de uma proteção especial a Dionísio. Atingimos a instituição de socorro a que Dionísio se recolhera, em plena região inferior, não muito distante da crosta. 16 Incorporação____________________________________________ André indaga Alexandre quanto ao procedimento e ele explica que normal, apenas necessitarão proteger, com especial carinho o centro da linguagem na zona motora, fazendo refletir nosso auxílio magnético sobre todos os músculos da fala, localizando ao longo da boca, da garganta, laringe, tórax e abdômen. Quanto a parte moral Alexandre elucidou as dificuldades para difundir nos corações terrenos os valores da consolação legítima, em virtude das exigências descabidas da pesquisa intelectual.

4  La chegando encontramos o irmão Dionísio: – Dionísio – falou-lhe Alexandre, bondoso, apos a saudac ̧ a ̃ o usual –, lembra-se do nosso grupo de estudos espiritualistas?  – Como na ̃ o? e com que saudades!  – Nossos amigos do circulo pedem a sua presença, pelo menos por alguns minutos – prosseguiu o mentor, gentil e deliberei conduzi-lo ate la, para que você fale, não somente a eles, mas também aos familiares.  – Que ventura! – exclamou Dionísio, quase chorando de contentamento.  Lembre-se que usará um aparelho neuromuscular que não lhe pertence o de Otávia. Alexandre porém o adverte quanto as dificuldades e exigências dos encarnados. Dionísio menciona que isso já aconteceu com ele que muitas vezes julgando Otávia de com ele que muitas vezes julgando Otávia demistificação. 16 Incorporação____________________________________________ Vale a pena lembrarmos que muitas vezes não estamos preparados para compreender nossos próprios pedidos.

5  Nesta parte da casa – explicou-nos o guia acolhedor – nossa irmã Otavia costuma fazer meditac ̧ o ̃ es e preces. A atmosfera reinante, aqui, e, por isso, confortadora, leve e balsa ̂ mica.  A idosa senhora encontrava-se na cozinha e achei-a um pouco pálida.  – Otavia e uma excelente colaboradora de nossos servic ̧ os es- pirituais, mas, pela forc ̧ a das provas necessarias a ̀ redenc ̧ a ̃ o, per- manece unida a um homem ignorante e quase cruel.  A casa esta em harmonia mais quando ele chega faz se acompanhar de perigosos elementos das zonas mais baixas. 16 Incorporação____________________________________________ -Alexandre ponderou: pois bem agora é sua vez, se antes era tão fácil duvidar dos outros, desculpe a fraqueza dos seus irmãos encarnados. Concentre-se e peça a luz divina em suas orações. No dia seguinte voltamos para busca-lo e o levamos horas antes a casa de Otavia onde Euclides os esperava. São 4 horas, a reunia ̃ o terá inicio a ̀ s 8 ; todavia, entre dezoito e dezenove horas, estarei aqui de regresso, a fim de acompanha-los ao nosso nucleo de servic ̧ o.

6 16 Incorporação____________________________________________ Permite que a consorte nos ajude, em vista da insiste ̂ ncia de parentes consangu ̈ ineos dele, dedicados a ̀ nossa causa e que, influenciados por nos, na ̃ o lhe permitem afasta- la. A tarefa, porem, na ̃ o e muito facil, porque, se Otavia e docil aos Espiritos do Bem, o esposo e obediente aos cultivadores do mal. Basta, a ̀ s vezes, trac ̧ armos um programa construtivo com a colaborac ̧ a ̃ o dela, para que Leonardo, cedendo aos portadores da treva, nos perturbe a ac ̧ a ̃ o, criando-nos graves dificuldades. Leonardo amanheceu hoje mais nervoso que de costume, embebedou-se pouco antes do almoc ̧ o, insultou a companheira humilde e chegaram mesmo a infligir-lhe tormentos fisicos. Assustada, a bondosa senhora sofreu tremendo choque nervoso que lhe atingiu o figado, encontrando- se, no momento, sob forte perturbac ̧ a ̃ o gastrintestinal. Usamos a assiste ̂ ncia, magnetica de competentes enfermeiros espirituais, para levantar-lhe o padra ̃ o das energias, e só por isto e que na ̃ o tombou acamada, embora se encontre bastante enfraquecida, apesar de todos os socorros.

7  Procurava dispor-se ao concurso mediunico eficiente, tentando isolar a mente das contrariedades de natureza material. O companheiro que preparava o trabalho recomen- dou ao amigo desencarnado falasse a Dona Otavia, com todas as suas energias mentais, organizando o ambiente favoravel para o servic ̧ o da noite.  16 Incorporação____________________________________________ – Como sabe, a harmonia não é realização que se improvise, e se nós, os desencarnados devotados ao bem, estamos em luta frequente pela nossa iluminação íntima, os médiuns são criaturas humanas, suscetíveis às vicissitudes e aos desequilíbrios da esfera carnal. – na ̃ o teremos alguem que a substitua? – Todos os servic ̧ os exigem preparo e treinamento. – Na ̃ o supo ̃ e que ela deveria ser feliz para ser mais util? – Quem sabe? – A mediunidade ativa e missionaria na ̃ o e incompativel com o bem-estar. Penetramos o aposento em sua companhia. Euclides acomo- dou Dionisio ao lado dela e, enquanto a medium se concentrava em orac ̧ a ̃ o, o dedicado amigo aplicava-lhe passes magneticos, fortalecendo-a.

8 16 Incorporação____________________________________________ E agora indaguei a Euclides? Solicitei que uma tia de Leonardo interceda. Ouvimos palmas a porta e Leonardo foi abrir, era a velha senhora acompanhada de uma entidade amiga que nos cumprimentou. Dionísio começou a falar-lhe de suas necessidades espirituais, comentando a esperança de fazer-se sentir, junto da família terrena e dos antigos colegas de aprendizado espiritualista, notando eu que a médium lhe registrava a presença e a linguagem, em forma de figuração e lembrança, aparentemente imaginárias, na esfera do pensamento. Tudo ia bem e na ̃ o me cansava de admirar aquele inesperado servic ̧ o de preparac ̧ a ̃ o mediunica, quando aconteceu alguma coisa muito grave. O dono da casa chegava, de volta, quebrando, de modo violento, a tranquildade das vibrac ̧ o ̃ es em que nos mergulhavamos. Vociferando, logo, obrigou a esposa a levantar-se, de subito. Dona Otávia serviu o jantar, fazendo prodígios no campo da paciência evangélica. Finda a refeição muito simples, a que compareceu o esposo junto de dois filhos maiores, a nobre senhora falou ao marido em particular: – Leonardo, como você sabe, irei hoje à reunião, saindo antes das oito. – Quê? – exclamou o interlocutor, encharcado de vinho, você hoje não vai sair.

9  Na ̃ o lhe impec ̧ a agora o servic ̧ o divino. Poderia insurgir-me contra você, induzindo-a a resistir, mas prefiro avisa-lo de que a sua atuac ̧ a ̃ o contra o bem na ̃ o ficara impune.  – Otavia poderá ir, quando quiser, desde que seja em sua companhia.  Elas se põe a caminho e chega Alexandre para acompanha-los. Percebe seu estado frágil, mas permanece otimista. 16 Incorporação____________________________________________ Profundamentesurpreendido, em face de tantos trabalhos para a organização de pequeno serviço consolador. - vim ate aqui para irmos juntas disse Georgina. Profundamente surpreendido, em face de tantos trabalhos para a organização de pequeno serviço consolador. - vim ate aqui para irmos juntas disse Georgina. - Georgina, hoje na ̃ o posso... Leonardo esta indisposto e pretende recolher-se mais cedo. – Meu filho, que você se regale em prazeres e adie a sua realizac ̧ a ̃ o espiritual, por imprevide ̂ ncia e má vontade, eu na ̃ o posso impedir; mas advirto-o, quanto aos deveres de sua mulher em nosso nucleo de iluminac ̧ a ̃ o, pedindo-lhe na ̃ o se interponha entre ela e os designios superiores. Otavia e uma esposa exemplar, tem tolerado suas impertine ̂ ncias a vida inteira e já entregou ao seu espirito de pai dois filhos maiores, rigorosamente educados na intelige ̂ ncia e no corac ̧ a ̃ o.

10 16 Incorporação____________________________________________ Chegamos ao Centro e como sempre, os trabalhadores de nosso plano eram numero- sissimos, nos multiplos trabalhos de assiste ̂ ncia, preparac ̧ a ̃ o e vigila ̂ ncia. Enquanto alguns amigos ansiosos e a familia do comu- nicante, constituida de esposa e filhos, aguardavam a palavra de Dionisio. A reunião iniciou com o serviço da prece. Mais uma vez, contemplava, admirado, o feno ̂ meno luminoso da epifise. Otávia foi cuidadosamente afastada do veículo físico, em sentido parcial, aproximando-se Dionísio, que também parcialmente começou a utilizar-se das possibilidades dela. Otávia mantinha-se a reduzida distância, mas com poderes para retomar o corpo a qualquer momento num impulso próprio, guardando relativa consciência do que estava ocorrendo, enquanto que Dionísio conseguia falar, de si mesmo, mobilizando, no entanto, potências que lhe não pertenciam e que deveria usar, cuidadosa- mente, sob o controle direto da proprietária legítima e com a vigilância afetuosa de amigos e benfeitores, que lhe fiscalizavam a expressão com o olhar, de modo a mantê-lo em boa posição de equilíbrio emotivo.

11 16 Incorporação____________________________________________ Falava o comunicante sob forte emotividade, mas Alexandre e Euclides, ocupando-se respectivamente dele e da intermediaria, fiscalizavam-lhe as atitudes e palavras, para que se manifestasse ta ̃ o somente nos assuntos necessarios a ̀ edificac ̧ a ̃ o de todos, responsabilizando-o por todas as imagens mentais nocivas que a sua palavra criasse no cerebro e no corac ̧ a ̃ o dos ouvintes. O comunicante portou-se, em todos os pontos da mensagem falada, com admiravel dignidade espiritual. Depois de falar quase quarenta minutos, dirigindo-se a ̀ família e aos colegas de luta humana, Dionisio despediu-se, repetindo tocante orac ̧ a ̃ o de agradecimento que Alexandre lhe ditou, comovido. A pequena congregação de encarnados não recebeu a dádiva como seria de desejar. Interrompida a concentração mental com o encerramento, iniciaram-se as apreciações, verificando-se que quatro quintos dos assistentes não aceitavam a veracidade da manifestação. Somente a esposa de Dionísio e alguns raros ami- gos sentiram-lhe, efetivamente, a palavra viva e vibrante.

12 16 Incorporação____________________________________________ Os próprios filhos internaram-se pela região da dúvida e da negativa. – Impossivel. Na ̃ o pode ser meu pai. Se fosse ele o comunicante, teria naturalmente comentado nossa dificil situac ̧ a ̃ o em familia. No grupo em palestra, formado num dos recantos da sala, comec ̧ ou a insinuac ̧ a ̃ o maledicente. Apenas a viuva e mais tre ̂ s irma ̃ os de ideal se mantinham juntos da medium, incentivando-lhe o espirito de servic ̧ o, atraves de palavras e pensamentos de compreensa ̃ o e alegria. – Não podemos aceitar a pretensa incorporação de Dionísio. Otávia conhece todos os pormenores de sua vida passada, permanece quase que diariamente em contacto com a família, e o Espír to comunicante não revelou particularidade alguma, pela qual pudesse ser identificado. – O problema da mediunidade e questa ̃ o muito grave na Dou- trina; o animismo e uma erva daninha em toda a parte. Nosso interca ̂ mbio com o plano invisivel esta repleto de lamentaveis enganos. – Considera, porem, o senhor que Dona Otavia seria capaz de enganar-nos? – Na ̃ o, conscientemente – tornou o cientificista com um sorriso superior.

13 16 Incorporação____________________________________________ A maioria dos mediuns e vitima dos proprios desvairamentos emotivos. As personalidades comunicantes, em sentido comum, representam criac ̧ o ̃ es mentais dos sensitivos. Tenho estudado pacientemente o assunto para na ̃ o cair, como acontece a muita gente, em concluso ̃ es fantasticas. Ha que fugir do ridiculo, meus amigos. Continuando a sorrir, sarcastico, acentuava, triunfante: – As emerso ̃ es do subconsciente nas hipnoses profundas conseguem desnortear os mais valentes indagadores. – Na ̃ o acredito na veracidade da manifestac ̧ a ̃ o – afirmava, em voz baixa, uma senhora relativamente moc ̧ a, dirigindo-se ao marido e a ̀ s amigas. – Afinal de contas, a comunicac ̧ a ̃ o primou pela banalidade... Nada de novo. Para mim, as palavras de Otavia procedem dela mesma. André-Nunca experimentei tanta decepc ̧ a ̃ o como nesses instantes em que examinava o processo de incorporac ̧ a ̃ o mediunica. Ninguem ponderava as dificuldades com que Euclides, fora defrontado para trazer a ̀ casa o conforto daquela noite. Ninguem ponderava a luta que da propria medium, interessada em servir com amor na causa do bem. Os companheiros encarnados sentiam-se absolutamente credores de tudo.

14 16 Incorporação____________________________________________ Os benfeitores espirituais, na apreciac ̧ a ̃ o dos presentes, na ̃ o passariam de meros servidores dos seus caprichos, a voltarem do Alem-Tumulo ta ̃ o somente para atender- lhes ao gosto de novidades. Com rarissimas excec ̧ o ̃ es, ninguem pensou em consolo, em edificac ̧ a ̃ o, em aproveitamento da experie ̂ ncia obtida. Ao inves do agradecimento, da observac ̧ a ̃ o edificante, cultivava-se a desconfianc ̧ a e a maledice ̂ ncia. Alexandre percebeu que Euclides acompanhava a cena com justificado desapontamento, agravado pelas adverte ̂ ncias da vespera e recomendou seu afastamento. – Na ̃ o se admire, André. Nossos irma ̃ os encarnados padecem complicadas limitac ̧ o ̃ es. A maioria tem o cerebro hipertrofiado e o corac ̧ a ̃ o reduzido. Mas o trabalho e uma concessa ̃ o do Senhor e devemos confiar na Provide ̂ ncia do Pai, trabalhando sempre para o melhor. – Vamo-nos. Ao nos afastarmos, rente a ̀ porta um cavalheiro dizia ao diretor dos servic ̧ os: – Todos nos temos o direito de duvidar. Alexandre – Quase todas as pessoas terrestres, que se valem de nossa cooperac ̧ a ̃ o, se sentem no direito de duvidar. E muito raro surgir um companheiro que se sinta com o dever de ajudar.

15 Após a reunião uma senhora aproximou-se de Alexandre e o cumprimentou. Tratava-se da mãe de Marinho que apesar de todo seu esforço continuava prisioneiro do poderes sombrios. Esperançada com sua possível renovação vejo pedir sua ajuda. – Uma nova doutrinac ̧ a ̃ o? – interrogou o mentor, solicito. – Sim – Nota em Marinho sinais evidentes de transformac ̧ a ̃ o interior? – Nota em Marinho sinais evidentes de transformac ̧ a ̃ o interior? Ela respondeu num gesto afirmativo. -Observo-lhe as disposic ̧ o ̃ es algo modificadas. Sente inexprimivel tedio na posic ̧ a ̃ o de desequilibrio. Ela respondeu num gesto afirmativo. -Observo-lhe as disposic ̧ o ̃ es algo modificadas. Sente inexprimivel tedio na posic ̧ a ̃ o de desequilibrio. – Quem sabe terá chegado para ele o divino instante da luz intima? 17 Doutrinação____________________________________________ – Oh! Alexandre, conto com o seu apoio decisivo! Me julgo culpada, ate certo ponto, e confesso-lhe, que me sinto cansada, em profunda exausta ̃ o espiritual!. – Compreendo-a – exclamou o interlocutor comovido. Estarei presente cooperando. André André – Porque a doutrinac ̧ a ̃ o em ambiente dos encarnados? – indaguei. – Semelhante medida e uma imposic ̧ a ̃ o no trabalho desse teor?

16 André – porquê da justiça acorrentar corações maternais a filhos impenintentes? A dedicada mãe pede pelo seu filho que foi sacerdote. Os desvios das almas que receberam tarefas religiosa são sempre mais graves. Alexandre explica que há renunciações sublimes, em nosso plano, dentro das quais companheiros existem que se sacrificam pelos outros; mas, no processo sob nossa observação, a nossa amiga tem a sua percentagem de culpa. Na qualidade de mãe, ela quis forçar as tendências do filho jovem. 17 Doutrinação_________________________________________________________________ Na ̃ o e um recurso imprescindível. Temos variados agrupamentos de servidores do nosso plano, dedicados exclusivamente a esse ge ̂ nero de auxilio. Em determinados casos, porem, a cooperac ̧ a ̃ o do magnetismo humano pode influir mais intensamente, em beneficio dos necessitados que se encontrem cativos das zonas de sensac ̧ a ̃ o, na crosta do Mundo. Neste caso valemo-nos de médiuns e doutrinadores humanos para proporcionar ensinamentos vivos ao companheiros envolvidos na carne, despertando-lhes o coração para a espiritualidade. – Ajudando as entidades em desequilibrio, ajudara ̃ o a si mesmos; doutrinando, acabara ̃ o igualmente doutrinados.

17 Alexandre comenta sobre as consequências dos desvios daqueles que receberam tarefas de natureza religiosa. São sempre as mais graves. Requisitam as honrarias humanas e erguem basílicas suntuosas, olvidando o templo vivo do próprio espírito; tentando subornar o poder celeste pela grandeza material das oferendas. 17 Doutrinação____________________________________________ Quase todas as escolas religiosas falam do inferno de penas angustiosas e horríveis, onde os condenados experimentam torturas eternas. São raras, todavia, as que ensinam a verdade da queda consciencial dentro de nós mesmos, esclarecendo que o plano infernal e a expressão diabólica encontram início na esfera interior de nossas próprias almas.

18 Os que caem por ignorância aceitam com alegria a retificação. Os que se precipitam no desequilibrio, atendendo à sugestão do orgulho, experimentam grande dificuldade para ambientar a corrigenda em si mesmos. Precisam edificar maior patrimo ̂ nio de humildade, antes de levarem a efeito a restaurac ̧ a ̃ o imprescindivel. André - Se o erro é do sacerdote por que o sacrificio da mãe? Na qualidade de ma ̃ e, ela quis forçar as tende ̂ ncias do filho jovem. Em verdade, ele renascera para uma tarefa elevada no campo da filosofia espiritualista; contudo, de modo algum se encontrava preparado para o posto de condutor das almas. 17 Doutrinação____________________________________________ A genitora, entretanto, obrigou-o a aceitar o ingresso no seminario, violentando-lhe o ideal e, indiretamente, colaborou para que o seu orgulho fosse demasiadamente acentuado. Interpretando suas tende ̂ ncias para a filosofia edificante, a ̀ conta de vocac ̧ a ̃ o sacerdotal, impo ̂ s-lhe o habito dos Jesuitas, que ele deslustrou com a vaidade excessiva.

19 André – Mas se o filho foi conduzido a situac ̧ a ̃ o dificil, para a qual na ̃ o se encontrava convenientemente preparado, será ta ̃ o grande a culpa dele? – A genitora errou pela imprevide ̂ ncia, ele faliu pelos abusos criminosos, em oportunidade de servic ̧ o sagrado. Por isso mesmo, a carinhosa ma ̃ e esta efetuando a retificac ̧ a ̃ o amorosa de um erro, enquanto o filho infeliz expiara faltas graves. Na noite seguinte fomos com a genitora e Necésio que fora igualmente padre e mantinha- se em padrão vibratório acessível à percepção dos amigos de ordem inferior. 17 Doutrinação_________________________________________________________________ Marinho não nos veria,apenas o ex colega, que receberia nossas sugestões por intermédio do novo colaborador. Seguimos a uma antiga igreja. Se estivesse ainda na carne, o quadro sob meu olhar me despertasse terriveis pavor. Enchia-se o templo de inumeras entidades dos planos inferiores congregavam-se ali, cultivando, alem da morte, as mesmas ideias de menor esforc ̧ o no campo da edificac ̧ a ̃ o religiosa.

20 17 Doutrinação____________________________________________ Alguns Sacerdotes, em vestes negras, permaneciam igualmente ao pé dos altares, enquanto um deles, que parecia exercer func ̧ o ̃ es de chefia, comentava, de um pulpito, o poder da igreja exclusivista a que pertenciam, expondo com extrema sutileza novas teorias sobre o ceu e a bem- aventuranc ̧ a. Alexandre – Na ̃ o estranhe. Os desesperados e preguic ̧ osos tambem se reunem, depois da transic ̧ a ̃ o da morte fisica. Como acontece a ̀ s congregac ̧ o ̃ es de criaturas rebeldes, na Crosta Planetaria, os mais inteligentes e sagazes assumem a direc ̧ a ̃ o. André indignado comenta: como podem ser tão ignorantes e ainda se entregarem a prática do mal? Alexandre - Muitos males sa ̃ o praticados por estes infelizes por ação maléfica inconscientemente. Alexandre responde que na própria Humanidade encarnada você encontrará idênticos fenômenos. decorridos mais de mil anos sobre os ensinamentos do Cristo, com a visa ̃ o ampla dos sacrificios do Mestre e de seus continuadores, cientes da lic ̧ a ̃ o da Manjedoura e da Cruz, investidos na posse dos tesouros....

21 Evangelicos, abalanc ̧ aram-se os homens a ̀ s chamadas guerras santas, exterminando-se uns aos outros, em nome de Jesus, instituiram tribunais da Inquisic ̧ a ̃ o, cheios de suplicios, onde pessoas de todas as condic ̧ o ̃ es sociais foram atormentadas, aos milhares, em nome da caridade de Nosso Senhor. Como você verifica, a ignora ̂ ncia e antiga e a simples mudanc ̧ a de indumentaria que a morte fisica impo ̃ e na ̃ o modifica o intimo das almas. Na ̃ o temos “ceus automaticos”, temos realidades. 17 Doutrinação____________________________________________ André – Mas, como vivem essas criaturas desventuradas? Obedecem a organizac ̧ o ̃ es que lhes sejam proprias? Possuem sistemas especiais? A maioria aqui são desencarnados em situação de parasitismo. Pesam naturalmente na economia psiquica das pessoas a ̀ s quais se reunem e na atmosfera dos lares que as acolhem.

22 Derepente o companheiro que nos acompanhava fez um sinal apra Alexandre e com a genitora fomos ao seu encontro. Ele localizara Marinho. Estava em um recanto em meditação. A mãe aproximou-se e afagou sua fronte. Ele sentiu Uma vaga alegria. Marinho avistou nosso companheiro e ele perguntou – você foi Padre? Necésio disse sim. -Pertence aos submissos ou lutadores ? com ironia. Dava a entender que submissos eram os colegas cultivadores da humildade evangêlica e lutadores aqueles que, não encontrando a realidade espiritual, segundo as falsas promessas se achavam entregues a revolta e desesperação. Necésio – Pertenc ̧ o ao grupo da boa vontade 17 Doutrinação____________________________________________ O Instrutor auxiliando Necésio, localizou Marinho dentro do círculo magnético, onde, com surpresa, verifiquei a presen- ça de vários desencarnados sofredores, trazidos por outros pequenos grupos de amigos espirituais e que, por sua vez, aguardavam a oportunidade de doutrinação. Sentindo, agora, o ambiente em que se achava, Marinho quis recuar, mas não pôde. A fronteira vibratória estabelecida pelos nossos colaboradores e a reduzida distância da mesa de fraternidade impediam-lhe a fuga.

23 – Isto e um logro! – clamou, revoltado. – Sossegue! – respondeu-lhe Necesio,– você conquistara grande alivio. Espere! Poderá desabafar suas magoas e ouvir a palavra compassiva de um orientador crista ̃ o, ainda encarnado. E em seguida, quem sabe? Talvez possa ver algum ente querido que se encontre em zonas mais altas, a ̀ espera de seu fortalecimento e iluminac ̧ a ̃ o Doutrinação___________________________________________ – Na ̃ o quero! Na ̃ o quero! – bradava o infeliz. Necésio– Poderá adivinhar a procede ̂ ncia do socorro de hoje? Conseguira lembrar-se de quem me enviou ao seu encontro? O sacerdote desencarnado fixou nele os olhos tomados de expressa ̃ o terrivel. Necésio– Sua ma ̃ e ! Marinho escondeu o rosto nas mãos e prorrompeu em pranto angustioso. Esta situação nos remete a analisarmos que sentamos na reunião mediunica erecebemos os desencarnados para o acolhimento. Porém antes os organizadores foram buscar um a um em situações parecidas com as de Marinho. Isso nos ilucida a importância do nosso preparo com nossa parte para Uma colaboração efetiva no atendimento fraterno.

24 17 Doutrinação____________________________________________ Otavia recebia recursos magneticos para a execução de sua tarefa de incorporação. Dai a minutos, providenciava-se a incorporac ̧ a ̃ o de Marinho, que tomou a intermediaria sob forte excitac ̧ a ̃ o. Otavia, provisori- amente desligada dos veiculos fisicos, mantinha-se agora algo confusa, em vista de encontrar-se envolvida em fluidos desequilibrados, na ̃ o mostrando a mesma lucidez que lhe observaramos anteriormente; todavia, a assiste ̂ ncia que recebia dos amigos de nosso plano era muito maior. Vejamos aqui como nosso trabalho como médiuns realiza-se nas duas dimensões. Um instrutor de elevada condic ̧ a ̃ o hierarquica substituiu Alexandre junto da medium, passando o meu orientador a inspirar diretamente o colaborador encarnado, que dirigia a reunia ̃ o. Enquanto isto ocorria, vários ajudantes de serviço recolhiam as forças mentais emitidas pelos irmãos presentes, inclusive as que fluíam abundantemente do organismo mediúnico, o que, embora não fosse novidade, me surpreendeu pelas características diferentes com que o trabalho era levado a efeito.

25 17 Doutrinação_________________________________________________________________ Na ̃ o pude conter-me - – Esse material – explicou-me ele, bondosamente – representa vigorosos recursos plasticos para que os benfeitores de nossa esfera se fac ̧ am visiveis aos irma ̃ os perturbados e aflitos ou para que materializem provisoriamente certas imagens ou quadros, indispensaveis ao reavivamento da emotividade e da confianc ̧ a nas almas infelizes. Com os raios e energias, de variada expressa ̃ o, emitida pelo homem encarnado, podemos formar certos servic ̧ os de importa ̂ ncia para todos aqueles que se encontrem presos ao padra ̃ o vibratorio do homem comum, na ̃ o obstante permanecerem distantes do corpo fisico. Compreendi a elucidac ̧ a ̃ o, reconhecendo que, se e possivel efetuar uma sessa ̃ o de materializac ̧ a ̃ o para os companheiros en- carnados, noutro sentido a mesma tarefa poderia ser levada a efeito para os irma ̃ os desencarnados, de condic ̧ a ̃ o inferior. Fixei na palestra de Marinho, incorporado em Otavia, e o doutrinador humano, orientado intuitivamente por Alexandre. Marinho demonstrava desespero e rebeldia, e o doutrinador falava do evangelho com serenidade.

26 A certa altura da doutrinac ̧ a ̃ o, percebi que Alexandre chamava a si um dos diversos cooperadores que manipulavam os fluidos e forc ̧ as recolhidas na sala e recomendou-lhe que ajudasse a genitora de Marinho a tornar-se visivel para ele. Alexandre, abandonando por momentos o seu posto junto ao doutrinador, aplicou passes magneticos na regia ̃ o visual do comunicante, compreendendo, enta ̃ o, que ali se encontravam em jogo interessantes principios de cooperac ̧ a ̃ o. Doutrinador agindo por intuição diz: Observe em volta de si. Reconhece quem se encontra ao seu lado? -Minha mãe gritou alarmado. Mãe - Porque na ̃ o se render ao amor de Nosso Pai Celeste, meu filho? Atenda-me! Na ̃ o se revolte mais! Humilhe-se diante da verdade! Na ̃ o me fac ̧ a sofrer por mais tempo!... – Perdoe-me, filho querido, se noutra epoca induzi o seu corac ̧ a ̃ o a ̀ responsabilidade eclesiastica, modificando o curso de suas tende ̂ ncias. Suas lutas de agora me atingem a alma angustiada. Seja forte, Marinho, e ajude-me! Desvencilhe-se dos maus companheiros! Na ̃ o vale rebelar-se. Nunca fugiremos a ̀ lei do Eterno! Onde você estiver, a voz divina se fara ouvir no imo da consciência. O sacerdote recordou instintivamente os amigos, tocado de profundo receio, sentia medo de regressar ao convivio dos colegas endurecidos no mal. 17 Doutrinação_________________________________________________________________

27 – Oh! Minha ma ̃ e, posso acompanha-la para sempre? – Por enquanto, na ̃ o, meu filho! Poderá você distanciar-se do desequilibrio, neste momento, quebrar todos os elos que o prendem a ̀ s zonas inferiores, abandonando-as de vez; entretanto, ha que transformar sua condic ̧ a ̃ o vibratoria, atraves da renovac ̧ a ̃ o intima para o bem, mediante a qual e possivel nossa reunia ̃ o em breve, no Lar Divino. Na ̃ o tenha receio, porem. Providenciaremos todos os recursos necessarios a ̀ sua vida nova, desde que você modifique sinceramente os propositos espirituais. De ̂ -nos a boa vontade fiel e Jesus nos auxiliara, quanto ao resto! Após despedir-se da mãezinha abnegada, que voltou à nossa companhia, o sacerdote conversou ainda, por alguns minutos, com o dirigente encarnado da reunião, surpreendendo-o com a mudança brusca. Fora obtido, de fato, uma dadiva do Senhor. A dedicac ̧ a ̃ o maternal produzira salutares efeitos naquele corac ̧ a ̃ o exasperado e desiludido.

28 17 Doutrinação_________________________________________________________________ Marinho na ̃ o poderia ser arrebatado das sombras para a luz somente em virtude da amorosa cooperac ̧ a ̃ o de nosso plano, mas recebeu nosso auxilio fraterno e utilizaria os elementos novos para colocar-se a caminho da Vida Mais Alta. Outros grupos, procedentes de outras regio ̃ es, traziam seus tu- telados para a doutrinac ̧ a ̃ o, de acordo com o programa de servic ̧ o estabelecido previamente. Foram quatro as entidades que receberam os beneficios diretos dessa natureza, atraves de Otavia e outro medium. Em todos o magnetismo foi empregado em larga escala. Em todos os servic ̧ os, o material plastico recolhido das emanac ̧ o ̃ es dos colaboradores encarnados satisfez eficientemente. Na ̃ o era mobilizado apenas pelos amigos de mais nobre condic ̧ a ̃ o, que necessitavam fazer-se visiveis aos comunicantes; era empregado tambem na fabricac ̧ a ̃ o momenta ̂ nea de quadros transitorios e de ideias- formas, que agiam beneficamente sobre o a ̂ nimo dos infelizes.

29 Grupo de Alexandre se reunia periodicamente para atender casos de obsessão. Para reduzir a heterogeneidade vibratoria do ambiente a direção da casa tinha que limitar o número de participantes. André : todo obsidiado é um médium? Médiuns, todos o somos, em vista de sermos intermediários do bem ou portadores do mal. O obsidiado, porém, acima de médium de energias perturbadas, é quase sempre um enfermo, representando uma legião de doentes invisíveis ao olhar humano. 18 Obsessão_________________________________________________________________ Obsediado e obsessor são duas almas a chegarem de muito longe, extremamente ligadas nas perturbações que lhes são peculiares. Observamos que alguns companheiros levianos prometiam a melhora aos enfermos e Alexandre já observará que dos 5 a serem tratados na reunião seguinte somente 1 jovem revela possibilidades de melhora. Ela esta buscando lutar contra as investidas de entidades malignas, através da prece, do autodomínio e não está esperando o milagre da cura sem esforço. A diferença é que ela empregando as próprias energias entrará ainda que vagorosamente em contato com a nossa corrente auxiliadora, os demais continuarão abandonando a luta.

30 Comparecemos a reunião de socorro aos bsediados. Reuniam-se dois mediuns, seis experimentados na pratica de problemas espirituais e os cinco obsidiados em tratamento. Uma senhora, a jovem, um cavalheiro maduro e dois irmãos. As entidades que rodeavam os doentes compareciam em grande número. Nenhum os registravam devido o baixo padrão vibratorio. Trocavam impressões entre si com terríveis projetos de ataque e vingança. Dois amigos chegaram e os obsessores os olharam com receio. Eram nossos interpretes junto as entidades. Em virtude da condição deles podem ser percebidos por eles e manter comunicação conosco. 18 Obsessão_________________________________________________________________ Um dos obsessores, evidentemente cruel, falou em tom discreto a um dos companheiros. – Esta ̃ o chegando os pregadores. Oxalá na ̃ o nos venham com maiores exige ̂ ncias. – Na ̃ o sei o que desejam estes ministros – respondeu o interlocutor, algo iro ̂ nico, porque, afinal de contas, conselho e agua da ̃ o-se a quem pede. – Parece-me que convidaram os da mesa a cansar- nos ate ao esquecimento de nossos propositos de fazer justic ̧ a pelas proprias ma ̃ os. As doutrinações com os auxiliares desencarnados iniciaram e as reclamações de vinganças eram unanimes.

31 18 Obsessão_________________________________________________________________ Em torno da senhora entidades agressivas ocupava-lhe o organismo desde o crânio até os pés impondo-lhe tremendas reac ̧ o ̃ es em todos os centros de energia celular. Fios tenuissimos, mas vigorosos, uniam-nos ambos e, ao passo que o obsessor nos apresentava um quadro psicologico de sata ̂ nica lucidez, a desventurada mulher mostrava aos colaboradores encarnados a imagem oposta, revelando angu tia e inconscie ̂ ncia. Ela gritava – salve-me dos demonios. Ela apresentava um caso de possessão desde a infância. Os amigos avisaram que que a reunião no plano fisico começaria. Observei que as emissões magneticas abundates que os participantes emitiam. Apenas a jovem conseguia aproveitar nosso auxilio 100%. Como tudo fazia para se recuperar conseguia envolver-se na corrente de nossas vibrações fraternas. Recuperar a normalidade organica absoluta, embora temporária. A jovem emitia vigoroso fluxo de energias mentais, expelindo todas as ideias dos desventurados obsessores haviam depositado., quando o enfermo esta interessado na própria cura podemos prever triunfos.

32 O doutrinador encarnado, companheiro de grande e bela sinceridade, era o centro de um quadro singular. Seu tórax convertera-se num foco irradiante, e cada palavra que lhe saía dos lábios semelhava-se a um jato de luz. Para ensinar com êxito, não basta conhecer as matérias do aprendizado e ministrá-las. Antes de tudo, é preciso sentí-las e viver-lhes a substancialidade no coração. O homem que apregoa o bem deve praticá-lo, se não deseja que as suas palavras sejam carregadas pelo vento, como simples eco dum tambor vazio. 18 Obsessão_________________________________________________________________ A autoridade do doutrinador está na sua condição moral. Suas palavras eram, com efeito, de uma simplicidade encantadora, mas a substância sentimental de cada uma assombrava pela sublimidade, elevação e beleza. O companheiro que ensina a virtude, vivendo-lhe as grandezas em si mesmo, tem o verbo carregado de magnetismo positivo, estabelecendo edificac ̧ o ̃ es espirituais nas almas que o ouvem. Sem essa caracteristica, a doutrinac ̧ a ̃ o, quase sempre, e vá. Reparando- me a estupefação, Alexandre veio em meu socorro, esclarecendo: Reparando- me a estupefação, Alexandre veio em meu socorro, esclarecendo: Normalmente os obsediados padecem de lastimável cegueira com relação a à própria enfermidade. O Obsediado fixa em afastar o obsessor, porém suas algemas seculares forjadas nos compromissos anteriores não se rompem assim. Como separar seres que se agarram uns aos outros.

33 André Luiz questiona se perante os distúrbios fisiológicos que verificou nos enfermos psíquicos, deveria também considerá-los como doentes do corpo. Alexandre responde que sim, o desequilíbrio da mente pode determinar a perturbação geral das células orgânicas. É por este motivo que as obsessões, quase sempre, se acompanham de característicos muito dolorosos, desde o cerebro ate os nervos lombares e sacros, demonstrando completa desorganizac ̧ a ̃ o do centro da sensibilidade, alem de lastimavel relaxamento das fibras motoras glândulas em geral. 18 Obsessão_________________________________________________________________ – Repare que na ̃ o temos o milagre das transformac ̧ o ̃ es repentinas, nem a promoc ̧ a ̃ o imediata aos planos mais elevados, dos que se demoram no campo inferior. A tarefa e de sementeira, de cuidado, persiste ̂ ncia e vigila ̂ ncia. Na ̃ o se quebram grilho ̃ es de muitos seculos num instante, nem se edifica uma cidade num dia. E indispensavel desgastar as algemas do mal, com perseveranc ̧ a, e praticar o bem, com a ̂ nimo evangelico. A reunião estava encerrando a cadeia magnetica de defesa se interrompia. O Afastamento dos obsessores ou sua conversão em amigos ansiosos em reparar o mal praticado, por vezes conseguem com ajuda a restauração orgânica dos obsediados., no entanto na maioria dos casos, as vitimas não mais restabelecem o equilibrio do corpo. O Afastamento dos obsessores ou sua conversão em amigos ansiosos em reparar o mal praticado, por vezes conseguem com ajuda a restauração orgânica dos obsediados., no entanto na maioria dos casos, as vitimas não mais restabelecem o equilibrio do corpo. A saúde fica imcompleta até o supulcro? André fica espantado. Sim, pois o perseguidor pode revelar modificações, mas talvez a suposta vitima não esteja convertida.

34 BOA NOITE BOA NOITE


Carregar ppt "{.  André continuava cooperando no grupo de Alexandre e participando de uma reunião onde Euclides que acompanhava a mediúnica diziam que a equipe pedia."

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