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CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

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Apresentação em tema: "CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA"— Transcrição da apresentação:

1 CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

2 1. A Fé em si mesma – O Credo. 2. Fé Celebrada – Os Sacramentos. 3
1. A Fé em si mesma – O Credo. 2. Fé Celebrada – Os Sacramentos. 3. Fé Vivenciada – Os Mandamentos. 4. Fé Rezada – O Pai Nosso.

3 INTRODUÇÃO

4 I - A pessoa existe para conhecer e amar a Deus
Há um chamado, uma convocação para a unidade. Unidade da família, da Igreja. Chamados à filiação divina. Cristo enviou os apóstolos com um mandato: “Ide...” (Mt 28, 19-20). Os apóstolos foram com plena liberdade.

5 II - A CATEQUESE É A TRANSMISSÃO DA FÉ: É EDUCAÇÃO DA FÉ
Suscita a fé e busca as razões do crer. Leva às experiências de vida cristã e às celebrações dos sacramentos. Provoca a integração na comunidade eclesial e o testemunho apostólico e missionário.

6 III - As fontes da catequese
A Sagrada Escritura. Os Santos Padres. A Liturgia. O Magistério da Igreja.

7 IV - As bases da catequese
Profissão de fé batismal - O Credo - A Revelação - Os Dons. Os Sacramentos da fé - A vida de fé - Os Mandamentos - A Salvação - A Liturgia. A Oração do crente - O Pai Nosso - O fim último.

8 PARTE I A PROFISSÃO DE FÉ

9 Deus se revela ao homem gradativamente com ações e palavras.
01. A REVELAÇÃO DE DEUS Deus se revela ao homem gradativamente com ações e palavras. Ele se manifestou pessoalmente aos nossos primeiros pais. Fez com Noé uma aliança eterna. Escolheu Abraão e fez com ele uma aliança. Formou seu povo e revelou-lhe sua lei através de Moisés.

10 Pelos profetas Deus preparou o seu povo para que acolhesse a Salvação.
01. A REVELAÇÃO DE DEUS Pelos profetas Deus preparou o seu povo para que acolhesse a Salvação. Enviando o seu Filho confirmou a Aliança para sempre.

11 02. A TRANSMISSÃO DA REVELAÇÃO
Os apóstolos pregaram e escreveram o que receberam. A Sagrada Escritura e a Tradição se tornaram depósito da fé. A Igreja perpetua e testemunha o que crê. O povo acolhe o dom da Salvação com o auxílio do Magistério.

12 03. A SAGRADA ESCRITURA É a Palavra de Deus inspirada (DV 24).
A Sagrada Escritura é um único livro, que fala de Cristo, é Cristo. Deus é o autor, agindo nos autores humanos. Ela ensina sem erro a verdade salvífica (DV 11).

13 A Igreja recebe e venera como inspirados 46 livros do AT e 27 no NT.
03. A SAGRADA ESCRITURA O que vem do Espírito tem que ser entendido a partir Dele. Interpretação (Orígenes). A Igreja recebe e venera como inspirados 46 livros do AT e 27 no NT. Os quatro Evangelhos ocupam lugar central.

14 03. A SAGRADA ESCRITURA A unidade da bíblia vem da unidade do Projeto de Deus. O AT prepara o NT. O NT cumpre o AT. A Igreja sempre venerou as divinas escrituras como ao Corpo do Senhor.

15 A fé é necessária para a salvação (Mc 16, 16).
Fé é adesão pessoal da pessoa a Deus que se revela. Adesão da inteligência e da vontade. Crer tem dupla referência: à pessoa e à verdade. Fé é um dom sobrenatural, ação do Espírito Santo.

16 É ato humano consciente e livre.
04. A FÉ É ato humano consciente e livre. É ato eclesial. Ninguém tem a Deus por Pai não tendo a Igreja por mãe. A Igreja gera, sustenta e alimenta a nossa fé. Cremos em tudo que está na Palavra revelada.

17 Se Deus não é único, não é Deus (Dt 6,4; Mc 12,29).
05. FÉ EM DEUS ÚNICO Se Deus não é único, não é Deus (Dt 6,4; Mc 12,29). A fé em Deus leva-nos a crer só Nele, sem substituí-lo. Deus é mistério - inefável - mesmo se revelando. “Se o compreendesse, ele não seria Deus” (Sto. Agostinho). Deus se revela como “Aquele que é”, cheio de Amor (Ex 34,6; 3,14).

18 06. DEUS É TRINO O mistério da Trindade é o centro da fé e da vida cristã. Deus se revela como Pai, Filho e Espírito Santo. Na encarnação do Filho, Deus é Pai eterno. O Filho é consubstancial. O Espírito é com Eles o mesmo Deus único (Jo 15,26).

19 06. DEUS É TRINO O Espírito procede do Pai e de sua doação ao Filho (Sto. Agostinho). Pelo batismo - na Trindade - compartilhamos da Santíssima Trindade. A fé católica: crer na Trindade e a Trindade na unidade.

20 07. DEUS TODO PODEROSO O justo confessa esta realidade (Jó 42,2). A SE confessa que nada é impossível a Deus (Gn 18,14; Lc 1,37; Mt 19,26).

21 08. DEUS É CRIADOR O Pai, o Filho e o Espírito Santo são o princípio indivisível da criação. Só Deus criou o universo livremente. Nenhuma criatura tem este poder de “criar”. Deus criou o mundo para manifestar a sua glória.

22 08. DEUS É CRIADOR As criaturas existem para participar da glória de Deus. A Divina Providência conduz com sabedoria tudo para o fim último.

23 09. O PECADO O pecado é a morte da pessoa (Sb 1,13; 2,24).
Satanás é o anjo decaído, que recusou servir a Deus. Ele tenta associar o homem à sua revolta contra Deus. Na sua liberdade o homem cai (GS 13,1). Adão perdeu a santidade e justiça originais.

24 09. O PECADO Adão e Eva transmitiram a natureza humana ferida.
É a privação chamada de “pecado original”. Com isto a natureza humana está enfraquecida. A graça supera o pecado (Rm 5,20), mas Cristo libertou o mundo (GS 2,2).

25 10. JESUS CRISTO Jesus = Deus que salva (Mt 1,21; At 4,12).
Cristo = Ungido, Messias (At 10,38; Lc 7,19; Jo 1,41; 4,25). Filho de Deus = relação com o Pai (Jo 1, ; 3,16.18; At 8,37; I Jo 2,23). Senhor = soberania divina (I Cor 12,3).

26 11. ENCARNAÇÃO Deus escolhe Maria, “a cheia de graça” (SC 103).
Maria, “a Mãe de Deus”, sendo Mãe do Filho Eterno de Deus. Maria é a “Serva do Senhor” (Lc 1,38). Ela cooperou para a salvação humana com livre fé (LG 56).

27 11. ENCARNAÇÃO Maria pronunciou o seu “fiat” representando toda a natureza humana. Por sua obediência tornou-se a nova Eva, Mãe dos viventes.

28 12. A VIDA DE CRISTO Foi um contínuo ensinamento (CT 9).
Os discípulos de Cristo devem conformar-se com Ele (Gl 4,19). Somos inseridos no mistério de sua vida (LG 7). Em Nazaré Jesus nos dá o exemplo de santidade de vida. Ele se apresenta como “Servo” consagrado pelo “batismo”.

29 12. A VIDA DE CRISTO Na tentação do deserto Ele triunfa sobre Satanás.
Cristo inaugura o Reino de Deus na terra. A Igreja é o germe e o começo deste Reino. Cristo, cabeça da Igreja, manifesta a esperança da glória (Cl 1,27). Sua entrada em Jerusalém manifesta a vinda do Reino.

30 13. JESUS E SUA PAIXÃO Ele não veio abolir a lei, mas dar a ela sentido (Mt 5,17-19; Jo 8,45). Ele revela o sentido da lei (Mt 5,33; Hb 9,15). Venera o templo e anuncia a sua destruição. Ele se apresenta como Deus (Jo 5,16-18; 10,33; 1,14).

31 14. MORTE NA CRUZ Cristo morreu por nossos pecados (I Cor 15,3).
Foi um ato de amor por nós (Jo 4,10; II Cor 5,19). Foi uma doação livre (Lc 22,19). Ele veio resgatar as pessoas, amando-as até o fim (Mt 20,28; Jo 13,1). Foi ato de obediência até à cruz (Fl 2,8). Jesus realizou uma missão expiadora (Is 53,10-12; Rm 5,19).

32 15. JESUS FOI SEPULTADO Desceu à mansão dos mortos vencendo (Hb 2,14). Desceu à morada dos mortos, abrindo as portas do céu (Mt 12,24; Rm 10,7; Ef 4,9).

33 16. RESSURREIÇÃO Fato atestado historicamente pelos discípulos.
Encontraram o sepulcro vazio e os panos no chão. Ele é o primogênito dentre os mortos (Cl 1,18). É o princípio da nossa ressurreição (Rm 6,4; 8,11).

34 17. ASCENSÃO É a entrada definitiva da humanidade de Cristo no céu (At 1,11). Jesus nos precede no Reino glorioso do Pai. Vivemos na esperança. Ele intercede por nós e nos garante o Espírito Santo.

35 18. JULGAMENTO Cristo reina através da Igreja, mas virá para o julgamento final. Na glória Ele realizará o triunfo definitivo do bem sobre o mal. É a idéia do trigo e do joio que crescem juntos. Ele vai retribuir a cada um segundo as suas obras.

36 19. O ESPÍRITO SANTO Deus envia o seu Filho e o Espírito Santo. Pelo Espírito Santo vem o Emanuel (Mt 1,23). O Filho de Deus é consagrado Cristo (Messias) pela unção do Espírito Santo na encarnação. Da glória Cristo e Senhor derrama o Espírito Santo sobre os Apóstolos e a Igreja. O Espírito Santo constrói, anima e santifica a Igreja.

37 20. A IGREJA Igreja = convocação = assembléia = Corpo de Cristo.
Ela é caminho e finalidade do desígnio de Deus (Ap 14,4). Ela é visível e espiritual, sociedade hierárquica e Corpo Místico. É una e formada do elemento humano e do divino. É sacramento da salvação. É sinal e instrumento da comunhão de Deus e dos homens.

38 21. O QUE É A IGREJA Ela é Povo de Deus (I Pd 2,9). Caracteriza-se pela entrega de Cristo (Tt 2,14). Todos somos chamados a fazer parte do Povo de Deus (LG 13; AG 1). A Igreja é o Corpo de Cristo: unidade na diversidade. Cristo é a cabeça desse corpo.

39 21. O QUE É A IGREJA É a esposa de Cristo, que fez dela a mãe fecunda.
Ela é templo do Espírito Santo. O Espírito é a alma do Corpo Místico. A Igreja é o povo unido na unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

40 22. IGREJA UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA
Una: um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só corpo, um só Espírito, uma única esperança. Santa: Deus é seu autor; Cristo seu esposo; o Espírito Santo a santifica; imaculada, feita de maculados. Católica: anuncia a totalidade da fé; tem a plenitude dos meios de salvação; enviada a todos os povos.

41 22. IGREJA UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA
Apostólica: fundamenta-se sobre os doze Apóstolos (Ap 21,14). é indestrutível (Mt 16,18). A Igreja é mantida na verdade: Cristo a governa em Pedro e os Apóstolos. É orientada pelo Papa e o Colégio dos Apóstolos. Esta Igreja de Cristo subsiste na Igreja Católica

42 23. HIERARQUIA, LEIGOS E VIDA CONSAGRADA
Por instituição divina existem na Igreja: Ministros sagrados, leigos e outra categoria, os religiosos. Jesus escolhe e envia os Apóstolos para agirem em seu nome. Pedro é o fundamento visível da Igreja, a cabeça do Colégio Apostólico.

43 23. HIERARQUIA, LEIGOS E VIDA CONSAGRADA
O papa tem poder supremo, pleno, imediato e universal na cura de alma. Os bispos sucedem os apóstolos e são princípio visível da unidade. Os presbíteros e diáconos são seus colaboradores.

44 23. HIERARQUIA, LEIGOS E VIDA CONSAGRADA
Os bispos têm o ofício de ensinar, celebrar e dirigir a Igreja. Os leigos, presentes no mundo, devem ser fermento (AA 2). Participam do sacerdócio de Cristo com missão profética (GS 43,4).

45 23. HIERARQUIA, LEIGOS E VIDA CONSAGRADA
A vida consagrada é estado de vida estável reconhecido pela Igreja. Marcas essenciais: pobreza, castidade e obediência. É vida dedicada a todo bem da Igreja.

46 24. COMUNHÃO DOS SANTOS A Igreja é comunhão dos santos - “coisas santas” (LG 3). Comunhão das “pessoas santas” em Cristo que morreu por todos. Comunhão de todos: peregrinos, padecentes e triunfantes.

47 25. MARIA Com o “faça-se” Maria coopera com o mistério da salvação. Ela foi elevada, assunta ao céu e participa da glória do Filho. No céu ela continua mãe de todos nós.

48 26. PERDÃO DOS PECADOS Cristo confiou aos apóstolos o poder de perdoar (Jo 20, 19ss). O batismo é o primeiro sacramento do perdão. A Igreja tem o poder do perdão no sacramento da penitência. No perdão, sacerdotes e sacramentos são meros instrumentos. É Cristo quem perdoa.

49 27. O CREDO Cremos em Deus que é o criador da carne.
Cremos no verbo feito carne para redimir a carne. Cremos na ressurreição da carne, na consumação da criação e redenção da carne. Na morte a alma se separa do corpo. Na ressurreição, vai ressuscitar a pessoa total.

50 27. O CREDO No túmulo vai um corpo corruptível, que ressuscita incorruptível (I Cor 15, 42ss). A morte é conseqüência do pecado original (GS 18). A morte de Cristo trouxe possibilidade de salvação.

51 28. CRER NA VIDA ETERNA Após a morte há um juízo particular feito por Cristo. Haverá um juízo definitivo, unindo alma e corpo. A morte eterna, chamada de inferno, é a separação eterna de Deus.

52 28. CRER NA VIDA ETERNA Deus quer que todos sejam salvos (I Tm 2,4). Para Deus tudo é possível (Mt 10,26). No fim os santos serão “tudo em todos” (I Cor 15,28).

53 PARTE II A CELEBRAÇÃO DO MISTÉRIO CRISTÃO

54 29. A LITURGIA DA IGREJA Na Liturgia Deus Pai é bendito e adorado.
A obra de Cristo é sacramental no Espírito Santo. A Igreja é sinal e instrumento, antecipando a liturgia do céu.

55 30. OS SACRAMENTOS São sinais eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja. Os seus frutos dependem da disposição de quem os recebe. São celebrados pela comunidade sacerdotal: batismal e ministerial. Eles fortalecem e exprimem a fé, com frutos pessoais e eclesiais.

56 31. A CELEBRAÇÃO LITÚRGICA
Ela é a obra de Cristo inteiro, cabeça e corpo, celebrada por Ele no céu e pelos batizados na terra. Comporta sinais e símbolos: luz, água, fogo, lavar, ungir, partir o pão, ritos. A Palavra de Deus é que dá o sentido da celebração. O canto e a música lhe dão beleza.

57 31. A CELEBRAÇÃO LITÚRGICA
A imagem no templo desperta e alimenta a nossa fé no Cristo-Mistério. A celebração do domingo é a mais importante:

58 31. A CELEBRAÇÃO LITÚRGICA
Dia da ressurreição; da assembléia litúrgica; da família cristã; da alegria e do descaso. Celebrar o dia dos Santos é estar unido à Liturgia Celeste. A Liturgia das Horas nos unem a Cristo.

59 31. A CELEBRAÇÃO LITÚRGICA
Pela graça os cristãos se tornam templos do Espírito Santo. Os templos (igrejas) são a imagem da cidade santa, a Jerusalém celeste.

60 33. SACRAMENTO DO BATISMO São de plena iniciação cristã: o batismo, a crisma e a eucaristia (Mt 28, 19-20). O batismo é nascimento e necessário para a salvação. O rito essencial é mergulhar ou derramar água na cabeça do batizando e as palavras. Frutos: remissão do pecado original, nascimento, incorporação e faz participante da Igreja.

61 33. SACRAMENTO DO BATISMO Ele imprime caráter e não pode ser reiterado. Os que morrem pela fé e os de desejo, sem batismo, se salvam. É administrado a crianças porque a graça não supõe mérito humano.

62 33. SACRAMENTO DO BATISMO Crianças mortas sem batismo são confiadas à misericórdia de Deus. Em caso de morte qualquer pessoa pode batizar, sendo intencionada.

63 34. CONFIRMAÇÃO Fonte bíblica (At 8,14-17; 19, 2.6). Aperfeiçoa a graça batismal; dá o Espírito Santo; incorpora-nos mais a Cristo. Torna mais sólida nossa vinculação com a Igreja; associa-nos mais à missão.

64 34. CONFIRMAÇÃO Ajuda-nos a dar testemunho da fé.
A crisma imprime caráter e pode ser recebida uma só vez. É administrada pelo bispo.

65 Ainda, estar preparado para assumir as suas obrigações.
34. CONFIRMAÇÃO Para a recepção é necessária a idade da razão, estar em estado de graça e ter intenção de recebê-la. Ainda, estar preparado para assumir as suas obrigações. O rito: óleo na testa, imposição das mãos e palavras próprias: “Recebe o selo do dom do Esp. Santo". Com o batismo e a eucaristia, a crisma é sacramento de iniciação cristã.

66 35. EUCARISTIA Fonte bíblica (Jo 6, 51.54.56).
É o coração e o ápice da vida de Igreja. Estrutura: proclamação da Palavra de Deus; Consagração do pão e do vinho; participação no banquete. É memorial da Páscoa de Cristo: vida, morte e ressurreição. Cristo é a oferenda do sacrifício.

67 35. EUCARISTIA O presidente é o sacerdote validamente ordenado. Sinais essenciais: pão de trigo, vinho de uva e palavras. Na Consagração acontece a transubstanciação do pão e do vinho.

68 35. EUCARISTIA Para recebê-la é preciso estar em estado de graça. É sacramento dos vivos. Ela aumenta a união com Cristo; perdoa pecados veniais. Ainda, preserva dos pecados graves; e reforça a unidade da Igreja, Corpo Místico.

69 35. EUCARISTIA Toda vez que participamos da missa devemos comungar.
Preceito: comungar pelo menos uma vez por ano. A visita ao Santíssimo: é culto de adoração; é prova de gratidão; e é sinal de amor.

70 36. PENITÊNCIA Fonte bíblica (Jo 20, 22-23).
Perdoa pecados cometidos depois do batismo. Nomes: sacramento da conversão, da confissão, da penitência ou da reconciliação.

71 36. PENITÊNCIA Pecar: ferir a honra de Deus e seu amor; ferir a dignidade humana e a saúde espiritual própria e da Ig. Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado. Voltar à comunhão com Deus é movimento que nasce da graça. É necessária à misericórdia divina.

72 36. PENITÊNCIA Atos do penitente: Arrependimento, propósito e confissão. Somente o sacerdote perdoa em nome de Cristo. Efeitos espirituais: reconciliação com Deus e com a Igreja. Remissão de penas eternas e temporais. Outros efeitos: paz e serenidade de consciência, e acréscimos de forças espirituais. A confissão auricular é a forma ordinária da Igreja.

73 37. UNÇÃO DOS ENFERMOS Fonte bíblica (Tg 5,14-15).
Confere graça especial ao cristão enfermo ou na velhice. O tempo oportuno é no começo do perigo de morte. Pode ser recebida cada vez que o fiel cai doente. Os ministros são os padres e os bispos. Unge-se a fronte, as palmas das mãos e reza-se a oração.

74 37. UNÇÃO DOS ENFERMOS Efeitos: união do doente com a paixão de Cristo; reconforto; paz e coragem para enfrentar o sofrimento. Ainda, perdão dos pecados; restabelecimento da saúde se lhe convier. Prepara o doente também para a passagem à vida eterna.

75 37. UNÇÃO DOS ENFERMOS Efeitos: união do doente com a paixão de Cristo; reconforto; paz e coragem para enfrentar o sofrimto. Ainda, perdão dos pecados; restabelecimento da saúde se lhe convier. Prepara o doente também para a passagem à vida eterna.

76 38. ORDEM Fonte bíblica(II Tm 1, 6;I Tm 3,1;Tt 1,5).
Toda a Igreja é um povo sacerdotal; o batismo dá o sacerdócio comum dos fiéis. A ordem confere outra participação, a ministerial. Este difere daquele porque confere poder sagrado. Os três graus já estão na ordem. Sem o bispo, o padre e o diácono, não se pode falar de Igreja. O bispo é a autoridade visível da Igreja particular.

77 38. ORDEM O presbítero é cooperador do bispo. Forma o presbitério.
O diácono assume tarefas de serviço na Igreja. Ele recebe a ordem, mas não o ministério sacerdotal. O sinal é a imposição das mãos e a oração consecratória. Imprime caráter. É conferida só a homens, batizados e preparados. Na Ig latina supõe o celibato. Conferida pelo bispo.

78 39. MATRIMÔNIO Fonte bíblica (Ef 5, 21-33; Ap 14,7). É um pacto (GS 48 § 1). É a união de Cristo com a Igreja. Baseia-se no consentimento dos contraentes. Estabelece um estado público de vida na Igreja.

79 39. MATRIMÔNIO A celebração deve ser pública: celebrante e testemunhas. São essenciais: a unidade, a indissolubilidade e a fecundidade (GS 50 § 1).

80 40. SACRAMENTAIS São sinais sagrados instituídos pela Igreja. Entre eles estão as bênçãos. Destacam-se: a liturgia, a piedade popular, a religiosidade, os funerais etc.

81 PARTE III A VIDA EM CRISTO

82 41. VOCAÇÃO A vocação aparece na manifestação. Todos somos ordenados para Deus desde a concepção. A liberdade é na pessoa sinal da imagem de Deus. O homem é obrigado a seguir a lei moral. A lei moral ressoa na consciência. Quem crê em Cristo tem a vida nova no Espírito Santo.

83 42. AS BEM-AVENTURANÇAS Fonte bíblica (Mt 5, 3-12).
Elas respondem ao desejo de felicidade que Deus colocou no coração do homem. Elas nos chamam ao fim último: o Reino, a visão de Deus.

84 42. AS BEM-AVENTURANÇAS São dons gratuitos de Deus. Colocam-nos diante de escolhas decisivas. Purificam nosso coração para amarmos a Deus. Determinam os critérios de discernimento no uso dos bens.

85 43. A LIBERDADE DO HOMEM Fonte bíblica (Eclo 15,14).
Liberdade é poder de agir ou não. Caracteriza atos propriamente humanos. O agir deliberado passa a ser algo próprio. Podem influenciar na responsabilidade do ato: a ignorância, a violência, o medo.

86 43. A LIBERDADE DO HOMEM Também, outros fatores psíquicos e sociais. O direito à liberdade é inseparável da dignidade da pessoa. Não implica o direito de tudo dizer e fazer. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1.13).

87 44. A MORALIDADE DOS ATOS HUMANOS
São fontes da moralidade: o objeto, a intenção e as circunstâncias. O objeto especifica o ato do querer, que influencia na razão. O fim não justifica os meios. Não se pode justificar uma ação má com boa intenção (Sto. Tomás).

88 44. A MORALIDADE DOS ATOS HUMANOS
O ato moralmente bom supõe a bondade do objeto, da finalidade e das circunstâncias. Não é permitido fazer um mal para que dele resulte um bem.

89 45. AS PAIXÕES São as afeições ou sentimentos: amor, ódio, desejo, medo, alegria, tristeza, cólera. Neste movimento de sensibilidade não há bem ou mal moral. Existe bem ou mal moral quando depende da razão. As paixões podem ser virtudes ou vícios.

90 46. CONSCIÊNCIA MORAL É o sacrário da pessoa, onde ressoa a voz de Deus (GS, 17). É o julgamento da razão onde se conhece a qualidade moral de um ato. A consciência precisa ser bem formada para emitir julgamento correto. A Palavra de Deus é a base para a formação da consciência.

91 47. AS VIRTUDES São disposição habitual e firme de se fazer o bem.
São também disposições estáveis da inteligência e da vontade que regulam os atos. Virtudes cardeais: prudência, justiça, fortaleza e temperança.

92 47. AS VIRTUDES Virtudes morais: crescem pela educação, por atos deliberados, esforço e graça. Virtudes teologais: fé, esperança e caridade. Elas vivificam as virtudes morais. Dons: sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, ciência, temor de Deus e piedade (Is 11).

93 48. O PECADO Fonte bíblica (Rm 11,32).
É palavra, ato ou desejo contrários à lei divina. É uma ofensa. É contrário à obediência de Cristo e à razão. A sua raiz está no coração da pessoa.

94 48. O PECADO Ele destrói em nós a caridade. Provoca a morte eterna.
Mortal: é escolher sabendo e querendo coisa grave contrária à lei divina. Venial: é uma desordem moral reparável pela caridade. A sua repetição produz vícios.

95 49. A COMUNIDADE HUMANA É a semelhança com a união das pessoas divinas. A pessoa humana tem necessidade de vida social. A pessoa é o princípio, o sujeito e o fim das instituições sociais (GS 25 § 1).

96 49. A COMUNIDADE HUMANA A participação nas instituições sociais deve ser fomentada. Nada deve impedir a prática das virtudes. O pecado perverte o clima social, exigindo conversão à graça.

97 50. A PARTICIPAÇÃO NA VIDA SOCIAL
Toda autoridade vem de Deus (Rm 13,1). Toda comunidade humana necessita de autoridade. A comunidade política e a autoridade pública são humanas por vontade de Deus.

98 50. A PARTICIPAÇÃO NA VIDA SOCIAL
A legitimidade da autoridade depende da busca do bem comum. Elementos do bem comum: respeito, prosperidade e paz.

99 51. A JUSTIÇA SOCIAL A sociedade deve realizar a justiça social. Respeitar a pessoa humana como um “outro eu mesmo”. Supõe respeito aos direitos fundamentais da dignidade. A igualdade supõe dignidade pessoal sobre os direitos. As diferenças entre as pessoas são do plano de Deus.

100 51. A JUSTIÇA SOCIAL Uns dependem dos outros, estimulando a caridade.
A dignidade pessoal depende de reduzir as desigualdades sociais e econômicas. A solidariedade é virtude cristã que pratica a partilha.

101 52. A SALVAÇÃO DE DEUS SE - A lei é instrução paterna de Deus. É ordenação da razão. Ela tem que ser promulgada pela autoridade. A lei natural é participação na sabedoria e bondade de Deus, imutável e permanente na história.

102 52. A SALVAÇÃO DE DEUS A antiga lei é uma preparação para o Evangelho.
A lei antiga é o primeiro estágio da lei revelada, resumida nos Mandamentos. A antiga lei é uma preparação para o Evangelho. A nova lei é a graça do Espírito Santo, a lei do amor, da liberdade.

103 52. A SALVAÇÃO DE DEUS Deus revelou a lei de Moisés porque não conseguiam lê-la no coração. Exprime-se no Sermão da Montanha e comunica-se pelos Sacramentos. A lei do Evangelho leva à perfeição a antiga lei. Cristo é a finalidade da lei (Rm 10,4).

104 53. GRAÇA E JUSTIFICAÇÃO A graça nos dá a justiça de Deus, participação na sua vida. Justificar é remissão dos pecados, santificação e renovação. A justificação nos foi merecida pela paixão de Cristo. Concedida pelo batismo. A graça nos introduz na intimidade da vida trinitária.

105 53. GRAÇA E JUSTIFICAÇÃO É de iniciativa divina que precede, prepara e suscita resposta. Dom gratuito que Deus nos faz de sua vida. A graça nos faz agradáveis a Deus. Os carismas são graças especiais. Ninguém pode merecer a graça primeira chamada conversão (Mt 16,24).

106 54. A IGREJA, MÃE E EDUCADORA
O agir cristão se nutre da Liturgia e dos Sacramentos. Os Mandamentos da Igreja se referem à vida moral e cristã. O Magistério atua na catequese e na pregação.

107 54. A IGREJA, MÃE E EDUCADORA
O papa e os bispos são os guardiões da fé e da moral. Há uma infalibilidade do Magistério quanto à doutrina.

108 55. OS DEZ MANDAMENTOS OU DECÁLOGO
Guardar os Mandamentos (Mt 19,16-17). O dom do Decálogo foi concedido no contexto da Aliança. O Decálogo foi sempre reconhecido pela tradição da Igreja. Ele anuncia obrigações gerais. E o que Deus manda torna-se possível pela graça.

109 56. O PRIMEIRO MANDAMENTO Amarás o Senhor teu Deus (Dt 6,5).
Convida as pessoas a crer, esperar e amar a Deus acima de tudo. Adorarás o Senhor teu Deus (Mt 4,10). É ato de virtude de religião. Deve existir liberdade de culto a Deus (DH 15).

110 56. O PRIMEIRO MANDAMENTO A superstição é desvio: idolatria, adivinhação, magia... Pecados de irreligião: tentar a Deus, sacrilégio, simonia. O ateísmo é pecado contra o primeiro Mandamento.

111 57. O SEGUNDO MANDAMENTO Quão poderoso é o nome de Deus (Sl 8,11). O nome do Senhor é Santo. Exige respeito. Proibição do uso impróprio do nome de Deus: blasfemar, jurar. Deus chama a cada um pelo nome (Is 43,1).

112 58. O TERCEIRO MANDAMENTO Guardar o dia do sábado (Dt 5,12; Ex 31,15; Mt 12, 1-8). Sábado é o termo da primeira criação, substituído pela criação nova, o domingo. A ressurreição é celebrada no oitavo dia (SC 106). Domingo é dia de festa por excelência, de preceito.

113 58. O TERCEIRO MANDAMENTO Domingo é tempo de repouso, de lazer para cultivar a vida familiar, social, cultural, religiosa etc. O cristão não deve impor ao outro o que lhe impede de cumprir o preceito.

114 59. O QUARTO MANDAMENTO Honra teu pai e tua mãe (Dt 5,16; Mt 7,8).
Após Deus, devemos honrar os nossos pais e os investidos de autoridade. A salvação da pessoa está ligada ao bem-estar da família (GS 47 § 1). Os filhos devem aos pais: respeito, gratidão, obediência e ajuda.

115 59. O QUARTO MANDAMENTO Os pais são os primeiros responsáveis na educação na fé dos filhos. Devem respeitar e favorecer a vocação deles. A autoridade pública deve respeitar a liberdade das pessoas, e o cidadão deve colaborar com ela. Autoridades falsas não podem ser seguidas (At 5,29).

116 60. O QUINTO MANDAMENTO O assassinato é contrário à dignidade humana e a Deus. O aborto é uma prática infame (GS 27 § 3). Implica pena canônica de excomunhão. O embrião deve ser cuidado como qualquer ser humano. A eutanásia voluntária é assassinato. A vida está nas mãos de Deus (Jó 12,10). É sagrada e querida por Deus.

117 60. O QUINTO MANDAMENTO O suicídio é contra a justiça, a esperança e à caridade. O escândalo é falta grave quando leva o outro a pecar. A guerra deve ser evitada. Nos conflitos armados se dê atenção à lei moral. A corrida armamentícia é a praga da humanidade, que lesa os pobres. Devemos promover a paz (Mt 5,9).

118 61. O SEXTO MANDAMENTO O amor é a vocação fundamental do ser humano (FC 11). Cada pessoa tem uma dignidade pessoal e uma identidade sexual. Cristo é o modelo da castidade que, a seu modo, deve ser imitado por todos. A castidade é a integração da sexualidade na pessoa. Pecados contra a castidade: masturbação, fornicação, pornografia e práticas homossexuais.

119 61. O SEXTO MANDAMENTO O casamento é aliança indissolúvel. A fecundidade é um dom e participação na paternidade de Deus. O controle da natalidade é um dos aspectos da paternidade/maternidade responsável. A legitimidade das intenções não justifica meios artificiais de controle da natalidade. Ofensas ao casamento: adultério, poligamia e uniões livres.

120 62. O SÉTIMO MANDAMENTO Não roubarás. É prescrição da prática da justiça e da caridade (Dt 5,19; I Cor 6,10). Os bens da criação são para todas as pessoas. O direito à propriedade não abole esta destinação. É proibido o roubo, a usurpação de coisas alheias. A injustiça exige reparação e restituição. A lei moral proíbe o leve à servidão. O homem é fim, centro e autor da vida econômica e social.

121 62. O SÉTIMO MANDAMENTO O trabalho deve valorizar a pessoa e o desenvolvimento deve capacitá-la a viver sua vocação (CA 29). A esmola é caridade fraterna, é justiça e agrada a Deus. Ajuda aos sem pão, sem teto, sem terra (Lc 17,19-31; Mt 25,45).

122 63. O OITAVO MANDAMENTO Não levantarás falso testemunho (Ex 20,16; Ef 4,24). A verdade é fugir da duplicidade, da simulação e da hipocrisia. O cristão deve dar testemunho (II Tm 1,8). O respeito evita maledicência e calúnia.

123 63. O OITAVO MANDAMENTO A mentira é dizer o que é falso com intenção de enganar. Toda falta contra a verdade exige reparação. O sigilo sacramental é inviolável. O segredo profissional deve ser guardado. As confidências também. A sociedade tem direito à verdade na comunicação. Respeito pelos MCS.

124 64. O NONO MANDAMENTO O pecado do olhar intencionado. Pode ser contra a cobiça ou concupiscência carnal (Mt 5,28). A pureza de coração nos permite ver a Deus, exige oração, pudor e prática de castidade.

125 A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem.
65. O DÉCIMO MANDAMENTO Onde está o teu tesouro... (Mt 6,21). Proibição da ambição desregrada, nascida da paixão imoderada. A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem. Combate à inveja: a benevolência, a humildade e o abandono em Deus.

126 65. O DÉCIMO MANDAMENTO Devemos seguir a Cristo nos nossos desejos (Gl 5,24). O desapego é condição para entrar no Reino dos Céus (Jo 4,14).

127 PARTE IV A ORAÇÃO CRISTÃ

128 66. A ORAÇÃO Oração é elevação a Deus e pedido de bens convenientes. É apelo recíproco entre Deus e o homem. A oração de Abraão e Jacó era combate da fé na busca da vitória prometida. A de Moisés era em vista da salvação do povo. A do povo floresce à sombra da Casa de Deus.

129 66. A ORAÇÃO A dos profetas chamava à conversão do coração, buscando a face de Deus. Os Salmos são obra prima de oração, e continuam sendo a oração oficial da Igreja.

130 67. A PLENITUDE DOS TEMPOS No NT a oração é expressão de intimidade com Jesus Cristo, adesão amorosa à vontade do Pai. Jesus ensina os seus discípulos a orar com o coração purificado, convida à vigilância. Maria é modelo de oração no seu “fiat” e no Magnificat.

131 68. NO TEMPO DA IGREJA O Espírito Santo ensina a Igreja a rezar com formas atuais. A oração de pedido tem por objeto o perdão e a procura do Reino. A de intercessão é pedido em favor de outrem. A de louvor se dirige a Deus desinteressadamente. Sofrimentos e alegrias devem ser objetos de oração (I Ts 5,18).

132 69. A TRADIÇÃO DA ORAÇÃO O Espírito Santo ensina os filhos de Deus a orar. Fontes de oração: a Palavra de Deus, a liturgia, as virtudes da fé, a esperança e a caridade.

133 70. O CAMINHO DA ORAÇÃO A oração é dirigida ao Pai, ao Filho, com o Espírito Santo (I Cor 12,3). O ES é o Mestre da oração. A Igreja costuma rezar em comunhão com Maria.

134 71. GUIAS PARA A ORAÇÃO A Igreja solicita a intercessão dos Santos na oração. É na família que se educa para a oração. Ajudam na oração: os ordenados, os religiosos, a catequese, os grupos, a direção espiritual.

135 72. A VIDA DE ORAÇÃO Os cristãos devem rezar sempre: oração vocal, meditação e mental. A oração vocal a exemplo do Pai Nosso. A meditação confronta a oração com a realidade. A mental é ter o olhar fito em Jesus Cristo e escuta.

136 73. O COMBATE DA ORAÇÃO A oração exige esforço, humildade, confiança e perseverança da pessoa. Dificuldades: distração e aridez. Remédio: fé, conversão e vigilância. Devemos rezar sempre (I Ts 5,17). A principal oração, que engloba o Pai Nosso, é a de Jesus (Jo 17).

137 74. O PAI NOSSO É a oração cristã fundamental (Lc 11,1). O Pai Nosso é chamado de Oração Dominical. É a oração da Igreja por excelência (I Cor 11,26).

138 75. PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU
Confiança e segurança são disposições para o Pai Nosso. Chamamos a Deus de Pai porque somos incorporados a Ele pelo batismo. Dizer Pai Nosso é invocar a Nova Aliança. Que “estais no céu” designa a majestade de Deus.

139 76. OS SETE PEDIDOS Os três primeiros se referem à glória do Pai: Nome, Reino e Vontade. Os quatro seguintes são nossos desejos. O Amém é o nosso “fiat” em relação aos sete pedidos: “Que assim seja”. D. Paulo Mendes Peixoto.


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