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As formas dos computadores no nosso dia a dia Não é segredo que o seu computador atual é fruto de uma evolução que levou décadas para chegar aonde está.

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Apresentação em tema: "As formas dos computadores no nosso dia a dia Não é segredo que o seu computador atual é fruto de uma evolução que levou décadas para chegar aonde está."— Transcrição da apresentação:

1 As formas dos computadores no nosso dia a dia Não é segredo que o seu computador atual é fruto de uma evolução que levou décadas para chegar aonde está – e ainda está muito longe de chegar ao seu final. Se pensarmos que cerca de dez anos atrás os processadores ainda nem conheciam os núcleos múltiplos, imaginar as máquinas que inauguraram a informática é uma tarefa ainda mais complicada. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

2 As formas dos computadores no nosso dia a dia Classificação dos computadores, quanto à: capacidade de processamento (pequeno, médio, grande porte); velocidade de processamento e volume de transações (PC, estações de trabalho); tamanho da memória e tipo de CPU. capacidade de armazenamento das informações (mainframes); sofisticação do software disponível e compatibilidade; Apresentação física (portáteis, não portáteis) INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

3 As formas dos computadores no nosso dia a dia Minicomputadores Nome foi dado devido ao tamanho das máquinas em comparação a outros computadores existentes na época. Marcaram a 2º geração de computadores. Eram do tamanho de uma escrivaninha. Atualmente não existem mais. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

4 As formas dos computadores no nosso dia a dia Mainframes Computador principal, estrutura principal - Destinavam-se a manipular quantidades imensas de informação de E/S e armazenamento; - milhares de transações por dia - grande volume de dados; - possuíam alta capacidade de processamento e muita capacidade de memória; - eram de grandes dimensões, requerendo uma grande variedade de pessoal especializado para a sua operação. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

5 As formas dos computadores no nosso dia a dia Mainframes Esses ficavam distribuídos em uma ampla sala, com possibilidade de instalação de Terminais (eram um tipo especial de computador que não possuíam CPU ou armazenamento próprio; eram apenas um dispositivo de E/S que agia como uma janela para outro computador que se encontra em algum outro local). INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

6 As formas dos computadores no nosso dia a dia Supercomputador Supercomputadores – é o computador mais potente disponível em uma dada época. São usados para resolver grandes e complexos problemas que não seriam possíveis em um simples PC. São construídos para processar quantidades enormes de dados e fazê-lo rapidamente. Por exemplo, cientistas criam modelos complexos de simulação e simulam esses processos em um supercomputador. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

7 As formas dos computadores no nosso dia a dia Supercomputador INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

8 As formas dos computadores no nosso dia a dia Servidores Servidores são computadores que fornecem conteúdo e serviços numa rede de computadores. O serviço de conteúdo de páginas de Internet e o serviço de são, talvez, os mais conhecidos. Os computadores que se conectam na rede, porém não fornecem conteúdo ou serviços, são chamados de clientes. Computadores clientes solicitam conteúdo e serviços aos computadores servidores. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

9 As formas dos computadores no nosso dia a dia Workstation Uma Workstation é um Desktop que possui de regra geral um processador mais potente, memória adicional e capacidades muito aumentadas para lidar com tarefas específicas como criação de gráficos 3D ou desenvolvimento de jogos, sistemas SIG, ou outra tarefa que exija recursos quase exclusivos da máquina. Quando uma Workstation está dedicada em exclusivo a trabalhos gráficos complexos também se designam Estações Gráficas (é o caso das Alpha Station e das Silicon Graphics). INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

10 As formas dos computadores no nosso dia a dia Workstation Internamente as estações são construídas diferentemente dos microcomputadores. Em geral se baseiam na filosofia de projeto de CPU chamada RISC (Reduced Instruction Set Computing – Computação com conj. reduzido de instruções), que resulta em um processamento mais rápido. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

11 As formas dos computadores no nosso dia a dia Computador pessoal Os computadores de pequeno porte apresentam-se em diversos formatos, tamanhos e com diversas características. Os microcomputadores são computadores pessoais (PC), utilizados em escritórios, salas de aula e nos lares. (CPU - CISC Complexed Instruction Set Computing - Computação com conjunto complexo de instruções). INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

12 As formas dos computadores no nosso dia a dia Computador pessoal Os microcomputadores podem ter várias apresentações físicas, algumas delas são: Não portáteis Desktops - São os computadores projetados para ficar sobre a mesa, os modelos mais comuns normalmente apresentam o vídeo e teclado separados do gabinete. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

13 As formas dos computadores no nosso dia a dia Computador pessoal Não portátil Computador tipo torre - Gabinete de computador projetado para ficar no chão, geralmente perto da mesa. Os gabinetes conhecidos como mini-torre tem um tamanho menor e, portanto, ficam sobre a mesa. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

14 As formas dos computadores no nosso dia a dia Computador pessoal Portátil O portátil é um computador pequeno, leve e que pode ser transportado facilmente, tem tela e teclado incorporados, eliminando a necessidade de cabos para conectar esses dispositivos. Normalmente são alimentados por baterias recarregáveis, com duração variada, assim, é possível usá-lo em qualquer local ou hora. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

15 As formas dos computadores no nosso dia a dia Personal Digital Assistants (PDAs), Cabem na palma da mão e pesam menos de 0,5 Kg. São computadores muito compactos que usam cartões de memória flash (32 MB) para armazenamento dos dados em lugar de um disco rígido. Normalmente não possuem teclado pois recorrem à tecnologia touchscreen para input de dados. Os Palmtops são tipicamente muito pequenos, leves e conseguem tempos de duração de bateria bastante razoáveis (19 horas). INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

16 As formas dos computadores no nosso dia a dia Tablets É um dispositivo pessoal em formato de prancheta que pode ser usado para acesso à Internet, organização pessoal, visualização de fotos, vídeos, leitura de livros, jornais e revistas e para entretenimento com jogos. Apresenta uma tela sensível ao toque (touchscreen) que é o dispositivo de entrada principal. A ponta dos dedos ou uma caneta aciona suas funcionalidades. É um novo conceito: não deve ser igualado a um computador completo ou um smartphone, embora possua funcionalidades de ambos. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

17 As formas dos computadores no nosso dia a dia Smartphone Smartphone é um dispositivo com funcionalidades avançadas que podem ser estendidas por meio de programas executados por seu sistema operacional. Um smartphone pode ser considerado um telefone celular com as funcionalidades de um PDA. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

18 As formas dos computadores no nosso dia a dia Exercícios: 1.Quais são as atividades em que os computadores mais influenciam a sua vida? 2.De que forma você acredita que os computadores ainda podem revolucionar o meio de vida humano? 3.Comente uma ocasião em que o computador foi decisivo para você. INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS

19 10 Leis da Informática 1. Lei de Moore: a mais famosa de todas Essa é, provavelmente, a lei tecnológica mais conhecida por todos. Estabelecida por Gordon E. Moore, a regra diz que o número de transistores que podem ser colocados em um circuito integrado dobra a cada dois anos. Em 2011, a lei acabou recebendo uma atualização, e o número de transistores passou a dobrar a cada 18 meses, provando que seu autor estava, no mínimo, muito próximo da realidade.

20 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 2. Lei de Kryder: HDs maiores e mais baratos Esta regra criada por Mark Kryder, vice-presidente da Seagate Corp., pode ser comparada com a famosa Lei de Moore. Entretanto, a Lei de Kryder diz respeito aos HDs. Nas palavras do autor, a cada 18 meses a densidade de um disco magnético dobra, e o preço cai pela metade. Entre outras vantagens, isso possibilita que serviços online possam oferecer cada vez mais espaço para seus clientes, sem cobrar a mais por isso.

21 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 2. Lei de Kryder: HDs maiores e mais baratos Em um artigo publicado pela Universidade Mellon Carnegie, Kryder estima que, por volta de 2020, um HD capaz de armazenar mais de 14 terabytes de dados custará cerca de US$ 40 (R$ 70). Entretanto, vale a pena lembrar que os SSDs não obedecem a essa regra.

22 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 3. Lei de Wirth: software lento, hardware ligeiro Você já parou para se perguntar por que o seu computador com muitos núcleos de processamento e quantidade absurda de memória RAM parece tão rápido quanto qualquer PC comum? Essa questão foi respondida por Niklaus Wirth em 1995, quando o criador da linguagem de programação Pascal estipulou a seguinte máxima: o software se torna mais lento de maneira mais rápida do que o hardware se torna mais veloz.

23 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 3. Lei de Wirth: software lento, hardware ligeiro Muitas vezes, essa lei é atribuída a Larry Page, fundador da Google. Porém, a autoria, de acordo com Wirth, é mesmo de Martin Reiser, que no prefácio do livro “The Oberon System” estipula que “um observador crítico pode perceber que o software ultrapassa o hardware em lentidão e tamanho”.

24 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 4. Lei de Metcalfe: o valor de uma rede Apesar de, originalmente, essa lei tratar de computadores e máquinas de fax, ela também pode ser aplicada à internet e serviços online, como o Facebook. De acordo com Robert Metcalfe, engenheiro eletricista que ajudou a inventar a ethernet e fundou a 3Com, o valor de uma rede de telecomunicação equivale ao dobro do número de usuários conectados a ela.

25 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 5. Regra 34: pornografia por todo lado Esta é muito simples e direta: “Se alguma coisa existe, há também uma versão pornô dela. Sem exceções”. Hoje, essa lei foi complementada e define que, caso a versão pornô de algo não seja encontrada, ao se falar dela na internet, algum artista vai, imediatamente, começar a produzir uma animação japonesa erótica (hentai) sobre o assunto.

26 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 6. Lei de Goodhart: a irrelevância dos demonstradores sociais O professor de economia e conselheiro do Banco da Inglaterra, Charles Goodhart, estabeleceu em 1975 que se você define metas para tentar fazer com que algo bom aconteça, as pessoas encontrarão uma forma de atingir essas metas sem que tenham, necessariamente, que melhorar em algum ponto, tornando todo o trabalho inútil.

27 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática Um dos melhores exemplos vem do Google: quando o mecanismo de buscas passou a usar os links de entrada no PageRank para tornar a pesquisa mais relevante, spammers criaram sites especialmente programados para fornecer links e começaram a encher de spam os comentários de blogs, sempre com o objetivo de ganhar uma posição melhor entre os resultados.

28 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 7. Lei de Fitt: mais usabilidade em softwares e eletrônicos É possível perceber a presença da Lei de Fitt em sistemas como o Mac OS X. A ergonomia e a usabilidade de produtos eletrônicos são essenciais para que o produto seja bem aceito. Interface estranha e ações complicadas podem funcionar como barreiras e afugentar prováveis clientes.

29 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 7. Lei de Fitt: mais usabilidade em softwares e eletrônicos A Lei de Fitt define um comportamento que deve ser repetido como um mantra para designers de interface: a dificuldade de atingir um alvo é uma função da distância do alvo e do seu tamanho. Lendo essa frase, tudo parece muito óbvio. Mas é ela que define, por exemplo, a probabilidade de alguém clicar no botão “Concordar” em vez de “Cancelar”. Ou a agilidade com que uma pessoa acessará as opções do menu de um software.

30 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 8. Lei de Amara: pense nas tecnologias em longo prazo O cientista Roy Amara definiu uma regra que encoraja todos a pensarem um pouco mais sobre a tecnologia: “Nós tendemos a sobrestimar o efeito de uma tecnologia em curto prazo e a subestimar o efeito em longo prazo”. Isso pode ser facilmente constatado quando um novo gadget de alguma marca famosa é lançado no mercado. Nos primeiros dias, a reação dos internautas é muito grande, mas quantos desses equipamentos continuam recebendo tanta atenção depois de meses ou anos?

31 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 9. Lei de Linus: o jeito Linux de ver as coisas Linus Torvalds, criador do sistema operacional Linux, é responsável por duas leis. A primeira delas é descrita por Eric S. Raymond no livro “A Catedral e o Bazar” e diz que, dado o número suficiente de colaboradores em um projeto, qualquer bug pode ser detectado e corrigido. Essa é, basicamente, a filosofia por trás do desenvolvimento do Linux e da Wikipédia: com muitas pessoas trabalhando ao mesmo tempo, é provável que diversos erros possam ser gerados. Mas se houver um grande número de colaboradores, os erros serão detectados e corrigidos rapidamente.

32 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 9. Lei de Linus: o jeito Linux de ver as coisas Entretanto, no livro “A Ética Hacker e o Espírito da Era da Informação”, Linus nos brinda com outra máxima: a motivação para qualquer coisa cai em três categorias: sobrevivência, vida social e entretenimento. Isso explica, por exemplo, por que algumas pessoas colaboram com projetos de código-fonte aberto.

33 INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS 10 Leis da Informática 10. Lei de Godwin: malditos nazistas! “À medida que cresce uma discussão online, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou nazismo aproxima-se de um (100%)”. Criada pelo jurista Mike Godwin, em 1999, essa regra passou a dominar os fóruns de discussões, sendo que muitos participantes desses pontos de encontro virtuais concordam que, depois de uma comparação não irônica ao nacional-socialismo, qualquer discussão está acabada. Mas há quem discorde, alegando que essa é uma atitude muito nazista.


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