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Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO PARA OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA OBRA : NONONONO.

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1 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO PARA OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA OBRA : NONONONO LOCAL : NONONONO PREÇO (R$) CÓDIGODESCRIÇÃO DOS SERVIÇOSUNIDQUANT (A) UNITÁRIO (B) PARCIAL (A) x (B) SUBTOTAL SERVIÇOS PRELIMINARES2.400, Limpeza do terrenom 2 200,001,50300, Barracãoud2.100,00 MOVIMENTO DE TERRA1.600, Regularização mecânicam 3 500,002, , Aterro compactado mecanicamentem 3 100,005,00500,00 PREÇO GLOBAL (R$)4.000,00

2 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert I - ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES TEMA

3 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CONCEITO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES ENTENDE-SE POR ORÇAMENTO A DETERMINAÇÃO, COM MARGEM DE ACERTO TÃO ELEVADA QUANTO POSSÍVEL, O PREÇO DE UMA OBRA OU DE UM SERVIÇO DE ENGENHARIA, ANTES DE SUA EXECUÇÃO, ELABORADO COM BASE EM DOCUMENTOS ESPECÍFICOS, TAIS COMO, PROJETOS, ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, MEMO- RIAIS, CADERNO DE ENCARGOS, CONDIÇÕES CONTRATUAIS E DEMAIS FATORES QUE POSSAM INFLUENCIAR O PREÇO FINAL.

4 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert IMPORTÂNCIA I)AVALIARÁ SE OS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS DISPONÍVEIS PODEM ATENDER AS RESPECTIVAS DESPESAS; II)QUAL A MODALIDADE DE LICITAÇÃO QUE DEVERÁ SER ADOTADA; III)SERVIRÁ COMO REFERENCIAL AOS INTERESSADOS QUE PRETENDAM APRESEN- TAR PROPOSTA. COM BASE NO ORÇAMENTO A ADMINISTRAÇÃO: ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

5 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CAUTELAS 1.O ORÇAMENTO A SER ELABORADO DEVERÁ CONTER CLARAMENTE TODOS OS SERVIÇOS, MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E DEMAIS ELEMENTOS A SEREM APLICADOS NA OBRA EM CONSONÂNCIA COM O PROJETO BÁSICO E/OU EXECUTIVO REFERENTE AO OBJETO A SER LICITADO. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

6 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CAUTELAS 2.O ORÇAMENTO DEVERÁ SER ELABORADO A PARTIR DO LEVANTAMENTO DOS QUANTI- TATIVOS FÍSICOS DOS PROJETOS, DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, DOS MEMORIAIS DESCRITIVOS, OBEDECIDAS RIGOROSAMENTE AS LEIS SOCIAIS E ENCARGOS TRABALHISTAS E DEMAIS CUSTOS. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

7 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CAUTELAS 3.OS ENCARGOS COMO REFEIÇÕES, TRANSPORTE, EPI, UNIFORMES, FERRAMENTAS MANUAIS, SEGURO DE VIDA EM GRUPO, DIRETAMENTE RELACIONADAS COM A MÃO-DE-OBRA, DEVEM SER ACRESCIDOS ÀS LEIS SOCIAIS COMO ENCARGOS COMPLEMENTARES DE MÃO-DE- OBRA, CONFORME DETERMINA A ATUAL LEGISLAÇÃO CONTÁBIL E TRABALHISTA. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

8 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CAUTELAS 4.TODOS OS CUSTOS INDIRETOS COMO A INSTALAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRA, ADMINISTRAÇÃO LOCAL (CANTEIRO DE OBRAS), MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO E CORRELATOS, DEVEM SER APOSTOS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, E NÃO NO BDI OU LDI. ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

9 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CAUTELAS 5.A COMPOSIÇÃO DO BDI OU LDI DEVERÁ CONTER TODOS OS ITENS RELATIVOS AO CUSTO INDIRETO DA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL, EVENTUAIS TAXAS DE RISCO, CUSTOS FINANCEIROS, TRIBUTOS, LUCRO OPERACI- ONAL. OS TRIBUTOS IRPJ E CSLL QUE SÃO PERSONALÍSTICOS NÃO DEVEM SER INCLUÍDOS NA COMPOSIÇÃO DO BDI, FOSSE COMO ITEM ESPECÍFICO DA PLANILHA OU ORÇAMENTO, INCLUSIVE PARA OS CASOS DE DISPENSA E DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

10 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PECULARIEDADES O ORÇAMENTO ALÉM DE SER PAUTADO POR PRINCÍPIOS, NORMAS, CRITÉRIOS E EXPERIÊNCIA, DEVE SER CAPAZ DE RETRATAR A REALIDADE DO PROJETO E DEMAIS PECULARIEDADES,COMO: ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

11 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PECULARIEDADES I - O ORÇAMENTO É APROXIMADO TODO ORÇAMENTO NÃO É EXATO, PORÉM DEVE SER O MAIS PERFEITO POSSÍVEL. DEPENDE DE VARIÁVEIS INTRÍNSECAS, A SABER: ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

12 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PECULARIEDADES - PROCESSOS PRODUTIVOS DIFERENTES - DEPENDE DA PRODUTIVIDADE DAS EQUIPES - ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS - CONDIÇÕES MÉDIAS DE CONSUMO - PREÇOS DOS INSUMOS E IMPOSTOS (ISS) - PERDA - REAPROVEITAMENTO DE INSUMOS - EQUIPAMENTO - SALÁRIO E BONIFICAÇÕES DE PESSOAL - DESPESAS GERAIS - IMPREVISTOS E OUTROS O ORÇAMENTO NÃO É MATEMATICAMENTE EXATO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

13 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PECULARIEDADES II - O ORÇAMENTO É ESPECÍFICO O ORÇAMENTO DE UM MESMO OBJETO VARIA EM FUNÇÃO DE NOVAS CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO, COMO: - PARA CADA EMPRESA - A UM DETERMINADO CONTRATANTE - AO LOCAL DE EXECUÇÃO DO OBJETO O ORÇAMENTO NÃO PODE SER GENÉRICO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

14 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PECULARIEDADES III - O ORÇAMENTO É DINÂMICO O ORÇAMENTO DE UM MESMO OBJETO VARIA EM FUNÇÃO DE CONDIÇÕES TEMPORAIS, COMO: - AS CONDIÇÕES LEGAIS - POLÍTICAS - METODOLOGIAS TÉCNICAS INOVADORAS - ALTERAÇÃO DE CUSTOS E PREÇOS - INSUMOS, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS - TRIBUTOS - CENÁRIOS FINANCEIROS - SISTEMAS GERENCIAIS O ORÇAMENTO TORNA-SE INEXPRESSIVO/SUPERADO ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

15 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PRIORIDADE DE EXECUÇÃO O ORÇAMENTISTA DEVERÁ OBSERVAR QUAL A PRIORIDADE A SER ADOTADA PARA A EXECUÇÃO DO OBJETO, VISTO QUE, CADA UMA DELAS GERARÁ UM ORÇAMENTO DIFERENTE. SÃO ELAS: - QUALIDADE - PRAZO - CUSTO PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

16 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert -PROJETOS EXECUTIVOS BEM DETALHADOS -TODOS OS PROJETOS COMPLEMENTARES ESTÃO DISPONÍVEIS -MEMORIAL DESCRITIVO BEM DETALHADO -EXISTÊNCIA DE NORMAS ESPECIFICAS DO CLIENTE - EXISTÊNCIA DE UM “PROGRAMA DE CONTROLE DE QUALIDADE” - FISCALIZAÇÃO RÍGIDA PRIORIDADE DE EXECUÇÃO É QUALIDADE PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

17 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert - PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS BEM DETALHADOS E DISPONÍVEIS -ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BEM DETALHADAS - MEMORIAIS DESCRITIVOS BEM DETALHADOS - POUCA EXIGÊNCIA DO CLIENTE - FISCALIZAÇÃO NORMAL PRIORIDADE DE EXECUÇÃO É CUSTO PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

18 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert - PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS BEM DETALHADOS E DISPONÍVEIS - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BEM DETALHADAS - MEMORIAIS DESCRITIVOS BEM DETALHADOS - EXIGÊNCIA DE REDE PERT/COM - CRONOGRAMA FÍSICO DETALHADO - FISCALIZAÇÃO RÍGIDA SOBRE O ANDAMENTO - MULTAS PESADAS POR DIA DE ATRAZO - ALTA EXIGÊNCIA DO CLIENTE PRIORIDADE DE EXECUÇÃO É PRAZO PECULARIEDADES ORÇAMENTO - PONDERAÇÕES

19 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert II - ORÇAMENTO - CONCEITOS TEMA

20 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert INSUMOS SÃO OS MATERIAIS, OS EQUIPAMENTOS A MÃO- DE-OBRA, SUB-EMPREITEIROS E OUTROS QUE FAZEM PARTE DA COMPOSIÇÃO DE UM SERVIÇO DEFINIDO SEMPRE EM FUNÇÃO DE UMA UNIDADE ENCARREGADO DE CONCRETO SERVENTE CIMENTO AREIA BRITA BETONEIRA 320 L VIBRADOR DE IMERSÃO TORRE COM GUINCHO FERRAMENTAS MANUAIS ORÇAMENTO - CONCEITOS

21 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert SERVIÇO ∑ INSUMOS ENCARREGADO DE CONCRETO SERVENTE CIMENTO AREIA BRITA BETONEIRA 320 L VIBRADOR DE IMERSÃO TORRE COM GUINCHO FERRAMENTAS MANUAIS SERVIÇO CONCRETO – M 3 É A COMPOSIÇÃO DE DIVERSOS INSUMOS FUNDAMENTADA NOS PROJETOS, NO MÉTODO CONSTRUTIVO, NAS ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E NAS NORMAS DE EXECUÇÃO, QUE COMPÕEM AS DIVERSAS ATIVIDADES DAS ETAPAS DE UMA OBRA OU DE UM SERVIÇO DE ENGENHARIA ORÇAMENTO - CONCEITOS

22 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS

23 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert Os itens do Grupo E - Outros, devem ser calculados segundo o critério do proponente/administração LEIS SOCIAIS - LS Encargos intersindicais – são provenientes de acordos coletivos: Vale transporte, Café da manhã, Vale compras, Seguros, etc. Equipamentos de Proteção Individual – são de uso pessoal para prevenir acidentes. Ferramentas Seguro em grupo Outros ORÇAMENTO - CONCEITOS

24 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert I.- EPI – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EPI = ∑ 1 n P 1 F 1 + P 2 F 2 + P 3 F P n F n N S x 100 N =Número de trabalhadores na obra S =Salário médio mensal P 1, P 2, P 3,....P n = Custo de cada um dos EPI Sendo: t = tempo de permanência do EPI à disposição da obra VU = vida útil do EPI em meses F 1, F 2, F 3,.....F n = Fator de utilização do EPI dado por: t 12 x VU F = LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS

25 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert II.- VALE-TRANSPORTE C 1 =Tarifa de transporte urbano N =Número de dias trabalhado no mês S =Salário médio mensal dos trabalhadores 0,06 = Redução de 6% sobre o salário/mês, pois os empregadores obrigam-se a custear apenas o seu excedente 2 x C 1 x N – (S x 0,06) S x 100 VT = Dias = Foram considerados 22 dias úteis por mês LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS

26 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert III.- VALE-COMPRAS C 2 x N x 0,95 S x 100 VC = C 2 =Vale-Refeição – definido em Acordo Sindical N =Número de dias trabalhado no mês S =Salário médio mensal dos trabalhadores 0,95 = Considerado um limite mínimo de 95% para os custos subsiados pelos empregadores Dias = Foram considerados 22 dias úteis por mês LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS

27 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert IV.- CAFÉ DA MANHÃ C 3 =Custo do café da manhã N =Número de dias trabalhado no mês S =Salário médio mensal dos trabalhadores 0,01 = Considerada dedução de 1% sobre o salário/hora por dia útil trabalhado, relativo ao custeio da refeição mínima pelo trabalhador Dias = Foram considerados 22 dias úteis por mês C 3 x N – (0,033 x S x 22) x 0,01 S x 100 VC = LEIS SOCIAIS - LS ORÇAMENTO - CONCEITOS

28 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CUSTO DIRETO É O CUSTO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇO, QUE COMPÕEM UMA OBRA OU UM SERVIÇO DE ENGENHARIA, ACRESCIDO DAS LEIS SOCIAIS QUE INCIDEM SOBRE A MÃO-DE-OBRA. EXEMPLO: CUSTO DIRETO DO SERVIÇO: CONCRETO OBS.: “ L.S. = LEIS SOCIAIS” CUSTO DOS INSUMOS ENCARREGADO DE CONCRETO + L.S. SERVENTE + L.S. CIMENTO AREIA BRITA BETONEIRA 320 L VIBRADOR DE IMERSÃO TORRE COM GUINCHO FERRAMENTAS MANUAIS ORÇAMENTO - CONCEITOS

29 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CUSTO INDIRETO SÃO OS CUSTOS DOS SERVIÇOS NECESSÁRIOS, NO CANTEIRO DE OBRAS, PARA A EXECUÇÃO DA OBRA, MAS QUE NÃO INTEGRAM A MESMA. SÃO NECESSÁRIOS SOMENTE DURANTE A SUA EXECUÇÃO. QUANDO DA CONCLUSÃO DO OBJETO ELES SERÃO RETIRADOS. EXEMPLO: ESCRITÓRIO, DEPÓSITOS, ALOJA- MENTOS, TAPUMES, ETC. ORÇAMENTO - CONCEITOS

30 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ESCRITÓRIO, DEPÓSITOS, DORMITÓRIOS, OFICINAS, RESTAURANTES; INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS DE ÁGUA E LUZ; MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. É A QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS x CUSTO DO RESPECTIVO TRANSPORTE; MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE PESSOAL. É A QUANTIDADE DE PESSOAS x CUSTO DO DESLOCAMENTO; TAPUMES E CERCAS; PLACAS; E OUTROS. CUSTOS INDIRETOS - CANTEIRO DE OBRAS - CI DEVEM SER INSERIDOS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO - CONCEITOS

31 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CUSTO É O VALOR GASTO COM TODOS OS INSUMOS E SERVIÇOS CONSUMIDOS PELA EMPRESA PARA A EXECUÇÃO DE UMA OBRA. EXEMPLOS: MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, SALÁRIOS DOS OPERÁRIOS E RESPECTIVOS ENCARGOS, ETC. CUSTO = CUSTO DIRETO + CUSTO INDIRETO ORÇAMENTO - CONCEITOS

32 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESA É A AVALIAÇÃO EM ESPÉCIE DE TODOS OS GASTOS COM BENS E SERVIÇOS RELATIVOS À MANUTENÇÃO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL. EXEMPLO: DESPESAS ADMINISTRATIVAS, DESPESAS CORRENTES, SERVIÇOS DE CONSULTORIAS, ETC. CUSTOS GASTOS DE PRODUÇÃO VINCULADOS DIRETAMENTE AOS SERVIÇOS ATIVIDADE-FIM DESPESAS GASTOS ADMINISTRATIVOS NÃO SE IDENTIFICAM DIRETAMENTE AOS SERVIÇOS ATIVIDADE MEIO ORÇAMENTO - CONCEITOS

33 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CUSTO X DESPESA COMO DIFERENCIAR? SE HIPOTETICAMENTE EU ELIMINAR ESTE GASTO A EXECUÇÃO DO SERVIÇO SERIA DIRETAMENTE AFETADA? SE A RESPOSTA FOR AFIRMATIVA TRATA-SE DE CUSTO, POIS ESTÁ VINCULADA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO, CASO CONTRÁRIO TEMOS UMA DESPESA. ORÇAMENTO - CONCEITOS

34 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert COMO DIFERENCIAR? EXEMPLO: GASTO COM SALÁRIO DE DIRETOR, COM TELEFONE, COM ALMOXARIFE, COM AUTOMÓVEL, COM SEGURO, COM ALIMENTAÇÃO É CUSTO OU DESPESA? ANALISANDO COM CUIDADO VEREMOS QUE AO CORTAR OS GASTOS ACIMA, NÃO TERÍAMOS ALTERAÇÃO NA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS. PORTANTO TRATAM-SE DE DESPESAS. CUSTO X DESPESA ORÇAMENTO - CONCEITOS

35 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESAS INDIRETAS É O GASTO OPERACIONAL DE UMA EMPRESA, DECORRENTE DE SUA ESTRUTURA E DAS OBRAS E/OU DOS SERVIÇOS DE ENGENHARIA EM EXECUÇÃO. AS DESPESAS INDIRETAS SÃO DIVIDIDAS EM DOIS TIPOS: DA SEDE E FILIAIS (SEDE) DO CANTEIRO DE OBRA (LOCAL) ORÇAMENTO - CONCEITOS

36 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI SÃO OS DISPENDIOS NECESSÁRIOS E INDISPENSÁVEIS PARA ADMINISTRAR A EXECUÇÃO DE CADA OBRA PELA SEDE, OS GASTOS PROVENIENTES DAS DESPESAS COM A MANUTENÇÃO DA SEDE, AS DESPESAS FINANCEIRAS E OS RISCOS E EVENTUAIS. ORÇAMENTO - CONCEITOS

37 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PESSOAL CUSTO DAS EQUIPES DO ESCRITÓRIO SEDE E FILIAIS (SÓCIOS, DIRETORES, GERENTES, TÉCNICOS, SECRETÁRIAS, SERVENTES, VIGILANTES, ETC). INSTALAÇÕES FÍSICAS MANUTENÇÃO DOS IMÓVEIS (ESCRITÓRIOS, TERRENOS, DEPÓSITOS DE MATERIAIS, PÁTIO DE EQUIPAMENTOS E OFICINAS), IMPOSTOS (IPTU), CUSTO DE LOCAÇÕES, ETC. VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS VEÍCULOS, EQUIPAMENTOS DE ESCRITÓRIO (FOTOCOPIADORAS, COMPUTADORES, FAX, ETC). DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO - CONCEITOS

38 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESAS CORRENTES ÁGUA, LUZ, TELEFONE, INTERNET, CELULARES, JORNAIS, ASSINATURAS DE REVISTAS, MATERIAL DE ESCRITÓRIO E DE LIMPEZA, ETC. SERVIÇOS E CONSULTORIAS CONSULTORIAS TÉCNICAS E JURÍDICAS, ASSESSORIAS CONTÁBEIS, PUBLICIDADE, TREINAMENTO, ETC. OUTRAS DESPESAS AQUISIÇÃO DE EDITAIS, DESPESAS COM LICITAÇÕES, SEGUROS, VIAGENS, ANUIDADES, ALUGUEL DE AUTOMÓVEIS, ETC. DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO - CONCEITOS

39 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESAS FINANCEIRAS DEVE SER CONSIDERADO O VOLUME DE RECURSOS QUE A EMPRESA DISPÕE RISCO OU EVENTUAIS DE FORÇA MAIOR DE PREVISIBILIDADE RELATIVA COMO: - NATURAIS (CHEIAS, ETC.), - ECONÔMICOS (ATRASO NO PAGAMENTO, ATRASOS DE TERCEIROS, ETC.) - HUMANOS (GREVES, ACORDOS JUDICIAIS, ETC.) DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO - CONCEITOS

40 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert III – ORÇAMENTO – DETERMINAÇÃO DAS DESPESAS INDIRETAS TEMA

41 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI DIS = DIS 1 + DIS 2 DIS 1 = DESPESAS INDIRETAS DA OBRA ASSUMIDAS PELA SEDE DIS 2 = MANUTENÇÃO DA SEDE RATEADA ENTRE CADA OBRA - GERENTE DO CONTRATO E AUXILIARES QUE ATUAM NA SEDE - CONSULTORES ESPECIALIZADOS, CONTADOR, ADVOGADO - VIAGENS, ESTADIAS DE PROFISSIONAIS DA SEDE, ETC. - DESPESAS INDIRETAS DIVERSAS NA SEDE DETERMINAÇÃO DAS DESPESAS INDIRETAS DA SEDE

42 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DE = DESPESA ESPECÍFICA DA OBRA NA SEDE DMAC = DESPESA MENSAL DA SEDE FMO = FATURAMENTO MENSAL DA OBRA N = PRAZO DE EXECUÇÃO DA OBRA EM MESES FMAC = FATURAMENTO MENSAL DA SEDE DIS 1 =DE ONDE: DIS 2 = DMAC x FMO x N FMAC DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

43 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert SOB FORMA DE TAXAS (%) dis = dis 1 + dis 2 SENDO: dis 1 = DIS 1 CDG x 100 dis 2 = DIS 2 CDG x 100 E CDG = CUSTO DIRETO GLOBAL DA OBRA (R$) DIS 1 = DESPESAS INDIRETAS DA OBRA ASSUMIDAS PELA SEDE (R$) DIS 2 = MANUTENÇÃO DA SEDE RATEADA ENTRE CADA OBRA (R$) dis = TAXA DE DESPESAS INDIRETAS DA SEDE dis 1 = TAXA DE DESPESAS INDIRETAS DA OBRA ASSUMIDA PELA SEDE dis 2 = TAXA DE MANUTENÇÃO DA SEDE RATEADA ENTRE CADA OBRA DESPESAS INDIRETAS – DA SEDE - DIS DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

44 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESAS FINANCEIRAS (SEDE) - DF DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI SÃO OS PAGAMENTOS À PRAZO E COMPREENDE, UMA PARTE A PERDA MONETÁRIA DECORRENTE DA DEFASAGEM ENTRE A DATA DO EFETIVO DESENBOLSO E ADATA DA RECEITA CORRESPONDENTE E A OUTRA PARTE, DE JUROS CORRESPONDENTES AO FINANCIAMENTO DA OBRA. ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

45 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert df = TAXA DE DESPESAS FINANCEIRAS DETERMINAÇÃO DAS DESPESAS FINANCEIRAS (SEDE) df =(1+ i) n 30 x (1+ j) n i =TAXA DE INFLAÇÃO MÉDIA DO MÊS OU A MÉDIA DA INFLAÇÃO MENSAL DOS ÚLTIMOS MESES. NÃO É A INFLAÇÃO FUTURA. j =JURO MENSAL DE FINANCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO COBRADO PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS n = NÚMERO DE DIAS DECORRIDOS DESPESAS FINANCEIRAS (SEDE) - DF DEVEM SER INCLUÍDAS NO BDI ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

46 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA SÃO OS DISPÊNDIOS NECESSÁRIOS PARA GERENCIAR A ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E DE APOIO, DO CANTEIRO DE OBRA, QUER DO PONTO DE VISTA SALARIAL, TÉCNICO- OPERACIONAL, ALIMENTAR, DE SAÚDE E OUTROS, CONSIDERANDO-SE O VULTO DA OBRA, A FIM DE DIMENSIONAR CORRETAMENTE A ESTRUTURA NECESSÁRIA. ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

47 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PESSOAL CUSTO DA EQUIPE TÉCNICA (ARQUITETO, ENGENHEIRO, MESTRE, TÉCNICO EM NEDIFICAÇÕES), APONTADOR, ALMOXARIFE, LABORATORISTA, VIGIA, MECÂNICO, TOPÓGRAFO, ENFERMEIRO, COZINHEIRO, SECRETÁRIA, SERVENTE, TELEFONISTA, CONTÍNUO, ETC. VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS PICAPE, AUTOMÓVEL, BOMBAS DE RECALQUE, MOTOR, SERRAS CIRCULARES, FAX, TELEFONE, CELULAR, REFRIGERADOR, RELÓGIO PONTO, TELEVISÃO, CALCU- LADORA, VENTILADOR, COMPUTADOR, IMPRESSORA, ETC. DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

48 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DESPESAS CORRENTES ÁGUA, LUZ, TELEFONE, INTERNET, CELULARES, MATERIAL DE ESCRITÓRIO, MATERIAL DE ESCRITÓRIO, DE COPA E DE LIMPEZA, OUTROS. OUTRAS DESPESAS COM PESSOAL ALUGUEL DE CASA, APARTAMENTO PARA ALOJAMENTO, TRANSPORTE (ALUGUEL DE VEÍCULOS, VALE- TRANSPORTE, ETC.), ALIMENTAÇÃO, MUDANÇA DE PESSOAL, CURSOS E TREINAMENTO, VIAGENS, LAZER (CHURASCO, CINEMA, ETC.), OUTROS. DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

49 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert SERVIÇOS E CONSULTORIAS CONTROLE TECNOLÓGICO, CONSULTORIA TÉCNICA, LAUDOS, PERÍCIAS, ETC. OUTRAS DESPESAS SEGUROS EM GERAL (ACIDENTE COLETIVO, INCÊNDIO, RESPONSABILIDADE CIVIL, RISCOS DE ENGENHARIA, DE VIDA, ROUBO, ETC), OUTROS. DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI

50 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert SEMPRE DEVERÁ ESTAR INCLUÍDO NA PLANILHA DE PREÇOS (Art. 40, XIII, Lei 8.666/93) MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS QUE É A QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS X CUSTO DO RESPECTIVO TRANSPORTE; MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE PESSOAL QUE É A QUANTIDADE DE FUNCIONÁRIOS X CUSTO DO DESLOCAMENTO; DESPESAS INDIRETAS – CANTEIRO DE OBRAS - DIC DEVEM SER INSERIDAS NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO – CÁLCULO DAS DI MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS E DE PESSOAL

51 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert IV – ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS TEMA

52 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS É O RETORNO POSITIVO DE TODA ATIVIDADE COMERCIAL OU INDUSTRIAL DEPOIS DE DESCONTADAS AS DESPESAS. I.LUCRO OPERACIONAL, TEÓRICO OU PROJETADO É O RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO RESUL- TANTE DA DIFERENÇA ENTRE O TOTAL DE RECEITAS E DESPESAS DE UMA OBRA, APÓS SUA CONCLUSÃO E ANTES DO RECOLHIMENTO DO IRPJ E O CSLL.

53 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert II.LUCRO LÍQUIDO É O RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO RESULTANTE DA DIFERENÇA ENTRE O TOTAL DE RECEITAS E DESPESAS DE UMA OBRA OU SERVIÇO DE ENGENHARIA OU DE UM BEM, APÓS SUA CONCLUSÃO OU FORNECIMENTO E APÓS O RECOLHIMENTO DO IRPJ E O CSLL. LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS

54 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert LUCRO LÍQUIDO 1- (IRPJ + CSLL)/100 LUCRO OPERACIONAL = IRPJ (%) – ALÍQUOTA DO IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA JURÍDICA CSLL (%) – ALÍQUOTA DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS

55 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CSLL = 9 % LUCRO LÍQUIDO 1- (25 + 9)/100 LUCRO OPER. = LUCRO LÍQUIDO 0,66 = EXEMPLO LUCRO LÍQUIDO = 4,62% LUCRO OPERACIONAL = 7,00% IRPJ = 25 % (15% até R$ mensal ou R$ anual + 10% sobre o que exceder) LUCRO LÍQUIDO = 7,00% LUCRO OPERACIONAL = 9,09% LUCRO ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS

56 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert TRIBUTO É UM DIREITO FISCAL, SOBRE UM ATO OU ATIVIDADE, PAGO EM DINHEIRO, DE CARÁTER GERAL E OBRIGATÓRIO, QUE O PODER PÚBLICO, DIRETA OU INDIRETAMENTE, EXIGE DE CADA PARTICULAR, EM BENEFÍCIO COLETIVO, PARA ATENDER ÀS DESPESAS DA ADMINISTRAÇÃO. ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS

57 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert TRIBUTO TRIBUTOS - INCIDÊNCIA ORÇAMENTO – LUCRO E TRIBUTOS

58 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO - TCU a)OS TRIBUTOS IRPJ E CSLL NÃO DEVEM INTEGRAR O CÁLCULO DO LDI, NEM TAMPOUCO A PLANILHA DE CUSTO DIRETO, POR SE CONSTITUÍREM EM TRIBUTOS DE NATUREZA DIRETA E PERSONALÍSTICA, QUE ONERAM PESSOALMENTE O CONTRATADO, NÃO DEVENDO SER REPASSADO À CONTRATANTE; b)OS ITENS ADMINISTRAÇÃO LOCAL, INSTALAÇÃO DE CANTEIRO E ACAMPAMENTO E MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO, VISANDO MAIOR TRANSPARÊNCIA, DEVEM CONSTAR NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA E NÃO NO LDI; a)O GESTOR PÚBLICO DEVE EXIGIR DOS LICITANTES O DETALHAMENTO DA COMPOSIÇÃO DO LDI E DOS RESPECTIVOS PERCENTUAIS PRATICADOS (ITENS 9.1.1, E 9.1.3, TC /2006-8). DOU DE , S. 1, P ACÓRDÃO Nº 325/2007-TCU- PLENÁRIO O TCU PASSARÁ A UTILIZAR COMO REFERENCIAIS, QUANDO DA FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS, AS SEGUINTES PREMISSAS ACERCA DOS COMPONENTES DE LUCROS E DESPESAS INDIRETAS (LDI):

59 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert V – ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS TEMA

60 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS BDI OU “BENEFÍCIO E DESPESAS INDIRETAS” É O PERCENTUAL RELATIVO À SOMA DAS DESPESAS INDIRETAS (SEDE E FILIAIS), DO LUCRO OPERACIONAL E DOS TRIBUTOS PERMITIDOS, QUE INCIDIRÁ SOBRE OS CUSTOS DIRETOS, INDIRETOS E DESPESAS INDIRETAS DO CANTEIRO DE OBRAS UMA VEZ QUE, É EXIGIDO QUE ESTES INCORPOREM TODOS OS ENCARGOS QUE ONERAM OS MESMOS. BDI = DESPESAS INDIRETAS + LUCRO OPERACIONAL + TRIBUTOS NÃO É UM VALOR FIXO BDI

61 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CÁLCULO POR FORA R$ , % = R$ ,00 VALOR DA NOTA : R$ ,00 IMPOSTO SOBRE A NOTA (10%) : R$ ,00 x 0,10 = R$ ,00 VALOR LÍQUIDO À RECEBER: R$ ,00 - R$11.000,00 = R$ ,00 TERÁ QUE DESEMBOLSAR MAIS R$1.000,00 À RECEBER R$ ,00 IMPOSTO: 10% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

62 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert R$ ,00/(1 – 0,10) = R$ ,11 VALOR DA NOTA : R$ ,11 IMPOSTO SOBRE A NOTA (10%) : R$ ,11 x 0,10 = R$ ,11 VALOR LÍQUIDO À RECEBER: R$ ,11 - R$11.111,11 = R$ ,00 CÁLCULO POR DENTRO À RECEBER R$ ,00 IMPOSTO: 10% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

63 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CALCULA-SE PRIMEIRO O VALOR GLOBAL OU VALOR TOTAL: I. CÁLCULO DO BDI A PARTIR DE VALORES EM REAIS CDG + DIS + DF + R + L 1 – T / 100 VG = CDG – CUSTO DIRETO GLOBAL,EM REAIS DIS – DESPESAS INDIRETAS DA SEDE, EM REAIS DF – DESPESAS FINANCEIRAS, EM REAIS R – RISCO OU EVENTUAIS, EM REAIS L – LUCRO OPERACIONAL, EM REAIS T – SOMA DE TODOS OS TRIBUTOS, EM % VG – VALOR GLOBAL OU FINAL DA OBRA, EM REAIS BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

64 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert VG CDG BDI = - 1 X 100 A SEGUIR CALCULA-SE O BDI OU LDI: I. CÁLCULO DO BDI A PARTIR DE VALORES EM REAIS CDG – CUSTO DIRETO GLOBAL,EM REAIS VG – VALOR GLOBAL OU FINAL DA OBRA, EM REAIS BDI – BENEFÍCIO E DESPESAS INDIRETAS BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

65 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ ,00 custo direto da obra - R$ ,00 administração local (canteiro) - R$ ,00 A) CÁLCULO DO BDI PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (VALORES EM REAIS) 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - R$ ,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - R$ ,00 DIS2 - manutenção da sede rateado - R$ ,00 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - R$ º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - R$ º - LUCRO OPERACIONA (L) - R$ ,04 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS.....3,00 '% PIS ,65 '% ISS ,00 '% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

66 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 7° - CÁLCULO DO VALOR GLOBAL (R$) – VG 8° - CÁLCULO DO BDI (%) – BDI 9° - APLICAR O BDI SOBRE CADA CUSTO DIRETO UNITÁRIO , , , ,65/100 VALOR GLOBAL = = , , ,00 BDI = - 1 = 19,20 %X 100 BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

67 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert BDI = (1 + dis) x (1 + df ) x (1 + r ) x (1 + l) 1 - t - 1 X 100 dis – TAXA DE DESPESAS INDIRETAS DA SEDE E FILIAIS, EM NUMERAL df – TAXA DE DESPESAS FINANCEIRAS, EM NUMERAL r – TAXA DE RISCO DO EMPREENDIMENTO, EM NUMERAL l – TAXA DE LUCRO OPERACIONAL, EM NUMERAL t – TAXA CORRESPONDENTE A SOMA DOS TRIBUTOS, EM NUMERAL II. CÁLCULO DO BDI A PARTIR DE ÍNDICES PERCENTUAIS BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

68 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert FAIXA REFERENCIAL DE VALORES PARA A COMPOSIÇÃO DO BDI COM BASE NO ACÓRDÃO Nº 325/07 DO TCU BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

69 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ ,00 custo direto da obra - R$ ,00 administração local (canteiro) - R$ ,00 B) CÁLCULO DO BDI PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (VALORES EM %) 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - % 4,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - % 3,40 DIS2 - manutenção da sede rateado - % 0,60 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - % º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - % º - LUCRO OPERACIONA (L) - % 7,00 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS.....3,00 '% PIS ,65 '% ISS ,00 '% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

70 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert B) CÁLCULO DO BDI PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (VALORES EM %) BDI = (1 + 0,04) x (1 + 0 ) x (1 + 0 ) x (1 + 0,07) 1 – 0, X 100 (1,04) x (1,07) 0,9335 BDI = - 1 X 100 BDI = 19,20 % BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

71 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ ,00 custo direto da obra - R$ ,00 administração local (canteiro) - R$ ,00 C) CÁLCULO DO BDI PELO PROPONENTE (VALORES EM REAIS) 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - R$ ,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - R$ ,00 DIS2 - manutenção da sede rateado - R$ ,00 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - R$ ,62 4º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - R$ ,46 5º - LUCRO OPERACIONA (L) - R$ ,04 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS.....3,00 '% PIS ,65 '% ISS ,00 '% BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

72 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 7° - CÁLCULO DO VALOR GLOBAL (R$) – VG 8° - CÁLCULO DO BDI (%) – BDI 9° - APLICAR O BDI SOBRE CADA CUSTO DIRETO UNITÁRIO , , , , , ,65/100 VG = = R$ , , ,00 BDI = - 1 = 21,00 %X 100 VG = VALOR GLOBAL BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

73 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 1° - CUSTO DIRETO GLOBAL (CDG) - R$ ,00 custo direto da obra - R$ ,00 administração local (canteiro) - R$ ,00 2° - DESPESAS INDIRETAS DA SEDE (DIS) - % 4,00 DIS1 - despesas indiretas da obra - % 3,40 DIS2 - manutenção da sede rateado - % 0,60 3º - DESPESAS FINANCEIRAS (DF) - % 0,59 4º - RISCOS E EVENTUAIS (R) - % 0,97 5º - LUCRO OPERACIONA (L) - % 7,00 6º - TRIBUTOS (T) - % 6,65 COFINS.....3,00 '% PIS ,65 '% ISS ,00 '% D) CÁLCULO DO BDI PELO PROPONENTE (VALORES EM %) BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

74 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert BDI = (1 + 0,04) x (1 + 0,0059 ) x (1 + 0,0097 ) x (1 + 0,07) 1 – 0, X 100 (1,04) x (1,0059 x (1,0097) x (1,07) 0,9335 BDI = - 1 X 100 BDI = 21,00 % D) CÁLCULO DO BDI PELO PROPONENTE (VALORES EM %) BDI ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

75 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert BDI = (1 + dis) x (1 + df ) x (1 + r ) x (1 + l) 1 - t - 1 x 100 BDI = _________ % ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

76 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert PREÇO É A PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA DETERMINADA PELO CONTRATADO, EXPRESSA EM MOEDA OU VALOR FIDUCIÁRIO, A SER PAGA PELO CONTRATANTE, COMPOSTO PELO CUSTO ACRESCIDO DOS TRIBUTOS E DE JUSTA MARGEM DE LUCRO. PREÇO (SERVIÇO) = CUSTO (SERVIÇO) + LUCRO + IMPOSTOS ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

77 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert É A PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA DETERMINADA PELO CONTRATADO, EXPRESSA EM MOEDA OU VALOR FIDUCIÁRIO, A SER PAGA PELO CONTRATANTE, COMPOSTO PELOS CUSTOS E DESPESAS ACRESCIDO DOS TRIBUTOS E DE JUSTA MARGEM DE LUCRO. CUSTO DIRETO DA OBRA CUSTO INDIRETO DO CANTEIRO DESPESAS INDIRETA DO CANTEIRO DESPESAS INDIRETA DA SEDE LUCRO OPERACIONAL TRIBUTOS PREÇO GLOBAL PLANILHA BDI CUSTO PREÇO GLOBAL OU FINAL ORÇAMENTO – BDI E PREÇOS

78 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert VI – ORÇAMENTO – GRAU DE DETALHAMENTO TEMA

79 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO - GRAU GRAU DE DETALHAMENTO DO ORÇAMENTO É O NÍVEL DE PRECISÃO QUE SE FAZ NECESSÁRIO EM FUNÇÃO DE SEU OBJETIVO.

80 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO ESTIMATIVO É O LEVANTAMENTO DE CUSTO, CONFORME O CASO, SEM GRANDE PRECISÃO VISANDO UMA IDÉIA APROXIMADA DA ORDEM DE GRANDEZA DO CUSTO DA OBRA OU SERVIÇO DE ENGENHARIA. INDICADORES POR METRO DE REDE DE ÁGUA OU DE ESGOTO POR HECTARE DE PLANTIO DE GRAMA POR MEGAWATT DE ENERGIA INSTALADA POR QUILÔMETRO DE ESTRADA POR METRO QUADRADO DE CALÇADA POR METRO QUADRADO DE CONSTRUÇÃO 1.- ORÇAMENTO ESTIMATIVO POR INDICADORES ORÇAMENTO - GRAU

81 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 2.- ORÇAMENTO ESTIMATIVO PELO "CUB" CUB – CUSTO UNITÁRIO BÁSICO, É AMPLAMENTE UTILIZADO PARA SE OBTER UMA "NOÇÃO DE CUSTO" DA OBRA DE ENGENHARIA, EM FASE DE ANTEPROJETO OU NÃO, QUE SE PRETENDE EXECUTAR. O CUB REPRESENTA O CUSTO DO METRO QUADRADO CONSTRUÍDO, DE CADA PROJETO- PADRÃO, CALCULADO EM CONFORMIDADE COM OS COEFICIENTES FIXADOS PELA NBR /2006. ORÇAMENTO ESTIMATIVO ORÇAMENTO - GRAU

82 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO ESTIMATIVO NÃO ESTÃO INCLUÍDOS NO CUB: -PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS: ARQUITETÔNICO, ESTRUTURAL, DE INSTALAÇÕES, ESPECIAIS, FUNDAÇÕES, OUTROS; -SUBMURAMENTOS, PAREDES-DIAFRAGMA, TIRANTES, REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO; -ELEVADORES; -EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: FOGÕES, AQUECEDORES, BOMBAS DE RECALQUE, INCINERAÇÃO, AR- CONDICIONADO, CALEFAÇÃO, VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO, OUTROS; -PLAYGROUND (QUANDO NÃO CLASSIFICADO COMO ÁREA CONSTRUÍDA); -OBRAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES; -URBANIZAÇÃO, RECREAÇÃO (PISCINAS, CAMPOS DE ESPORTE), AJARDINAMENTO. ORÇAMENTO - GRAU

83 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO SINTÉTICO OU PRELIMINAR É ELABORADO A PARTIR DE LEVANTAMENTOS E ESTIMATIVAS DE QUANTIDADES DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, SERVIÇOS E DE CUSTOS MÉDIOS.  QUANTIDADES: LEVANTAMENTOS APROXIMADOS, EXPEDITOS E PARÂMETROS COMPARATIVOS EX.: TAXA DE FÔRMA ENTRE 12 E 14 M² POR M³ DE CONCRETO  CUSTOS UNITÁRIO: PREÇOS PRÁTICADOS: AQUELES DISPONÍVEIS POR CONSULTA: REVISTAS, ETC. ORÇAMENTO - GRAU

84 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO ANALÍTICO OU DETALHADO É ELABORADO A PARTIR DE LEVANTAMENTOS, CONSIDERANDO-SE TODOS OS DOCUMENTOS TÉCNICOS: PROJETOS, MEMORIAIS, ESPECIFICAÇÕES, CUSTOS DIRETOS E INDIRETOS, O LOCAL, A MINUTA DE CONTRATO E TODOS OS FATORES QUE POSSAM INTERFERIR NO CUSTO TOTAL.  QUANTIDADES: DETERMINADAS A PARTIR DA MAIS ELEVADA MARGEM DE ACERTO POSSÍVEL.  PREÇO UNITÁRIO: COMPOSIÇÃO DOS PREÇOS DE CADA SERVIÇO A PARTIR DOS CUSTOS DOS INSUMOS PESQUISADOS ACRESCIDOS DAS LS E DO BDI VIGENTE NO LOCAL. ORÇAMENTO - GRAU

85 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert VII – LEVANTAMENTO DAS QUANTIDADES E CUSTOS TEMA

86 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 1.IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS VII. LEVANTAMENTO - QUANTIDADES E CUSTOS É O RECONHECIMENTO DOS SERVIÇOS A SEREM REALIZADOS QUE COMPORÃO A PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, OBTIDOS A PARTIR DOS PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS, ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, MEMORIAIS DESCRITIVOS, ETC. -É INDISPENSÁVEL PARA QUE SE TENHA UM BOM PLANEJAMENTO E CONTROLE DA OBRA

87 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO -UMA OBRA É UM COMPLEXO QUE DEVE SER BEM CARACTERIZADO QUANTO AOS SEUS INSUMOS E SEUS SERVIÇOS -A ORGANIZAÇÃO GERALMENTE É ESTRUTU- RADA COMO UM PLANO DE CONTAS QUE NO CASO CHAMAREMOS DE "PLANO DE CONTAS DE SERVIÇOS" 1.IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação )

88 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1.IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação )

89 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO NO CASO DE OBRAS O PLANO DE CONTAS SE DIVIDE EM TRÊS GRANDES GRUPOS: SUBDIVISÃO ATIVIDADES ETAPAS SERVIÇOS A OBRA IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação )

90 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO -SISTEMATIZAÇÃO DO ORÇAMENTO (ETAPAS E ATIVIDADES); -CLASSIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (RELACIO- NAR OS SERVIÇOS POR ATIVIDADE); -ORDEM DE LEITURA DAS PLANTAS (PADRONIZAR A FORMA DE LEITURA FACILITANDO A REVISÃO DE CIMA PARA BAIXO, DA ESQUERDA PARA A DIREITA, ETC.) CAUTELAS A SEREM CONSIDERADAS: 1.IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação )

91 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS É O LEVAN- TAMENTO DAS QUANTIDADES DOS SERVIÇOS A SEREM REALIZADOS QUE INTEGRARÃO O ORÇAMENTO, FUNDAMENTADA A PARTIR: DO MÉTODO CONSTRUTIVO; DOS PROJETOS BÁSICOS E/OU EXECUTIVOS; DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS; DOS MEMORIAIS DESCRITIVOS; DO CADERNO DE ENCARGOS, ETC. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS VII. LEVANTAMENTO - QUANTIDADES E CUSTOS

92 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO Art. 3º, f, Res. 361 – CONFEA AS QUANTIDADES DOS SERVIÇOS E FORNE- CIMENTOS DEVERÃO SER DETERMINADOS COM PRECISÃO COMPATÍVEL COM O TIPO E PORTE DA OBRA, DE TAL FORMA A ENSEJAR A DETERMINAÇÃO DO CUSTO GLOBAL DA OBRA COM PRECISÃO DE MAIS OU MENOS 15% (QUINZE POR CENTO); 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

93 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO -ELABORAR UMA MEMÓRIA DE CÁLCULO (CRITÉRIOS DE QUANTIFICAÇÃO E A ORIGEM DE TODOS OS NÚMEROS) -EFETUAR UMA REVISÃO PARAMÉTRICA (EVITAR ERROS GROSSEIROS DE QUANTI- FICAÇÃO) MEDIANTE O USO DE PARÂMETROS LÓGICOS: QUANTIDADE DE AÇO POR M3 DE CONCRETO M2 DE FORMA POR M3 DE CONCRETO CAUTELAS A SEREM CONSIDERADAS 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

94 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PARA MINIMIZAR OS ERROS NO LEVAN- TAMENTO DAS QUANTIDADES DEVEM SER CONSIDERADOS TRÊS ITENS DE DESTAQUE NESTA FASE : 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

95 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 1º - QUE TODOS OS COMPARTIMENTOS DO PROJETO TENHAM SUAS ESPECIFICAÇÕES DE ACABAMENTO TOTALMENTE DEFINI- DOS, A FIM DE QUE NÃO SE POSSA TER DÚVIDAS QUANTO AOS ACABAMENTOS A SEREM EMPREGADOS OU POSSIBILITAR ESQUECIMENTO NOS LEVANTAMENTOS DAS QUANTIDADES. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

96 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 2º - PARA CADA SERVIÇO A SER EXECUTADO, ESTAREM PLENAMENTE DEFINIDOS OS MÉTODOS OU CRITÉRIOS ADOTADOS PARA O LEVANTAMENTO DAS QUANTIDADES. NÃO SE DEVE ESQUECER DE QUE OS QUANTITATIVOS QUE CONSTARÃO DO ORÇAMENTO DEVERÃO CORRESPONDER À REALIDADE CONSTRUTIVA E QUE ESTES DEVERÃO SER COMPARADOS AOS QUANTITATIVOS EXECUTADOS. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

97 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 3º - QUE OS CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO SEJAM EQUIVALENTES AOS CRITÉRIOS DE QUANTIFICAÇÃO. DEVEM ESTAR ESPECI- FICADOS NO CADERNO DE ENCARGOS OU OUTRO DOCUMENTO PERTINENTE. O ORÇAMENTISTA DO CONTRATANTE, DO CONTRATADO E O FISCAL SEMPRE DEVEM ADOTAR OS MESMOS CRITÉRIOS, QUER SEJA PARA A ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO QUER PARA A MEDIÇÃO. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

98 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO EXEMPLO DE CRITÉRIOS DIFERENTES DE QUANTIFICAÇÃO 15,00m 20,00m 10,00m 1. CÁLCULO DA ÁREA REAL (2 x 15,00) x 10,00 = 300,00 M² PREÇO UNITÁRIO: R$ 100,00/M² PREÇO: 300,00 x R$ 100,00 PREÇO: R$ ,00 2. CÁLCULO DA ÁREA PROJETADA 20,00 x 10,00 = 200,00 M² PREÇO UNITÁRIO: R$ 150,00/M² PREÇO: 200,00 x R$ 150,00 PREÇO: R$ ,00

99 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO EXEMPLO DE CRITÉRIOS DIFERENTES DE QUANTIFICAÇÃO HIPÓTESE: REGIME POR PREÇO UNITÁRIO a)ORÇAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO ÁREA : 1,68 x 2,5 = 4,20 M² PREÇO : 4,20 M² x R$ 4,40/M² = R$ 18,48 b) PROPOSTA DO PROPONENTE ÁREA : 1,68 x 2,5 = 4,20M² PREÇO : 4,20M² x R$ 4,00/M² = R$ 16,80 c) MEDIÇÃO DO FISCAL ÁREA : 4,38 M² (2x1,68+3,00x0,34) PREÇO : 4,38 M² x 4,00 = R$ 17,52 DIFERENÇA PAGA A MAIS : R$ 0,72 ~. 0,80x2,10=1,68 M²

100 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO TIPOS DE INSUMOS QUE INCORPORAM OS SERVIÇOS: PERMANENTES PROVISÓRIOS - PERMANENTES OS QUE INCORPORAM OS DIVERSOS SERVIÇOS, COMO: TIJOLO, AREIA, CIMENTO, TORNEIRAS, CERÂMICA, ETC. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

101 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO - PROVISÓRIOS AQUELES QUE SÃO UTILIZADOS DURANTE A EXECUÇÃO DA OBRA E REMOVIDOS POSTERIORMENTE, COMO: ESCORAMENTO, MADEIRA PARA ANDAIMES E FORMAS, TUBULAÇÕES PROVISÓRIAS, ENTRADAS PROVISÓRIAS DE LUZ E DE ÁGUA ETC. ESTÃO SUJEITOS A REAPROVEITAMENTO 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

102 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PRECISÃO DA QUANTIFICAÇÃO: GRANDEZAS EXATAS GRANDEZAS PARAMÉTRICAS -GRANDEZAS EXATAS LEVANTAMENTO QUANTITATIVO MEDIANTE UMA ANÁLISE PRECISA DE TODOS OS DOCUMENTOS LICITATÓRIOS E DA DISPONIBILIZAÇÃO DE UM ORÇAMENTISTA COM BOM CONHECIMENTO E BOA EXPERIÊNCIA 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

103 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO -GRANDEZAS PARAMÉTRICAS E/OU ESTIMATIVAS QUANTIFICAÇÃO MEDIANTE ESTIMATIVAS OU PARÂMETROS OBSERVADOS EM ORÇAMENTOS JÁ REALIZADOS, CUJOS OBJETOS SEJAM BASTANTE SIMILARES CONSTRUTIVAMENTE. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

104 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO INSERÇÃO DE VÁRIOS SERVIÇOS EM UM ÚNICO. HAVERÁ ERRO GRAVE NA CONSISTÊNCIA DO ORÇAMENTO, SE O ORÇAMENTISTA CONSIDERAR UM CONJUNTO DE SERVIÇOS COMO UM SERVIÇO ÚNICO, E NÃO OS CONSIDERAR NA REFERIDA COMPOSIÇÃO. 2. QUANTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS (continuação)

105 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO

106 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 3. COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS A "COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS" É UMA ATIVIDADE DO ORÇAMENTISTA VISANDO A QUANTIFICAÇÃO DO CONSUMO DOS INSUMOS QUE COMPÕE UM SERVIÇO. VII. LEVANTAMENTO - QUANTIDADES E CUSTOS

107 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 3. COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS (continuação) MATERIAIS, MÃO-DE-OBRA, EQUIPAMENTOS, SUBEMPREITEIROS, E OUTROS. A COMPOSIÇÃO DE UM SERVIÇO, ABARCA: NA COMPOSIÇÃO DE UM SERVIÇO DEVERÁ SER CONSIDERADO TAMBÉM, QUANDO FOR O CASO: PERDAS OU DESPERDÍCIOS, E REAPROVEITAMENTOS.

108 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO A QUANTIDADE DE CADA TIPO DE INSUMO QUE COMPÕE UMA UNIDADE DE SERVIÇO É NORMALMENTE DENOMINADA DE: I.COEFICIENTE DE CONSUMO (MATERIAIS) II.COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE (MÃO-DE- OBRA) III.PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (EQUIPAMENTOS E VEÍCULOS) 3. COMPOSIÇÃO DE SERVIÇOS (continuação)

109 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO VIII - DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS

110 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS) MATERIAL OU INSUMO É TODA SUBSTÂNCIA FÍSICA EXTRAÍDA E/OU INDUSTRIALIZADA QUE ISOLADAMENTE OU AGREGADA É UTILIZADA NA EXECUÇÃO DE UM SERVIÇO. COEFICIENTE DE CONSUMO É O ÍNDICE, OBTIDO DE ACORDO COM O CONSUMO DOS INSUMOS, QUE COMPÕE, POR UNIDADE DE MEDIDA, UM DETERMINADO SERVIÇO. EXEMPLO: Nº DE TIJOLOS/m², Nº DE TELHAS/m²... CONCEITOS BÁSICOS

111 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PERDAS OU DESPERDÍCIOS SÃO AS PERDAS DE INSUMOS, PRINCIPALMENTE DE MATERIAL, QUE OCORREM NA EXECUÇÃO DE UMA OBRA ACARRETANDO COMO CONSEQÜÊNCIA PREJUÍZOS AO EXECUTOR. CAUSAS DESPERDÍCIO DE MATERIAL MÃO-DE-OBRA DESQUALIFICADA CARGA E DESCARGA INCORRETA ARMAZENAMENTO IMPRÓPRIO MANUSEIO E TRANSPORTE INCORRETO UTILIZAÇÃO INADEQUADA E ROUBO FALHAS DIMENSIONAIS

112 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 1)PUBLICADOS EM LIVROS E/OU REVISTAS TÉCNICAS EXEMPLO - A: ALVENARIA EM TIJOLOS DE BARRO COM 6 FUROS E 14 CM DE ESPESSURA, ASSENTADOS COM ARGAMASSA MISTA DE CIMENTO, CAL E AREIA TRAÇO 1:2:9, COM JUNTAS HORIZONTAIS E VERTICAIS DE 15 MM ALVENARIA DE TIJOLOS - (M 2 ) UNIDADE COEFICIENTE TIJOLOS DE 6 FUROS UD 50,6210 CIMENTO KG 3,4234 CAL KG 6,2235 AREIA M 3 0,0435 VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS)

113 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 2)OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS. EXEMPLO: ALVENARIA EM TIJOLOS DE BARRO COM 6 FUROS E 14 CM DE ESPESSURA, ASSENTADOS COM ARGAMASSA MISTA DE CIMENTO, CAL E AREIA TRAÇO 1:2:9, COM JUNTAS HORIZONTAIS E VERTICAIS DE 15 MM (FICTO) VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS)

114 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO MONTAGEM DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇO 1. MATERIAIS EMPREGADOS TIJOLOS COM DIMENSÕES MÉDIAS REAIS DE 9x14x19 CM COM 3MM TOLERÂNCIA CIMENTO, CAL E AREIA DISPONÍVEIS NA REGIÃO E TRAÇO 1:2:9 EM VOLUME, COM CONSUMO DE 100 KG DE CIMENTO, 200 KG DE CAL E 0,95 M 3 DE AREIA

115 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 2.PERDAS NO PROCESSO CONSTRUTIVO POR MEDIÇÃO SEGUNDO DADOS INTERNOS DA CONSTRUTORA FORAM CONTABILIZADAS AS SEGUINTES PERDAS: TIJOLO ,83 % CIMENTO ,69 % CAL ,99 % AREIA ,03 %

116 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - CÁLCULO DO CONSUMO DE TIJOLOS (19 x 14 x 9 cm e juntas de 1,5 cm) N = 1 (a + e V ) x (c + e H ) N = 1 (0,19 + 0,015) x (0,09 + 0,015) N = 46,46 pçs. a b c eHeH eVeV

117 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO V = [ 1 – N x (a x c)] x b V = [ 1 – 46,46 x (0,19 x 0,09)] x 0,14 V = 0,02878 M³ 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - CÁLCULO DO VOLUME DE MASSA a b c eHeH eVeV

118 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO TIJOLOS : = 46,46 pçs CIMENTO : 0,02878 m³ x 100 kg/m³ = 2,8782 kg CAL : 0,02878 m³ x 200 kg/m³ = 5,7564 kg AREIA : 0,02878 m³ x 0,95 m³/m³ = 0,0273 m³ 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - DETERMINAÇÃO DO CONSUMO TEÓRICO VOLUME DE MASSA TRAÇO 1:2:9 EM VOLUME

119 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO - DETERMINAÇÃO DO CONSUMO REAL DE MATERIAL TIJOLOS : 46,4600 pçs x 1,0883 = 50, 5624 pçs CIMENTO : 2,8782 kg x 1,1169 = 3, 2147 kg CAL : 5,7564 kg x 1,1199 = 6,4466 kg AREIA : 0,0273 m³ x 1,1803 = 0,0322 m 3 CONSUMO TEÓRICO PERDAS EM DECIMAL (1,0883 = 1 + 8,83/100)

120 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO DA QUALIDADE DOS INSUMOS; DA QUALIDADE DA MÃO-DE-OBRA; DO CUIDADO NO MANUSEIO COM OS INSUMOS A SEREM REAPROVEITADOS; UM BOM PLANEJAMENTO DE REAPROVEITAMENTO; OUTROS. DEPENDE DE DIVERSOS FATORES: REAPROVEITAMENTO É A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS NÃO PERMANENTES QUE PODEM E DEVEM SER EMPREGADOS TANTAS QUANTAS VEZES O MATERIAL PERMITIR, ECONOMIZANDO INSUMOS E DIMINUINDO O CUSTO DA OBRA.

121 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO O COEFICIENTE DE CONSUMO DO MATERIAL QUE APRESENTA CONDIÇÕES DE REAPROVEITAMENTO DEVE SER DIVIDIDO POR “N”, ONDE “N” REPRESENTA O NÚMERO DE VEZES QUE O MESMO PODERÁ SER REUTILIZADO. N CC T CC R = CC T COEFICIENTE DE CONSUMO TEÓRICO AO QUAL PODE SER APLICADO O REAPROVEITAMENTO = CC R COEFICIENTE DE CONSUMO REAL AO QUAL JÁ FOI APLICADO O REAPROVEITAMENTO = N = NÚMERO DE VEZES QUE O INSUMO PODE SER REAPROVEITADO

122 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO EXEMPLO - B: EM UMA OBRA SÃO NECESSÁRIOS A EXECUÇÃO DE 800 M² DE FORMA PARA BLOCOS, CINTAS E SAPATAS. DETEMINAR OS ÍNDICES DE CONSUMO E A QUANTIDADE DE MATERIAIS NECESSÁRIOS. 2)OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS. (FICTO) VIII -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE CONSUMO DE MATERIAIS (INSUMOS)

123 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO SABE-SE QUE: A UNIDADE É O METRO QUADRADO, CONSIDERAR O REAPROVEITAMENTO DAS TÁBUAS, E SARRAFOS EM TRÊS VEZES, AS PERDAS PREVISTAS SÃO: 5% PARA OS PREGOS, 15% PARA AS TÁBUAS, E 25% PARA OS SARRAFOS, PARA CADA METRO QUADRADO DE FÔRMA SÃO CONSUMIDOS: PREGOS MISTOS ,24 KG TÁBUA DE PINHO DE 3ª, 1 x 12" ,50 M SARRAFO DE PINHO DE 2ª, 1 x 4" ,00 M

124 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO MONTAGEM DE COMPOSIÇÃO DE SERVIÇO 1.COEFICIENTES DE CONSUMO COM PERDA E REAPRO- VEITAMENTO 2. QUANTIDADE DE MATERIAIS PREGOS MISTOS TÁBUA DE PINHO DE 3ª, 1x12" SARRAFO DE PINHO DE 2ª,1x4" DESCRIÇÃOCOEF.FINAL 0,25 KG/M² 0,96 M/M² 1,25 M/M² FORMA 800,00 M² QUANTIDADE 200,00 KG 768,00 M 1.000,00 M

125 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE DA MÃO-DE-OBRA

126 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO) MÃO-DE-OBRA É O TRABALHO EMPREGADO, POR UMA PESSOA OU UMA EQUIPE, NA PRODUÇÃO DE UM DETERMINADO SERVIÇO OU ATIVIDADE, DESCONSIDERANDO O MATERIAL QUE NELE SE UTILIZE.

127 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE É UM ÍNDICE E É ACEITO COMO O INVERSO DA PRODUTIVIDADE, OU SEJA, QUAL O TEMPO NECESSÁRIO PARA QUE UMA PESSOA OU EQUIPE REALIZE UMA DETERMINADA UNIDADE DE TRABALHO. EXEMPLO: QUANTAS HORAS UM PINTOR LEVA PARA PINTAR UM METRO QUADRADO – h/m². PRODUTIVIDADE É A QUANTIDADE DE UNIDADES DE TRABALHO PRODUZIDA, POR UMA PESSOA OU EQUIPE, EM UM DETERMINADO INTERVALO DE TEMPO, GERALMENTE A HORA. EXEMPLO: QUANTOS m² UM PINTOR PINTA EM UMA HORA – m²/h.  CONCEITOS BÁSICOS

128 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PRODUÇÃO REPRESENTA QUANTAS UNIDADES FORAM PRODUZIDAS NUM DETERMINADO INTERVALO DE TEMPO. PRODUTIVIDADE É A RAPIDEZ COM QUE ESSA PRODUÇÃO FOI ALCANÇADA. EXEMPLO: ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS: SE O COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE É 0,7220 h/m² A PRODUTIVIDADE É IGUAL A 1,385 m²/h PROD. = 1 COEF. PROD. PROD. = 1 0,7220 h/h² = 1,385 m²/h  CONCEITOS BÁSICOS

129 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO O COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE É UM ÍNDICE, TAMBÉM, DENOMINADO DE: "RAZÃO UNITÁRIA DE PRODUÇÃO – RUP". QUANTO MENOR FOR A RUP, MAIOR É A PRODUTIVIDADE MAIOR FOR A RUP, MENOR É A PRODUTIVIDADE  CONCEITOS BÁSICOS

130 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 1)PUBLICADOS EM LIVROS E/OU REVISTAS TÉCNICAS ALVENARIA DE TIJOLO - 6 FUROS COM e = 14 CM - PRODUÇÃO - M 2 H UNIDADE COEFICIENTE 0,7220 0,9965H PEDREIRO SERVENTE IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO)

131 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO IMPORTÂNCIA DO COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE R$/h 3,50 R$ 2,53 2,902,89 R$ (7 m²) 17,71 20,24 R$ (8 M²) 20,24 23,12 PEDREIRO A PEDREIRO B h H UDCOEFICIENTE DESCRIÇÃO 0,7220 0,9965 (FICTO) IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO)

132 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO 2)OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS. OS COEFICIENTES SÃO OBTIDOS ATRAVÉS DE MEDIÇÕES EFETUADAS NO CANTEIRO DE OBRAS E DEVIDAMENTE CADASTRADOS IX -DETEMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PRODUTI- VIDADE DA MÃO-DE-OBRA (INSUMO)

133 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO C PRODUTIVIDADE – COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE Q OPERÁRIOS – QUANTIDADE DE OPERÁRIOS, POR QUALIFICAÇÃO T EXECUÇÃO – TEMPO DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO, EM HORAS Q SERVIÇO – QUANTIDADE DE SERVIÇO EXECUTADO C PRODUTIVIDADE = Q OPERÁRIOS X T EXECUÇÃO Q SERVIÇO 2)OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS.

134 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO VARIANTES DA EQUAÇÃO MATEMÁTICA Q OPERÁRIOS X T EXECUÇÃO Q SERVIÇO = C PRODUTIVIDADE Q SERVIÇO X Q OPERÁRIOS T EXECUÇÃO = C PRODUTIVIDADE T EXECUÇÃO Q OPERÁRIOS = Q SERVIÇO X C PRODUTIVIDADE Q OPERÁRIOS X T EXECUÇÃO Q SERVIÇO C PRODUTIVIDADE =

135 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO EXEMPLO: DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE MÉDIO DE PRODUTIVIDADE DE PROFISSI- ONAIS (PEDREIROS E SERVENTES) RESPONSÁVEIS PELA EXECUÇÃO DE PAREDES EM ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E ESPESSURA IGUAL A 14 CM. (FICTO) 2)OBTIDOS POR LEVANTAMENTOS TÉORICOS OU MEDIÇÕES EM OBRAS.

136 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO SERVIÇO: EXECUÇÃO ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E = 14 CM. UNIDADE : M² SETOR – 1  2 PEDREIROS E 3 SERVENTES EXECUTAM 22 M2 EM 8 HORAS SETOR – 2  2 PEDREIROS E 3 SERVENTES EXECUTAM 22 M2 EM 7 HORAS SETOR – 3  3 PEDREIROS E 5 SERVENTES EXECUTAM 35 M2 EM 8 HORAS (FICTO) EXEMPLO

137 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO SERVIÇO: EXECUÇÃO ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E = 14 CM. UNIDADE : M² SETORQUALIFICAÇÃO PEDREIRO SERVENTE 01 COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE (2x 8)/22 = 0,7273 h/m 2 (3x 8)/22 = 1,0909 h/m 2 PEDREIRO SERVENTE (3x 7)/22 = 0,9545 h/m 2 02 (2x 7)/22 = 0,6364 h/m 2 PEDREIRO SERVENTE (5x 8)/35 = 1,1429 h/m 2 03 (3x 8)/35 = 0,6857 h/m 2 EXEMPLO

138 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO SERVIÇO: EXECUÇÃO ALVENARIA DE TIJOLOS COM 6 FUROS E = 14 CM. UNIDADE : M² QUALIFICAÇÃO COEFICIENTES MÉDIO PEDREIRO SERVENTE COEFICIENTE DE PRODUTIVIDADE 0,6831 H/M 2 1,0628 H/M 2 (0, , ,6857)/3 (1, , ,1429)/3 (FICTO) EXEMPLO

139 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO X -PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS)

140 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO EQUIPE MECÂNICA É O GRUPO DE EQUIPAMENTOS E/OU VEÍCULOS REUNIDOS PARA A EXECUÇÃO DE UM DETERMINADO SERVIÇO X -PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA PRODUÇÃO É A QUANTIDADE MÉDIA DE MATERIAL MOVIDA NA UNIDADE DE TEMPO, COMUMENTE UMA HORA  CONCEITOS BÁSICOS

141 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO X -PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (continuação)  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM VOLUME DE CORTE É O VOLUME DO MATERIAL NO ESTADO NORMAL, NA NATUREZA VOLUME SOLTO É O VOLUME DO MATERIAL ESCAVADO E QUE SOFREU EMPOLAMENTO DEVIDO AO PROCESSO DE REMOÇÃO DA SUA POSIÇÃO ORIGINAL, OU SEJA, SOFREU UMA EXPANSÃO VOLUMÉTRICA VOLUME COMPACTADO É O VOLUME NO ATERRO E CONSEQÜENTEMENTE CONTRAÍDO

142 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO Vc Va Vs Vs - VOLUME SOLTO Va - VOLUME COMPACTADO (ATERRO) Vc - VOLUME MÉDIO DE CORTE E - EMPOLAMENTO (%) φ - FATOR DE CONVERSÃO C - CONTRAÇÃO (%) E = (Vs / Vc) -1 φ = 1 / (1 + E) C = Va / Vc γc - MASSA ESPECÍFICA NO CORTE (IN SITU) γs - MASSA ESPECÍFICA MATERIAL SOLTO γa - MASSA ESPECÍFICA DO MATERIAL COMPACTADO Va = Vc x C Vs = Vc (1 + E) Vc = Va / C φ = Vc / Vs ou C = γc / γa ou E = (γc/γs) -1 ou  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM

143 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO Vc Va Vs Va = Vc x C Vs = Vc (1 + E)Va = (Vs x C) / (1 + E) Vc = Va / C Vc = Vs / (1 + E)Vs = Va x (1 + E) / C CÁLCULO DE VOLUMES  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM

144 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM DISPONIBILIDADE MECÂNICA – DM É UM ÍNDICE QUE TRADUZ A QUANTIDADE DE HORAS EM QUE O EQUIPAMENTO ESTÁ EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE USO, EM RELAÇÃO AO TEMPO TOTAL UTILIZÁVEL. DM = HORAS MECANICAMENTE DISPONÍVEIS HORAS POTENCIALMENTE UTILIZÁVEIS H x D - P H x D = H = HORAS DE TRABALHO PLANEJADAS D = DIAS DE TRABALHO PLANEJADOS P = HORAS PARADAS

145 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM EFICIÊNCIA OPERACIONAL - EO É UM ÍNDICE QUE TRADUZ O RENDIMENTO EFETIVO DO EQUIPAMENTO. QUANTO MAIOR A "EO" MAIOR É A PRODUTIVIDADE DO EQUIPAMENTO. H = HORAS DE TRABALHO PLANEJADAS D = DIAS DE TRABALHO PLANEJADOS P = HORAS PARADAS E = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS EO = HORAS MECANICAMENTE DISPONÍVEIS E H x D - P = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS

146 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM FATOR DE EFICIÊNCIA - FE É UM ÍNDICE QUE TRADUZ QUAL O PERCENTUAL DAS HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS, EM RELAÇÃO AO TOTAL DE HORAS POTENCIALMENTE TRABALHÁVEIS. FE = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS HORAS POTENCIALMENTE UTILIZÁVEIS E H x D = H = HORAS DE TRABALHO PLANEJADAS D = DIAS DE TRABALHO PLANEJADOS E = HORAS EFETIVAMENTE TRABALHADAS FE = DM x EO OU

147 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM FATOR DE CARGA -FC É UM ÍNDICE QUE TRADUZ A RELAÇÃO ENTRE O VOLUME REAL E O VOLUME DA CONCHA OU CAÇAMBA. FC = FATOR DE CARGA Vco = CAPACIDADE NOMINAL OU VOLUME DA CONCHA / CAÇAMBA Vr = CAPACIDADE EFETIVA OU VOLUME REAL ESCAVADO Vr = FC x Vco FATOR DE CARGA – Normalmente Utilizado MATERIAL DE 1ª CATEGORIA – 0,95; MATERIAL DE 2ª CATEGORIA – 0,85; MATERIAL DE 3ª CATEGORIA – 0,75;

148 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM MOMENTO DE TRANSPORTE É O PRODUTO DO PESO OU DO VOLUME PELA DISTÂNCIA DE TRANSPORTE ( m³ x km, t x km). DMT CG DMT DISTANCIA MÉDIA DE TRANSPORTE

149 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  ELEMENTOS DE TERRAPLANAGEM MOMENTO DE TRANSPORTE É O PRODUTO DO PESO OU DO VOLUME PELA DISTÂNCIA DE TRANSPORTE ( m³ x km, t x km). MT = V x DMT MT = MOMENTO DE TRANSPORTE (m³ x km) ou ( t x km ) V = VOLUME OU PESO TRANSPORTADO ( m³ ou t ) DMT = DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE ( km )

150 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA COMO PROCEDER: UTILIZAÇÃO DE PLANILHA DE CÁLCULO; CONSIDERAR AS ESPECIFICAÇÕES; CONSIDERAR OS MANUAIS DOS FABRICANTES; EXPERIÊNCIA DO PROFISSIONAL. X -PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA (continuação)

151 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA VARIÁVEIS CUJOS VALORES DEVERÃO SER FORNECIDOS PARA CADA EQUIPAMENTO QUE COMPÕE A EQUIPE MECÂNICA. a. Afastamento – distância entre furos no sentido transversal à face da bancada (em desmonte de rocha); b. Capacidade – volume nominal da concha ou caçamba; c. Consumo – quantidade por unidade de serviço ( l/m³, m³/min, etc.); d. Distância – espaço médio percorrido pelo equipamento; e. Espaçamento – distância entre furos no sentido paralelo à face da bancada (em desmonte de rocha); f. Espessura – espessura da camada compactada; g. Fator de Carga – relação entre a capacidade efetiva (real) e a capacidade nominal da concha ou caçamba; h.Fator de Conversão – relação entre o volume do material no corte e o volume solto; i.Fator de Eficiência – relação entre a produção efetiva (real) e a produção nominal;

152 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA VARIÁVEIS CUJOS VALORES DEVERÃO SER FORNECIDOS PARA CADA EQUIPAMENTO QUE COMPÕE A EQUIPE MECÂNICA. j.Largura de Operação – largura da lâmina do equipamento; l.Largura de superposição – dimensão da superposição entre passadas adjacentes; m.Largura Útil – subtração das duas larguras acima; n.Número de Passadas – número de vezes que o equipamento passa no mesmo lugar (compactação, espalhamento, etc.); o.Profundidade – penetração atingida por equipamento de perfuração; p.Tempo Fixo (carga, descarga e manobra) – intervalo de tempo de carga, descarga e manobra); q.Tempo de Percurso (ida) – intervalo de tempo que o equipamento carregado leva do local de carga até o local de descarga – é a razão entre a distância e a velocidade de ida;

153 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  CÁLCULO DA PRODUÇÃO DA EQUIPE MECÂNICA VARIÁVEIS CUJOS VALORES DEVERÃO SER FORNECIDOS PARA CADA EQUIPAMENTO QUE COMPÕE A EQUIPE MECÂNICA. r.Tempo de Retorno – intervalo de tempo que o equipamento vazio leva do local de descarga até o local de carga - é a razão entre a distância e a velocidade de retorno; s.Tempo Total de Ciclo – soma dos três tempos acima; t.Velocidade (ida) Média – velocidade que o equipamento carregado vai desde o local de carga até o local de descarga; u.Velocidade de Retorno – velocidade com que o equipamento vazio volta do local de descarga para o local de carga.

154 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert

155 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO DETERMINAR QUAL A PRODUÇÃO DAS EQUIPES MECÂNICAS PARA A ESCAVAÇÃO DE VALA SOB AS SEGUINTES CONDIÇÕES E NECESSIDADES: EXEMPLO: 2. ESCAVADEIRA : CONCHA CAPACIDADE – 0,5 m³ FATOR DE CARGA – 0,90 FATOR DE CONVERSÃO – 1,00 FATOR DE EFICIÊNCIA – 0,83 TEMPO TOTAL DE CICLO – 0,42 min FÓRMULA PARA A PRODUÇÃO HORÁRIA: P = 60.b.g.h.i/s 1. DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE – DMT : 800 m

156 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO EXEMPLO: 3. CAMINHÃO BASCULANTE : CAPACIDADE – 6 m³ FATOR DE CARGA – 1,00 FATOR DE CONVERSÃO – 0,83 FATOR DE EFICIÊNCIA – 0,75 TEMPO FIXO (CARG. DESCARG. MAN. – 7,04 min TEMPO DE PERCURSO (IDA) – 1,92 min TEMPO DE RETORNO – 1,20 min TEMPO TOTAL DE CICLO – 10,16 min VELOCIDADE DE IDA – 25 km/h VELOCIDADE DE RETORNO – 40 km/h FÓRMULA PARA A PRODUÇÃO HORÁRIA: P = 60.b.g.h.i/s

157 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert

158 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO VII. LEVANTAMENTO DE QUANTIDADES E CUSTOS 4.LEVANTAMENTO DE CUSTOS LEVANTAMENTO DE CUSTOS CONSISTE NA PESQUISA DE PREÇOS DE MERCADO, ENCARGOS, ADICIONAIS, DADOS CONCERNENTES À AQUISIÇÃO E ENTREGA DOS DIVERSOS INSUMOS, TANTO OS QUE COMPÕEM O CUSTO DIRETO, QUANTO O CUSTO INDIRETO. PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOS PARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO

159 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO I.MATERIAIS II.MÃO-DE-OBRA III.EQUIPAMENTOS IV.SUBEMPREITEIROS E OUTROS O LEVANTAMENTO DE CUSTOS ABRANGE: 4.LEVANTAMENTO DE CUSTOS

160 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO XI -LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MATERIAIS

161 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS NO LEVANTAMENTO DE CUSTOS: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS; UNIDADE E EMBALAGEM; QUANTIDADE; PRAZO DE ENTREGA; CONDIÇÕES DE PAGAMENTO; VALIDADE DA PROPOSTA; LOCAL E CONDIÇÕES DE ENTREGA; DESPESA COMPLEMENTARES XI -LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MATERIAIS

162 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DESCRIÇÃO QUALITATIVA DO MATERIAL COM INFORMA- ÇÕES DE DIMENSÕES, PESO, COR, RESISTÊNCIA, COMPOSIÇÃO, E OUTROS PARÂMETROS. UNIDADE E EMBALAGEM DEFINIÇÃO DO TIPO DE EMBALAGEM. SOLTO NO SEMOVENTE OU PALETIZADO. QUANTIDADE OBSERVAR QUE O CUSTO UNITÁRIO DE UM PRODUTO É INVERSAMENTE PROPORCIONAL À QUANTIDADE A SER ADQUIRIDA.

163 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PRAZO DE ENTREGA VERIFICAR COM O FORNECEDOR QUAL O PRAZO MÍNIMO ENTRE O PEDIDO E A ENTREGA DO MATERIAL. CONDIÇÕES DE PAGAMENTO NEGOCIAR COM O FORNECEDOR O PRAZO E A FORMA DE PAGAMENTO. SE É À VISTA OU A PRAZO. COM OU SEM ENTRADA. COM OU SEM DESCONTO. VALIDADE DA PROPOSTA OS FORNECEDORES SEMPRE FIXAM O PRAZO DE VALIDADE DA PROPOSTA. É IMPORTANTE VERIFICAR SE O INÍCIO DA OBRA OU A ÉPOCA PROVÁVEL DA COMPRA CONDIZ COM O PRAZO DA PROPOSTA.

164 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO LOCAL E CONDIÇÕES DE ENTREGA NEGOCIAR COM O FORNECEDOR O LOCAL DA ENTREGA DO PRODUTO, SE NA OBRA OU NO DEPÓSITO DO FORNECEDOR, NO PORTO, NO AEROPORTO, NA FRONTEIRA ETC. VERIFICAR O QUE ESTÁ IMBUTIDO NO CUSTO (SEGURO, FRETE, EMBALAGENS, DESEMBARAÇO ADUANEIRO ETC.). NESTES CASOS USA-SE AS MODALIDADES DA INCOTERMS (EX WORK, FOB, CIF, ETC.). DESPESA COMPLEMENTARES VERIFICAR O FORNECEDOR ENTREGA O PRODUTO NO CANTEIRO DE OBRAS, ETC. SE FOR O CASO INCLUIR: FRETE, SEGURO, IMPOSTOS, DESPESAS ADUANEIRAS E OUTROS.

165 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO A) PRATICADOS B) DE MERCADO FORMAS DE PROCEDER O LEVANTAMENTO DE CUSTOS: XI -LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MATERIAIS PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOS PARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO

166 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO A) PRATICADOS (CUSTOS) REVISTAS ESPECIALIZADAS (PINI); EDITORIAIS ESPECIALIZADOS (PINI); PUBLICAÇÕES GOVERNAMENTAIS; SOFTWARES COM PROGRAMAS DE ORÇAMENTO; BANCO DE DADOS; TABELAS REFERENCIAIS DE ÓRGÃOS PÚBLICOS; SISTEMA SINAPI/CEF; SISTEMA SICRO/DNIT; OUTROS. SÃO OS DISPONÍVEIS, MEDIANTE, CONSULTA JUNTO A:

167 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO B) DE MERCADO (CUSTOS) SÃO OS COLETADOS JUNTO AOS FORNECEDORES REGIONAIS NACIONAIS LOCAIS INTERNA- CIONAIS FORNECEDORES LEVANTAMENTO DE MERCADO

168 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO COMPARAÇÃO DOS CUSTOS COLETADOS A COMPARAÇÃO DOS CUSTOS COLETADOS SE DEVE DAR SEMPRE NUMA MESMA BASE. O DETALHAMENTO DO CUSTO COLETADO DEVE SER O MAIS COMPLETO POSSÍVEL. NA FALTA DE UM ITEM NO DETALHAMENTO DE UM CUSTO COLETADO O ORÇAMENTISTA BUSCA O ITEM FALTANTE NO DETALHAMENTO DE OUTRA COTAÇÃO E PREENCHE A LACUNA. QUANDO OS VALORES COLETADOS NÃO ESTÃO INDIVIDUALIZADOS, O ORÇAMENTISTA DEVE ORÇAR O ITEM FALTANTE NA COLETA INCOMPLETA. B) DE MERCADO (CUSTOS)

169 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO XII -LEVANTAMENTO DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA

170 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO XII - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MÃO-DE-OBRA O CUSTO DA MÃO-DE-OBRA DEVE, NO MÍNIMO, SER IGUAL AO VALOR DO PISO SALARIAL QUE VIGORA NA REGIÃO ONDE SE EXECUTARÁ A OBRA, ACRESCIDO DOS OUTROS ADICIONAIS, QUANDO FOR O CASO, SEM AS LS. PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOS PARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO

171 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO XII - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MÃO-DE-OBRA CUSTO HOMEM-HORA DIURNO CdCd = (Vh(Vh VpVp + + ViVi ) Cd = CUSTO HOMEM-HORA DIURNO (R$) Vh = VALOR HORA-BASE (R$) ≥ Vmínimo sindical Vp = PERICULOSIDADE = Vh x 1,30 Vi = INSALUBRIDADE= Vsm x Ai ) ( Vsm = VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO (R$) Ai = ÍNDICE DE INSALUBRIDADE (%) O V p E V i NÃO SE ACUMULAM - ESCOLHER O MAIOR GRAU MÍNIMO MÉDIO MÁXIMO ÍNDICE (Ai) 10% 20% 40% - NR 15 - CLT, art. 193 CLT, art. 198

172 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO XII - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE MÃO-DE-OBRA CUSTO HOMEM-HORA NOTURNO Cn = CUSTO HOMEM-HORA NOTURNO (R$) Vh = VALOR HORA-BASE (R$) ≥ Vmínimo sindical O V p E V i NÃO SE ACUMULAM - ESCOLHER O MAIOR CnCn = (Vh(Vh VpVp + + ViVi ) x AnAn An = ÍNDICE ADICIONAL NOTURNO = 1,3714 HORÁRIO NOTURNO É DEFINIDO PELA LEI COMO O PERÍODO ENTRE AS 22 h E 5,0 horas. CORRESPONDE A UMA JORNADA DE TRABALHO DE 7 HORAS. A RAZÃO ENTRE A JORNADA DE TRABALHO DIURNA 8h E NOTURNA 7h É IGUAL A 1,1428. A MAJORAÇÃO É DE 20% (POR LEI) SOBRE 1,1428 QUE RESULTA EM 1,3714 OU 37,14%.

173 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO XIII -LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS

174 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO A) PRATICADOS B) DE MERCADO FORMA DE PROCEDER O LEVANTAMENTO DE CUSTOS DOS EQUIPAMENTOS: XIII -LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS PREÇOS PESQUIZADOS CUSTOS PARA FINS DE ORÇAMENTO SÃO CONSIDERADOS COMO

175 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO A) PRATICADOS (CUSTOS) REVISTAS ESPECIALIZADAS (PINI); EDITORIAIS ESPECIALIZADOS (PINI); PUBLICAÇÕES GOVERNAMENTAIS; SOFTWARES COM PROGRAMAS DE ORÇAMENTO; BANCO DE DADOS; TABELAS REFERENCIAIS DE ÓRGÃOS PÚBLICOS; SISTEMA SINAPI/CEF; SISTEMA SICRO/DNIT; OUTROS. SÃO OS DISPONÍVEIS MEDIANTE CONSULTA JUNTO A:

176 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO B) DE MERCADO (CUSTOS) SÃO OS EFETUADOS JUNTO AOS FORNECEDORES LEVANTAMENTO DE MERCADO REGIONAIS NACIONAIS LOCAIS INTERNA- CIONAIS FORNECEDORES

177 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO O LEVANTAMENTO DEVERÁ SER REALIZADO DE FORMA A SE OBTER: ESPECIFICAÇÕES DO EQUIPAMENTO DADOS DO FORNECEDOR CONSULTADO VALOR DO EQUIPAMENTO SEM PEÇAS TRABALHANTES VALOR DAS PEÇAS TRABALHANTES VALOR DA DESCRIÇÃO DOS IMPOSTOS. VERIFICAR SE OS MESMOS ESTÃO OU NÃO INCLUÍDOS NO VALOR DO EQUIPAMENTO CONDIÇÕES DE PAGAMENTO CUSTOS DE EMBALAGEM E TRANSPORTE B) DE MERCADO (CUSTOS)

178 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO COMPOSIÇÃO DO CUSTO HORÁRIO (R$/h) DE EQUIPAMENTOS I -EQUIPAMENTOS EM GERAL - CUSTO HORÁRIO - Ch SENDO C o = C p + C c + C l + C op C h = C d + C j + C o + C m

179 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO I -EQUIPAMENTOS EM GERAL - CUSTO HORÁRIO - Ch O CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO - C d : REFERE- SE À PERDA DE VALOR DO EQUIPAMENTO EM VIRTUDE DE USO OU OBSOLESCÊNCIA. O CUSTO HORÁRIO DE JUROS - C j : REFERE-SE À REMUNERAÇÃO DO CAPITAL INVESTIDO. O CUSTO HORÁRIO DE MANUTENÇÃO - C m : REFERE- SE À PARCELA POR MEIO DA QUAL SE MANTÉM O EQUIPAMENTO EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE USO.

180 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO O CUSTO HORÁRIO DE OPERAÇÃO - C o : REFERE-SE À UTILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO, COMPREENDE: OS MATERIAIS E A MÃO-DE-OBRA. MATERIAIS: CUSTO DE PNEUS – C p CUSTO DE COMBUSTÍVEL - C c CUSTO DE LUBIFICAÇÃO - C l MÃO-DE-OBRA : CUSTO DE MÃO-DE-OBRA DE OPERADOR - C op

181 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO – Cd (R$/h) Vo - VALOR DE AQUISIÇÃO (R$) É VALOR PELO QUAL O EQUIPAMENTO FOI ADQUIRIDO (NOTA FISCAL OU RECIBO) Vu - DA VIDA ÚTIL (h) PERÍODO EM QUE O EQUIPAMENTO TRABALHA DE FORMA EFICIENTE E PRODUTIVA. Vu = a x n (EM TERMOS DE HORAS) a = ANOS DE VIDA ÚTIL (ano) n = Nº DE HORAS DE UTILIZAÇÃO POR ANO (h/ano) C d = Vo Vr - VuVu ( MÉTODO LINEAR ) MAIS UTILIZADO NOS ORÇAMENTOS DE CONSTRUÇÃO

182 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO TABELA DE VIDA ÚTIL DE ALGUNS EQUIPAMENTOS

183 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO Vr -DO VALOR RESIDUAL (R$) - VALOR QUE O EQUIPAMENTO AINDA POSSUI APÓS UTILIZADAS AS HORAS ESTABELECIDAS COMO SUA VIDA ÚTIL. É O VALOR ESTIMADO DE REVENDA AO FINAL DA VIDA ÚTIL. k = 20% 10% a k x V o 100 Vr =

184 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  CUSTO HORA PRODUTIVA HORA PRODUTIVA – É A HORA DE TRABALHO EFETIVO C h prod = C d + C j + C p + C c + C l + C op + C m C d - CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO C j - CUSTO HORÁRIO DE JUROS C c - CUSTO HORÁRIO DE COMBUSTÍVEL C l - CUSTO HORÁRIO DE LUBRIFICAÇÃO C p - CUSTO HORÁRIO DE PNEUS C op - CUSTO HORÁRIO DE OPERAÇÃO C m - CUSTO HORÁRIO DE MANUTENÇÃO

185 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO  CUSTO HORA IMPRODUTIVA HORA IMPRODUTIVA – É A HORA DE TRABALHO EM QUE O EQUIPAMENTO FICA À DISPOSIÇÃO, PORÉM SEM SEU EMPREGO EFETIVO C h improd = C d + C j + C op C d - CUSTO HORÁRIO DE DEPRECIAÇÃO C j - CUSTO HORÁRIO DE JUROS C op - CUSTO HORÁRIO DE OPERAÇÃO

186 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CUSTO UNITÁRIO DIRETO É A SOMA DOS CUSTOS UNITÁRIOS DIRETOS DE TODOS OS INSUMOS (MATERIAIS, MÃO-DE-OBRA E EQUIPAMENTOS) QUE COMPÕEM UM DETERMINADO SERVIÇO, DESCONSIDERANDO-SE O BDI. 5. COMPOSIÇÃO CUSTOS UNITÁRIOS PREÇO UNITÁRIO É O CUSTO UNITÁRIO DIRETO DE UM SERVIÇO ACRESCIDO DO BDI.

187 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert TABELA DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS UNITÁRIOS

188 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

189 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

190 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO - TCU ACÓRDÃO Nº 2.606/2007-TCU-2ª CÂMARA O TCU DETERMINOU AO BANCO DO BRASIL S/A QUE OBSERVASSE, NAS LICITAÇÕES QUE ENVOLVESSEM A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA, AS DETERMINAÇÕES DOS ARTS. 13 E 14 DA LEI Nº 5.194/1966, BEM COMO DO ART. 1º, INC. IV, DA RESOLUÇÃO/CONFEA N° 282, DE , EXPLICITANDO-AS NO CORPO DO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO (ITEM 6.1.2,TC / ). DOU DE , S. 1, P. 94.

191 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CURVA ABC

192 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CORRESPONDE À TABELA OU GRÁFICO QUE DEMONSTRA A PARTICIPAÇÃO PERCENTUAL DE CUSTO DE CADA INSUMO E/OU SERVIÇO QUE INTEGRA O VALOR TOTAL DA OBRA CURVA ABC

193 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CURVA ABC TIPOS DE CURVAS CURVA ABC DE INSUMOS (GERAL) –TODOS OS INSUMOS CURVA ABC DE MATERIAS DE MATERIAIS CURVA ABC DE MÃO-DE-OBRA DE MÃO-DE-OBRA CURVA ABC DE EMPREITADAS DE EMPREITADAS CURVA ABC DE EQUIPAMENTOS DE EQUIPAMENTOS

194 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO EXEMPLO 200M² DE PAREDE EM ALVENARIA FAIXA A – ENGLOBA OS INSUMOS QUE ESTÃO ACIMA DOS 50% ACUMULADO FAIXA B – ENGLOBA OS INSUMOS QUE ESTÃO ENTRE OS 50% E 80% FAIXA C – OS INSUMOS RESTANTES. REPRESENTAM 20% DO CUSTO TOTAL

195 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CURVA ABC ANÁLISE E OBSERVAÇÕES 1–OBSERVAR QUE MUITOS INSUMOS APARECEM EM MAIS DE UMA COMPOSIÇÃO 2–AUXILIA NA IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS INSUMOS NECESSÁRIOS NA OBRA 3–DIVIDE A(S) CURVA(S) EM FAIXAS, OU SEJA: - FAIXA A – QUE PERFAZEM 50% DO CUSTO TOTAL - FAIXA B – QUE ESTÃO ENTRE OS PERCENTUAIS ACUMULADOS DE 50% E 80% - FAIXA C – QUE ESTÃO ACIMA DO PERCENTUAL ACUMULADO DE 80 %

196 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CURVA ABC 4–DEVE-SE CONCENTRAR NA AQUISIÇÃO DE INSUMOS SITUADOS NO TOPO DA CURVA 5–PODE AVALIAR O IMPACTO QUE O AUMENTO OU DIMINUIÇÃO DO PREÇO DO INSUMO TERÁ NO CUSTO DA OBRA EXEMPLO: É MAIS VANTAJOSO UM GANHO DE 10% NO TIJOLO DE 6 FUROS – 10% x R$ 2.528,12 = R$ 252,81 DO QUE UM GANHO DE 25% NO CAL – 25% x R$ 244,97 = R$ 61,24 ANÁLISE E OBSERVAÇÕES

197 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ORÇAMENTO CURVA ABC UTILIDADE DACURVA ABC  HIERARQUIA DOS INSUMOS  PRIORIZAÇÃO PARA NEGOCIAÇÃO  ATRIBUIÇÃO DE RESPONSABILIDADES  AVALIAÇÃO DE CUSTOS  REEQUILÍBRIO ECONÔMICO-FINANCEIRO

198 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE PROJETOS FONTE: IAB e OUTROS A - ARQUITETURA EM GERAL DEFINIÇÕES: a)ARQUITETO: TÉCNICO CONTRATADO, RESPON- SÁVEL PELO PROJETO E/OU EXECUÇÃO DA OBRA. b)CLIENTE: PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA CONTRATANTE DOS SERVIÇOS DO ARQUITETO. c)HONORÁRIOS: REMUNERAÇÃO DEVIDA PELO CLIENTE AO ARQUITETO, EM CONTRAPARTIDA POR SERVIÇOS PRESTADOS NO CASO DE PROJETOS. ORÇAMENTO

199 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DEFINIÇÕES d) CUSTO DE PROJETO: DESPESAS DE PROJETO ACRESCIDAS DO LUCRO E DOS DIREITOS AUTORAIS (DE PROJETO). e)DESPESAS DE PROJETO: DESPESAS, DIRETAS E INDIRETAS, DE MATERIAL, MÃO DE OBRA E OUTRAS, NECESSÁRIAS À PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DO PROJETO. f)DESPESAS DE EXECUÇÃO DA OBRA: DESPESAS, DIRETAS E INDIRETAS DE MATERIAL, MÃO-DE- OBRA E OUTRAS, NECESSÁRIAS À EXECUÇÃO DA OBRA. A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO

200 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert g)DIREITOS AUTORAIS: REMUNERAÇÃO PELO TALENTO, CRIATIVIDADE E COMPETÊNCIA TÉCNICA, INVESTIDA PELO ARQUITETO NA CRIAÇÃO E/OU EXECUÇÃO DA OBRA DE ARQUITETURA, ASSIM COMO PELA EXCLUSIVIDADE DE UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATADOS. DEFINIÇÕES A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO

201 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert MODALIDADES DE LEVANTAMENTO DE CUSTOS a)PERCENTUAL SOBRE O CUSTO ESTIMADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, CALCULADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO b)PERCENTUAL SOBRE O CUSTO ORÇADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, ESTIMADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO E CALCULADO AO SEU TÉRMINO c)PERCENTUAL SOBRE O CUSTO CONTABILIZADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, ESTIMADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO E CALCULADO AO FINAL DA EXECUÇÃO A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO

202 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert a)PERCENTUAL SOBRE O CUSTO ESTIMADO DE EXECUÇÃO DA OBRA, CALCULADO NA CONTRATAÇÃO DO PROJETO. AS EDIFICAÇÕES SÃO CLASSIFICADAS EM QUATRO CATEGORIAS (I, II, III, IV), SEGUNDO OS SEGUINTES CRITÉRIOS: 1) COMPLEXIDADE DAS PESQUISAS PRÉVIAS NECESSÁRIAS À SUA PROJETAÇÃO; 2) DIFERENCIAÇÃO FUNCIONAL, TÉCNICA E ESTÉTICA DOS ESPAÇOS E AMBIENTES PROJETADOS. MODALIDADES DE LEVANTAMENTO DE CUSTOS A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO

203 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert 3) SOFISTICAÇÃO COMPOSITIVA DA OBRA; 4) COMPLEXIDADE TECNOLÓGICA, EM ESPECIAL DOS PROJETOS COMPLEMENTARES; 5) COMPLEXIDADE DO DESENVOLVIMENTO E DETALHAMENTO DO PROJETO; 6) INTENSIDADE DE PARTICIPAÇÃO DO CLIENTE PROJETO. MODALIDADES DE LEVANTAMENTO DE CUSTOS A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO

204 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES POR CATEGORIA (I, II, III, IV) HABITAÇÃO EDIFÍCIOS DE APARTAMENTOS, CONJUNTOS HABITACIONAIS DE CASAS E/OU EDIFÍCIOS, CONDOMÍNIOS E VILAS: CATEGORIA II. RESIDÊNCIA SIMPLES: CATEGORIA III. RESIDÊNCIAS DE PADRÃO MÉDIO OU ELEVADO: CATEGORIA IV. ALBERGUES, POUSADAS, HOTÉIS SIMPLES E MOTÉIS: CATEGORIA II: HOTÉIS DE LUXO: CATEGORIA III. ORÇAMENTO

205 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ALOJAMENTOS, ASILOS, ORFANATOS, INTERNATOS, CONVENTOS E MOSTEIROS: CATEGORIA II. QUARTÉIS: CATEGORIA III. PRESÍDIOS E PENITENCIÁRIAS: CATEGORIA IV. AGROPECUÁRIA GALPÕES PARA MÁQUINAS, ARMAZÉNS, ESTÁBULOS, COCHEIRAS, CEGAS, AVIÁRIOS E INSTALAÇÕES RURAIS SIMPLES: CATEGORIA I. MATADOUROS E INSTALAÇÕES RURAIS ESPECIALIZADAS: CATEGORIA II. ORÇAMENTO

206 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert INDÚSTRIA GALPÕES, OFICINAS E DEPÓSITOS: CATEGORIA I. FABRICAS E LABORATÓRIOS SIMPLES: CATEGORIA II. USINAS, FABRICAS E LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS: CATEGORIA IV ORÇAMENTO

207 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert COMÉRCIO ARMAZÉNS E DEPÓSITOS: CATEGORIA I SUPERMERCADOS, HORTOMERCADOS E PAVILHÕES PARA REALIZAÇÃO DE FEIRAS E EXPOSIÇÕES: CATEGORIA II. LOJAS DE DEPARTAMENTOS, MAGAZINES, CENTROS COMERCIAIS E “SHOPPING CENTERS” CATEGORIA III. LOJAS, BOUTIQUES, STANDS E SHOW-ROOMS: CATEGORIA IV. ORÇAMENTO

208 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIOS ADMINISTRATIVOS DE ANDAR CORRIDO: CATEGORIA II. BANCOS SEDES DE EMPRESA, INSTITUIÇÕES E ÓRGÃOS PÚBLICOS: CATEGORIA III. CENTROS DE PROCESSAMENTO DE DADOS: CATEGORIA IV. EDUCAÇÃO CRECHES, ESCOLAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS: CATEGORIA II. ESCOLAS TÉCNICAS, ESPECIALIZADAS, SUPERIORES E UNIVERSIDADE: CATEGORIA III. ORÇAMENTO

209 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert SAÚDE AMBULATÓRIOS E POSTOS DE SAÚDE: CATEGORIA II. CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS: CATEGORIA III. HOSPITAIS: CATEGORIA IV. TRANSPORTES GARAGENS SIMPLES: CATEGORIA I. EDIFÍCIOS -GARAGEM, PEDÁGIOS E POSTOS DE SERVIÇO: CATEGORIA II. TERMINAIS E ESTAÇÕES RODOVIÁRIAS, HIDROVIÁRIAS E FERROVIAS: CATEGORIA III. AEROPORTOS: CATEGORIA : IV. ORÇAMENTO

210 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert COMUNICAÇÕES AGÊNCIAS E CENTRAIS POSTAIS, TELEGRÁFICAS E TELEFÔNICAS: CATEGORIA III. ESTÚDIOS E ESTAÇÕES DE GRAVAÇÃO, CINEMA, RÁDIO E TELEVISÃO: CATEGORIA IV. ESPORTE QUADRAS COBERTAS E GALPÕES PARA BARCOS: CATEGORIA I. CLUBES, GINÁSIOS E INSTALAÇÕES ESPORTIVAS SIMPLES: CATEGORIA III. ESTÁGIOS E INSTALAÇÕES ESPORTIVAS ESPECIALIZADAS: CATEGORIA IV. ORÇAMENTO

211 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ENTRETENIMENTO RESTAURANTES, BOATES, CASAS DE ESPETÁCULO, CINEMAS E TEATROS SIMPLES: CATEGORIA IV. PLANETÁRIOS E TEATROS ESPECIALIZADOS: CATEGORIA IV. ACERVOS ARTÍSTICOS CULTURAIS GALERIAS DE ARTE, SALAS DE EXPOSIÇÃO, ARQUIVOS, BIBLIOTECAS E MUSEUS SIMPLES: CATEGORIA III. ARQUIVOS, BIBLIOTECAS E MUSEUS ESPECIALIZADOS: CATEGORIA IV. ORÇAMENTO

212 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert DIVERSOS TEMPLOS RELIGIOSOS, CAPELAS MORTUÁRIAS E CEMITÉRIOS: CATEGORIA III. MONUMENTOS E PAVILHÕES DE EXPOSIÇÃO: CATEGORIA III. AUDITÓRIOS, SALAS DE CONFERÊNCIA E PAVILHÕES PARA REALIZAÇÃO DE CONGRESSOS: CATEGORIA III. ORÇAMENTO

213 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert TABELA DE PERCENTUAIS BÁSICA A - ARQUITETURA EM GERAL PERCENTUAL A SER APLICADO SOBRE O CUSTO DA CONSTRUÇÃO ORÇAMENTO

214 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ÁREA DE CONSTRUÇÃO COMPREENDIDA ENTRE VALORES CONSTANTES NA TABELA I = (I 1 - I 2 ) x (A - A 1 ) A 2 – A 1 I 1 - SENDO I - PERCENTUAL PROCURADO (%) I 1 - PERCENTUAL CORRESPONDENTE A ÁREA ANTERIOR (%) A - ÁREA CORRESPONDENTE AO PERCENTUAL PROCURADO A 1 - ÁREA CORRESPONDENTE À ÁREA ANTERIOR I 2 - PERCENTUAL CORRESPONDENTE A ÁREA POSTERIOR (%) A 2 - ÁREA CORRESPONDENTE À ÁREA POSTERIOR A - ARQUITETURA EM GERAL ORÇAMENTO

215 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert A - ARQUITETURA EM GERAL TABELA DE REDUTOR (r) ORÇAMENTO

216 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert REDUTOR PARA PROJETOS COM REPETIÇÃO ENTENDE-SE POR PROJETOS COM REPETIÇÃO OS QUE CONTÉM INSTALAÇÕES-TIPO REPETIDAS E/OU ANDARES- TIPO REPETIDOS. APLICA-SE UM REDUTOR "Re" AOS PERCENTUAIS FIXADOS NA "TABELA DE PERCENTUAIS BÁSICOS“(PERCENTUAL A SER APLICADO SOBRE O CUSTO DA CONSTRUÇÃO). R e = S nr + S r ScSc SENDO S nr – ÁREA DE PROJETO NÃO REPETIDAS S c – ÁREA DE CONSTRUÇÃO S r – ÁREA DE PROJETO REPETIDAS A - ARQUITETURA EM GERAL R e = SpSp ScSc OU S p – ÁREA DE PROJETO ORÇAMENTO

217 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert QUAL O PERCENTUAL DE CUSTO (Pc) A SER APLICADO SOBRE O CUSTO DE UM CONJUNTO HABITACIONAL PARA ESTABELECER A REMUNERAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE ELABORARÁ O PROJETO ARQUITETÔNICO. O CONJUNTO É COMPOSTO POR 4 BLOCOS DE APARTAMENTOS, CONTENDO CADA UM: 1 PAVIMENTO DE ACESSO COM 400 m²; 1 PAVIMENTO DE GARAGEM COM 400 m²; 1 PAVIMENTO DE USO COMUM COM 300 m²; 12 PAVIMENTOS-TIPOS COM 300 m² CADA; 1 PAVIMENTO DE COBERTURA COM 100 m². A) CÁLCULO DA ÁREA DE CONSTRUÇÃO - Sc Sc = 4 x ( x ) = m² EXERCÍCIO Nº 09

218 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert B) CÁLCULO DO ÍNDICE DA TABELA BÁSICA – I (NÃO EXISTE NA TABELA) I = (I1 - I2) x (A - A1) A2 – A1 I1 - DE ACORDO COM O TIPO DE CONSTRUÇÃO A MESMA SE ENQUADRA NA CATEGORIA II: m² - 3,6% m² - 3,0% m² - I % I = (3,6 – 3,0) x ( – ) – ,6 - I = 3,48 EXERCÍCIO Nº 09

219 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert C) CÁLCULO DA ÁREA DO PROJETO POR BLOCOS ÁREA DE PROJETO (BLOCO 1) - Sp1 Sp1 = Snr + Sr Sp1 = ,70 x = m² BLOCO 1: ÁREAS NÃO REPETIDAS – Snr Snr = = m² ÁREA REPETIDA - Sr Sr = 11 x 300 = m² ( 11 repetições ) r = 70% (tabela de redutor) EXERCÍCIO Nº 09

220 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert BLOCOS 2, 3 E 4: ÁREA DE PROJETO (BLOCO 1) - Sp1 Sp1 = Snr + Sr Sp1 = ,70 x = m² 3 REPETIÇÕES: r = 88% Sp2 = 0,88 x 3 x = m² C) CÁLCULO DA ÁREA TOTAL DO PROJETO Sp = Sp1 + Sp2 Sp = = m² EXERCÍCIO Nº 09

221 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert D) CÁLCULO DO REDUTOR A SER APLICADO NO ÍNDICE DA TABELA BÁSICA R e = Sp Sc R e = R e = 0,94 E) CÁLCULO DO PERCENTUAL SOBRE O CUSTO (Pc) A SER APLICADO PARA EFEITO DE REMUNERAÇÃO Pc = I x R e Pc = 3,48 x 0,94Pc = 3,27% EXERCÍCIO Nº 09

222 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ATÉ QUE SE ELABORE ROTEIROS E TABELAS ESPECÍFICAS RECOMENDA-SE QUE OS SERVIÇOS DISCRIMINADOS ABAIXO SEJAM COBRADOS COMO SE SEGUE: MULTIPLICADORES SOBRE O VALOR DO PROJETO DE ARQUITETURA: IV - LEVANTAMENTO DE CUSTOS DE PROJETOS B – DEMAIS PROJETOS LEVANTAMENTOS ARQUITETÔNICOS: 0,05 A 0,15 ESTUDOS DE VIABILIDADE (TÉCNICA E LEGAL) ARQUITETÔNICA: 0,025 A 0,075 PROJETOS DE ACRÉSCIMO À EDIFICAÇÃO EXISTENTES: 1,05 A 1,25. ORÇAMENTO

223 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert B – DEMAIS PROJETOS PROJETOS DE REFORMA E/OU REVITALIZAÇÃO DE EDIFICAÇÕES EXISTENTES: 1,20 A 1,40. PROJETOS DE RESTAURO DE EDIFICAÇÕES EXISTENTES: 1,50 A 2,00. PROJETOS DE LEGALIZAÇÃO DE OBRAS EXECUTADAS (INCLUÍDO O LEVANTAMENTO ARQUITETÔNICO): 0,05 A 0,15. PROJETOS COMPLEMENTARES DE ESTRUTURA: 0,20 A 0,60. PROJETOS COMPLEMENTARES DE INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS (ÁGUA QUENTE E FRIA, ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS) E DE GÁS: 0,10A 0,30. PROJETOS COMPLEMENTARES DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS: 0,10 A 0,35. ORÇAMENTO

224 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert B – DEMAIS PROJETOS PROJETOS COMPLEMENTARES DE AR CONDICIONADO, VENTILAÇÃO E EXECUÇÃO MECÂNICA: 0,05 A 0,35. PROJETOS COMPLEMENTARES DE PAISAGISMO: 5,05 A 0,15. PROJETOS COMPLEMENTARES DE TERRAPLENAGEM: 0,01 A 0,10 PROJETOS COMPLEMENTARES DE ARQUITETURA DE INTERIORES, DECORAÇÃO E MOBILIÁRIO: 0,50 A 1,50. PROJETOS COMPLEMENTARES DE COMUNICAÇÃO VISUAL: 0,05 A 0,10. ORÇAMENTO

225 Prof. Rolf Dieter O. F. Bräunert ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO PARA OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA OBRA : NONONONO LOCAL : NONONONO PREÇO (R$) CÓDIGODESCRIÇÃO DOS SERVIÇOSUNIDQUANT (A) UNITÁRIO (B) PARCIAL (A) x (B) SUBTOTAL SERVIÇOS PRELIMINARES2.400, Limpeza do terrenom 2 200,001,50300, Barracãoud2.100,00 MOVIMENTO DE TERRA1.600, Regularização mecânicam 3 500,002, , Aterro compactado mecanicamentem 3 100,005,00500,00 PREÇO GLOBAL (R$)4.000,00


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