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C OMEÇAR UM G RUPO Convicção Interna Composição do grupo Selecção/exclusão de pacientes SELC - Ana Bivar Marques -

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Apresentação em tema: "C OMEÇAR UM G RUPO Convicção Interna Composição do grupo Selecção/exclusão de pacientes SELC - Ana Bivar Marques -"— Transcrição da apresentação:

1 C OMEÇAR UM G RUPO Convicção Interna Composição do grupo Selecção/exclusão de pacientes SELC - Ana Bivar Marques -

2 “(...), the only way to learn good pratice that carries any internal conviction is to make mistakes and then to understand – with the help of a supervisior, or a group of colleagues – the consequences of doing things in this way rather in that way. Learning from experience is the essence of learning that is a requesite of becoming a therapist” (Garland, 2010) C ONVICÇÃO I NTERNA SELC - Ana Bivar Marques -

3 Princípio da Heterogeneidade (extensível a vários factores: idade, funcionamento mental, sintomatologia...). Quanto maior a variabilidade, menor a rigidez de mecanismos de defesa e do funcionamento predominante. Grupos homogéneos serão menos potenciadores de mudança. A importância de um conhecimento prévio do funcionamento mental de cada um dos elementos do grupo. C OMPOSIÇÃO DO G RUPO SELC - Ana Bivar Marques -

4 Faixa etária com um intervalo não superior a 15/20 anos. Ter no grupo elementos de ambos os sexos. Membros com e sem relações estáveis. Variabilidade na sintomatologia a psicopatologia, ressalva para funcionamentos predominantemente narcísicos (inveja e raiva narcísica). A autora aponta para o risco de destrutividade sobretudo num grupo que está no início. Não incluir mais que 1 paciente com funcionamento borderline. Proporcionar a existência de diferenças culturais/sociais e étnicas. G UIDELINES – CRITÉRIOS DE INCLUSÃO SELC - Ana Bivar Marques -

5 Pacientes em fase psicótica. Pacientes com fortes núcleos psicopáticos. Pacientes com tendência para a auto e hetero agressividade. Pacientes com funcionamento predominantemente paranóide. Toxicómanos. G UIDELINES – CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO SELC - Ana Bivar Marques -

6 Garland (2010) considera que o factor muitas vezes determinante, acaba por ser a experiência do terapeuta. Pacientes inicialmente considerados com critérios de exclusão poderão ser incluídos desde que respeitado o princípio de heterogeneidade. SELC - Ana Bivar Marques -

7 Como é que o estar com outras pessoas com problemas me pode ajudar? Eu não vou conseguir falar! Serei a única pessoa a ter o problema A, B ou C no grupo? Quantos grupos é que já fez? “Sei que vou chegar ao grupo e de certeza que as mulheres vão dizer mal de mim!” Segundo a autora, estas questões são importantes, não pelo facto de haver a necessidade de resposta, mas porque revelam e permitem uma compreensão da ansiedade do paciente. A função do terapeuta será ajudar a que a pessoa reconheça a ansiedade específica que está em jogo. SELC - Ana Bivar Marques - Q UESTÕES FREQUENTES :

8 R EFERÊNCIAS B IBLIOGRÁFICAS Garland, C. (2010). The Groups Book. Psychoanalytic Group Therapy: Principles and Practice. London: Karnac Books. SELC - Ana Bivar Marques -


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