A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

AUDITORIA, GESTÃO DE RISCOS E AS NRs Samuel Gueiros Médico do Trabalho www.nrfacil.com.br Samuel Gueiros Médico do Trabalho www.nrfacil.com.br Fontes:

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "AUDITORIA, GESTÃO DE RISCOS E AS NRs Samuel Gueiros Médico do Trabalho www.nrfacil.com.br Samuel Gueiros Médico do Trabalho www.nrfacil.com.br Fontes:"— Transcrição da apresentação:

1 AUDITORIA, GESTÃO DE RISCOS E AS NRs Samuel Gueiros Médico do Trabalho Samuel Gueiros Médico do Trabalho Fontes: Ergo informativo, 2009 unesp.com.br, 2009 observatoriosocial.org.br, 2009 mte.org.br nrfacil.com.br MATERIAL TÉCNICO PARA INTEGRANTES DO SESMT

2 OS SLIDES DESTA EXPOSIÇÃO TRATAM DE ALGUMAS IDÉIAS SOBRE GESTÃO DE RISCOS E AUDITORIA BASEADAS NAS NRS

3 “as ações não são voluntárias” “o empregador não acha que a segurança e saúde faça parte do negócio” DIFICULDADES PARA AS EMPRESAS ADOTAREM O CONTROLE DE RISCOS NOS AMBIENTES DE TRABALHO “as ações são reativas (acidente, doença ou fiscalização)” “as empresas não tem uma idéia precisa do custo fiscal pelo descumprimento das NRs”

4 Razões para a criação e manutenção de riscos Ausencia de percepção do risco Há a percepção porém o risco se mantem pela falta de responsabilidade formal de modificá-lo Há percepção mas o risco se mantem porque os superiores resolvem assumi-lo temendo prejuizos na sua correção Há percepção generalizada mas ninguem faz nada O risco “faz parte” - ninguem liga nunca houve acidente... “o EPI atrapalha” O Sindicato tambem não sabe ou não faz nada

5 Razões para a criação e manutenção de riscos O Ministério não fiscaliza O negócio é pau na máquina, deixa esse negócio de segurança pra depois Não há percepção do prejuízo, os custos de acidentes e horas paradas já estão incorporados Ninguem tem tempo pra corrigir o problema Não tem dinheiro pra corrigir o problema, “deixa correr” DEIXA PRÁ LÁ, JÁ SE FALOU TANTO NISSO E NINGUEM FAZ NADA...

6 ASPECTOS DE GESTÃO DE RISCOS BASEADA NAS NRs EXEMPLOS PRÁTICOS DE CONEXÕES COM AS NRs

7 TECNOLOGIA DE CONTROLE DE RISCOS exemplos de conexões com as NRs NA TRAJETÓRIA NA FONTE JUNTO DO TRABALHADOR NR-9 NR-23 NR-7 NR-6 NR-15 NR-9

8 NA FONTE l subst de materiais e equipamentos l modificação de processos l controle e manutenção preventiva NR-10NR-11NR-12 TECNOLOGIA DE CONTROLE DE RISCOS conexões com as NRs NR-15

9 l ventilação l isolamento l sinalização l vigilância ambiental NA TRAJETÓRIA NR-9NR-12NR-23NR-24 TECNOLOGIA DE CONTROLE DE RISCOS conexões com as NRs

10 l limitação do tempo de exposição l treinamento (educação e qualificação) l EPI (treinamento, reposição, limpeza) l Monitoramento (Exames, Testes) JUNTO DO TRABALHADOR NR-7 NR-6 TECNOLOGIA DE CONTROLE DE RISCOS conexões com as NRs NR-9

11 MEDIDAS DE CONTROLE EPI e EPC ADEQUADOS TREINAMENTO MONITORAMENTO AVALIAÇÃO DE APTIDÃO CULTURA DE SEGURANÇA NR-5 NR-6 NR-7

12 INDICADORES DE MATURIDADE EM PROGRAMAS DE GR IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DEFINIÇÃO DO CONTROLE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE MANUTENÇÃO DO CONTROLE

13 MATRIZ PARA PARA DIAGNÓSTICO DA GR ASSINALAR OS QUADROS IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DEFINIÇÃO DO CONTROLE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE MANUTENÇÃO DO CONTROLE

14 ausencia IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DEFINIÇÃO DO CONTROLE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE MANUTENÇÃO DO CONTROLE MATRIZ PARA PARA DIAGNÓSTICO DA GR ASSINALAR OS QUADROS

15 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DEFINIÇÃO DO CONTROLE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE MANUTENÇÃO DO CONTROLE ausencia MATRIZ PARA PARA DIAGNÓSTICO DA GR ASSINALAR OS QUADROS

16 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DEFINIÇÃO DO CONTROLE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE MANUTENÇÃO DO CONTROLE baixa MATRIZ PARA PARA DIAGNÓSTICO DA GR ASSINALAR OS QUADROS

17 média IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DEFINIÇÃO DO CONTROLE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE MANUTENÇÃO DO CONTROLE MATRIZ PARA PARA DIAGNÓSTICO DA GR ASSINALAR OS QUADROS

18 alta IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DEFINIÇÃO DO CONTROLE IMPLEMENTAÇÃO DO CONTROLE MANUTENÇÃO DO CONTROLE MATRIZ PARA PARA DIAGNÓSTICO DA GR ASSINALAR OS QUADROS

19 INEXISTENTE BAIXAMÉDIAALTA DESEMPENHO

20 AUDITORIA DIAGNÓSTICO VERIFICAÇÃO DE CONFORMIDADE

21 ASPECTOS DE AUDITORIA BASEADA NAS NRs EXEMPLOS PRÁTICOS DE CONEXÕES COM AS NRs

22 A BUSCA DA QUALIDADE

23 Auditoria SST Descrição Verifica se a empresa está em conformidade quanto aos requisitos legais do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, OIT, BBS (Inglaterra), ISO, etc e OSHA (Estados Unidos)

24 AUDITORIA DEFINIÇÃO a Auditoria verifica e constata se “o que deve ser feito está sendo feito” e se o que está sendo feito “é o melhor que pode ser feito” Auditorias e Gestão de Riscos baseadas nas NRs tem como principal referência para pontuação os custos fiscais atribuidos nas próprias NRs pelo descumprimento dos regulamentos

25 A UTILIZAÇÃO DO CUSTO FISCAL PARA DESENVOLVER AUDITORIAS EM SST A LEGISLAÇÃO EM SST COMO BASE PARA AUDITORIAS DE RISCOS E PROTEÇÃO

26 Área regulamentadaTÍTULO De 01 a 33No NR ESTRUTURA E FUNÇÃO DE CADA NR

27 Área regulamentadaTÍTULO De 01 a 33No. NR Um código indicando a multa pelo descumprimento da NR Referencia fiscal Regulamentos Ementa especificaEmenta geralItem e subitem Este código será utilizado para a pontuação de Auditorias ESTRUTURA E FUNÇÃO DE CADA NR

28 DISPOSIÇÕES GERAIS1 TítuloNR /I=1 (ver a multa na NR-28) 1.7.a - “cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho ” EMENTA ESPECÍFICA ITEM E SUBITEMEMENTA GERAL EXEMPLO Este código será utilizado para a pontuação de Auditorias

29 até UFIRINFRAÇÕES Obrigatoriedade de manter pessoal técnico para a gestão dos riscos nos ambientes de trabalho IMPOSIÇÕES Estabelece parâmetros para o dimensionamento do pessoal técnico para a gestão dos riscos, de acordo com o porte da empresa (grau de risco e no. de empregados) RESUMO SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO TÍTULO 04 NR RESUMO DE NR Custo fiscal médio por descumprimento de NRs

30 até UFIR INFRAÇÕES Eleição e escolha de representantes dos empregados e do empregador IMPOSIÇÕES Estabelece parâmetros para o dimensionamento de equipe dos empregados para a gestão dos riscos nos ambientes de trabalho RESUMO COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA TÍTULO 05 NR RESUMO DE NR Custo fiscal médio por descumprimento de NRs

31 As NRs atribuem uma pontuação variável pelo descumprimento de cada regulamento (I=1, I=2, I=3, I=4). Cada pontuação corresponde a um custo fiscal em UFIR (NR-28) O valor da UFIR corresponde a R$1,20 O técnico deve selecionar um grupo de NRs associadas à empresa e em seguida calcular os custos fiscais de cada item de NRs que está sendo descumprido. Ao mesmo tempo, registrar o custo de mercado para a implantação dos dispositivos de segurança requeridos pelas mesmas NRs; no final, estabelecer uma análise comparativa Vamos denominar esse processo como Auditoria de Riscos e Proteção (Auditoria RP)

32 Metodologia da Auditoria de Riscos e Proteção Utilizaremos Tabelas comparativas sobre os custos da conformidade e da não conformidade legal, selecionando algumas NRs básicas. Para cada empresa o SESMT deve construir um sistema personalizado de Auditoria, utilizando as NRs conforme o porte da Empresa e suas atividades. Após a Auditoria, discutir os resultados com a Direção da Empresa comparando os custos fiscais potenciais com o custo real de implantação dos dispositivos de segurança requeridos

33 Observe, por exemplo, a Tabela abaixo indicando o custo fiscal por descumprimento de alguns itens das NRs 5, 7 e 12 de uma empresa com 50 empregados; na verdade, esse custo representa um risco potencial que a empresa está correndo, pelo descumprimento desses regulamentos. Os técnicos podem estabelecer uma comparação entre esse custo e o custo de implantar as exigências das Nrs. Vamos fazer uma análise comparativa. Consulte

34 Na NR-05 o custo fiscal é pela não organização da CIPA Na NR-07 o custo é não realizar o exame admissional Na NR-12 o custo é não existir dispositivos de acionamento e parada nas máquinas O CUSTO FISCAL PELA NÃO CONFORMIDADE COM A LEGISLAÇÃO (VALORES APROXIMADOS)

35 AGORA VAMOS VERIFICAR O CUSTO PARA CUMPRIMENTO DE ITENS DAS NRS DA MESMA EMPRESA Na NR-05 o custo para a organização da CIPA (incluindo despesas com livros, eleição e carga horária para treinamento dos membros) Na NR-07 o custo para realizar 50 exames admissionais a preços de consultas praticados por Cooperativas Médicas Na NR-12 o custo de aquisição e instalação de um dispositivo elétrico de parada e acionamento de máquina

36 Tabela 1 - Conformidade Legal Auditoria RP - Tabela 2 - Não Conformidade Legal

37 Metodologia da Auditoria de Riscos e Proteção O custo fiscal ideal deveria tender para zero, ou seja, ausência de potencial de custo fiscal para a empresa em relação às exigências das NRs. A análise comparativa entre as Tabelas do slide anterior demonstra claramente que o custo fiscal pela não conformidade é superior ao custo requerido para a conformidade legal.

38 NOS PRÓXIMOS SLIDES UM SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE NRs EM 4 GRUPOS, CORRELACIONANDO GRUPOS, RISCOS E FERRAMENTAS DE GESTÃO A Classificação permite um manejo mais compacto e flexível das NRs, inclusive para o desenvolvimento de uma Auditoria de Riscos e Proteção e para Gestão de Riscos

39 COMO TRANSFORMAR O CONJUNTO DE NRs EM UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO

40 GRUPO TIPO NRs I NRs PARA IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS II NRs PARA CLASSIFICAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS III NRs PARA AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS IV NRs PARA CONSOLIDAÇÃO DE CONTROLE DE RISCOS a 1417 a CLASSIFICAR AS NRs

41 ENTENDER AS NRs DE FORMA AMPLA E INTEGRADA ESTABELECER RELAÇÕES ENTRE GRUPOS DE NRs E CATEGORIAS DE RISCOS VERIFICAR A RELAÇÃO DE GRUPOS DE NRs COM FUNÇÕES TÉCNICO-ADMINISTRATIVAS EM SST (Auditoria RP, Perícias e Gestão de Riscos) OBJETIVO S PARA UMA CLASSIFICAÇÃO DE NRs

42 CRITÉRIOS PARA UM SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE NRs

43 Observa-se que há um elemento comum a quase todos os regulamentos das NRs: uma situação de risco, seja individual ou coletiva, com potencial de agravos a saúde dos trabalhadores é a partir deste elemento comum às NRs – o risco, e o controle de riscos – que se torna possível elaborar uma classificação de NRs; as NRs exigem uma abordagem completa desses riscos: ANTECIPAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE COMO CLASSIFICAR AS NRs

44 OBSERVE QUE CADA GRUPO: EXERCE UMA COBERTURA A CATEGORIAS DE RISCOS SUGERE UMA FUNÇÃO TÉCNICA CORRELATA Os 4 GRUPOS SERÃO APRESENTADOS NOS PRÓXIMOS SLIDES QUALQUER NR APARECE EM APENAS UM GRUPO

45 NRs PARA IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE RISCS I O Grupo I aborda as NRs gerais, cobrindo os riscos eventuais e específicos na maioria das organizações de trabalho GRUPOTIPONRs I NRs PARA IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS 6; 8; 10 a 14; 17 a 26; 29 a 33 Cobertura Riscos genéricos e riscos específicos Função Análise Ergonômica Auditoria RP Para a utilização dessas NRs, sugere-se o emprego de Análise Ergonômica ou Auditoria RP; são importantes as informações do Mapa de Riscos e dos Relatórios da CIPA

46 Consulte os Números e Títulos das NRs no site Conheça um índice remissivo (por assunto) de cada NR

47 A Análise Ergonômica e uma Auditoria RP consistem de forma simples na verificação dos processos produtivos - como o trabalhador interage com o seu trabalho, seu comportamento, seus equipamentos e ferramentas, indicando os riscos existentes e as intervenções necessárias para a adaptação e a segurança no trabalho. Verifica também, como já foi visto, se há conformidade com o Sistema de Gestão utilizado pela empresa e, principalmente, a conformidade legal.

48 Observe, mais uma vez, as Tabelas abaixo comparando o custo de conformidade e não conformidade com as NRs, através de uma Auditoria RP. Faça comparações com outras Nrs. Use a linguagem da empresa, com argumentos de custo e benefício para investir em SST Tabela 2 - Não Conformidade Legal Tabela 1 - Conformidade Legal

49 GRUPOTIPONRs II NRs PARA CLASSIFICAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS 15 e 16 CoberturaRiscos Graves FunçãoAuditoria (Perícia) O Grupo II inclui as NRs cuja aplicação exige metodologia e técnica para a classificação dos riscos graves Para a utilização dessas NRs, sugere-se o emprego de uma Auditoria do tipo Perícia, para caracterização de insalubridade e/ou periculosidade

50 A Perícia para verificação de insalubridade e/ou periculosidade emprega metodologia quantitativa (baseada no limite de tolerância e tempo de exposição do trabalhador ao risco) ou qualitativa ( análise comparativa entre a situação de risco e os parâmetros da legislação).

51 NR 16 PERICULOSIDADE NR 15 INSALUBRIDADE

52 CLASSIFICAÇÃO RISCOS LIMITE DE TOLERÂNCIA TEMPO DE EXPOSIÇÃO

53 NA INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE, OS NIVEIS ACIMA DO LIMITE DE TOLE- RANCIA E DO TEMPO DE EXPOSIÇÃO NÃO CONFIGURAM APENAS UMA IRREGULARIDADE, MAS UMA SITUAÇÃO DE RISCO AINDA MAIOR.

54 NESSAS SITUAÇÕES AUMENTA A PROBABILIDADE DE DOENÇA OCUPACIONAL OU DE ACIDENTE DE TRABALHO

55 INSALUBRIDADE RISCO DE DOENÇA OCUPACIONAL A SITUAÇÃO É GRAVE E DEVE SER CORRIGIDA O ADICIONAL REPRESENTA UM ÔNUS AO EMPREGADOR E DEVE SER TEMPORÁRIO

56 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUALITATIVA EQUIPAMENTO DE AFERIÇÃO LAUDO DE INSPEÇÃO

57 QUANTITATIVA DECIBELÍMETRO, TERMÔMETRO QUALITATIVA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O LOCAL E AS DISPOSIÇÕES DOS ANEXOS DAS NRs

58 QUANTITATIVA - NR 15 Anexo I - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE ACIMA DE 85dB EM UMA JORNADA SUPERIOR A 8 HORAS QUALITATIVA - NR 16 NA PRODUÇÃO, TRANSPORTE E ARMAZENAGEM DE GÁS LIQUEFEITO

59 QUANTITATIVA- NR 15 EXPOSIÇÃO AO ÁLCOOL ETÍLICO 1480mg/m3 ATÉ 48 HORAS SEMANAIS QUALITATIVA - NR 16 QUADRO DE ATIVIDADES/ÁREA DE RISCO DO DEC TEMPO DE EXPOSIÇÃO EM ATIVIDADE COM ELETRICIDADE

60 EXEMPLOS DE ANEXOS DA INSALUBRIDADE AGENTE DE RISCO 01 RUÍDO CALOR FRIO UMIDADE AG BIOLOGICOS

61 A INSALUBRIDADE É AVALIADA DE FORMA QUANTITATIVA (NA MAIORIA DOS CASOS) A PERICULOSIDADE É AVALIADA SEMPRE DE FORMA QUALITATIVA

62 O LIMITE DE TOLERÂNCIA É A VARIÁVEL MAIS APLICADA À INSALUBRIDADE O TEMPO DE EXPOSIÇÃO E A DISTÂNCIA DO AGENTE SÃO AS VARIÁVEIS MAIS ASSOCIADAS À PERICULOSIDADE

63 ANEXOS PERICULOSIDADE AGENTE DE RISCO 01 EXPLOSIVOS 02 INFLAMÁVEIS RADIAÇÕES IONIZANTES QUADRO ATIVIDADES/ ÁREA DE RISCO ELETRICIDADE

64 OS ADICIONAIS SÃO DETERMINADOS DE ACORDO COM PERÍCIAOU LAUDO TÉCNICO DE MÉDICO DO TRABALHO OU ENGENHEIRO DO TRABALHO O LAUDO PODE SER FEITO POR QUALQUER DOS TÉCNICOS MAS A FIXAÇÃO DO ADICIO- NAL E A ELIMINAÇÃO DA INSALUBRIDADE SÃO ATRIBUIÇÕES DA AUDITORIA FISCAL DA SRT

65 O ADICIONAL DE INSALUBRIDADE PODE SER: 20% MÉDIO 40% MÁXIMO

66 GRUPOTIPONRs III NRs PARA AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS 4; 5; 7; 9 CoberturaTodos os Riscos Função Planejamento, Gestão e Auditoria em SST O Grupo III caracteriza o NÚCLEO GERENCIAL (estratégico) de NRs: As funções técnicas deste Grupo incluem Planejamento e Gestão exigindo-se a elaboração de Projetos e Programas com a participação de Técnicos de Segurança, Médicos do Trabalho e Engenheiros de Segurança, quando fôr o caso. Este Grupo de NRs mostra como é possível organizar CIPA, compor o SESMT e elaborar os PCMSO e PPRA.

67 Sistemas de Gestão em SST utilizam as regras do Grupo III para a finalização de qualquer Projeto, Programa ou Relatório visando o controle de riscos nos ambientes de trabalho, inclusive os Programas similares de outras NRs (PGR, PCMAT)

68 04 SESMT CIPA PCMSO PPRA NR ASSUNTO Consulte

69 NRs PARA AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS (NÚCLEO GERENCIAL) NR5 - CIPA MANUTENÇÃO PREVENTIVA NR7 - PCMSO MONITORIA DE RISCOS INDIVIDUAIS NR9 - PPRA MONITORIA DE RISCOS AMBIENTAIS NR4 - SESMT DIMENSIONAMENTO DO PROJETO SST

70

71 nORGANIZAÇÃO nELEIÇÃO nREUNIÕES nMAPA DE RISCOS nSIPAT A NR 5 FORNECE INFORMAÇÕES SOBRE O PLANEJAMENTO DA CIPA - como funciona

72 A NR-9 FORNECE INFORMAÇÕES SOBRE O PLANEJAMENTO DO PCMSO - como funciona nPLANEJAMENTO ANUAL METAS PRIORIDADES CRONOGRAMA nESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO nBANCO DE DADOS nAVALIAÇÃO nPLANEJAMENTO OPERACIONAL

73 A NR-9 FORNECE INFORMAÇÕES SOBRE O PLANEJAMENTO DO PPRA - como funciona nPLANEJAMENTO ANUAL METAS PRIORIDADES CRONOGRAMA nESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO nBANCO DE DADOS nAVALIAÇÃO nPLANEJAMENTO OPERACIONAL

74 5-CIPA MAPA DE RISCOS 7-PCMSO EXAMES MÉDICOS E RELATÓRIO ANUAL 9-PPRA AVALIAÇÃO AMBIENTAL E RELATÓRIO ANUAL AVALIAÇÃO E CONTROLE DE RISCOS

75 HÁ EM OUTRAS NRs EXIGENCIA DE PROGRAMAS COM ESTRUTURA QUE UTILIZA A MESMA ARQUITETURA DO GRUPO III NR18 – PCMAT NR22 – PGR, CIPAMIN NR31 – CIPATR, SIPATR, SESTR

76 GRUPO TIPONRs IV NRs PARA CONSOLIDAÇÃO DE CONTROLE DE RISCOS 1; 2; 3; 27; 28 Cobertura Todos os Risco/Todas as Normas Função Auditoria Fiscal e Certificação (Verificação de Conformidade legal) O Grupo IV estabelece as disposições gerais para o cumprimento das NRs e incluem os principais mecanismos de intervenção do Ministério do Trabalho Algumas funções técnico-administrativas são exclusivas da Auditoria Fiscal e consolidam os mecanismos de controle legal exigidos pelas NRs

77 As principais funções da Auditoria Fiscal do Trabalho incluem fiscalização, notificação, autuação, embargo e interdição; A Auditoria Fiscal pode impor à empresa um custo fiscal pelo descumprimento de NRs.

78 NR ASSUNTO 01 DISP GER INSP PREV EMB INTERD REG TST 28 FISC PEN Consulte

79 Agora, veja a seguir, uma dinâmica da Classificação com os Grupos principais (I, II e III)

80 Os Grupos estabelecem uma integração entre si e as “abas” (abaixo dos Grupos) sugerem as funções técnico-administrativas correlatas; nesta configuração, o Grupo III recebe e processa as informações dos demais grupos para desenvolver um Sistema de Gestão em SST

81 TRABALHANDO INFORMAÇÕES AGREGAR INFORMAÇÕES DIAGNOSTICO TROCAR INFORMAÇÕES PARTICIPAÇÃO APLICAR INFORMAÇÕES GESTÃO - AVALIAÇÃO - AUDITORIA APLICAR INFORMAÇÕES GESTÃO - AVALIAÇÃO - AUDITORIA

82 Samuel Gueiros Médico do Trabalho Samuel Gueiros Médico do Trabalho Utilize gratuitamente esta apresentação, citando a fonte. Mande uma mensagem para o site registrando suas impressões e sugestões sobre esta apresentação; Comente tambem a apresentação sobre Agrotóxicos, já publicada no site final


Carregar ppt "AUDITORIA, GESTÃO DE RISCOS E AS NRs Samuel Gueiros Médico do Trabalho www.nrfacil.com.br Samuel Gueiros Médico do Trabalho www.nrfacil.com.br Fontes:"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google