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SUS: AVANÇOS E DESAFIOS EUGÊNIO VILAÇA MENDES. UMA DÉCADA E MEIA DE SUS.

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Apresentação em tema: "SUS: AVANÇOS E DESAFIOS EUGÊNIO VILAÇA MENDES. UMA DÉCADA E MEIA DE SUS."— Transcrição da apresentação:

1 SUS: AVANÇOS E DESAFIOS EUGÊNIO VILAÇA MENDES

2 UMA DÉCADA E MEIA DE SUS

3 PRODUÇÃO DO SUS INTERNAÇÕES: PARTOS: CONSULTAS MÉDICAS: EXAMES DE PATOLOGIA CLÍNICA: DOSES DE VACINAS: SESSÕES DE TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA: RADIOTERAPIAS: EXAMES DE ULTRA-SONOGRAFIA: QUIMIOTERAPIAS: TOMOGRAFIAS COMPUTADORIZADAS: DIÁRIAS DE UTI: CIRURGIAS ONCOLÓGICAS: TRANSPLANTES: FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE (2005)

4 INDICADOR1995/ /2003 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER (GERAL, EM ANOS).67,2269,27 MORTALIDADE INFANTIL (ÓBITOS < 1 ANO/ 1000 NASCIDOS VIVOS)37,5025,06 MORTALIDADE PROPORCIONAL POR DOENÇA DIARRÉICA AGUDA EM MENORES DE 05 ANOS (% ÓBITOS) 8,274,44 TAXA DE INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE (CASOS P/ HAB.).58,4140,76 TAXA DE PREVALÊNCIA DE HANSENÍASE (CASOS P/ HAB.).5,434,37 ÍNDICE CPO-D AOS 12 ANOS (NÚMERO MÉDIO DE DENTES CARIADOS, PERDIDOS E OBTURADOS, POR ESCOLAR EXAMINADO). 3,062,80 FONTE: RIPSA, OPS/MS - IDB E INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS SELECIONADOS – BRASIL 1995/2003

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7 OS DESAFIOS DO SUS O DESAFIO SEMINAL O DESAFIO ECONÔMICO O DESAFIO DA EQÜIDADE O DESAFIO DEMOGRÁFICO O DESAFIO EPIDEMIOLÓGICO O DESAFIO DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE O DESAFIO DA GESTÃO O DESAFIO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE O DESAFIO DA ATENÇÃO HOSPITALAR O DESAFIO DO SISTEMA DE APOIO DIAGNÓSTICO O DESAFIO DO MODELO DE DESCENTRALIZAÇÃO O DESAFIO POLÍTICO

8 A FORMULAÇÃO DAS POLÍTICAS DE SAÚDE POLÍTICAS DE SAÚDE BASEADAS EM OPINIÕES POLÍTICAS DE SAÚDE BASEADAS EM EVIDÊNCIAS FONTE: GRAY (2003)

9 O DESAFIO SEMINAL FONTE: MENDES (2001)

10 SISTEMA SEGMENTADO NO BRASIL SUS SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR SISTEMA DE DESEMBOLSO DIRETO FONTE: MENDES (2001)

11 GRAU DE COBERTURA POR REGIÃO DO SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR

12 O DESAFIO ECONÔMICO O SUBFINANCIAMENTO DO SUS

13 NATUREZA DO GASTOVALOR EM REAIS SUS SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR SISTEMA DE DESEMBOLSO DIRETO TOTAL GASTOS SANITÁRIOS NO BRASIL FONTES: SIOPS/MS (2005); ANS (2005)

14 GASTO SANITÁRIO EM PORCENTUAL DO PIB The boundaries and names shown and the designations used on this map do not imply the expression of any opinion whatsoever on the part of the World Health Organization concerning the legal status of any country, territory, city or area or of its authorities, or concerning the delimitation of its frontiers or boundaries. Dotted lines on maps represent approximate border lines for which there may not yet be full agreement. © WHO All rights reserved FONTE: HARVARD UNIVERSITY (2002)

15 PA Í SGASTO SANIT Á RIO TOTAL EM DÓLARES INTERNA- CIONAIS GASTO SANIT Á RIO TOTAL EM % DO PIB GASTO SANIT Á RIO PÚBLICO EM % DO PIB GASTO SANIT Á RIO PÚBLICO EM % DO GASTO SANITÁRIO TOTAL GASTO SANIT Á RIO PÚBLICO EM % DO GASTO PÚBLICO TOTAL ARGENTINA956 (238)8,94,550,215,3 BRASIL611 (206)7,93,645,910,1 CHILE642 (246)5,82,645,110,2 ESTADOS UNIDOS5.274 (5.274)14,66,644,923,1 COSTA RICA743 (383)9,36,165,424,4 CANAD Á (2.222)9,66,769,915,9 PORTUGAL1.702 (1.400)9,36,670,514,2 REINO UNIDO2.160 (1.837)7,76,483,415,8 FONTE: WORLD HEALTH ORGANIZATION – Health Systems Statistics, GASTOS SANITÁRIOS EM PAÍSES SELECIONADOS ANOS PRÓXIMOS A 2002

16 O DESAFIO DA EQÜIDADE A DESIGUALDADE NOS NÍVEIS DE SAÚDE A DESIGUALDADE NO ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE A DESIGUALDADE NO FINANCIAMENTO FONTE: MENDES (2005)

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18 PROPORÇÃO DA RENDA FAMILIAR UTILIZADA COM ATENÇÃO À SAÚDE POR FAIXA DE RENDA – BRASIL/2002 Classes de rendimento mensal familiar (em R$1,00) Proporção (%) da renda utilizada com atenção à saúde (total) (A) Proporção (%) da renda utilizada com medicamentos (B) Proporção (%) do gasto com medicamentos em relação ao gasto com atenção à saúde (B/A*100) Até 4007,135,4175, | 6006,244,2868, | ,913,5560, | ,523,0755, | ,662,8650, | ,042,7345, | ,492,1939, | ,271,8735, | ,461,6830,77 Mais de ,51,0623,56 Total5,322,1640,60 Fonte: IBGE/Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF),

19 UMA POLÍTICA DE EQÜIDADE PARA O SUS DEFINIÇÃO DE ÍNDICE DE NECESSIDADES EM SAÚDE ALOCAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EM FUNÇÃO DAS NECESSIDADES EM SAÚDE FONTE: MENDES (2005)

20 O ÍNDICE DE NECESSIDADES EM SAÚDE DE MINAS GERAIS

21 O DESAFIO DEMOGRÁFICO

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23 FONTE: SIH/SUS (2004)

24 O DESAFIO EPIDEMIOLÓGICO A MORTALIDADE A CARGA DA DOENÇA FONTE: MENDES (2005)

25 TENDÊNCIAS DA MORTALIDADE POR GRUPOS DE CAUSAS BRASIL – 1930/2000

26 GRUPOSTAXA POR MIL HABITANTES % INFECCIOSAS, PARASITÁRIAS E DESNUTRIÇÃO 34 14,8 CAUSAS EXTERNAS 19 10,2 CONDIÇÕES MATERNAS E PERINATAIS 21 8,8 OUTRAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS ,2 TOTAL ,0 A CARGA DA DOENÇA NO BRASIL POR GRUPOS DE CAUSAS FONTE:SCHRAMM et alii ( 2004)

27 O DESAFIO DO MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE MODELO VOLTADO PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS: O MODELO HOSPITALOCÊNTRICO MODELO VOLTADO PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS: AS REDES INTEGRADAS DE ATENÇÃO À SAÚDE FONTE: MENDES (2001)

28 A EPIDEMIA OCULTA FONTE: WORLD HEALTH ORGANIZATION (2005)

29 Fonte: DATASUS/SIM/MG COEFICIENTE AJUSTADO POR 100 MIL HABITANTES DE MORTALIDADE POR HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA – MINAS GERAIS E BRASIL – 1996/2002

30 AS FORMAS ALTERNATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DO SUS SISTEMA FRAGMENTADO REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE APS FONTE: MENDES (2002)

31 O DESAFIO DA GESTÃO DA GESTÃO DOS RECURSOS PARA A GESTÃO DOS FINS: A GESTÃO DA CLÍNICA FONTE: MENDES (2005)

32 DIRETRIZES CLÍNICAS GESTÃO DE PATOLOGIA GESTÃO DE CASO AUDITORIA CLÍNICA LISTA DE ESPERA FONTE: MENDES (2005) A GESTÃO DA CLÍNICA

33 O DESAFIO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE A EVOLUÇÃO DO PSF A QUESTÃO DA QUALIDADE FONTE: MENDES (2002)

34 FONTE:MINISTÉRIO DA SAÚDE/DAB/2005 NÚMERO DE EQUIPES DE PSF SUS 1994/2005

35 O PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A MORTALIDADE INFANTIL NO BRASIL AUMENTO DE 10% NO NÚMERO DE EQUIPES DE PSF DIMINUIÇÃO DE 4,6% NA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL FONTE: MACINKO, WAGNER & SOUZA (2005)

36 AS INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL – SUS 2001 TOTAL DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES: TOTAL DE INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL: PORCENTAGEM DAS INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL, EXCLUÍDOS OS PARTOS: 35,7% CUSTO DAS INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO AMBULATORIAL: R$ ,00 CUSTO PER CAPITA/ANO: R$ 6,12 FONTE: ALFRADIQUE & MENDES (2002)

37 AS ESTRATÉGIAS PARA A MELHORIA DO PSF NO SUS A ESTRATÉGIA ECONÔMICA: O INCREMENTO DOS RECURSOS PARA O PSF A ESTRATÉGIA GERENCIAL: O SISTEMA DE PROGRAMAÇÃO A CERTIFICAÇÃO PERIÓDICA A ESTRATÉGIA FÍSICA OS INVESTIMENTOS EM OBRAS E EQUIPAMENTOS A ESTRATÉGIA EDUCACIONAL A EDUCAÇÃO PERMANENTE DOS PROFISSIONAIS DO PSF A ESTRATÉGIA DO TRABALHO A DESPRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO A DEFINIÇÃO DE PARÂMETROS DE REMUNERAÇÃO REGIONAIS FONTE: MENDES (2002)

38 O DESAFIO DA ATENÇÃO HOSPITALAR A ESCALA O DESALINHAMENTO DOS INCENTIVOS FINANCEIROS A FRAGILIDADE GERENCIAL MENDES (2005)

39 A REDE HOSPITALAR NO SUS 39% 22% 21% 12% 7% Fonte: CNES – Nov/2003

40 EFICIÊNCIA DOS HOSPITAIS BRASILEIROS SEGUNDO TAMANHO FONTE: COUTTOLENC (2004)

41 Fonte:SIH/2004 FONTE: SIH/SUS/2004

42 DEFASAGEM ENTRE CUSTO E PAGAMENTO DAS INTERNAÇÕES HOSPITALARES DO SUS FONTE: PLANISA, ELABORADA POR COUTTLENC (2004)

43 AS ESTRATÉGIAS PARA A MELHORIA DA ATENÇÃO HOSPITALAR NO SUS GANHOS DE ESCALA FUSÕES E ALIANÇAS ESTRATÉGICAS CONVERSÃO DE HOSPITAIS DE PEQUENO PORTE MUDANÇAS NO FINANCIAMENTO PAGAMENTO POR ORÇAMENTO GLOBAL ALINHAMENTO DOS INCENTIVOS FINANCEIROS INCENTIVOS VINCULADOS A CONTRATOS DE GESTÃO PROGRAMAS DE MELHORIA DA QUALIDADE MELHORIA GERENCIAL INCENTIVO FINANCEIRO PARA MODERNIZAÇÃO GERENCIAL CAPACITAÇÃO EM GESTÃO HOSPITALAR FONTE: MENDES (2005)

44 O DESAFIO DO APÓIO DIAGNÓSTICO SUS 2004 NÚMERO DE EXAMES DE PATOLOGIA CLÍNICA POR ANO: NÚMERO DE LABORATÓRIOS: EXAMES POR LABORATÓRIO/ANO: POPULAÇÃO SUS POR LABORATÓRIO: FONTE: SIA/SUS/2004 FONTE: SIA/SUS/GISA/SR/SESMG (2006)

45 O DESAFIO DO MODELO DE DESCENTRALIZAÇÃO O MODELO DA MUNICIPALIZAÇÃO AUTÁRQUICA O MODELO DA REGIONALIZAÇÃO COOPERATIVA FONTE: PESTANA & MENDES (2004)

46 O MODELO DA MUNICIPALIZAÇÃO AUTÁRQUICA O FOCO NA OFERTA O COMANDO ÚNICO DA OFERTA TERRITORIAL O DINHEIRO SEGUE O GESTOR A RESPONSABILIZAÇÃO DIFUSA A FRAGMENTAÇÃO DOS SERVIÇOS FONTE: PESTANA & MENDES (2004)

47 O MODELO DA REGIONALIZAÇÃO COOPERATIVA O FOCO NA DEMANDA O COMANDO ÚNICO DA SAÚDE DO CIDADÃO O DINHEIRO SEGUE O CIDADÃO A RESPONSABILIZAÇÃO INEQUÍVOCA A INTEGRAÇÃO REGIONAL DOS SERVIÇOS FONTE: PESTANA & MENDES (2004)

48 O DESAFIO POLÍTICO A REPOLITIZAÇÃO DA SAÚDE O SUS COMO POLÍTICA DE ESTADO O SUS ALÉM DA SAÚDE A ACUMULAÇÃO DO CAPITAL HUMANO A ACUMULAÇÃO DO CAPITAL SOCIAL FONTE: MENDES (2005)

49 UMA REFLEXÃO FINAL “POLÍTICAS EXCLUSIVAS PARA OS POBRES SÃO POLÍTICAS POBRES” FONTE: LORD BEVERIDGE (1942)

50 OBRIGADO!


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