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CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PERÍCIA, AUDITORIA E GESTÃO AMBIENTAL.

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Apresentação em tema: "CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PERÍCIA, AUDITORIA E GESTÃO AMBIENTAL."— Transcrição da apresentação:

1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PERÍCIA, AUDITORIA E GESTÃO AMBIENTAL

2 Renato Alves da Fonseca D.Sc. A ANÁLISE DA CONFIABILIDADE HUMANA e A PERÍCIA COGNITIVA DE ACIDENTES Tarefas

3 VISÃO VOLTADA PARA A GESTÃO AMBIENTAL

4 Tarefas DEPENDÊNCIA ENTRE AS TAREFAS

5 Dependência entre as Tarefas Independência ou Sem Dependência Independência ou Sem Dependência Baixa Dependência Baixa Dependência Moderada Dependência Moderada Dependência Alta Dependência Alta Dependência Completa Dependência Completa Dependência

6 Tarefas Reflexões As tarefas apresentam as mesmas características? As pessoas que executam as tarefas apresentam as mesmas características?

7 Classificação as Tarefas: Quanto a situação: (Segundo Dr. Swain) Quanto a situação: (Segundo Dr. Swain) Tarefa Pré-Acidente; Tarefa Pré-Acidente; Tarefa Pós-Acidente. Tarefa Pós-Acidente. Quanto a freqüência: Rotineiras; Não Rotineiras. Quanto a complexidade: Simples; Complexas.

8 Tarefas Tarefas Pré-Acidente Tarefas que se incorretamente realizadas poderão deixar indisponíveis componentes ou sistemas necessários ao bom desempenho de uma planta. Tarefas Pós-Acidente Tarefas que necessariamente determinam o sucesso de uma planta, fazendo com que a mesma ao enfrentar um evento anormal, consiga retornar seus sistemas as condições de segurança.

9 Tarefas Tarefas Rotineiras Tarefas que são realizadas com freqüência, rotineiramente são executadas. Tarefas Não Rotineiras Tarefas que não são realizadas com freqüência, são executadas em condições especiais (acidentes, testes, manutenções periódicas).

10 Tarefas Tarefas Simples Tarefas que requerem soluções triviais, os problemas que se apresentam são solucionáveis, com simples desenvolvimento cognitivo. Tarefas Complexas Tarefas que requerem diferentes tipos de soluções, para os problemas que se apresentam, necessitando de um desenvolvimento cognitivo acentuado para executá-las.

11 Tarefas Tomada de Decisão; Tomada de Decisão; Interação Cognitiva; Interação Cognitiva; Modelos Mentais. Modelos Mentais.

12 Desempenho Humano e Segurança Erros Humanos dominam as falhas: 70% a 80% das falhas na geração de energia e na aviação, são provenientes de erros humanos. Condição similar em outras indústrias. Por que? Perspectiva de fronteiras técnicas não sistemáticas. Complexidade das operações modernas com novas tecnologias e automações. John Wreathall (Membro da equipe que trabalha na metodologia ATHEANA)

13 ?

14 Tarefas Complexas Tomada de Decisão Requer a detecção, a diagnose, o planejamento e a implementação. Podendo envolver os seguintes aspectos: A antecipação; A monitoração; A elaboração de cálculos mentais.

15 MemóriaSensorialou Curto Prazo Modelos Mentais Roteiro Memória de Longo Prazo Esquemas PlanejamentoDiagnose Memória de Trabalho Detecção Implementação → Fatores Estressores Experiência Conhecimento Experiência Conhecimento Regra

16 Memória Sensorial ou Curto Prazo Modelos Mentais Roteiro Memória de Longo Prazo Esquemas PlanejamentoDiagnose Memória de Trabalho Detecção Implementação ? Fatores Estressores Experiência Conhecimento Experiência Conhecimento Regra Tomada de Decisão SucessoFalha Realimentação Recuperação

17 Comportamentos Mentais Experiência Ligação com habilidade, com freqüência, com rotina,... Regra Ligação com procedimentos, manuais, anotações, verificações,... Conhecimento Ligação com conceitos, experimentos, discussões cognitivas,...

18 Questões sobre a Experiência Experiência é um dos fatores. Não se deve estabelecer razão direta entre experiência e avaliação. Abordagem de Albert Bandura Trata da relação eficácia/desempenho. Alta Auto Eficácia _ prejudicial Baixa Auto Eficácia _ prejudicial Auto Eficácia _ Ideal

19 Modelos Mentais Norman (1990) define modelo mental, como um modelo conceitual particular da maneira como um objeto funciona, eventos acontecem ou pessoas se comportam, que resulta da tendência do ser humano, em dar explicações para as coisas. NORMAN, D.A., 1983, Some observations on mental models. In Gentner, D. and Stevens, A.L. (Eds.). Mental models. Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.

20 Considerações sobre Modelos Mentais Modelos mentais não precisam ser tecnicamente precisos, mas normalmente são funcionais. Modelos mentais não possuem limites rígidos e operações similares ocasionam confusão. Modelos mentais são permissivos, freqüentemente as pessoas preferem realizar ações extras, que proporcionem regras simplificadas, que são aplicadas em uma variedade de dispositivos, minimizando assim (teoricamente) as possíveis confusões.

21 Considerações sobre Modelos Mentais Modelo Mental da Equipe Atividades Modelo Mental Ideal Tarefas Modelo Mental Individual Atividades Conflitantes ou Não Conflitantes Treinamento

22 Considerações sobre Modelos Mentais Modelo ConceitualProjeto Modelo Mental da Equipe Modelo Mental Ideal Modelo Mental Individual Conflitantes ou Não Conflitantes Treinamento

23 Ciência Cognitiva

24 Sistemas Simples

25 Sistemas ComplexosComplexos

26 Behaviorismo A psicologia behaviorista privilegia os procedimentos que levam em conta a exteriorização do comportamento, o único considerado capaz de ser submetido objetivamente ao controle e a experimentação. Ivan Petrovc Pavlov- 1849/1936 John B. Watson- 1878/1958 Lee Thorndike- 1874/1949 Burrhus Frederic Skinner- 1904/1990

27 Behaviorismo Acreditava que o homem nasce com certas conexões de estímulo-resposta, chamados reflexos; Acreditava no processo de aprendizagem como uma associação entre o estímulo e a resposta. Afirmava que o efeito de um ambiente se dá principalmente através de um processo de condicionamento de reflexos ou modo involuntário; Acreditava que a hereditariedade determina o comportamento humano;

28 Gestalt Kurt Koffka- 1886/1941 Wolfgang Köhler- 1887/1967 “gestalt” A palavra “gestalt” de origem alemã, significa “forma”, “padrão” ou “estrutura”. Características A sensação elementar não é dada de imediato à consciência; A mente humana não é previsível, nem automática; A mente humana não é passiva, pelo contrário, ela é extremamente ativa e criativa na resolução de problemas concretos; Entre os estímulos e as respostas, existem uma série de processos intermediários que condicionam as respostas.

29 Cognitivismo Jean Piaget /1980 Piaget formulou sua teoria de que o conhecimento evolui progressivamente por meio de estruturas de raciocínio que substituem umas às outras através de estágios. Isto significa que a lógica e formas de pensar de uma criança (ou de uma pessoa em aprendizado) são completamente diferentes da lógica dos adultos (ou de uma pessoa experiente).

30 Cognitivismo Lev S. Vygotsky /1934 O que marca o homem como uma espécie diferenciada é o surgimento do trabalho e a formação da sociedade humana com base no trabalho. É o trabalho que, pela ação transformadora do homem sobre a natureza, une homem e natureza e cria a cultura e a história humana. É no trabalho que se desenvolvem atividades coletivas e, portanto, as relações sociais, e, por outro lado, a criação e utilização de instrumentos.

31 Ciência Cognitiva Howard Gardner "O terceiro aspecto da ciência cognitiva é a decisão deliberada de não enfatizar certos fatores... Estes fatores incluem a influência de fatores afetivos ou emoções, a contribuição de fatores históricos e culturais, e o papel do contexto de fundo no qual ocorrem atitudes ou pensamentos particulares."

32 Ciência Cognitiva Abordagem Enativa (1974 em diante) A abordagem enativa, tem por base o conjunto de idéias desenvolvidas por Francisco Varela e Humberto Maturana. A cognição não consiste em representações que o cérebro do observador faz de um mundo que é predeterminado em relação a ele. O processo cognitivo é visto como uma construção de mundo (dinâmica) e portanto inseparável do histórico de vida, do processo do viver.

33 Ciência Cognitiva Características da Abordagem Enativa A mente não é uma instância abstrata e separada do cérebro, isto é, ela está corporificada; O cérebro faz parte do corpo; O corpo faz parte do mundo e nele vive sua história, segue o fluxo de sua existência; O homem não é passivo diante do mundo: o percebe à medida em que o constrói e enquanto é por ele construído; A cognição é uma construção que resulta da interação do ser vivo com o seu mundo.

34 Circularidade Homem ou Operador Contexto ou Planta Mãos que desenham de M. C. Escher

35 Circularidade Homem Ambiente Meio Ambiente Mãos que desenham de M. C. Escher

36 Paradigma Holístico Holismo Teoria segundo a qual o homem é um todo indivisível, e que não pode ser explicado pelos seus distintos componentes (físico, psicológico ou psíquico), considerados separadamente.

37 Comportamento Humano

38 Meio-Ambiente Contextualizado Contexto da Planta Contexto Externo a Planta Tensões Equilíbrio Calma???

39 Comportamento Humano Influências do Meio-Ambiente Fatores: Sociais Pessoais-“Eu” Incontroláveis Contexto da Planta Contexto Externo a Planta Fatores Pré-Acidentais

40 Fatores Sociais: Vida Profissional Vida Social Vida Globalizada Vida Familiar Pessoais – “Eu”: Vida Interior Incontroláveis: Violência Conjuntura Econômica Conjuntura Política Conjuntura Social Pré-Acidentais: Contexto de Indução ao Erro Ações Perigosas Mecanismos de Erro,... Tensões

41 Homem do Mundo Homem Profissional Contexto Externo a Planta Contexto da Planta Fronteira do Mundo Fronteira do Trabalho

42 Reflexões Finais

43 Lei da Impermanência Nada permanece estático no mundo. Há constante renovação e transformação na natureza. Tudo no mundo físico é impermanente. Lei do Conceito A idéia que temos de algo ou de alguém. Analisamos a vida e os fatos pela ótica individual de nossas conceituações. Nosso entendimento não ultrapassa esse limite.

44 Lei da Experiência Alguns conceitos resultam da vivência. Foram estruturados pelo uso de todos os nossos sentidos, adquirindo significados. Chamamo-los experiência. Lei do Pensar Alguns conceitos são fruto da capacidade de pensar e adquirir conhecimento. Determinam os pensamentos predominantes na vida mental. Se há uma fixação emocional no padrão de pensar, surge o Preconceito, um dos problemas da humanidade.

45 Lei da Individuação O Doutor Jung chamou de individuação o processo paulatino de expressar a nossa singularidade. O ato de conhecer aquele ser distinto e único que está latente dentro de nós.

46 FimFim


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