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CAUSAS DE MALDIÇÃO. parte I INIQUIDADE DOS PAIS - HERANÇA FAMILIAR.

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Apresentação em tema: "CAUSAS DE MALDIÇÃO. parte I INIQUIDADE DOS PAIS - HERANÇA FAMILIAR."— Transcrição da apresentação:

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2 CAUSAS DE MALDIÇÃO. parte I

3 INIQUIDADE DOS PAIS - HERANÇA FAMILIAR

4 Muitos de nós pensamos que enquanto o princípio da bênção foi estabelecido por Deus, o princípio da maldição foi estabelecido pelo diabo. Os princípios, tanto da bênção como da maldição, foram estabelecidos por Deus, e serão respectivamente acionados em virtude das escolhas humanas. “O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” Dt 30:19

5 Carregamos a bênção e a maldição dos nossos antepassados. Como ocidentais, adotamos uma visão individualista da vida. A lei da herança não exerce um significado relevante. Parece estranho o pecado de alguém produzir uma consequência nas sucessivas gerações. Essa ignorância em relação à nossa herança familiar é sintomática. As iniquidades não redimidas dos nossos pais autorizam uma influência maligna de natureza correspondente sobre nossas vidas e relacionamentos.

6 FILIAÇÃO X MERECIMENTO

7 O principal conflito é que a lei da herança embute um conceito estranho de justiça que não se baseia no merecimento, mas na filiação. ANALIZANDO DOIS CASOS DE HERANÇA. 1º Caso. Uma mulher que gerou um filho aidético, por que na sua devassidão foi contaminada. Esse filho mereceu nascer aidético? Teria ele alguma culpa? Isso é justo? Se dissermos que não é justo, estaríamos também dizendo que Deus é injusto; o que não é verdade. Esse filho não tem culpa por nascer aidético, mas tem a consequência. Esse é o poder da lei da herança.

8 2º Caso. Uma pessoa cujos os pais foram muito bem sucedidos na vida acumulando muitos bens e propriedades. Os pais morreram e toda a sua fortuna passa para o filho. Isso é justo? Esse filho fez por merecer tudo isso? Ele trabalhou conquistando com o suor do seu rosto todo esse patrimônio deixado pelos pais? Herança é uma questão de filiação e não de merecimento. Essa é uma das maiores lições ensinadas na parábola do filho pródigo. Mesmo sem merecer, ele teve direito à sua herança. A herança não está ligada ao merecimento, mas a filiação. Da mesma forma, a base do direito à salvação não está vinculada ao merecimento, mas à filiação.

9 Jesus abriu mão do direito de ser o “unigênito do pai”, e, através da sua morte e ressurreição, se tornou o “primogênito entre muitos irmãos”, incluindo-nos na família de Deus, fazendo-nos herdeiros de Deus e co- herdeiros com Cristo. Na verdade, graça e misericórdia andam na contramão do merecimento: Graça é receber o bem que não merecemos; Misericórdia é não receber o mal que merecemos. Essa é a justiça da cruz.

10 Exemplos bíblicos que confirmam esse imutável princípio do Reino de Deus.

11 Na parábola do credor incompassivo, o próprio Jesus endossa esta verdade espiritual. “...mas não tendo ele com que pagar, ordenou seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos, e tudo o que tinha, e que pagasse a dívida” Mt 18:25 Quando Geazi se corrompeu cobiçando a oferta de Naamã, Eliseu declarou a maldição que ele acabara de invocar com a sua atitude. “Portanto a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua descendência para sempre. Então Geazi saiu da presença dele leproso, branco como a neve”. II Rs 5:27 Por que não apenas ele ficou leproso? A bíblia deixa claro que ele veria as consequências dos seus pecados na sua descendência.

12 Acã, quando cobiçou e escondeu alguns despojos da batalha, os quais haviam sido amaldiçoados por Deus previamente. Ele trouxe derrota sobre Israel e morte para si mesmo e para toda a sua casa (Js 7:1-26). As consequências do seu pecado atingiram muitas pessoas inocentes.

13 O texto seguinte esclarece ainda mais a mentalidade judaica acerca da maldição hereditária. “Ao ver Pilatos que nada conseguia, mas pelo contrário, que o tumulto aumentava, mandando trazer água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Sou inocente do sangue deste homem; seja lá convosco. Todo o povo respondeu: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos” Mt 27:24-25 Tanto Pilatos, como conhecedor dos preceitos judaicos, quanto todo povo, tinham uma clara consciência de que a maldição automaticamente se estende à descendência. Após essa declaração, a maldição invocada tem pesado sobre cada geração do povo judeus.

14 Desde o massacre de Jerusalém no ano 70d.c, onde milhares foram crucificados e queimados vivos, até o holocausto na Segunda Guerra, o povo judeu tem sido perseguido, espalhado assassinado, desprezado, odiado e etc.

15 Por mais que não gostemos dessa ideia de os nossos pecados exercerem uma consequente maldição sobre nossa descendência, esta é uma imutável realidade do mundo espiritual. “Assim perecereis entre as nações, e a terra dos vossos inimigos vos devorará; e os que de vós ficarem definharão pela sua iniquidade nas terras dos vossos inimigos, como também pela iniquidade de seus pais” Lv 26:38-39 “E vossos filhos serão pastores no deserto quarenta anos, e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que os vossos cadáveres se consumam neste deserto” Nm 14:33 “Preparai a matança para os filhos por causa da maldade de seus pais, para que não se levantem, e possuam a terra, e encham o mundo de cidades” Is 14:21

16 O que é a iniquidade? A iniquidade embute dois conceitos básicos: pecados não redimidos ou nunca confessados que se repetem a cada geração; E também o castigo que esses pecados acarretam para as gerações futuras. Vamos ver o exemplo do pai Abraão. Você já se perguntou por que os filhos de Israel ficaram mais de trezentos anos como escravos no Egito. Como pode o povo de Deus, a semente abençoada de Abraão, ter ficado tanto tempo reduzida à escravidão?

17 Quando Abraão foi chamado por Deus, ele deixou a cidade de Ur dos Caldeus indo em direção a Canaã. Gn 12:7 Chegou em Betel onde levantou a Deus um altar. Gn 12:8 Depois veio uma grande fome na terra. Depois de sair para o chamado, Abraão agora saiu do chamado. O mais interessante desse desvio de rota de Abraão é que o mesmo se projetaria na realidade dos seus descendentes: “Então disse o Senhor a Abraão: sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos” Gn 15:13

18 Outro exemplo de visitação de maldição na descendência é a do rei Jeroboão. Observe que todos os reis que sucederam Jeroboão cometeram o pecado de idolatria. Nadabe I Reis 15:25-30 Jeoás II Reis 13:10-11 Baasa I Reis 16:1-2 Jeroboão II II Reis 14:23-24 Onri I Reis 16:25-26 Zacarias II Reis 15:8-9 Acabe I Reis 16:30-31 Pecaia II Reis 15:23-24 Acazias I Reis 22:52-54 Joacaz II Reis 13:1-2

19 Depois vem o reinado de Oséias e Israel é levado para o cativeiro pela Assíria II Reis 17: Um processo ininterrupto de maldição que culminou no cativeiro e na destruição da nação. Até hoje estas dez tribos que formavam a nação de Israel encontram-se dispersas!

20 FIM


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