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A Situação Eletroenergética do SIN

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Apresentação em tema: "A Situação Eletroenergética do SIN"— Transcrição da apresentação:

1 A Situação Eletroenergética do SIN
2ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Política Energética – CEPE Maceió, AL 18 de março de 2008

2 Sumário Histórico das Ações Relevantes
Programa Mensal de Operação - Março/08 Estratégia de Operação: Níveis Meta 2008 / Critério de Segurança de Atendimento 2009 Expansão da Geração e da Transmissão da Região Nordeste Perturbações ocorridas no Suprimento a Alagoas Perspectivas de Evolução das Condições de Suprimento Comentários Finais

3 Histórico das Ações Relevantes
Condições observadas Ao longo do período nov/07 – fev/08 foram observadas as piores afluências do histórico na bacia do rio São Francisco ( 51% MLT), levando às seguintes ações: Ações relevantes Novembro: elevado o limite de fornecimento de energia pela interligação Norte/Sul, de MW para MW (flexibilização de sobrecarga em equipamentos). A região Nordeste passa a receber cerca de 500 MWmed de energia. Dezembro: em função do atraso do período úmido, decidiu-se pelo despacho de GT a óleo na região Nordeste (GT totalGN+óleo = MWmed). Janeiro: indicado despacho na base das UTEs do SIN (armazenamento ainda acima da CAR). Ainda em janeiro, armazenamento da região SE abaixo da CAR. Fevereiro: redução da defluência de Sobradinho / Xingó para m3/s. Decisão do CMSE pela permanência de GT na base até o final de março.

4 PMO Março/08  Rev. 2 O Programa Mensal de Operação – PMO de Março/2008, revisado semanalmente, indica a seguinte evolução dos armazenamentos das 4 regiões que compõem o Sistema Interligado Nacional – SIN: SE/CO SUL NORDESTE NORTE %EARmáx (29/02/08) 65,7 47,8 48,3 44,4 %EARmáx (31/03/08) 75,1 43,3 60,3 87,2 EARmáx corresponde à energia armazenável máxima em cada região

5 Estratégia de Operação: Níveis Meta 2008 / Critério de Segurança de Atendimento 2009

6 Motivação para a Estratégia de Operação
Considerando: A geração térmica adquirida nos últimos leilões de energia só é despachada a partir da caracterização de hidrologias críticas, em montantes que não são suficientes para recompor o deplecionamento dos reservatórios. Restrição de Gás Natural em 2007 implicou em deplecionamento de 10% EARmax no SE e 17% EARmax no NE. O cumprimento do Termo de Compromisso (TC) Petrobras – ANEEL eleva a disponibilidade de GN de MWmed em fev/2008 para MWmed em dez/09, e para MWmed em dez/2010. Conclusão: O cumprimento do PLANGAS da Petrobras é fundamental para assegurar o suprimento até Permite a aplicação efetiva da Estratégia de Operação

7 Condições Verificadas - Ano 2007- Período Úmido / Período Seco
Região NE Período Úmido Período Seco EAR01/01: 63%  EAR30/04: 95% EAR30/11: 29% Média Anual EAR31/12: 27%

8 Contextualização Para aumentar a garantia do Atendimento Energético do Ano Seguinte, reduzindo a dependência da hidrologia do período úmido, o CMSE aprovou a implementação de Estratégia de Operação que consiste na complementação de geração térmica para preservação ao final ano de “Estoque de Segurança” (Nível Meta de Armazenamento).

9 Metodologia Proposta pelo ONS
A metodologia proposta tem as seguintes características que merecem destaque: Sua aplicação está restrita ao 1º ano da operação. Portanto, a indicação de geração térmica adicional para atingir o Nível Meta e garantir o atendimento no 2º ano não tem impacto nos custos operativos dos anos seguintes. A decisão de despacho de geração térmica é tomada a partir de: Geração de afluência de referência; Decisões de intercâmbios entre regiões, a partir de modelo de otimização.

10 Afluência no Período Seco Nível verificado Final Fev
Metodologia - Síntese No período mar/nov, caso necessário, serão adotados procedimentos operativos – intercâmbios entre subsistemas e antecipação de geração térmica – para atingir o nível meta desejado em novembro/2008 buscando o aumento da garantia do atendimento em 2009. Afluência no Período Seco Nível verificado Final Fev Verificado Final Jan Nível Meta (%EAR) Afluência selecionada para critério de segurança desejado Dez/Abr N1 Pior do histórico N2 2º pior do histórico ... Nn CAR NSPS 10% NSPU 45% Afluência CAR Afluência Selecionada para Critério de Segurança Desejado Jan/1ºAno Fev/1ºAno Nov/1ºAno Abr/2ºAno Nov/2ºAno

11 Afluência Necessária para Nível Meta – NE
Valor Estimado: 65% GT Referência 542 MWméd e Afluência 90% MLT ΔEAR abr = + / - 5% Δ GT = - / MWméd Nível Meta 30/11/08 ENA dez/abr EAR 30/04/09 35% 44% MLT (70/71 ‑ pior) 45% (CAR) 30% 48% MLT (75/76 ‑ 2º pior) 22% 54% MLT – CAR (00/01 ‑ 3º pior) CAR 52% 35% 82% MLT 30% 69% MLT 22% % EARmax abr/08 nov/08

12 Expansão da Geração e da Transmissão da Região Nordeste

13 Expansão da Oferta de Geração - Nordeste
(*) UTE Vale do Açu MW (**) UTE Potiguar - 53 MW (**) UTE Potiguar III - 66 MW (****) UTE Termonordeste MW (****) UTE Maracanaú I MW (*****) UTE Maracanaú II MW (*****) UTE MPX MW (***) PCT Baia Formosa - 32 MW (**) UTE Camaçari MI MW (**) UTE Camaçari PI MW (***) UTE Bahia I - 32 MW (****) UTE Global I MW (****) UTE Global II MW (****) UTE Itapebi MW (****) UTE Monte Pascoal – 138 MW (****) UTE Campina Grande MW (****) UTE Termoparaíba MW (**) UTE Pau Ferro I - 94 MW (**) UTE Petrolina MW (**) UTE Termomanaus MW (****) UTE Termocabo MW (*****) UTE Suape II MW (*) Em fase de construção (**) 2º LEN (***) 3º LEN (****) 4º LEN (*****) 5º LEN (******) 1º LFA (*****) PCH Pedra Furada - 6,5 MW Total de 23 Empreendimentos (1 PCH, 1 PCT e 21 UTEs) Acréscimo a partir de jul/2008 a dez/2012: MW

14 Disponibilidade Térmica - Nordeste

15 Expansão Grandes Troncos de Transmissão  Nordeste
15

16 Mês/Ano – Configuração % Carga Atendível por Recebimento
Expansão da Interligação para o NE Mês/Ano – Configuração Limite Receb. Carga Anual % Carga Atendível por Recebimento (MWmed) 1999 Antes da Norte/Sul 520 5.690 9% Mar/1999 Norte/Sul 850 15% Mai/2000 LT 500kV P.Dutra-Teresina-Sobral-Fortaleza 1.000 5.880 17% Abr/2003 2º circ 500kV P.Dutra-Teresina 1.050 6.040 Jun/2003 Interligação Sudeste/Nordeste 1.850 31% Ago/2004 Compensação Série de S.J.Piauí 500kV 2.150 6.270 34% Fev/2006 2º circ 500kV Teresina-Sobral-Fortaleza 2.500 6.910 36% Dez/2006 LT 500kV Colinas-Sobradinho 3.600 52% Abr/2008 Norte/Sul III 3.900 7.680 51% 2010 2º circ Colinas-S.J.Piauí-Milagres 5.000 8.440 59% 16

17 Perturbações Ocorridas no Suprimento a Alagoas

18 Importância da LT Jardim- Penedo Perturbações por Queimadas
Perturbações envolvendo a CEAL/BRASKEM (6) (1) (2) (1) CI Braskem 7 perturbações na LT 230 kV Rio Largo II – Penedo acarretaram corte de carga e 2 tiveram religamento automático com sucesso Importância da LT Jardim- Penedo (9) Perturbações por Queimadas Com Corte de Carga Sem Corte de Carga 13 6 Dez/2009 Jardim 18

19 Perturbações envolvendo a CEAL/BRASKEM
13 2 1 5 10 15 Queimada Colisão de Avião Falha em Equipamento Descarga Atmosférica Erro de projeto Indeterminada Causa Das vinte perturbações com corte de carga registradas em Alagoas nos anos de 2007/2008, 13 foram provocadas por queima de canavial. 19

20 Comentários sobre Perturbações
O ONS realizou análise das perturbações que envolveram corte de carga em Alagoas e emitiu as recomendações pertinentes aos Agentes para correção dos problemas e/ou mitigação dos efeitos dos desligamentos de elementos do sistema de transmissão. A queimada em canavial é a causa principal das perturbações (65%) verificadas no Sistema Elétrico que atende o Estado de Alagoas. Ações efetivas para minimizar e controlar as queimadas devem ser reforçadas. Como responsável pelo acompanhamento e análise das perturbações que ocorrem no SIN, o ONS realizou contato com a Chesf e a Braskem, para avaliação do desempenho do ERAC do consumidor e sugeriu ações para otimizar o desempenho dessa proteção sistêmica. Estas providências já foram adotadas pela Braskem. 20

21 Perspectivas de Evolução das Condições de Suprimento

22 Atendimento ao Estado de Alagoas
3 1 2 Suprimento em 500kV: SE Messias Suprimento em 230kV: SEs Rio Largo II, Maceió e Penedo; Angelim(PE); Abaixadora e Zebu(BA) Transformação 230/69kV instalada: 700 MVA Carga de demanda do estado: CEAL – 530MW e Braskem – 173MW 22

23 Ações desenvolvidas - Reforços ao Estado de Alagoas
O ONS tem proposto as ampliações e reforços necessários ao atendimento ao Estado de Alagoas, e acionado a EPE e a ANEEL quando identifica a necessidade de envolvimento destas instituições. O ONS criou grupo de trabalho com a participação da EPE e Agentes de Distribuição visando a análise e indicação de solução de planejamento para os sistemas radiais singelos existentes no SIN. Solução: nova LT 230 kV Jardim – Penedo. O ONS indicou no PAR 2008/2010 a necessidade de realização de estudo de planejamento para atendimento à área metropolitana de Maceió, pois vislumbra-se o esgotamento da SE Maceió a partir de 2012 (EPE / CEAL), mesmo com a entrada em operação do 4º Trafo em Mai/08. 23

24 Norte do Estado e Região Metropolitana de Maceió
Penedo Rio Largo 230 kV 500 kV Maceió 69 kV Messias Angelim Recife II Xingó Problema: Interrupção de carga na perda de um transformador. Solução: 4º transformador 230/69kV-100 MVA (autorização CHESF, maio/08).

25 Perturbações envolvendo a CEAL/BRASKEM
13 2 1 5 10 15 Queimada Colisão de Avião Falha em Equipamento Descarga Atmosférica Erro de projeto Indeterminada Causa Das vinte perturbações com corte de carga registradas em Alagoas nos anos de 2007/2008, 13 foram provocadas por queima de canavial. No total, queimadas deram origem a 19 perturbações. 25

26 Sul do Estado de Alagoas
Problemas: Radial singelo, não suporta contingência simples. Risco de corte de carga na perda de um dos dois transformadores de 100 MVA. Penedo Rio Largo 230 kV 69 kV Jardim Solução: LT 230kV Jardim-Penedo e 3º transformador - (Leilão 004/2007 – CHESF para setembro/09).

27 Oeste do Estado de Alagoas
Solução: Nova SE Zebu - 2 trafos x 100 MVA – (a ser leiloada em 2008). Abaixadora 69 kV 230 kV Paulo Afonso III Paulo Afonso II 230 kV Zebu (nova) 69 kV 100 MVA Problemas: SEs Abaixadora e Zebu – esgotamento da capacidade instalada 100 MVA 138 kV Zebu (antiga) 138 kV 90 MVA 69 kV 16,7 MVA

28 Comentários Finais As condições de atendimento elétrico no Estado de Alagoas estão dentro dos padrões do SIN. Os reforços previstos na Rede de atendimento ao Estado para o período 2008/2010 ou já foram licitados, ou serão licitados no próximo leilão de transmissão. Destaca-se a implantação da LT 230 kV Jardim – Penedo, agregando segurança no suprimento. A intensificação das campanhas sobre queimadas em canaviais e outras ações efetivas, são essenciais para a melhoria da continuidade e da qualidade do suprimento ao estado de Alagoas. 28

29 FIM

30 APOIO

31 Histórico da Operação – Evolução das Condições Energéticas
ENAs Verificadas no Período de Novembro/07 a Fevereiro/08 %EARmáx (29/02/08) 65,7 47,8 48,3 44,4 Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro MWmed % MLT SE/CO 22.955 88 (27º) 28.658 73 (12º) 36.208 68 (11º) 60.617 109 (51º) SUL 11.830 152 (68º) 6.545 105 (49º) 6.150 104 (50º) 4.094 60 (28º) NORDESTE 1.954 34 (4º) 4.631 45 (4º) 5.478 38 (2º) 11.277 75 (20º) NORTE 1.167 48 (1º) 2.317 49 (4º) 3.801 45 (3º) 8.388 74 (19º)

32 Resultados do PMO para Março/2008 – Rev. 2

33 ENAs verificadas em Fevereiro e previstas para Março/08 – Base Mensal
PMO Março/08  Rev. 2 ENAs verificadas em Fevereiro e previstas para Março/08 – Base Mensal Fevereiro Março MWmed % MLT SE/CO 60.617 109 52.650 101 SUL 4.094 60 3.462 NORDESTE 11.277 75 12.316 81 NORTE 8.388 74 11.608 88 %EARmáx (29/02/08) 65,7 47,8 48,3 44,4 %EARmáx (31/03/08) 75,1 43,3 60,3 87,2 CMO (R$/MWh) – Semana de 15 a 21/mar Na reunião do CMSE de 27/02, decidiu-se pela manutenção do despacho na base das térmicas a óleo nas regiões SE/CO e NE


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