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SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS.

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1 SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

2 A SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (SEDE)

3 Impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável de Minas Gerais, proporcionando maior competitividade ao Estado com geração de emprego e renda e redução das desigualdades regionais. Credibilidade, transparência, agilidade no atendimento, processos eficazes, ousadia na atuação, inovação, responsabilidade ambiental e social. Missão Valores Sociedade: Aumentar emprego, trabalho e renda Empresas: Assegurar o desenvolvimento das empresas que atuam em Minas Gerais com ênfase na agregação de valor Governo: Ter atuação sinérgica no âmbito do Governo Visão SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

4 SICS Subsecretaria de Indústria, Comércio e Serviços SDMPE Subsecretaria de Desenvolvimento Minerometalúrgico e Política Energética SEAIN Subsecretaria de Assuntos Internacionais Unidade de Parcerias Público-Privadas (PPP) Competência: Formular planos e programas observando as diretrizes gerais de Governo, em articulação com a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão. Composição SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

5 ► Coordenado pela SEDE. ► Atua para criar um ambiente favorável aos negócios e à atração de investimentos, permitindo a qualificação da mão de obra. ► Estimula a competitividade das empresas e o acesso a novas tecnologias e a novas linhas de crédito e investe em infraestrutura.  CEMIG - Maior concessionária de energia elétrica do Brasil, atende mais de 16 milhões de pessoas em 774 municípios mineiros.  BDMG - Oferece linhas de crédito aos municípios mineiros para financiar a implantação de novas empresas e aumentar a competitividade das que já existem.  INDI - Agência de promoção de investimentos do Governo de Minas, é o órgão estratégico e operacional de apoio aos empresários.  CODEMIG - Realiza ações complementares voltadas para a atração de investimentos e realização de obras e projetos.  JUCEMG - Responsável pelo arquivamento dos atos relativos à constituição, alteração, dissolução e extinção de empresas e cooperativas, bem como dos atos relacionados a consórcios e sociedades. SISTEMA OPERACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

6 ► Através da Sede, o Governo de Minas intensificou a parceria com a iniciativa privada. ► Atração de investimentos, coordenada pela Sede, tem no INDI seu principal executor, que facilita e encurta o caminho do empreendedor. ► Oferece assistência desde o desenvolvimento do projeto até o início da produção ou prestação de serviços. ► Estudos de mercado contemplam as potencialidades de setores econômicos e cadeias produtivas relevantes. ► Prioridade para a ampliação de núcleo de inteligência empresarial. ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO

7 A SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS (SEAIN)

8 SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS ►Tem como finalidade planejar, organizar, dirigir, coordenar, executar, controlar e avaliar as ações setoriais, a cargo do Estado, relativas às oportunidades de investimentos, de viabilização de financiamentos externos e de promoção de negócios de interesse para o Estado identificados na área internacional. ►Trabalha para o desenvolvimento do comércio exterior, melhorando a competitividade internacional dos produtos mineiros e criando uma cultura exportadora nas pequenas e médias empresas do Estado. ►Em 2004, criou a Central de Atendimento ao Exportador Mineiro. ► É responsável por coordenar as relações institucionais do Estado com organismos multilaterais – Banco Mundial, BID, ONU, JBIC e outros - assim como os diversos acordos de cooperação com outros países. ► É responsável ainda pela implantação do Programa de Parcerias Público-Privadas (PPP), iniciativa pioneira entre os estados brasileiros.

9 SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO EXTERIOR ► À esta Superintendência cabe:  Articular a economia mineira e o mercado internacional;  Coordenar estudos para o fortalecimento da exportação e formação de novos ativos na economia;  Implantar banco de dados voltado para o Comércio Exterior;  Coordenar intercâmbios com instituições nacionais e internacionais para ampliar o mercado mineiro de bens e serviços no exterior.  Promover negócios na área internacional;  Apoiar missões comerciais ao exterior;  Coordenar ações de melhoria da estrutura logística para o comércio exterior.

10 SUPERINTENDÊNCIA DE COMÉRCIO EXTERIOR ► Responsável pelos seguintes programas que têm como meta aumentar a inserção de Minas no comércio internacional, com a exportação de produtos com maior valor agregado. São eles:  Central Exporta Minas, Promoção da Empresa Mineira Exportadora  Plataforma Logística de Comércio Exterior da Região Metropolitana de Belo Horizonte  Minas Exporta com Excelência.

11 A SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÃO INTERNACIONAIS

12 SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS ► Criação formalizada no ano de 2005 ► Atua na coordenação das relações internacionais do Estado de Minas Gerais. ► Responsabilidades da Superintendência de Relações Internacionais:  Promoção e supervisão do relacionamento de órgãos estaduais com instituições estrangeiras  Cooperação Internacional com Organismos Multilaterais e Bilaterais de Desenvolvimento  Cooperação com países e províncias irmãs  Formação de recursos humanos de alto nível nas áreas de interesse do Estado

13 PRINCIPAIS INICIATIVAS ► Cooperação com Organismos Internacionais de desenvolvimento  Operações de Crédito ► Programa Jovens Mineiros Cidadãos do Mundo ► Acordos de Cooperação e agendas de trabalho ► Rede de Articulação Internacional ► Promoção Comercial  Missões internacionais  Missões institucionais

14 COOPERAÇÃO COM ORGANISMOS INTERNACIONAIS ► Objetivo:  Construção de enlaces institucionais entre órgãos da administração direta e indireta ► Ações:  Prospecção de oportunidades de cooperação técnica, financeira e operacional com organismos multilaterais.  Promoção do intercâmbio com instituições internacionais e entidades representativas da iniciativa priva e organizações não governamentais

15 COOPERAÇÃO COM PAÍSES E PROVÍNCIAS IRMÃS ► Objetivo:  Promoção e gestão da cooperação entre o Estado de Minas Gerais e suas províncias irmãs ► Ações:  Atração de investimento, intercâmbio de expertise e formação de recursos humanos  Destaque para os programas de cooperação entre Minas Gerais e as províncias:

16 REDE DE ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL ► Objetivo:  Coordenar e assessorar as operações internacionais do Estado de Minas Gerais com vistas à atração de investimentos em projetos de desenvolvimento regional e local. ► Ações:  Constituição de equipe inter-setorial responsável pela coordenação das operações internacionais  Diagnóstico, prospecção, operacionalização e avaliação de programas e projetos internacionais nos diversos  Criação do “núcleo de informação e treinamento para cooperação Internacional”  Articulação e gerenciamento das operações internacionais das diversas Secretarias de Estado  Criação do “núcleo de boas práticas em administração pública”

17 Operadores Internacionais Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional SEAIN / SEDE Operadores Internacionais Núcleo de boas práticas em administração pública Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais ESTRUTURA DA REDE

18 Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Núcleo de boas práticas em administração pública SEAIN / SEDE ESTRUTURA DA REDE

19 Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Núcleo de boas práticas em administração pública SEAIN/SEDE:  Coordenação da Rede;  Apoiar e acompanhar estudos e projetos realizados pela administração pública;  Integrar iniciativas setoriais para a cooperação internacional. SEAIN / SEDE ESTRUTURA DA REDE

20 Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional SEAIN / SEDE Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Núcleo de boas práticas em administração pública Operadores Internacionais ESTRUTURA DA REDE

21 Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional SEAIN / SEDE Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Operadores Internacionais Núcleo de boas práticas em administração pública Operadores Internacionais:  Identificação de demandas setoriais para a cooperação internacional;  Elaboração, gestão e avaliação de projetos de cooperação internacional setoriais e inter- setoriais. Operadores Internacionais ESTRUTURA DA REDE

22 Operação Internacionais SEAIN / SEDE Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Núcleo de boas práticas em administração pública Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional ESTRUTURA DA REDE

23 Operação Internacionais SEAIN / SEDE Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Núcleo de boas práticas em administração pública Núcleo de Cooperação Internacional:  Sistematização de informações acerca de regiões, países e províncias do interesse da Rede de Articulação Internacional;  Criação e manutenção de banco de dados sobre cooperação técnica internacional;  Formação de capital intelectual na área de Relações Internacionais. Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional ESTRUTURA DA REDE

24 Operação Internacionais SEAIN / SEDE Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional Núcleo de boas práticas em administração pública ESTRUTURA DA REDE

25 Operação Internacionais SEAIN / SEDE Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Operação Internacionais Núcleo de informação e treinamento para a Cooperação Internacional Núcleo de boas práticas:  Criar e atualizar banco de práticas internacionais em administração pública e procedimentos comparados;  Informar os órgãos da administração pública direta e indireta do Estado de Minas Gerais, através da Rede de Articulação Internacional, sobre procedimentos administrativos e modelos de gestão. Núcleo de boas práticas em administração pública ESTRUTURA DA REDE

26 MISSÕES INTERNACIONAIS PROMOÇÃO COMERCIAL ► Promoção de ações visão o inter-relacionamento comercial, financeiro e técnico da economia mineira com o mercado internacional ► Prospecção de atores e de oportunidades para possíveis parcerias internacionais  Plano estratégico de captação de oportunidade  Ações de consolidação ► Missões para promover a inserção internacional do Estado de Minas Gerais  Organização, acompanhamento e coordenação de missões de negociação do Estado ao exterior, bem como de autoridades, entidades e organismos internacionais ao Estado de Minas Gerais ► Divulgação e captação de oportunidades de negócios para Minas Gerais

27 PRODUTOS

28 PROGRAMA JOVENS MINEIROS CIDADÃOS DO MUNDO

29 O PMDI

30 O PROGRAMA - DESCRIÇÃO ► Programa inédito de capacitação e de desenvolvimento do capital humano; ► Inserção de universitários, técnicos, servidores públicos e empreendedores privados nos ambientes estratégicos globais; ► Realização de estágios, cursos, atividades práticas e visitas técnicas em empresas, universidades e centros de excelência; ► Imersão nos setores público e privado de regiões e províncias no exterior que possuem laços de cooperação com Minas Gerais; ► Importação e exportação de expertise em áreas estratégicas;

31 OBJETIVOS DO PROGRAMA ► Desenvolver o capital humano do Estado; ► Formar profissionais aptos a promover a internacionalização do Estado nos campos institucional e econômico; ► Estreitar os laços de cooperação internacional; ► Oferecer às empresas fatores de competitividade necessários à demarcação de sua presença no mercado global: novas fronteiras de conhecimento para o capital humano e processos inovadores na manufatura e nos serviços avançados; ► Oferecer ao Estado oportunidade para atração de investimentos, promoção do comércio, incremento da competitividade e da cooperação descentralizada;

32 OBJETIVOS DO PROGRAMA ► Ao final do programa, o participante deverá estar melhor capacitado a:  Avaliar o ambiente empresarial e institucional de distintas regiões através da identificação das relações entre governos, empresas e entidades civis;  Analisar os impactos, em termos de competitividade, de arranjos sociais, produtivos e econômicos específicos e identificar possíveis experiências significativas para o Estado de Minas Gerais;  Identificar oportunidades de negócios internacionais para empresas mineiras;  promover o Estado de Minas Gerais como local privilegiado para o investimento externo;  Desenvolver agendas para a cooperação internacional do Estado de Minas Gerais;  Promover o estreitamento das relações de cooperação entre o Estado de Minas Gerais e a província irmã/ente federado;

33 POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO ► Vértice do processo de internacionalização de Minas Gerais:  Oferecer as empresas fatores de competitividade necessários à demarcação de sua presença no mercado global: novas fronteiras de conhecimento para o capital humano e processos inovadores na manufatura e nos serviços avançados;  Oferecer ao Estado oportunidade para atração de investimentos, promoção do comércio, incremento da competitividade e da cooperação descentralizada. Universitários Servidor Público Empreendedor Privado Técnico

34 POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO ► O programa organiza-se em torno de quatro fases e sua duração é consoante com o país alvo selecionado : Seleção FormaçãoEstágio no Exterior Elaboração e apresentação do relatório final

35 RESULTADOS ESPERADOS ► Para os egressos do programa:  Desenvolvimento de habilidades e competências;  Desenvolvimento da capacidade empreendedora e de inovação;  Compreensão dos processos de articulação entre os diversos setores da sociedade implicados na promoção do desenvolvimento; ► Para os stakeholders:  Formação de carreiras no campo das Relações Internacionais com vistas ao aumento de sua competitividade em mercados regionais;  Formação de Capital Humano nos diversos campos de atuação das Relações Internacionais (empresas e demais stakeholders devem estabelecer parâmetros de aproveitamento futuro dos egressos do programa).

36 RESULTADOS ESPERADOS ► Para o Estado de Minas Gerais e províncias-irmãs:  Promoção do Comércio, Investimento e Cooperação descentralizada;  Sensibilização quanto à necessidade de adoção de parâmetros de competitividade internacionais;  Desenvolvimento de Carreiras diretamente ligadas às operações internacionais. ► Para as Universidades:  Desenvolvimento de novos currículos e programas de formação consistentes com as necessidades dos processos de internacionalização;  Desenvolvimento de novos programas de formação e treinamento.

37 Jovens Mineiros Cidadãos do Mundo: Edições Pretéritas

38 CHYARA SALES PEREIRA – 3022


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