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ANÁLISE DE CONJUNTURA 2011-2 PROF. DANIEL DA SILVA MARTINS FACULDADE.

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Apresentação em tema: "ANÁLISE DE CONJUNTURA 2011-2 PROF. DANIEL DA SILVA MARTINS FACULDADE."— Transcrição da apresentação:

1 ANÁLISE DE CONJUNTURA PROF. DANIEL DA SILVA MARTINS FACULDADE METROPOLITANA DE MANAUS

2 Analise de conjuntura em todas suas formas de construção. Os cenários políticos e as questões mundiais emergentes. O Brasil e suas posições sócio-políticas no contento mundial. As estruturas históricas e atuais das legislações brasileiras para educação e os programas mantenedores mantidos pelos governos. A globalização e os processos de aculturações das massas diante das tecnologias.

3 Compreender as etapas da análise de conjuntura como processo de formação para entender a realidade em seus aspectos conjunturais considerando os cenários, acontecimentos, atores, relação de forças e as articulações que se impões para construção de uma dada situação real dentro da vida social.

4 retrato dinâmico não uma simples descrição de fatos ocorridos  Uma análise de conjuntura é um retrato dinâmico de uma realidade e não uma simples descrição de fatos ocorridos em um determinado local e período. Ela deve ir além das aparências e buscar a essência do real.

5 O que é análise de conjuntura? A análise de conjuntura é uma mistura de conhecimento e descoberta, é uma leitura especial da realidade e que se faz sempre em função de alguma necessidade ou interesse. Não há análise de conjuntura neutra, desinteressada: ela pode ser objetiva mas estará sempre relacionada a uma determinada visão do sentido e do rumo dos acontecimentos.

6 Categorias para análise de conjuntura Acontecimentos (fatos) Palco dos acontecimentos (local) Atores (quem) Relação de forças (políticas) Articulação (relação) entre “estrutura” e “conjuntura”.

7 Acontecimentos___________________ Fato x Acontecimento Na vida real acontecem milhares de fatos todos os dias em todas as partes mas somente alguns desses fatos são considerados como acontecimentos. Acontecimentos são fatos que adquirem um sentido especial para um país, uma classe social, um grupo social ou uma pessoa.

8 desafio é compreender as inter-relações das partes que formam o todo O desafio da análise de conjuntura é compreender as inter-relações das partes que formam o todo, pois a totalidade é um conjunto de múltiplas determinações. Neste sentido, a análise de conjuntura funciona como um mapa que nos permite “viajar” na realidade..

9 É a análise de conjuntura que busca traçar um mapa da correlação das forças econômicas, políticas e sociais que constituem a estrutura e a superestrutura da sociedade, as quais se vinculam através de relações de poder.

10 solidez Análise de conjuntura deve compreender tanto a análise das fraquezas quanto da solidez de cada força que participa da disputa política e econômica do dia a dia. Uma análise de conjuntura não é a descrição de um sonho. Por mais que não se goste de determinadas características da realidade concreta, não podemos ignorá-la.

11  ESTADO MÍNIMO PARA O SOCIAL  ESTADO MÁXIMO PARA O CAPITAL

12  Pela primeira vez na história da economia mundial os Estados perdem poder.  O poder das multinacionais substituiu o poder dos Estados  Autores de esquerda como Susan George e Eric Hobsbawm consideram a globalização como a causa das crescentes desigualdade e pobreza do mundo.

13  Há gastos do Estado, gastos sociais, que não são feitos no sentido da reprodução do capital. São gastos determinados pela luta de classes, com finalidades sociais. (Chico de Oliveira,1995)

14  É a possibilidade de a sociedade organizada intervir nas ações do Estado, no gasto público, redefinindo-o na direção das finalidades sociais, resistindo à tendência de servir com exclusividade à acumulação de capital. (Maria Valéria Costa Correia, 2000)

15 Dinheiro para pobre é gasto, dinheiro para rico é investimento!!

16 “choque de gestão” “choque de gestão” “corte de gastos correntes” “corte de gastos correntes” “melhorar o gasto público” “melhorar o gasto público” “o governo gasta muito e gasta mal” “o governo gasta muito e gasta mal” “redução das despesas do governo” “redução das despesas do governo” “redução das despesas com pessoal” “redução das despesas com pessoal”

17  Quando compramos café, arroz, feijão, alface e iogurte, isso é gasto ou investimento?  Comprar livros é gasto ou investimento? E ir ao cinema?  “Cortar gastos públicos correntes” costuma ser “cortar investimentos em educação, saúde e assistência social”.

18  Desinformação  Descrédito nas instituições  Demanda por ilegalidade  Distanciamento das lutas transformadoras  Apatia, opacidade, desesperança

19 1º passo: identificar fatos e acontecimentos –A partir da leitura diária dos jornais e revistas (impressos ou eletrônicos) captar as notícias relacionadas com o tema em estudo que se tornaram manchete na imprensa (recortar ou imprimir). –Ler atentamente as matérias procurando identificar: Os fatos mais importantes (nem sempre o título da matéria revela o fato mais relevante; é preciso “ler nas entrelinhas”). Os principais atores em questão (países, governos, instituições, pessoas). –Ordenar os fatos por ordem de importância, distinguindo “fatos” de “acontecimentos”, registrando-os na planilha 1. –Arquivar o material original em uma pasta temporária, para eventuais consultas posteriores.

20 Planilha 1 – Tema DiaD 1D 2D 3D 4D 5D 6D 7 Fato

21 2º passo: relacionar fatos e acontecimentos –Na medida em que a planilha for sendo preenchida, verificar se há correlação de causalidade entre os fatos e registrar tais correlaçoes por meio de setas. Nas análises sociais, a grande dificuldade é identificar corretamente a relação e a correlação entre causa e efeito. Como distinguir corretamente o que é causa e o que efeito de determinadas conjunturas e estruturas socais. –Exemplo: Num caso hipotético onde o objeto de estudo é a China, registra-se no D1 que houve eleições em Taiwan que foram vencidas por um partido nacionalista pró-China. No D2 registra-se que houve manifestações separatistas no Tibet. No D3 registra-se que a China quer fazer dos Jogos de Pequim a vitrine da China moderna. No D4 registra-se que o Congresso dos EUA quer aprovar uma tarifa de importação sobre os produtos chineses para compensar uma taxa de câmbio supostamente desvalorizada. Estes fatos podem estar correlacionados, ou não.

22 Planilha 1 – Tema DiaD 1D 2D 3D 4D 5D 6D 7 Fato 01 nonon 02 nonon 03 ononnonon 04 nonon 05

23 3º passo: relacionar conjuntura e estrutura –Na medida em a conjuntura for sendo identificada, é necessário que o cenarista tenha bem claro a distinção entre conjuntura e estrutura de forma a: Perceber o conjunto de forças e problemas que estão por trás dos acontecimentos de modo a identificar o “sentido” dos acontecimentos e o pano de fundo no qual se desenrola determinada ação. –No caso do exemplo anterior, o pano de fundo pode a preocupação dos Estados Unidos e demais potencias do Ocidente com a ascensão econômica da China e com a possibilidade da China vir a dominar o cenário econômico mundial, desafiando a hegemonia americana.

24 4º passo: identificar os palcos dos acontecimentos –É preciso olhar os palcos dos acontecimentos: espaços sociais, lugares, onde estão ocorrendo os acontecimentos: se é no Congresso, no Executivo, na sociedade civil; se é numa cidade, região, no país como um todo, ou na esfera internacional O palco dos dos acontecimentos podem se alterar rapidamente alterando completamente o sentido e o rumo dos acontecimentos. Exemplos: –Uma operação da política federal desencadeada supostamente para investigar ações ilícitas de um empresário transformou-se num evento político nacional pondo em confronto os poderes legislativo, executivo e judiciário. –As manifestações pró independência do Tibet ganharam uma nova dimensão internacional com as Olimpíadas de Pequim.

25 5º passo: identificar os atores –É preciso identificar corretamente os agentes sociais, políticos e econômicos que estão agindo e interagindo. Quem são esses agentes? São pessoas individuais, grupos organizados, movimentos sociais, partidos políticos, sindicatos, os meios de comunicação, grupos econômicos nacionais, internacionais, países, blocos de países? –A identificação correta das forças que estão por trás dos fatos e acontecimentos é um elemento fundamental na análise de conjuntura, pois a partir dessa identificação podemos identificar corretamente o “sentido” dos acontecimentos.

26 6º passo: identificar a correlação de forças –A correta avaliação da correlação de forças é decisiva para se tirar conseqüências práticas da análise de conjuntura. –No caso específico da construção de cenários prospectivos é preciso estar atento para fatos, acontecimentos e novos atores, que mesmo estando numa situação de pouca evidência no momento da análise, podem representar “fatos portadores de futuro” que são elementos fundamentais para a construção de cenários.

27 7º passo: identificar os “fatos portadores de futuro” –A análise de conjuntura é sempre realizada com algum propósito. Usualmente, seu propósito é o de orientar a ação política prática, seja num sentido conversador (correções de rota), seja num sentido transformador (definir um nova rota). –No caso específico deste curso nosso propósito é o projetar cenários futuros. Nesse sentido, a análise de conjuntura deverá permitir:

28 i) a identificação da situação no momento inicial do estudo ii) a visão clara das principais variáveis e dos indicadores iii) a identificação dos atores e a compreensão de seus respectivos papéis iv) a tabulação das principais informações v) a identificação de rupturas vi) a identificação de fatos portadores de futuro vii) o refinamento dos limites da dimensão em estudo

29 8º passo: identificar os “fatos portadores de futuro” –No caso específico deste curso a identificação dos “fatos portadores de futuro” é a questão mais importante, pois será a partir desses fatos que os cenaristas definirão os eventos e formularão as questões a serem submetidas ao painel de especialistas com o propósito de definir os cenários prospectivos. –A identificação incompleta ou deficiente dos “fatos portadores de futuro” levará à construção de cenários equivocados e irrelevantes do ponto de vista da definição de estratégias.

30 Bibliografia: SOUZA, H. J. (Betinho). Como se faz análise de conjuntura. 26ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2005.


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