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Qualidade na Armazenagem Disc. Agricultura III Curso Técnico Agronegócio Prof. Edson Pereira Jr.

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1 Qualidade na Armazenagem Disc. Agricultura III Curso Técnico Agronegócio Prof. Edson Pereira Jr.

2 Qualidade dos Grãos Colheita (Arroz) Colher os grãos, preferencialmente, com umidade entre 18 e 23%, Avaliar o cultivar, o sistema de colheita e de secagem, não prolongar a permanência do arroz na lavoura, para reduzir a ocorrência de grãos quebrados no beneficiamento, na industrialização, evitando a intensificação de defeitos nos grãos e a redução de vigor nas sementes.

3 Qualidade dos Grãos Os grãos constituem organismos biologicamente vivos e sua respiração não é interrompida após a colheita; Fatores que influenciam na intensidade respiratória: –Umidade, temperatura, presença de oxigênio, tamanho dos grãos, composição dos grãos, danos mecânicos, impurezas,...

4 Qualidade dos Grãos Umidade: Grãos com teor de umidade de 11%, desprendem, na respiração, menos de 1 mg de CO2 por 200g de matéria seca, em 24 horas. Conforme estudos realizados foi constatado que quando o teor de umidade for de 17%, o desprendimento de CO2 passa a ser de 8 a 12 mg, dependendo da variedade.

5 Qualidade dos Grãos Temperatura: Estudos sobre a influencia da temperatura na atividade respiratória do Soja contendo inicialmente 18,5% de umidade, em condições de ótima aeração, apresentaram os seguintes resultados: Temperatura em (C). ( Respiração em mg CO2.) n 25 ( 33,6) n 30 ( 39,7) n 35 ( 71,8) n 40 ( 154,7)

6 Qualidade dos Grãos Segundo Marcos R. Genel, os grãos apresentam 3 propriedades, que são as responsáveis por seu comportamento, quando em presença da umidade e da temperatura: n Condutibilidade Térmica n Capacidade de Absorção de Água n Natureza Porosa dos Grãos ( trigo, milho e arroz, apresentam um espaço inter-granular de 30 á 45 %)

7 Qualidade dos Grãos Outros fatores que influenciam na respiração: –Tamanho dos grãos: Grãos menores respiram com maior intensidade. –Composição dos grãos: Os grãos mais ricos em Albumina, respiram com maior grau de intensidade em relação aos mais carentes. –Danos mecânicos –Insetos –Impurezas

8 Qualidade dos Grãos

9 Perdas na Agricultura

10 Deterioração dos Grãos n O metabolismo destes microorganismo produzem enzimas que atacam os carboidratos, as gorduras e as proteínas dos grãos, diminuindo a sua qualidade. n Os grãos deteriorados possuem odor e sabor alterados, reduzindo seu aproveitamento como alimento, devido as toxinas.

11 Deterioração dos Grãos n Exemplo: ( Soja) destino: Industria de óleo e Ração. n Composição: n 18 a 22% de óleo n 38 a 43% de proteína n 23 a 25 % de carboidratos n Conseqüências da Armazenagem Incorreta: n Aumento da acidez. n Escurecimento do óleo. n Modificações Organolepticas n Os grãos deteriorados podem acarretar sérios problemas ao homem e aos animais provocando doenças.

12 Deterioração dos Grãos n Principais Microorganismos: Mofo: n São fungos microscópicos, que se desenvolvem intensamente na presença de ar e alguns em ambiente livre de gás carbono. n Produzem-se intensamente em Temperaturas de 13º á 18º C, a uma Umidade Relativa do ar de 70%. n Espécies mais comuns: n Aspergillus n Penicillium

13 Deterioração dos Grãos n Principais Microorganismos: Microtoxinas: Merece destaque a Aflotoxina (aflatoxicose). Esta foi constatada pela primeira vez na Inglaterra, em 1960, após elevada mortalidade em perus alimentados com produtos derivados do amendoim. n A Aflotoxina é produzida por fungo do Genero Aspergullus Flavus n (condições ideais: temp. de 30º C e umidade relativa do ar de 70%) n Apresentam propriedades cancerígenas.

14 Deterioração dos Grãos n Principais Microorganismos: n Leveduras ou Fermentos São localizados na superfície dos grãos. Desenvolvem-se em meio ligeiramente ácido e com umidade relativa do ar de 90% Espécies mais freqüentes: Candida, sporotrichum e colletotrichum. n Bactérias São incapazes de penetrar em tecidos intactos, sendo o meio ideal para proliferação ligeiramente alcalino, com Temperatura entre 20 a 40º C, Umidade Relativa do Ar Elevada. n Penetram no grão através de aberturas naturais no grão ou lesões produzidas por insetos e danos mecânicos.

15 Deterioração dos Grãos

16 Condições de Umidade no Grão,Temperatura e Tempo favoráveis ao desenvolvimento de fungos durante o armazenamento

17 Finalidades na Armazenagem Manter os grãos limpos e secos Estabelecer condições que permitam o resfriamento de pontos aquecidos na massa de grãos; Uniformizar as temperaturas na massa de grãos; Controle de insetos e fungos; Aplicação de fumegantes (expurgo), silos de utilização específica; Evitar as correntes de ar de convecção; Evitar a transilagem, diminuindo os custo de armazenagem e evitando danos mecânicos; Conservar as qualidades químicas e físicas dos grãos (qualidades organolépticas); Prevenir o aquecimento e regular o estado de umidade do produto; Promover a secagem, dentro de certos limites, condicionado a complemento de secagem e a condições atmosféricas; Promover a remoção de odores;

18 Condições de Qualidade O comércio considera as seguintes propriedades na determinação de qualidade do grão : -Teor de umidade; -Grãos quebrados; -Materiais estranhos e impurezas; -Danos causado pelo calor (descoloração); -Outros danos, (ardidos, etc); -Susceptibilidade à quebra; -Característica de moagem úmida e seca, (milho) -Conteúdo de proteína; -Conteúdo de óleo; -Valor alimentar; -Teor germinativo; -Presença de insetos; -Contagem microbiológica; -Tipo de grão;


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