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Tratamento de Informação em Organizações Desportivas

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Apresentação em tema: "Tratamento de Informação em Organizações Desportivas"— Transcrição da apresentação:

1 Tratamento de Informação em Organizações Desportivas
Paulo Pinheiro

2 Software - Critérios e Funcionalidades organização da apresentação
Cenário das Instalações Desportivas não informatizadas Implementação do Sistema de Informação Levantamento de opiniões Modos de utilização das Instalações A Base de Dados de Utentes Utilização do SI para gerir Actividades Utilização do SI para gerir Espaços Protocolos de utilização com Entidades Cobranças Controlo de Acessos Informações de Gestão Sistemas Self-Service Integração do SI com outros Sistemas Conclusões Dúvidas e Questões

3 Cenário das Instalações Desportivas não informatizadas
Facturação efectuada com Máquina Registadora Computador com Software genérico Emissão manual de Documentos Deficiente controlo de valores recebidos A Qualidade do Atendimento é deficiente Informação não chega em Tempo Útil As decisões são tomadas com base em Informação pouco fiável

4 Implementação do Sistema de Informação ... preocupações a ter ...
Escolher a Aplicação a utilizar Se obedece aos critérios e funcionalidades necessárias... Que Suporte de dados utiliza... Sistemas de Ficheiros Sistemas de Gestão de Bases de Dados Que Hardware necessita... Que Formação e Assistência é fornecida... Solicitar à CNPD a legalização da Base de Dados

5 Obrigações dos responsáveis ...segundo a CNPD...
Legalizar a BD junto da CNPD antes da sua constituição Recolher apenas a informação necessária e pertinente à finalidade Permitir o acesso e correcção por parte do titular dos dados Não utilizar os dados com fins diferentes dos da recolha Manter os dados actualizados Assegurar o consentimento expresso do titular Garantir gratuitamente o direito de eliminação dos dados utilizados para Mails Mecanismos de Segurança Respeitar o sigilo referente aos dados tratados Interromper imediatamente o tratamento quando tenham recebido da entidade competente directriz nesse sentido Destruir os dados decorrido o prazo de conservação autorizado Não realizar interconexão de dados, salvo consentimento expresso da CNPD Lei 67/98 de 26/Outubro

6 Direitos dos Cidadãos ...segundo a CNPD...
Ser informado, no acto da recolha: Da finalidade dos dados; Da identidade do responsável pelos dados; Do destino dos dados; Do carácter obrigatório ou facultativo de fornecer os dados; Da existência de condições de acesso e rectificação Exigir que os dados sejam recolhidos de forma legal Exigir que os seus dados estejam correctos ou solicitar a sua correcção Exigir que o seu nome e endereço não sejam utilizados em Mailings Impedir que os seus dados sejam usados com outros objectivos Ter conhecimento e acesso às informações registadas sobre si Lei 67/98 de 26/Outubro

7 Implementação do Sistema de Informação ... preocupações a ter ...
Escolher a Aplicação a utilizar Se obedece aos critérios e funcionalidades necessárias... Que Suporte de dados utiliza... Sistemas de Ficheiros Sistemas de Gestão de Bases de Dados Que Hardware necessita... Que Formação e Assistência é fornecida... Solicitar à CNPD a legalização da Base de Dados Definir regras de preenchimento dos dados Parametrizar a aplicação escolhida

8 Implementação do Sistema de Informação ... preocupações a ter ...
Parametrizar a aplicação escolhida Tipos de Utentes Formulário de Inscrição Preenchimento pelo Operador ou pelo Utente Impressão do regulamento e normas de utilização Tipos, Períodos e Multas no pagamento das mensalidades Declaração Médica, obrigatoriedade e validade Seguro, obrigatoriedade e validade Tipos de Documento a emitir IVA a cobrar Meios de Pagamento aceites Descontos a aplicar Tolerância de entrada e saída das Instalações Datas de funcionamento e dias de encerramento Definir os modos de utilização da Instalação Desportiva

9 Modos de Utilização das Instalações ... definição concisa ...
Definir os modos de utilização da Instalação Desportiva Actividades Desportivas Locais e horários aonde vão decorrer Nº Máximo de Inscrições para cada Horário Professores Taxas a aplicar Espaços Recintos existentes e suas sub-divisões Protocolos com outras Instituições Acordo com valor periódico fixo Acordo em função do nº de alunos Acordo em função das Actividades de cada Utente pertencente ao Grupo Outros Equipamentos e Serviços prestados Preços de Venda

10 A Base de Dados de Utentes Critérios e funcionalidades
Caracterização dos Tipos de Utente Sócios, Utentes e Clientes Digitalização da fotografia Atribuição de identificador único Cartão de Utente Ponto central de gestão dos Utentes Controlo sobre Declarações Médicas e Seguros Conta-Corrente dos Utentes Histórico dos Utentes Emissão de Correspondência Personalizada Re-aproveitamento dos dados

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12 A Base de Dados de Utentes Critérios e funcionalidades
Incremento da Velocidade e da Qualidade do Atendimento ao Utente Produção de Relatórios fiáveis sobre a população utilizadora da Instalação Desportiva

13 Actividades Desportivas ...que possibilidades...
Organização das Actividades nos Espaços disponíveis Organização e Optimização das Instalações de Apoio Identificação dos Responsáveis por cada Actividade/Classe Controlo das Vagas Controlo do período de utilização (época) Data de Inicio, de Termino e Data do Último Pagamento Controlo dos Pagamentos em função do tipo de Utilização da Actividade Actividades com dia e hora fixa Actividades com nº de aulas semanais ou mensais Utilização Livre e por Circuito Crédito de Utilização Livre Consumos Mínimos

14 Actividades Desportivas ...que possibilidades...
Cancelamento de Inscrições com pagamentos em atraso Transferências entre Actividades/Classes Transferências por motivos técnicos Transferências por pedido do Utente Criação de Listas de Espera Lista de Espera para novos Utentes e para Transferências de Classes Ordem de chegada Meio de Contacto com o Utente Efectivação da Inscrição Histórico das Actividades praticadas pelo Utente

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16 Reserva de Espaços ...que possibilidades...
Consulta da disponibilidade dos Espaços Reserva do Espaço Para utilização pontual (ou esporádica) Utilização do crédito de Utilização Livre Para utilização periódica Emissão de Facturação Caracterização das Reservas efectuadas Com ou Sem entrada paga Actividades Desportivas ou Não Desportivas Entidade responsável Caracterização dos Utilizadores (Género e Faixa Etária) Facturação de Concessões

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18 Outras Marcações ...que possibilidades...
Agendamento do horário de: Personal Training Marcação do treino personalizado e dedicado Calendarização do Treino Médicos Marcação de consultas Preenchimento integral dos dados da consulta pelo Médico Emissão do Relatório Médico Possibilidade de parametrizar as consultas por especialidade Acesso apenas por pessoal habilitado e autorizado Fisioterapeutas e outros Técnicos Marcação de serviços (Fisioterapia, Estética, etc.) Possibilidade de aquisição de pacotes de serviços Obtenção de Mapas por Médico/Fisioterapeuta/ Técnico para cálculo de comissões Interligação directa com Controlo de Ponto (Horário de Trabalho, Férias, Baixas, etc.)

19 Protocolos com Instituições ...que possibilidades...
Tipos de Acordos Acordo com valor periódico fixo Classe ou Reserva Periódica Acordo em função do nº de alunos Acordo em função das Actividades de cada Utente pertencente ao Grupo Cada Utente é Inscrito na Actividade que pertence Periodicamente é emitida Factura correspondente às dividas dos Utentes associados ao Grupo O controlo do acesso de cada Utente é indexado ao pagamento efectuado pela Instituição Acordo de Utilização Livre para Grupos de Utentes

20 Cobranças ...que possibilidades...
Informação imediata sobre todas as dívidas do Utente Classes, Reservas, Seguros, Quotas, Jóias, etc. Outros Débitos e Créditos Obtenção automática do Fecho de Caixa Emissão de Talões de Depósito Emissão Automática de Transferências Bancárias

21 Transferências Bancárias ... como funcionam ...
Decisão sobre o que vai ser processado por Transferência Bancária Quotas, Actividades, Jóias, etc. Registar os dados necessários ao processamento da Transferência Bancária NIB(s) da Instituição Referência da Instituição na SIBS (SDD) NIB (Nº de Identificação Bancária) do Utente Referência Normalizada de cada Utente (SDD) 6 dígitos da Referência da Instituição 9 dígitos da Referência do Utente 2 dígitos de controlo Solicitação da Autorização de Débito ao Utente Acordar com o(s) Banco(s) as comissões a pagar por cada Transferência Bancária Acordar com o(s) Banco(s) o formato dos registos de Transferência Bancária

22 Transferências Bancárias ... como funcionam ...
Formatos possíveis dos registos de Transferência Bancária PS2 A Instituição tem de ter uma Conta Bancária em cada Banco onde os seus Utentes têm conta É criado um ficheiro, por Banco, com a indicação de todos os Utentes e do valor que têm a pagar para o período O processamento é efectuado em cada Banco, retornando alguns deles a disquete actualizada, e outros apenas Mapas em papel A informação não é actualizada no SI toda ao mesmo tempo SDD – Sistema de Débitos Directos A Instituição tem de ter apenas uma Conta Bancária com um dos Bancos É criado apenas um ficheiro com a indicação de todos os Utentes e do valor que têm a pagar para o período O débito em conta é processado pela SIBS A informação é actualizada toda ao mesmo tempo, uma vez que apenas existe uma disquete de retorno EAN (Envio de Autorizações Normalizadas) e RAD (Retorno de Autorizações de Débito)

23 Transferências Bancárias ... como funcionam ...
Processo informático 1º passo – no SI da Instituição SI produz ficheiro(s) com informação registada no Sistema Ficheiro(s) é(são) enviado(s) para o(s) Banco(s) 2º passo – no(s) Banco(s) São processados os débitos em conta O(s) ficheiro é(são) actualizado(s) com a indicação das Transferências efectuadas com sucesso O(s) ficheiro é(são) actualizado(s) com a indicação das Transferências não efectuadas e de qual o motivo porque não o foram 3º passo – no SI da Instituição O(s) ficheiro(s) é(são) descarregados no SI, emitindo o Documento comprovativo do pagamento Ficam registados em histórico todos os Pagamentos não efectuados e o motivo pelo qual não o foram Nos casos em que o valor da dívida não corresponde ao valor enviado para o Banco, são emitidos Documentos de compensação

24 Cobranças ...que possibilidades...
Informação imediata sobre todas as dívidas do Utente Classes, Reservas, Seguros, Quotas, Jóias, etc. Outros Débitos e Créditos Obtenção automática do Fecho de Caixa Emissão de Talões de Depósito Emissão Automática de Transferências Bancárias Indexação do Pagamento ao Controlo de Acessos Controlo dos Operadores Reduz/elimina utilizações irregulares dos Utentes

25 Sistemas de Verificação vs Sistemas de Identificação
Controlo de Acessos Identificadores Sistemas de Verificação vs Sistemas de Identificação Código de Barras Banda Magnética Biométricos Rádio-Frequência

26 Controlo de Acessos ... como funciona ...
Tudo OK! Informação é transmitida ao PC... Utente utiliza o identificador... Um dos critérios não é obedecido ... e confrontada com a Base de Dados

27 Controlo de Acessos ... que tipos ...
Troca do Identificador pela Chave do Cacifo Menor investimento inicial Exige mais Recursos Humanos Dependente da boa vontade do funcionário Aconselhável em Instalações Desportivas com poucos Utentes Sistema Automático de Portas com Testa Eléctrica Sistema intermédio em termos de Investimento Não faz corresponder uma abertura da porta à passagem de um só Utente Sistema Automático com Torniquetes Exige maior investimento inicial É o sistema de controlo de acessos mais autónomo Mais eficaz no controlo do acesso regrado

28 Controlo de Acessos ... o que se obtém ...
Utilização regrada e respeitadora das normas de utilização Utente que não paga não acede às Instalações Permite outros tipos de Utilização Utilização Livre em que o pagamento é efectuado em função do tempo de utilização Informação on-line sobre dias e horas de maior Utilização Permite a implementação do controlo de Ponto do Pessoal, aproveitando o equipamento de Controlo de Acessos dos Utentes

29 Controlo de Acessos ... exemplo ...

30 Informações de Gestão ... sobre a Base de Dados de Utentes ...

31 Informações de Gestão ... sobre as Actividades ...

32 Informações de Gestão ... sobre Utilização Livre ...

33 Informações de Gestão ... sobre ocupação dos Espaços ...

34 Informações de Gestão ... sobre Facturação ...

35 Informações de Gestão ... sobre Controlo de Acessos ...

36 CRM, Customer Relationship Management O que é ...
[...] Sucessful companies need to react to each and every one of these demands in a timely fashion. The market will not wait for your response, and customers that you have today could vanish tomorrow.[...] [...] You wil need to automate: The Right offer To the Right Person At the Right Time Through de Right Channel [...] [...] Through enterprise-wide CRM efforts, companies attempt to better coordinate customer contact points, so that the enterprise can more efficiently manage its marketing resources and establish more meaningful relationships with its customers. Effective customer relationships require an understanding of what this relationships entails, an ability to provide personalized services, a means for building mutual value and respect, and a commitment to the relationship itself – in short, the same things that create a strong personal relationship. [...] In Building Data Mining Applications for CRM Alex Berson / Stephen Smith / Kurt Thearling

37 Sistemas Self-Service ... para que servem ...
Utilização de Postos de Atendimento Automático Prolongamento do horário da Secretaria Check-In de Actividades Controlo do Utente e do Professor/Monitor Informação estatística sobre as Actividades frequentadas Dispensador/Receptor de Toalhas Controlo das Toalhas emprestadas aos Utentes Dispensador de Bilhetes Prolongamento de horários e de locais de Atendimento

38 Rede de Instalações ... para que servem ...
Redes de Instalações Desportivas Necessidade de utilizar o mesmo Software em todas as Instalações Desportivas Software aplicacional Software de Base Necessidade de identificar em que Instalação o Utente se inscreveu Por Delegação Por Nº de Cartão Gestão e Parametrização de um ponto central Informação separada e conciliada Disponibilização de outros serviços aos Utentes

39 Internet e Web Services ... para que servem ...
Permite disponibilizar serviços da aplicação via Internet (Reservas, Inscrições, Pagamentos, Consultas, etc.) Vantagens Maior comodismo por parte dos utentes Pode-se evitar filas nos últimos dias de pagamento Proximidade entre o utente e toda a informação associada a si Cuidados a ter Ataques via Internet tanto ao PC como ao serviço disponibilizado Aquisição de aplicações que evitem esses ataques Maior dificuldade na concepção do site devido à introdução de vários tipos de segurança

40 Integração com outros Sistemas ... para que servem ...
Integração com ferramentas de Escritório Electrónico MS Word® Emissão de Mailing’s Produção de Relatórios MS Excel® Produção de Relatórios e Gráficos Integração com Aplicações ERP SAP®, BAAN®, SIGMA e Outras... Integrações Contabilisticas e Financeiras Integração com outras ferramentas de Front-Office Act!2000®, Outlook® Gestão de Contactos e Carteiras de Clientes

41 Conclusões ... para onde vamos ...
Incremento da Qualidade e Velocidade do Serviço de Atendimento Aumento da Rentabilidade Informação On-Line e atempada Re-qualificação e/ou redução de Pessoal Na óptica do CRM, permite efectuar o cruzamento de dados de modo a formar padrões que ajudem a compreender aquilo que os Utentes procuram, com base em... Histórico Integração e relação entre os dados Detalhe na informação

42 Agradecemos a atenção que nos dispensaram...
Controlo de Acessos e Tratamento de Informação em Organizações Desportivas Agradecemos a atenção que nos dispensaram...


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