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OFICINA Formadora: Helena Gaia. “Deus abre à Igreja os horizontes de uma humanidade mais preparada para a sementeira evangélica” (João Paulo II, RM n.

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1 OFICINA Formadora: Helena Gaia

2 “Deus abre à Igreja os horizontes de uma humanidade mais preparada para a sementeira evangélica” (João Paulo II, RM n. 3). DA, 548: Compartilhar o dom do Encontro c/ Cristo RM, 3: Urgência: contínuo aumento dos que não conhecem a Cristo. RM, 5: Porque anunciar: não há outro nome pelo qual devamos ser salvos. LG, 9: O povo messiânico é para a humanidade um germe fecundíssimo. Libertação do homem todo e do homem inteiro.

3 Nova Evangelização (por Bento XVI / ) Em uma sociedade como a de hoje, frequentemente marcada pela secularização, a Igreja tem o dever de oferecer aos homens e mulheres “um renovado anúncio de esperança”. “O termo ‘nova evangelização’ recorda a exigência de uma renovada modalidade de anúncio, “A missão não mudou, assim como não devem mudar o entusiasmo e a valentia que impulsionaram os Apóstolos e os primeiros discípulos”. “O Espírito Santo que os alentou a abrir as portas do cenáculo, tornando-os Evangelizadores, é o mesmo Espírito que move hoje a Igreja em um renovado anúncio de esperança aos homens de nosso tempo”.

4 “Creio que os movimentos para as missões se realizam num dinamismo de formas originais: realizam-se quase ao modo de osmose, de pessoa a pessoa, de família à família, de comunidade por meio do testemunho de quem havendo recebido gratuitamente um grande dom e experimentado sua verdade para a própria vida, corre a compartilhar com todos os que encontra. É muito humano, muito compreensível que quando alguém vive uma experiência grande, vive um acontecimento surpreendente, então corre a compartilhar a seus amigos. Nesse sentido, a experiência missionária não é uma experiência assessória, agregada à experiência Cristã, é um transbordamento, é uma comparticipação dessa experiência cristã. Quantos leigos redescobriram seu batismo e a responsabilidade que ele implica, por meio da vida compartilhada num movimento”. (D. Terra)

5 Realidade A missão, hoje, assume 3 características (DGAE, 31) 1.Urgência – oscilação de critérios (agudo relativismo) 2.Amplitude Todas as situações, tempos e 3.Inclusão locais são seus interlocutores. Novas estruturas – agir com rapidez (DGAE, 34)

6 Doc. Aparecida DGAE Missão Continental Despertar a Igreja para um grande impulso missionário Desinstalar-se do comodismo/Abandon ar estruturas ultrapassadas Ir ao encontro Pastoral de Conservação x Pastoral Missionária Igreja em estado em permanente de missão Novo compromisso com a missão ad gentes Recuperar valor e audácia apostólicos

7 METODOLOGIA MISSIONÁRIA NA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

8 Quem somos nós? Qual nossa especificidade na evangelização? O que nos difere dos demais? O que devemos ser na Igreja e no mundo? Como deve ser uma ação missionária na RCC? Quais ferramentas podemos utilizar?

9 “Os carismas não são inventados nem produzidos por agencias de pastorais, nem por planejamento de pastorais. Irrompam de surpresa, nos pegam desprevenidos. Rompem nossos esquemas, obrigam- nos a revisar nossos planos de conjunto. Quantas vezes temos ouvido: ‘não se integram no plano de conjunto’. Porém, não será que o plano de conjunto tem que ser revisto segundo a modalidade que o Espírito suscita na vida do povo (indo além) superando nossos esquemas, ou são nossos esquemas os que constroem a Igreja”? Bento XVI

10 Urs Von Balthazar afirma que, em determinadas encruzilhadas da história, onde a tradição católica parece ficar em xeque, porque surgem novas condições de vida, novas sensibilidades culturais e espirituais, a Providencia de Deus envia seus carismas em forma de pencas ou cachos, como uma concentração de dons do Espírito, que ajudam a voltar às fontes, ajudam a recupera a evidência original e o poder original da mensagem evangélica na vida das pessoas, ajudam a desencadear na Igreja correntes de santidade, a refazer o tecido comunitário da Igreja segundo o paradigma da comunidade primitiva, a inculturar o Evangelho nas novas condições de vida e a suscitar correntes de nova evangelização.

11 Jesus disse: «Vim lançar fogo sobre a terra; e que quero Eu senão que ele já se tenha ateado?» (Lc 12, 49); enquanto a Igreja se prepara para cruzar o limiar do terceiro milênio, acolhamos o convite do Senhor, para que o Seu fogo se propague no nosso coração e no dos irmãos. Hoje, deste cenáculo da Praça de São Pedro, eleva-se uma grande oração: Vinde Espírito Santo, vinde e renovai a face da terra! Vinde com os vossos sete dons! Vinde Espírito de vida, Espírito de verdade, Espírito de comunhão e de amor! A Igreja e o mundo têm necessidade de Vós. Vinde Espírito Santo e tornai sempre mais fecundos os carismas que concedeis. Dai nova força e impulso missionário a estes vossos filhos e filhas aqui reunidos. Dilatai o coração deles, reavivai o seu empenho cristão no mundo. Tornai-os corajosos mensageiros do Evangelho, testemunhas de Jesus Cristo ressuscitado, Redentor e Salvador do homem... Hoje, desta Praça, Cristo repete a cada um de vós: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a todas as criaturas» (Mc 16, 15). Ele conta com cada um de vós, a Igreja conta convosco. «Eis – assegura o Senhor – Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo» (Mt 28, 20). Estou convosco. Amém!” JP II/1998.


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