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Vanessa FortesAula 91 As ferramentas mais utilizadas são: As ferramentas mais utilizadas são: –Fluxograma (Aula 6) –Histograma (Aula 6) –Gráficos de controle.

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1 Vanessa FortesAula 91 As ferramentas mais utilizadas são: As ferramentas mais utilizadas são: –Fluxograma (Aula 6) –Histograma (Aula 6) –Gráficos de controle (Aula 7) –Folha de verificação (Aula 8) –Gráfico de Pareto (Aula 8) –Diagrama de causa e efeito (Aula 9) –Diagrama de dispersão (Aula 9) CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO

2 Vanessa FortesAula 92 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

3 Vanessa FortesAula 93 Também conhecido como “Espinha de Peixe” ou “DIAGRAMA ISHIKAWA”, em homenagem a quem o desenvolveu, o prof. Kauro Ishikawa.Também conhecido como “Espinha de Peixe” ou “DIAGRAMA ISHIKAWA”, em homenagem a quem o desenvolveu, o prof. Kauro Ishikawa. Organiza as sugestões/idéias referentes às possíveis causas de um determinado efeito, em grupos e subgrupos de idéias Organiza as sugestões/idéias referentes às possíveis causas de um determinado efeito, em grupos e subgrupos de idéias Possibilita o registro e a análise de todos os fatores influentes no assunto Possibilita o registro e a análise de todos os fatores influentes no assunto A característica que está sendo analisada é o efeito A característica que está sendo analisada é o efeito Os fatores que conduzem ao efeito são as causas Os fatores que conduzem ao efeito são as causas DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

4 Vanessa FortesAula 94 Organiza e documenta as causas potenciais de um efeito Organiza e documenta as causas potenciais de um efeito Indica o relacionamento de cada causa e sub- causa as demais e ao efeito Indica o relacionamento de cada causa e sub- causa as demais e ao efeito Identifica, explora e ressalta todas as causas possíveis de um problema Identifica, explora e ressalta todas as causas possíveis de um problema Representa a relação entre o efeito e todas as possibilidades de causa que podem contribuir para esse efeito Representa a relação entre o efeito e todas as possibilidades de causa que podem contribuir para esse efeito DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

5 Vanessa FortesAula 95 BRAINSTORMING (Tempestade de Idéias) Usado para identificar possíveis soluções para problemas e oportunidades em potencial para a melhoria da qualidade Usado para identificar possíveis soluções para problemas e oportunidades em potencial para a melhoria da qualidade Uma técnica de estimulação da criatividade de uma equipe, para gerar e esclarecer uma série de idéias, problemas ou questões Uma técnica de estimulação da criatividade de uma equipe, para gerar e esclarecer uma série de idéias, problemas ou questões Há duas fases envolvidas: Há duas fases envolvidas: –Fase de geração: O facilitador repassa as diretrizes e o objetivo da sessão de brainstorming e os membros da equipe elaboram uma relação das idéias. O objetivo é gerar o maior número possível de idéias –Fase de esclarecimento: A equipe analisa a lista de idéias para certificar-se que cada um entendeu todas as idéias. A avaliação destas idéias será feita depois de terminada a sessão de brainstorming

6 Vanessa FortesAula 96 BRAINSTORMING (Tempestade de Idéias) As diretrizes para brainstorming incluem: As diretrizes para brainstorming incluem: –identificar o facilitador; –estabelecer claramente o objetivo do brainstorming; –seqüencialmente, cada membro da equipe apresenta uma única idéia por vez; –quando possível, membros da equipe trabalham sobre as idéias dos outros membros; –neste estágio, as idéias não são criticadas, nem discutidas; –as idéias são registradas onde todos os membros da equipe possam vê-las;

7 Vanessa FortesAula 97 BRAINSTORMING ( Tempestade de Idéias) As seguintes regras devem ser obedecidas durante o seu desenvolvimento: As seguintes regras devem ser obedecidas durante o seu desenvolvimento:  Não se deve criticar as idéias do outro  As idéias devem ser registradas conforme elas aparecem  Não deve existir conversas/ discussões em paralelo  Deve ser incentivada a liberdade de expressão de idéias  Vale pegar carona na idéia do colega O tempo médio de cada sessão é de 15 minutos.

8 Vanessa FortesAula 98 Vantagens Vantagens –Boa ferramenta de levantamento de direcionadores –Boa ferramenta de comunicação –Estabelece a relação entre o efeito e suas causas –Possibilita um detalhamento das causas –Ajuda a enfocar o aperfeiçoamento do processo –Registra, visualmente, as causas potenciais que podem ser revistas e atualizadas –Provê urna estrutura para o brainstorming –Envolve todos –Evita o esquecimento de itens importantes DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

9 Vanessa FortesAula 99 As fontes de problemas de um processo produtivo podem ser agrupadas em seis grupos, os 6M: As fontes de problemas de um processo produtivo podem ser agrupadas em seis grupos, os 6M: –Máquina –Método –Mão-de-obra –Matéria-prima –Meio Ambiente –Medição DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

10 Vanessa FortesAula 910 –Máquina todos os equipamentos e sistemas (informática, telecomunicações, etc.) utilizados para a realização do trabalho todos os equipamentos e sistemas (informática, telecomunicações, etc.) utilizados para a realização do trabalho –Método a forma como o processo analisado é realizado, a organização das informações e do trabalho a forma como o processo analisado é realizado, a organização das informações e do trabalho –Mão-de-obra mão de obra utilizada para a realização do processo analisado mão de obra utilizada para a realização do processo analisado DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

11 Vanessa FortesAula 911 –Matéria-prima característica dos insumos necessários para a realização do processo característica dos insumos necessários para a realização do processo –Meio Ambiente características físicas do ambiente de trabalho (temperatura, ruídos, iluminação, etc.), bem como a relação das pessoas da organização (motivação, remuneração, relação entre diferentes níveis hierárquicos) características físicas do ambiente de trabalho (temperatura, ruídos, iluminação, etc.), bem como a relação das pessoas da organização (motivação, remuneração, relação entre diferentes níveis hierárquicos) –Medição de que forma o resultado é medido, a supervisão do comportamento do processo de que forma o resultado é medido, a supervisão do comportamento do processo DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

12 Vanessa FortesAula 912 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO EFEITO Causa

13 Vanessa FortesAula 913 Efeito Efeito –Contém o indicador de qualidade e o enunciado do projeto (problema) –É escrito no lado direito, desenhado no meio da folha Eixo central Eixo central –Urna flecha horizontal, desenhada de forma a apontar para o efeito. Usualmente desenhada no meio da folha Categoria Categoria –Representa os principais grupos de fatores relacionados com efeito –As flechas são desenhadas inclinadas com as pontas convergindo para o eixo central DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

14 Vanessa FortesAula 914 Causa Causa –Causa potencial, dentro de uma categoria que pode contribuir com o efeito –As flechas são desenhadas em linhas horizontais, aportando para o ramo de categoria Subcausa Subcausa –Causa potencial que pode contribuir com urna causa específica –São ramificações de uma causa –São ramificações de uma causa O efeito, ou problema é fixo no lado direito do desenho e as influências ou causas maiores são listadas de lado esquerdo O efeito, ou problema é fixo no lado direito do desenho e as influências ou causas maiores são listadas de lado esquerdo DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

15 Vanessa FortesAula 915 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO MATÉRIA-PRIMAMÁQUINAMEDIDA MEIO AMBIENTEMÃO-DE-OBRAMÉTODO O CARRO CHEGOU ATRASADO EFEITO COMBUSTÍVEL CARRO RELÓGIO MARCADOR DE COMBUSTÍVEL CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS MOTORISTA TRAJETO PLANEJADO MECÂNICO DE MANUTENÇÃO ESTRADAS ACESSOS PNEUS SUSPENSÃO MOTOR TÚNEIS PONTES PROVÁVEIS CAUSAS

16 Vanessa FortesAula 916 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

17 Vanessa FortesAula 917 Método dos Porquês Método dos Porquês –Com o objetivo de analisar o processo, aplica-se a técnica dos porquês, que deve se utilizada uma, duas ou quantas vezes forem necessárias até chegar à causa fundamental do problema Ex. com base no diagrama anterior (Recursos audiovisuais inexistentes) Ex. com base no diagrama anterior (Recursos audiovisuais inexistentes) ⇨ Por que não existem recurso audiovisuais na escola? Resposta: porque nunca foram solicitados. ⇨ Por que nunca foram solicitados? Resposta: porque os alunos e professores julgam que a direção não irá adquiri-los. ⇨ Por que fazem este julgamento? Resposta: porque tudo que é solicitado recebe um não como resposta. DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

18 Vanessa FortesAula 918 Método dos Porquês Método dos Porquês –SOLUÇÃO: Mostrar à direção da escola o quanto poderão ser úteis os recursos audiovisuais no processo ensino- aprendizagem Mostrar à direção da escola o quanto poderão ser úteis os recursos audiovisuais no processo ensino- aprendizagem Formalizar o pedido com a participação de todos os interessados (abaixo-assinado) Formalizar o pedido com a participação de todos os interessados (abaixo-assinado) DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

19 Vanessa FortesAula 919 Etapas de análise Etapas de análise –Definir o efeito Algumas vezes, o efeito é um problema, como "erros em pedidos“ Algumas vezes, o efeito é um problema, como "erros em pedidos“ Outras vezes é alguma coisa que necessita ser descrita em termos de qualidade como "desenvolver o melhor treinamento em motivação gerencial" Outras vezes é alguma coisa que necessita ser descrita em termos de qualidade como "desenvolver o melhor treinamento em motivação gerencial" –Gerar idéias "Brainstorming" é urna maneira de um grupo gerar muitas idéias em um curto espaço de tempo "Brainstorming" é urna maneira de um grupo gerar muitas idéias em um curto espaço de tempo DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

20 Vanessa FortesAula 920 Etapas de análise Etapas de análise –Identificar a principal categoria Baseado na lista de idéias, gerar uma lista de categorias Baseado na lista de idéias, gerar uma lista de categorias Reduzir o número de categorias, se algumas são comuns a outras Reduzir o número de categorias, se algumas são comuns a outras Verificar se as idéias se ajustam dentro das categorias estabelecidas Verificar se as idéias se ajustam dentro das categorias estabelecidas O diagrama de causa e efeito não pode ter mais de 5 a 7 categorias O diagrama de causa e efeito não pode ter mais de 5 a 7 categorias –Avaliar as idéias A avaliação pode conter a explanação de idéias, o agrupamento das que estão fortemente relacionadas, ou sua eliminação A avaliação pode conter a explanação de idéias, o agrupamento das que estão fortemente relacionadas, ou sua eliminação A avaliação visa aquele que deu a sugestão, porque a idéia agora pertence ao grupo A avaliação visa aquele que deu a sugestão, porque a idéia agora pertence ao grupo DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

21 Vanessa FortesAula 921 Etapas de análise Etapas de análise –Projetar a folha para a coleta de dados Baseado no diagrama de causa e efeito e nas causas potenciais do problema listadas nele, projete urna folha de coleta de dados para obter as informações para validar a causa real Baseado no diagrama de causa e efeito e nas causas potenciais do problema listadas nele, projete urna folha de coleta de dados para obter as informações para validar a causa real –Os diagramas de causa e efeito identificam apenas causas possíveis, somente os dados indicarão as causas reais –Quando o diagrama de causa e efeito é utilizado para fins de planejamento, concentre a atenção sobre um resultado desejado –A seta principal aponta para o que desejamos que aconteça e as setas menores dos ramos representam vários meios necessários para alcançar o resultado DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

22 Vanessa FortesAula 922 Construção Construção 1.Definição do problema ou efeito a ser analisado 2.Formação da equipe para a realização da análise 3.Realização de brainstorming 4.Desenho do diagrama com a caixa para o efeito, à direita ou à esquerda, da linha central 5.Especificação e desenho das potenciais categorias de causas, ligando-as a linha central DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

23 Vanessa FortesAula 923 Construção Construção 6.Identificação das causas possíveis e classificação das mesmas nas categorias definidas 1.Para cada causa questione: por que isto acontece?, relacionando as respostas como contribuintes da causa principal 7.Ordene as causas identificadas de acordo com seu impacto no problema (aquelas que aparentemente são as mais críticas) 8.Execute medidas corretivas DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

24 Vanessa FortesAula 924 DIAGRAMA DE DISPERSÃO GRÁFICO DE CORRELAÇÃO Fator 2 Fator 1 Correlação Negativa Correlação positiva Sem Correlação

25 Vanessa FortesAula 925 Utilizado para identificar a relação entre duas variáveis, a influência de uma sobre a outra (uma causa e um efeito; ou duas características; etc) Utilizado para identificar a relação entre duas variáveis, a influência de uma sobre a outra (uma causa e um efeito; ou duas características; etc) Os dados são coletados em pares (x,y) entre os quais deseja-se estudar a relação Os dados são coletados em pares (x,y) entre os quais deseja-se estudar a relação O diagrama é construído de forma que o eixo horizontal representa os valores medidos de uma variável e o eixo vertical represente os valores da outra variável O diagrama é construído de forma que o eixo horizontal representa os valores medidos de uma variável e o eixo vertical represente os valores da outra variável Possibilita confirmar a causa de um determinado efeito Possibilita confirmar a causa de um determinado efeito Possibilita confirmar algum eventual efeito colateral Possibilita confirmar algum eventual efeito colateral DIAGRAMA DE DISPERSÃO

26 Vanessa FortesAula 926 Por exemplo, o dono de uma microempresa fabricante de queijos tipo Minas, queria conhecer qual a correlação entre a quantidade de sal no queijo e o tempo de banho em água com sal, cuja quantidade é conhecida. Por exemplo, o dono de uma microempresa fabricante de queijos tipo Minas, queria conhecer qual a correlação entre a quantidade de sal no queijo e o tempo de banho em água com sal, cuja quantidade é conhecida. Para cada peça de queijo foram feitas duas medições: quantidade de sal e tempo de banho. Em vez de se fazer dois gráficos separados, os dados foram combinados em um diagrama de dispersão. Ele obteve o seguinte resultado. Para cada peça de queijo foram feitas duas medições: quantidade de sal e tempo de banho. Em vez de se fazer dois gráficos separados, os dados foram combinados em um diagrama de dispersão. Ele obteve o seguinte resultado. DIAGRAMA DE DISPERSÃO

27 Vanessa FortesAula 927 Analisando o diagrama, o microempresário descobriu que existe uma relação entre os dois fatores Analisando o diagrama, o microempresário descobriu que existe uma relação entre os dois fatores A partir de certo ponto (em uma variação de 16 a 20 minutos) a quantidade de sal está claramente relacionada ao tempo do banho A partir de certo ponto (em uma variação de 16 a 20 minutos) a quantidade de sal está claramente relacionada ao tempo do banho Ele descobriu também que, a partir de certo momento, deixar o queijo no banho por mais tempo terá pouca influência sobre a quantidade final de sal no queijo Ele descobriu também que, a partir de certo momento, deixar o queijo no banho por mais tempo terá pouca influência sobre a quantidade final de sal no queijo DIAGRAMA DE DISPERSÃO

28 Vanessa FortesAula 928 Para interpretar a correlação, deve-se observar a direção e a dispersão, ou seja, a maneira como os pontos se distribuem no gráfico Para interpretar a correlação, deve-se observar a direção e a dispersão, ou seja, a maneira como os pontos se distribuem no gráfico Por exemplo, quando os pontos no gráfico aparecem dispersos, não existe correlação entre as variáveis analisadas. Nesse caso, o gráfico ficará assim: Por exemplo, quando os pontos no gráfico aparecem dispersos, não existe correlação entre as variáveis analisadas. Nesse caso, o gráfico ficará assim: DIAGRAMA DE DISPERSÃO Correlação nula

29 Vanessa FortesAula 929 Construção: Construção: 1.Coleta dos dados em pares (x, y) para se estudar a relação entre eles. É desejável, pelo menos, 30 pares 2.Encontrar os valores máximos e mínimos de x e y 3.Definição da escala dos eixos horizontal e vertical. É bom que a escala esteja aproximadamente igual entre os eixos para uma avaliação do diagrama confiável 4.Marcar os dados no gráfico. Quando houver valores iguais em medições distintas, identificar com um círculo concêntrico ou com valores rentes uns aos outros DIAGRAMA DE DISPERSÃO

30 Vanessa FortesAula 930 Construção: Construção: 5.Identifique o diagrama para facilitar o entendimento posterior com itens como: título, período de tempo, quantidade de pares de dados, identificação e unidade de medida de cada eixo, etc. DIAGRAMA DE DISPERSÃO

31 Vanessa FortesAula 931 Interpretação Interpretação –Observar a direção e a dispersão dos pontos –Se X e Y crescem no mesmo sentido, existe uma correlação positiva entre as variáveis –A correlação é maior quanto menor a dispersão dos pontos DIAGRAMA DE DISPERSÃO X Y6420 FORTE CORRELAÇÃO POSITIVA

32 Vanessa FortesAula 932 Interpretação Interpretação –Se X e Y variam em sentidos contrários, existe uma correlação negativa entre as variáveis –A correlação é maior quanto menor a dispersão dos pontos DIAGRAMA DE DISPERSÃO X Y6420 FORTE CORRELAÇÃO NEGATIVA

33 Vanessa FortesAula 933 Interpretação Interpretação –Se X cresce e Y varia ao acaso, não existe correlação entre as variáveis ou a correlação entre elas é nula –A correlação é maior quanto menor a dispersão dos pontos DIAGRAMA DE DISPERSÃO X Y6420 NÃO HÁ CORRELAÇÃO X Y6420 NÃO HÁ CORRELAÇÃO

34 Vanessa FortesAula 934 GRÁFICO DE DISPERSÃO X Y6420 Y6420 FORTE CORRELAÇÃO POSITIVA X Y6420 PODE HAVER CORRELAÇÃO POSITIVA X Y6420 NÃO HÁ CORRELAÇÃO X Y6420 FORTE CORRELAÇÃO NEGATIVA X Y6420 PODE HAVER CORRELAÇÃO NEGATIVA NÃO HÁ CORRELAÇÃO

35 Vanessa FortesAula 935 Pontos suspeitos Pontos suspeitos –pontos afastados do grupo principal –É necessário analisar as possíveis causas de estes pontos estarem afastados do grupo principal DIAGRAMA DE DISPERSÃO

36 Vanessa FortesAula 936 Padrão curvo Padrão curvo –quando x aumenta y varia num padrão curvo DIAGRAMA DE DISPERSÃO

37 Vanessa FortesAula 937 Intervalo de variáveis Intervalo de variáveis DIAGRAMA DE DISPERSÃO FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3

38 Vanessa FortesAula 938 Intervalo de variáveis Intervalo de variáveis –As figuras 2 e3 são as duas metades da figura 1 –A avaliação pela figura 2 conclui uma correlação positiva e pela figura 3 uma correlação negativa –A correlação depende muito do intervalo de variáveis e nem sempre os resultados serão os mesmos –É necessário realizar uma investigação técnica mais detalhada para ter certeza da conclusão da relação entre as variáveis –Esta análise também serve para a estratificação DIAGRAMA DE DISPERSÃO

39 Vanessa FortesAula 939 Estratificação Estratificação As figuras 1 e 2 mostram a relação entre quantidade de impureza e viscosidade As figuras 1 e 2 mostram a relação entre quantidade de impureza e viscosidade Na figura 1 os dados de duas empresas estão combinados e parece não existir correlação Na figura 1 os dados de duas empresas estão combinados e parece não existir correlação Na figura 2 os dados estão estratificados e nota-se claramente a correlação Na figura 2 os dados estão estratificados e nota-se claramente a correlação DIAGRAMA DE DISPERSÃO FIGURA 1 FIGURA 2

40 Vanessa FortesAula 940 Estratificação Estratificação Nas figuras 3 e 4 acontece o contrário, quando os dados das empresas estão combinados parece haver correlação positiva, mas quando estão estratificados, nota-se que não existe correlação Nas figuras 3 e 4 acontece o contrário, quando os dados das empresas estão combinados parece haver correlação positiva, mas quando estão estratificados, nota-se que não existe correlação DIAGRAMA DE DISPERSÃO FIGURA 3 FIGURA 4

41 Vanessa FortesAula 941 Falsas correlações Falsas correlações –Mesmo que exista um alto valor do coeficiente de correlação entre duas variáveis, nem sempre existe uma relação de causa e efeito entre elas Exemplo Exemplo –Relação do índice de preços ao consumidor e o número de ocorrência de incêndios –Para diminuir o números de incêndios é necessário mais cuidado com cigarros, ou outros possíveis causadores de incêndio e não abaixar ou aumentar o preço de determinado item DIAGRAMA DE DISPERSÃO

42 Vanessa FortesAula 942 É uma forma de se identificar a existência ou não de uma relação entre duas variáveis e, caso ela exista, de quantificar tal relação É uma forma de se identificar a existência ou não de uma relação entre duas variáveis e, caso ela exista, de quantificar tal relação O grau de relacionamento é dado pelo valor do coeficiente (geralmente designado por "r" ou "R"), o qual pode variar de "0" (nenhum relacionamento) a "1" (perfeito relacionamento) O grau de relacionamento é dado pelo valor do coeficiente (geralmente designado por "r" ou "R"), o qual pode variar de "0" (nenhum relacionamento) a "1" (perfeito relacionamento) A natureza positiva (quando uma aumenta, a outra também o faz) ou negativa (quando uma aumenta, a outra diminui) é dada, respectivamente, pelo sinal positivo ou negativo do coeficiente A natureza positiva (quando uma aumenta, a outra também o faz) ou negativa (quando uma aumenta, a outra diminui) é dada, respectivamente, pelo sinal positivo ou negativo do coeficiente COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO

43 Vanessa FortesAula 943 COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO onde: n é a quantidade de pares de dados e

44 Vanessa FortesAula 944 Técnicas estatísticas que buscam caracterizar a relação entre variáveis tomando uma dada variável que se quer prever (variável dependente) e observando a sua variação em função de uma ou mais variáveis (variáveis independentes) Técnicas estatísticas que buscam caracterizar a relação entre variáveis tomando uma dada variável que se quer prever (variável dependente) e observando a sua variação em função de uma ou mais variáveis (variáveis independentes) O processo é efetuado identificando-se a curva matemática que melhor se ajusta aos dados disponíveis, o que equivale a identificar ao traçado que melhor se encaixa nos pontos do diagrama de dispersão O processo é efetuado identificando-se a curva matemática que melhor se ajusta aos dados disponíveis, o que equivale a identificar ao traçado que melhor se encaixa nos pontos do diagrama de dispersão A análise pode ser Linear Simples (relaciona duas variáveis através de uma reta), Linear Múltipla (relaciona três ou mais variáveis por meio de uma reta) ou Não-Linear (relaciona duas ou mais variáveis por meio de uma curva matemática que não a reta) A análise pode ser Linear Simples (relaciona duas variáveis através de uma reta), Linear Múltipla (relaciona três ou mais variáveis por meio de uma reta) ou Não-Linear (relaciona duas ou mais variáveis por meio de uma curva matemática que não a reta) ANÁLISE DE REGRESSÃO

45 Vanessa FortesAula 945 Reta de regressão: Y =  + βx Reta de regressão: Y =  + βx ANÁLISE DE REGRESSÃO

46 Vanessa FortesAula 946 –Montar um diagrama de causa e efeito para as reclamações dos clientes de um restaurante. –Qual deve ser a causa a ser atacada? EXERCÍCIO 1

47 Vanessa FortesAula 947 EXERCÍCIO 2

48 Vanessa FortesAula 948 Um indústria de pregos levantou os dados correspondentes à produção diária de um tipo de prego especial no período de um mês Um indústria de pregos levantou os dados correspondentes à produção diária de um tipo de prego especial no período de um mês Do lote diário, foram encontradas unidades defeituosas, como mostrado na Lista de Verificação a seguir Do lote diário, foram encontradas unidades defeituosas, como mostrado na Lista de Verificação a seguir Monte um diagrama de dispersão e verifique se existe e qual é a relação entre as variáveis. Monte um diagrama de dispersão e verifique se existe e qual é a relação entre as variáveis. EXERCÍCIO 3 Lista de Verificação da produção por dia

49 Vanessa FortesAula 949 Lista de Verificação da produção por dia


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