A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Prof. Julio Cezar Azevedo da S. Junior Profª. Valéria Vieira Prof. Carlos Alberto Sanches Pereira Profª. Gabriela Girão de Albuquerque.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Prof. Julio Cezar Azevedo da S. Junior Profª. Valéria Vieira Prof. Carlos Alberto Sanches Pereira Profª. Gabriela Girão de Albuquerque."— Transcrição da apresentação:

1 Prof. Julio Cezar Azevedo da S. Junior Profª. Valéria Vieira Prof. Carlos Alberto Sanches Pereira Profª. Gabriela Girão de Albuquerque

2 Professores e alunos, preparem-se para construir uma proteína. Suas missões são: duplicar um DNA, transcrever um RNA e traduzir um polipeptídeo a partir de um RNAm. Boa Sorte! CréditosJogarAjuda

3 Créditos: Este jogo foi criado em 2013 pelos professores: Julio Cezar Azevedo da Silva Junior, Valéria Vieira, Carlos Alberto Sanches Pereira e Gabriela Girão de Albuquerque, como produto final de uma dissertação de Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente e deve ser utilizado como ferramenta educacional. VoltarIniciarAjuda

4 Ajuda: Duplicação: A dupla fita irá se separar, obedeça o sentido da seta, apontado o nucleotídeos correto para construção da nova fita tendo como base a fita parental, mas lembre-se das ligações estudas em sala de aula (A=T e C ≡ G). VoltarJogarAvançar

5 Ajuda: Transcrição: A dupla fita irá se separar para expor o Gen, obedeça o sentido da seta apontado o nucleotídeo correto para construção do RNAm, tendo o Gen como base, mas lembre-se que a Timina (T) é substituída pela Uracila (U). Terminada a transcrição o RNAm vai se desprender do Gen e o DNA será reintegrado. VoltarJogarAvançar

6 Ajuda: Tradução: O RNAm está aguardando você indicar o RNAt com um aminoácido, que corresponda a cada anti-códon. Obedeça o sentido correto da tradução e utilize o Ribossomo e o códon de terminação. Sua proteína foi sintetizada. VoltarJogarInício

7 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. DNA

8 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

9 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

10 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

11 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

12 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

13 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

14 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

15 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

16 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

17 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

18 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

19 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

20 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

21 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

22 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

23 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. SEPARAÇÃO DAS FITAS

24 A A A T T T GC GC No processo de duplicação do DNA, as pontes de hidrogênio entre as bases se rompem e as duas cadeias começam a se separar. À medida que as bases vão sendo expostas, nucleotídeos que vagam pelo meio ao redor vão se unindo a elas, sempre respeitando a especificidade de emparelhamento. Siga o sentido da seta e escolha o nucleotídeo que corresponde a fita parental.

25 A A A T T T GC GC T

26 A A A T T T GC GC G T

27 A A A T T T GC GC GA T

28 A A A T T T GC GC GA T T

29 A A A T T T GC GC GA TC T

30 A A A T T T GC GC A GA TC T

31 A A A T T T GC GC A G GA TC T

32 A A A T T T GC GC A T G GA TC T

33 A A A T T T GC GC A C T G GA TC T

34 A A A T T T GC GC A C T AG GA TC T As duas cadeias do DNA se separam e cada uma delas orienta a fabricação de uma metade complementar. O experimento dos pesquisadores Meselson e Stahl confirmou que a duplicação do DNA é semiconservativa, isto é, que metade da molécula original se conserva íntegra em cada uma das duas moléculas-filhas.. ContinuarInício NOVAS MOLÉCULAS DE DNA

35 DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA. Atenção:

36 DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

37 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

38 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

39 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

40 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

41 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

42 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

43 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

44 Atenção: DURANTE A DUPLICAÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A ADENINA (A) SÓ PODE SE LIGAR A TIMINA (T), ENQUANTO A CITOSINA (C) SE LIGA A GUANINA (G) OU VICE-VERSA.

45 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. DNA

46 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

47 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

48 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

49 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

50 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

51 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

52 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

53 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

54 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

55 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

56 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

57 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

58 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

59 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

60 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

61 A A A T T T GC GC O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição. SEPARAÇÃO DAS FITAS

62 A A A T T T GC GC Siga o sentido da seta e escolha o nucleotídeo que corresponde a fita parental. O material genético representado pelo DNA precisa ser decifrado e traduzida em proteínas. A mensagem contida no DNA deve, inicialmente, ser passada para moléculas de RNA que, por sua vez, orientarão a síntese de proteínas. O controle da atividade celular pelo DNA, portanto, é indireto e ocorre por meio da fabricação de moléculas de RNA, em um processo conhecido como transcrição.

63 A A A T T T GC GC Siga o sentido da seta e escolha o nucleotídeo que corresponde a fita parental. A

64 A A A T T T GC GC A C

65 A A A T T T GC GC A UC

66 A A A T T T GC GC GA UC

67 A A A T T T GC GC GA UC U ContinuarInício

68 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

69 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

70 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

71 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

72 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

73 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

74 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

75 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

76 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

77 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

78 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

79 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

80 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

81 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

82 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

83 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

84 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

85 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

86 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

87 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício

88 A A T G A T T C G C G A U C U Em uma célula eucariótica, o RNAm produzido destaca-se de seu molde e, após passar por um processamento, atravessa a carioteca e se dirige para o citoplasma, onde se dará a síntese protéica. Com o fim da transcrição, as duas fitas de DNA seu unem novamente, refazendo- se a dupla hélice.. ContinuarInício DNA RNAm

89 DURANTE A TRANSCRIÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A TIMINA (T) SERÁ SUBSTITUÍDA PELA URACILA (U). Atenção:

90 DURANTE A TRANSCRIÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A TIMINA (T) SERÁ SUBSTITUÍDA PELA URACILA (U).

91 Atenção: DURANTE A TRANSCRIÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A TIMINA (T) SERÁ SUBSTITUÍDA PELA URACILA (U).

92 Atenção: DURANTE A TRANSCRIÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A TIMINA (T) SERÁ SUBSTITUÍDA PELA URACILA (U).

93 Atenção: DURANTE A TRANSCRIÇÃO, OS NUCLEOTÍDEOS DEVEM OBEDECER AS LIGAÇÕES ESTUDAS EM SALA DE AULA. ISSO SIGNIFICA QUE A TIMINA (T) SERÁ SUBSTITUÍDA PELA URACILA (U).

94 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

95 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon A U C MET Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

96 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon A U C MET GC A ALA Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

97 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon A U C MET GC A ALA Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

98 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon A U C MET GC A ALA Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

99 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon A U C MET GC A ALA AA U LEU Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

100 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon A U C MET GC A ALA AA U LEU Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

101 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon MET GC A ALA AA U LEU Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

102 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon MET GC A ALA AA U LEU Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

103 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon MET GC A ALA AA U LEU Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

104 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon MET GC A ALA AA U LEU UU C AGL Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

105 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon MET GC A ALA AA U LEU UU C AGL Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

106 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALA AA U LEU UU C AGL Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

107 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALA AA U LEU UU C AGL Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

108 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALA AA U LEU UU C AGL Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

109 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALA AA U LEU UU C AGL CCG GLI Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

110 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALA AA U LEU UU C AGL CCG GLI Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

111 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEU UU C AGL CCG GLI Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

112 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEU UU C AGL CCG GLI Escolha uma das unidades seguindo o sentido correto da síntese de proteína. RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

113 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEU UU C AGL CCG GLI A U U U U RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

114 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEU UU C AGL CCG GLI A U U U U RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

115 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGL CCG GLI A U U U U RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

116 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI A U U U U RNAm RNAt RIBOSSOMOFINALIZADOR

117 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI A U U U U RNAm

118 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI A U U U U RNAm

119 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI A U U U U RNAm

120 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI A U U U U RNAm

121 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI A U U U U RNAm

122 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI RNAm

123 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI RNAm PROTEÍNA

124 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI RNAm PROTEÍNA

125 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI RNAm PROTEÍNA

126 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon METALALEUAGLGLI Início RNAm PROTEÍNA

127 CLIQUE SOBRE O RNAt QUE TENHA O ANTI-CÓDON ESPECÍFICO PARA CADA TRINCA (CÓDON) DO RNAm. OBEDEÇA A SEQUÊNCIA DE TRADUÇÃO E NÃO DEIXE DE UTILIZAR O RIBOSSOMO E O FATOR DE TERMINAÇÃO. Atenção:

128 CLIQUE SOBRE O RNAt QUE TENHA O ANTI-CÓDON ESPECÍFICO PARA CADA TRINCA (CÓDON) DO RNAm. OBEDEÇA A SEQUÊNCIA DE TRADUÇÃO E NÃO DEIXE DE UTILIZAR O RIBOSSOMO E O FATOR DE TERMINAÇÃO.

129 Atenção: CLIQUE SOBRE O RNAt QUE TENHA O ANTI-CÓDON ESPECÍFICO PARA CADA TRINCA (CÓDON) DO RNAm. OBEDEÇA A SEQUÊNCIA DE TRADUÇÃO E NÃO DEIXE DE UTILIZAR O RIBOSSOMO E O FATOR DE TERMINAÇÃO.

130 Atenção: CLIQUE SOBRE O RNAt QUE TENHA O ANTI-CÓDON ESPECÍFICO PARA CADA TRINCA (CÓDON) DO RNAm. OBEDEÇA A SEQUÊNCIA DE TRADUÇÃO E NÃO DEIXE DE UTILIZAR O RIBOSSOMO E O FATOR DE TERMINAÇÃO.

131 Atenção: CLIQUE SOBRE O RNAt QUE TENHA O ANTI-CÓDON ESPECÍFICO PARA CADA TRINCA (CÓDON) DO RNAm. OBEDEÇA A SEQUÊNCIA DE TRADUÇÃO E NÃO DEIXE DE UTILIZAR O RIBOSSOMO E O FATOR DE TERMINAÇÃO.

132 Atenção: CLIQUE SOBRE O RNAt QUE TENHA O ANTI-CÓDON ESPECÍFICO PARA CADA TRINCA (CÓDON) DO RNAm. OBEDEÇA A SEQUÊNCIA DE TRADUÇÃO E NÃO DEIXE DE UTILIZAR O RIBOSSOMO E O FATOR DE TERMINAÇÃO.

133 Atenção: CLIQUE SOBRE O RNAt QUE TENHA O ANTI-CÓDON ESPECÍFICO PARA CADA TRINCA (CÓDON) DO RNAm. OBEDEÇA A SEQUÊNCIA DE TRADUÇÃO E NÃO DEIXE DE UTILIZAR O RIBOSSOMO E O FATOR DE TERMINAÇÃO.

134

135 A A A T T T GC GC

136 T GA TC A C T AG

137

138 A G U C G UUU A G AA GG C U A U GG A A U C MET GC A ALA AA U LEU UU C AGL CCG GLI A CC TRY O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que foram denominadas códons. Cada códon, formado por três letras, corresponde a um certo aminoácido. Como são vinte os diferentes aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são especificados por mais de um códon A U U U U

139

140

141

142 A A A T T T GC GC Siga o sentido da seta e escolha o nucleotídeo que corresponde a fita parental. A C T AG T GA TC


Carregar ppt "Prof. Julio Cezar Azevedo da S. Junior Profª. Valéria Vieira Prof. Carlos Alberto Sanches Pereira Profª. Gabriela Girão de Albuquerque."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google