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Trabalho de Biologia Leishmaniose Colégio Cenecista Catanduvas - 2011.

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Apresentação em tema: "Trabalho de Biologia Leishmaniose Colégio Cenecista Catanduvas - 2011."— Transcrição da apresentação:

1 Trabalho de Biologia Leishmaniose Colégio Cenecista Catanduvas

2 Taxonomia Protozoário: Leishmania braziliensis Reino: Protista Sub-Reino: Protozoa Filo: Sarcomastigophora Sub-Filo: Mastigophora Classe: Zoomastigophorea Ordem: Kinetoplastida Família: Tripanosomatidae Gênero: Leishmania

3 Leishmania brasiliensis Agente etiológico A leishmaniose é causada por protozoários flagelados chamados Leishmania brasiliensis e Leishmania chagasi, que invadem e se reproduzem dentro das células que fazem parte do sistema imunológico da pessoa infectada. Estes são parasitas de células fagocitárias de mamíferos e utilizam o flagelo nas fases extracelulares do seu ciclo de vida.

4 Transmissão A leishmaniose é uma doença não contagiosa, transmitida através da picada do mosquito flebótomo, conhecido popularmente por mosquito palha, cangalhinha ou birigui. Mosquito palha, vetor da leishmaniose.

5 Ciclo de vida A doença é transmitida através da picada do mosquito – o flebótomo. O mosquito, ao picar um ser infectado para se alimentar – que tanto pode ser o cão como um animal silvestre ou o próprio homem – absorve o parasita (agente causador da leishmaniose) que se desenvolverá atacando algumas células sanguíneas tornando-se infectante após cerca de sete dias. Ao fim deste tempo, quando o mosquito for picar outro vertebrado para se alimentar, vai deixar o parasita na sua corrente sanguínea, onde se reproduzirá e provocará a doença. * Sem o mosquito não haverá o ciclo. Por isso, o contato de um cão contaminado com um sadio ou o simples contato do cão com o homem não constituem qualquer perigo de contaminação da doença como frequentemente se pensa. A contaminação cão-cão só poderia ocorrer se se usasse a mesma agulha de vacinação num infectado e em outro não infectado, por exemplo. → O período de incubação, isto é, desde a picada do mosquito até ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença é muito variável, de dez dias a dois anos, e isso também dificulta o diagnóstico.

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7 Manifestações da doença → Leishmaniose tegumentar ou cutânea é caracterizada por lesões na pele, podendo também afetar nariz, boca e garganta, conhecida como “ferida brava”. Esta doença pode se manifestar de duas formas: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar.

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9 → Leishmaniose visceral ou calazar, é uma doença sistêmica, pois afeta vários órgãos, sendo que os mais afetados são o fígado, baço e medula óssea. Sua evolução é longa podendo, em alguns casos, até ultrapassar o período de um ano.

10 Sintomas e Diagnóstico → Os sintomas variam de acordo com o tipo da leishmaniose. Na tegumentar, surge uma pequena elevação avermelhada na pele que vai aumentando até se tornar uma ferida que pode estar recoberta por crosta ou secreção purulenta. Há também a possibilidade de sua manifestação se dar através de lesões inflamatórias no nariz ou na boca. Na visceral, ocorre febre irregular, anemia, indisposição, palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao aumento do fígado e do baço. → O diagnóstico da leishmaniose é feito através de um exame de sangue, a fim de encontrar anticorpos específicos; biópsia ou raspadura da lesão - no caso de feridas.

11 Prevenção Medidas de prevenção e controle ainda não foram capazes de impedir a ocorrência da doença. Entretanto, usar repelentes, armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a ação do mosquito), evitar banho de rio ao entardecer, visitar o médico em casos de feridas, evitar animais domésticos com feridas características, não utilizar agulhas utilizadas por terceiros, são medidas individuais que diminuem a probabilidade de ser contaminado. Vale ressaltar, também, que existem repelentes especiais para cães, evitando que sejam picados pelos mosquitos.

12 Tratamento O tratamento é feito não só visando a cura clínica, mas também o impedimento de que a doença evolua para as outras formas mais graves e, também, para evitar recidivas. No homem, quando a doença é diagnosticada a tempo, o tratamento e cura é possível, com medicamentos específicos. No cão a doença é incurável, mas pode ser tratada se o estado geral de saúde do cão for aceitável e principalmente se a doença não tiver atingido um elevado grau de desenvolvimento. O cão, quando tratado a tempo, conserva uma boa qualidade de vida. O tratamento elimina os sintomas mas o animal continua portador. No entanto, depois de tratado, deixa de ser transmissor.

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14 Curiosidades → Nos meses de julho, agosto e setembro é mais favorável a picada do mosquito; → O inseto mede de 2 a 3 mm; → 88 países são considerados regiões endêmicas (Américas, África, Ásia e sul da Europa); → 350 milhões de pessoas estão sob risco de infecção; → Cerca de 15 milhões de pessoas estão infectadas; → Estima-se que ocorram aproximadamente de milhões de novos casos por ano; → Vacinas preventivas e curativas estão sendo testadas com resultados muito esperançosos.

15 Grupo Bruna Negrão Ferreira Iago Patrick Paulino Rafael Silva Rafaela Borges Pressato 3ºA


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