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Biblioteca do Conhecimento Online – b-on Conteúdos b-on.

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1 Biblioteca do Conhecimento Online – b-on Conteúdos b-on

2 Esta apresentação foi produzida pela equipa de formação b-on: Ana Cosmelli, Augusto Ribeiro, Diana Silva, Manuel Montenegro, Sílvia Lopes, Teresa Costa Versão actualizada em 10/01/2008

3 Agenda Histórico da b-on –Motivação –Visão, missão e objectivos –Estrutura administrativa –Conteúdos Conteúdos b-on –Bases de referência –Bases de texto integral –Editoras

4 Agenda Histórico da b-on –Motivação –Visão, missão e objectivos –Estrutura administrativa –Conteúdos Conteúdos b-on –Bases de referência –Bases de texto integral –Editoras

5 Motivação A b-on, Biblioteca do Conhecimento Online, reúne as principais editoras de revistas científicas internacionais de modo a oferecer um conjunto vasto de artigos científicos disponíveis on-line. Visa possibilitar o acesso electrónico às principais fontes de conhecimento, abrangendo todas as áreas científicas, e estimular as condições de acesso universal ao saber por parte da comunidade científica e académica, promovendo as condições de universalidade de acesso à produção científica.

6 b-on Visão Ser um pilar estratégico na construção da Sociedade do Conhecimento, funcionando como instrumento fundamental de acesso ao conhecimento para a comunidade académica e científica nacional. Missão Garantir o acesso a um vasto número de publicações e serviços electrónicos à comunidade académica e científica nacional. Valores Orientação para o cliente (utilizador) Cooperação entre instituições/ Partilha de conhecimento

7 b-on: objectivos Objectivos Contribuir para melhorar o sistema científico nacional tendo um papel activo na construção da Sociedade do Conhecimento; Estimular a comunidade para o consumo e produção de conteúdos científicos; Estimular a cooperação entre as entidades do sistema académico e científico nacional; Desenvolver competências-chave na gestão da informação e conhecimento; Promover o acesso electrónico às principais fontes internacionais de conhecimento; Racionalizar custos através de uma negociação centralizada.

8 Conteúdos A b-on integra conteúdos subscritos e gratuitos das seguintes tipologias : –editoras –bases de dados referenciais –bases de dados de texto integral com características dos dois tipos anteriores Com as editoras e bases de dados estão disponíveis + de publicações em TEXTO INTEGRAL

9 Editoras All for All Modelo A-A – All for All que permite a todos os membros o acesso aos mesmos conteúdos

10 Bases de Dados Referenciais

11 Bases de Dados em Texto Integral Academic Search Complete Business Source Complete Fuente Académica

12 Recursos Gratuitos

13 Editoras Some for Some Em 2007 a b-on passou a disponibilizar conteúdos em regime Some for Some (S-S), mas apenas para os membros que quiserem e sem qualquer financiamento

14 Versão actualizada em 22/01/2007 Recursos B-on Bases de Dados de Referência Bibliográfica

15 Bases de Referência - Introdução O que são? As bases de referência permitem-nos pesquisar as referências de um documento e desta forma obter a sua localização. Os documentos referenciados encontram-se na b-on? Nem todas as referências recuperadas permitem aceder ao texto integral do documento, no entanto é sempre referenciada no portal b-on a forma de o obter.

16 Bases de Referência - Introdução Quando devo usar? Qualquer pesquisa deve iniciar-se numa base de referência devido a esta ser muito mais completa. Quais as vantagens? Recuperação mais abrangente do que existe publicado sobre determinado assunto.

17 Web of Knowledge O novo interface da «Web of Knowledge» está disponível a partir do endereço O acesso à «Web of Knowledge» é permitido a partir de qualquer computador dentro das instituições participantes no consórcio b-on (Biblioteca do Conhecimento Online). A autenticação do utilizador é feita por reconhecimento do endereço IP, não havendo necessidade de qualquer login ou password.

18 Web of Knowledge Por omissão, surge o formulário de pesquisa em todas as bases da dados. No entanto, para efectuar pesquisas mais eficientes, devemos escolher a base de dados mais adequada. Cada base de dados dentro da Web of Knowledge possui conteúdos e funcionalidades únicas, incluindo campos de pesquisa próprios e vocabulário controlado.

19 Web of Knowledge Para escolher uma base de dados onde pesquisar, devemos seleccionar o separador correspondente.

20 Web of Knowledge Acedemos a uma página onde estão listadas as principais bases de dados dentro da Web of Knowledge: Web of Science, que é constituída por três bases de dados: Science Citation Index ( ) Social Sciences Citation Index ( ) Arts & Humanities Citation Index ( ) Current Contents ( ) ISI Proceedings ( ) Derwent Innovations Index ) Web Citation Index ( )

21 Web of Knowledge A partir do separador «Additional resources» podemos aceder a um conjunto de outros recursos. Dentro destes recursos, destacam-se ferramentas de análise como o Journal Citation Reports e os Essential Science Indicators.

22 Web of Science

23 O que é a «Web of Science»? A «Web of Science» é a designação comum que é dada a um conjunto de bases de dados compiladas pelo ISI (Institute for Scientific Information), também conhecidas como «Citation Indexes»: Science Citation Index, Social Science Citation Index, Arts and Humanities Citation Index. Em conjunto, estas bases de dados cobrem cerca de periódicos, nas diferentes áreas científicas, contendo informação desde início do século XX.

24 Web of Science Trata-se de bases de referência bibliográfica, que não contêm o texto integral dos documentos, mas que possuem uma característica especial: é possível ver quais os artigos citados por determinado artigo, ou verificar quantas vezes um artigo foi citado e por quem. É a partir destas bases de dados que é calculado o factor de impacto das publicações periódicas, bem como outros indicadores bibliométricos presentes no «Journal Citation Reports».

25 Web of Science Qual a utilidade da WoS ? Esta ferramenta permite, além da pesquisa habitual por ocorrência de palavras no registo, também a pesquisa de artigos relacionados e o estabelecimento de ligações entre artigos que citam outros ou são citados por outros. A base de dados é actualizada semanalmente.

26 Web of Science Como entrar na Web of Science? Entramos no novo interface da ISI Web of Knowledge. Seleccionamos o separador «Select a Database».

27 Web of Science Escolhemos a opção «Web of Science».

28 Web of Science Poderíamos pesquisar na «Web of Science» em conjunto com duas bases de dados da área de química: «Index Chemicus», «Current Chemical Reactions».

29 Web of Science Esta opção remeter-nos-ia, no entanto, para a versão antiga do interface da «ISI Web of Knowledge».

30 Web of Science Ao entrar na «Web of Science», acedemos a um ecrã inicial com um formulário, onde podemos introduzir os termos ou expressões de pesquisa.

31 Web of Science Introduzimos o termo que nos interessa pesquisar....

32 Web of Science Podemos definir em que campo pretendemos que o termo de pesquisa apareça… Por omissão, o termo é pesquisado como «topic» (pesquisa efectuada no título, resumo e palavras-chave).

33 Web of Science Podem os ainda, antes de efectuar a pesquisa, estabelecer limites.

34 Web of Science Ao pressionar «Change limits», abre-se uma área onde podem ser definidos os anos em que a pesquisa será efectuada. Por omissão, não há limites. Se quisermos, podemos estabelecer outras datas e validar a opção.

35 Web of Science É também aqui que podemos ver qual a última data de actualização da base de dados.

36 Web of Science Podemos também estabelecer limites quanto às sub-bases de dados onde irá ser efectuada a pesquisa. Por omissão, a pesquisa é efectuada nas três sub-bases de dados.

37 Web of Science Estabelecidos os limites, podemos agora pressionar o botão «Search».

38 Web of Science Na área principal da página, aparecem os registos recuperados pela pesquisa.

39 Web of Science Obtemos uma lista de registos em formato resumido, isto é, contendo os campos de título, autoria e a fonte do artigo (sua localização no periódico).

40 Web of Science Por omissão, os registos são apresentados por ordem cronológica inversa, do mais recente para o menos recente (datas de introdução na base de dados). Esta opção pode ser alterada, através das opções do quadro «Sort by».

41 Web of Science Na lista obtida, os termos de pesquisa surgem destacados a amarelo, para facilitar a identificação.

42 Web of Science Podemos optar por ver mais informação de cada um dos registos recuperados, a partir do seu título.

43 Web of Science Passamos assim a ver o registo em formato completo.

44 Web of Science Neste formato obtemos, para além dos dados que já tínhamos anteriormente, um conjunto de outros campos, dos quais se destaca o «abstract».

45 Web of Science Outro campo importante é o que contém a afiliação institucional e o endereço dos autores.

46 Web of Science A partir do nome de um autor, podemos navegar para outros artigos desse autor.

47 Web of Science Este formato completo apresenta-nos ainda outro elemento importante, que tem a ver com as citações do artigo. Os dados de citação são o elemento que distingue esta base de dados de outras bases de dados de referência: é possível saber quais os documentos citados no documento cujos dados estamos a visualizar, bem como saber quantas vezes este documento foi citado, onde e por quem.

48 Web of Science O documento que estamos a visualizar foi citado duas vezes.

49 Web of Science Clicando sobre o número de citações, abre-se uma lista com os documentos que citam este documento.

50 Web of Science Abre-se assim uma lista contendo os documentos que citam o documento de onde partimos. Na parte de cima da página, aparecem os dados do artigo citado.

51 Web of Science Podemos entrar em qualquer dos registos da lista e ver o formato completo, a partir dos títulos.

52 Web of Science Podemos também voltar ao artigo de onde partimos, clicando no seu título.

53 Web of Science A opção «references» vai permitir ver os artigos citados no presente documento, isto é, as suas referências.

54 Web of Science Clicando sobre o número de referências, abre-se uma lista com os documentos que são citados por este documento.

55 Web of Science Abre-se assim uma lista contendo todos os documentos citados no presente documento. Na parte superior da página, aparecem os dados do artigo citante (aquele de onde partimos).

56 Web of Science Podemos navegar para cada uma destas referências, a partir do seu título.

57 Web of Science Notemos que nem todas as referências dão possibilidade de navegação. Na lista onde estamos, isso acontece com as referências 10, 16, 28,...

58 Web of Science Notemos que nem todas as referências dão possibilidade de navegação. Na lista onde estamos, isso acontece com as referências 10, 16, 28,... Isto acontece quando são referências a artigos de periódicos não incluídos na base de dados, ou a outro tipo de documentos não cobertos pela base de dados (teses, relatórios, capítulos de livros, etc.).

59 Web of Science Também na barra do lado direito há a possibilidade de aceder a estas duas funções.

60 Web of Science Outra possibilidade de navegação entre os registos é através da opção «Related records».

61 Web of Science Seleccionando esta opção é apresentada uma lista de registos que tenham pelo menos uma referência bibliográfica em comum com o artigo de onde partimos.

62 Web of Science Trata-se normalmente de uma lista constituída por um elevado número de registos (no caso presente, são ), mas os artigos que contêm um maior número de referências em comum com o artigo onde estamos serão apresentados em primeiro lugar, sendo remetidos para o final da lista os que contêm menor número de referências em comum com aquele de onde partimos.

63 Web of Science O conceito subjacente à pesquisa por registos relacionados é de que os registos que partilhem uma ou várias referências possuem uma relação entre si, independentemente dos termos contidos nos títulos, abstracts ou palavras-chave, e que essa relação é tanto maior quanto maior for o número de referências partilhadas.

64 Web of Science Voltando à nossa pesquisa inicial, com quatro registos...

65 Web of Science... podemos marcá-los para impressão, envio por , envio para uma lista de registos marcados, etc.

66 Web of Science Se optar pela opção «Print»...

67 Web of Science... abre-se uma janela com os registos formatados de um modo mais simples, sem imagens ou hiperligações, mais adequado à impressão.

68 Web of Science Escolhendo a opção « »...

69 Web of Science... abre-se uma janela onde devem ser introduzidos os dados para envio dos registos por .

70 Web of Science A opção «Add to Marked List»...

71 Web of Science... vai permitir acrescentar esses registos a uma lista, para acção posterior. A partir do momento em que temos pelo menos um registo marcado, podemos aceder à lista nas opções disponíveis na barra superior.

72 Web of Science Existe ainda a opção «Save to EndNote Web» mas essa opção implica um registo prévio.

73 Web of Science O botão «Serviços SFX/b-on» permite-nos aceder directamente aos serviços disponíveis para o registo.

74 Web of Science Se na janela dos serviços aparece a localização do Full Text totalmente preenchida podemos aceder ao texto integral pressionando o botão «GO». Note que é sempre indicado qual a editora onde o texto integral está disponível.

75 Web of Science Se na janela dos serviços não aparece a localização do Full Text pressione o link Advanced para ver outros serviços associados ao registo

76 Web of Science Começamos por fazer uma pesquisa bastante simples e que devolveu um número reduzido de resultados. Iremos agora fazer uma outra pesquisa, para podermos ver outras funcionalidades da base de dados.

77 Web of Science

78 A pesquisa «(climate OR climatic) AND change», limitada ao título, devolve registos.

79 Web of Science Podemos continuar a pesquisa, agora apenas dentro destes registos, a partir das opções da caixa «Refine Results».

80 Web of Science A primeira opção é a de pesquisar apenas dentro dos registos recuperados.

81 Web of Science Cada periódico está associado a determinadas áreas temáticas (uma ou várias). Ao limitar por área temática iremos apenas obter os registos relativos a periódicos classificados nessa área temática. Podemos também limitar por áreas temáticas.

82 Web of Science A caixa «Refine Results» mostra as áreas temáticas com maior número de registos, mas podemos ver mais áreas através das opções disponíveis a partir de «more».

83 Web of Science Outro tipo possível de refinamento é de acordo com os tipos de documento. Novamente, a opção «more» permite visualizar todos os tipos de documento.

84 Web of Science A janela seguinte aparece quando seleccionamos a opção «more».

85 Web of Science Podemos também refinar os resultados de acordo com uma série de outros critérios: por autor, título do periódico, ano de publicação, afiliação institucional dos autores, idiomas, países.

86 Web of Science Ao pressionar cada uma das setas laterais, abrem-se as opções de refinamento correspondentes.

87 Web of Science Em vez de refinar, podemos optar por analisar os resultados, isto é, obter dados adicionais sobre os artigos recuperados. Para isso, clicamos em «Analyze Results». Essa opção está disponível na parte superior da página...

88 Web of Science... ou no fundo da caixa «Refine results».

89 Web of Science Abre-se uma nova janela, onde poderemos proceder à análise dos resultados de acordo com diferentes critérios.

90 Web of Science Qual o autor com mais documentos publicados? De que tipos são os documentos? A que instituições pertencem os autores? Em que idiomas estão escritos os documentos? Quando foram publicados os documentos? Em que periódicos foram publicados? A que áreas disciplinares pertencem? De que países são os autores?

91 Web of Science O sistema suporta a análise de até registos.

92 Web of Science Podemos também modificar o número de resultados a mostrar e também o limite mínimo de contagem.

93 Web of Science Por fim, escolhemos a ordenação pretendida para os resultados: ordenada do maior para o menor ou por ordem alfabética.

94 Web of Science Vejamos alguns exemplos relacionados com a pesquisa anteriormente efectuada. Qual o autor com mais documentos recuperados?

95 Web of Science De que tipos são os documentos?

96 Web of Science A que instituições pertencem os autores?

97 Web of Science Em que idiomas estão escritos os documentos?

98 Web of Science Quando foram publicados os documentos? Notemos que, neste caso, pode fazer sentido alterar o critério de ordenação.

99 Web of Science Em que periódicos foram publicados os documentos?

100 Web of Science A que áreas disciplinares pertencem?

101 Web of Science De que países são os autores?

102 Current Contents

103 O que é a Current Contents? A Current Contents é uma base de dados de referência bibliográfica, produzida pelo ISI (Institute for Scientific Information), cobrindo aproximadamente 8000 publicações periódicas em todas as áreas disciplinares, desde 1998.

104 Current Contents Como entrar na Current Contents? Entramos no novo interface da ISI Web of Knowledge. Seleccionamos o separador «Select a Database».

105 Current Contents Escolhemos a opção «Current Contents».

106 Current Contents Tal como a «Web of Science», a «Current Contents» começa por mostrar um ecrã inicial, com um formulário onde podemos introduzir os termos ou expressões de pesquisa. Introduzimos o termo que nos interessa pesquisar...

107 Current Contents Neste caso, deixaremos a pesquisa ser efectuada no campo «Topic», que é o campo definido por omissão.

108 Current Contents Podemos estabelecer limites à pesquisa, nas opções «Change Limits».

109 Current Contents Ao pressionarmos «Change Limits», abre-se uma área onde podem ser definidos os anos em que a pesquisa será efectuada. Por omissão, não há limites temporais. Se quisermos, podemos estabelecer outras datas e validar a opção.

110 Current Contents É também aqui que podemos ver qual a última data de actualização da base de dados.

111 Current Contents Podemos também estabelecer limites quanto às sub-bases de dados onde irá ser efectuada a pesquisa. Por omissão, a pesquisa é efectuada nas sete sub-bases que constituem a «Current contents». Estabelecidos os limites, podemos agora pressionar o botão «Search».

112 Current Contents Na área principal da página, aparecem os registos recuperados pela pesquisa.

113 Current Contents Obtemos uma lista de registos em formato resumido, isto é, contendo os campos de título, autoria e a fonte do artigo (sua localização no periódico).

114 Current Contents Por omissão, os registos são apresentados por ordem cronológica inversa, do mais recente para o menos recente (datas de introdução na base de dados). Esta opção pode ser alterada, através das opções do quadro «Sort by».

115 Current Contents Na lista obtida, os termos de pesquisa surgem destacados a amarelo, para facilitar a identificação.

116 Current Contents Podemos optar por ver mais informação de cada um dos registos recuperados, a partir do seu título.

117 Current Contents Passamos assim a ver o registo em formato completo.

118 Current Contents Neste formato obtemos, para além dos dados que já tínhamos anteriormente, um conjunto de outros campos, dos quais se destaca o «abstract».

119 Current Contents Outro campo importante é o que contém a afiliação institucional e o endereço dos autores.

120 Current Contents A partir do botão «Serviços b-on» podemos verificar se temos acesso ao texto integral de um artigo.

121 Current Contents Voltando à lista de registos...

122 Current Contents Podemos continuar a pesquisa, agora apenas dentro destes registos, a partir das opções da caixa «Refine results».

123 Current Contents A primeira opção é a de pesquisar apenas dentro dos registos recuperados.

124 Current Contents A primeira opção é a de pesquisar apenas dentro dos registos recuperados.

125 Current Contents Podemos também limitar por áreas temáticas. Cada periódico está associado a determinadas áreas temáticas (uma ou várias). Ao limitar por área temática iremos apenas obter os registos relativos a periódicos classificados nessa área temática.

126 Current Contents A caixa «Refine Results» mostra as áreas temáticas com maior número de registos, mas podemos ver mais áreas através das opções disponíveis a partir de «more».

127 Current Contents Outro tipo possível de refinamento é de acordo com os tipos de documento. Novamente, a opção «more» permite visualizar todos os tipos de documento.

128 Current Contents A janela seguinte aparece quando seleccionamos a opção «more».

129 Current Contents Podemos também refinar os resultados de acordo com uma série de outros critérios: por autor, título do periódico, ano de publicação, afiliação institucional dos autores, idiomas, países.

130 Current Contents Ao pressionar cada uma das setas laterais, abrem-se as opções de refinamento correspondentes.

131 Current Contents Em vez de refinar, podemos optar por analisar os resultados, isto é, obter dados adicionais sobre os artigos recuperados. Para isso, clicamos em «Analyze Results». Essa opção está disponível na parte superior da página...

132 Current Contents... ou no fundo da caixa «Refine Results».

133 Current Contents Abre-se uma nova janela, onde poderemos proceder à análise dos resultados de acordo com diferentes critérios.

134 Current Contents Qual o autor com mais documentos recuperados?

135 Current Contents De que tipos são os documentos?

136 Current Contents A que instituições pertencem os autores?

137 Current Contents Em que idiomas estão escritos os documentos?

138 Current Contents Quando foram publicados os documentos? Notemos que, neste caso, pode fazer sentido alterar o critério de ordenação.

139 Current Contents Em que periódicos foram publicados os documentos?

140 Current Contents A que áreas disciplinares pertencem?

141 Current Contents De que países são os autores?

142 ISI Proceedings

143 O que é a ISI Proceedings? A ISI Proceedings é uma base de dados que contém artigos apresentados em conferências, independentemente de terem sido publicados em livros de actas da própria conferência ou como artigo regular de um periódico. Contém mais de de registos, de mais de conferências. É actualizada semanalmente, num total de cerca de registos por ano.

144 ISI Proceedings Como entrar na «ISI Proceedings»? Entramos no novo interface da «ISI Web of Knowledge». Seleccionamos o separador «Select a Database».

145 Escolhemos a opção «ISI Proceedings». ISI Proceedings

146 O uso da «ISI Proceedings» permite identificar quais são as ideias e os temas emergentes e a investigação mais recente em campos específicos, mesmo antes do aparecimento destes temas na literatura periódica. Cerca de 70% da informação contida na ISI Proceedings não está disponível nos periódicos científicos. ISI Proceedings

147 Vejamos apenas um exemplo do tipo de informação que encontramos nesta base de dados. Pesquisemos a expressão «internet addiction», limitada ao título dos documentos. ISI Proceedings

148 A pesquisa devolve nove registos. ISI Proceedings

149 Nos resultados obtidos, é possível ver os dois tipos de documentos recuperados. Os registos 2 e 4 referem-se a documentos apresentados em conferências, mas que foram depois publicados em periódicos científicos. ISI Proceedings

150 Nos Estes dois registos seriam encontrados também na «Web of Science», por exemplo... ISI Proceedings

151 Os registos 1 e 3 referem-se a documentos apresentados em conferências, que não tiveram posterior edição num periódico científico. Estes dois registos apenas são encontrados na «ISI Proceedings». ISI Proceedings

152 Journal of Citation Reports

153 O que é «JCR»? O «Journal Citation Reports (JCR)» é um recurso essencial para a avaliação e comparação de periódicos, recolhendo dados referentes a cerca de periódicos científicos a nível mundial. O JCR permite conhecer dados bibliométricos dos diferentes periódicos e compará-los dentro de uma mesma área científica.

154 Journal of Citation Reports Qual a utilidade do «JCR»? Esta ferramenta é importante: para bibliotecas e centros de documentação, para definição de políticas de aquisição; para autores e investigadores, para decidir onde publicar, por exemplo, ou saber quais os títulos de referência na sua área de investigação para as instituições a que os autores estão ligados, para verificar tendências de publicação, saber a importância dos títulos onde os seus autores publicam, etc.

155 Journal of Citation Reports Actualização: O «JCR» é actualizado todos os anos; normalmente, em meados do ano civil. Assim, a edição mais recente é a que contém os dados de 2006; só a partir de Junho/Julho de 2008 estará disponível a edição com os dados de 2007

156 Como entrar no «JCR»? Entramos no novo interface da «ISI Web of Knowledge». Seleccionamos o separador «Additional Resources». Journal of Citation Reports

157 Escolhemos a opção «Journal Citation Reports». Journal of Citation Reports

158 O JCR é composto por duas edições: «Science edition» «Social Sciences edition». A primeira opção a fazer é seleccionar qual das edições do JCR pretendemos consultar

159 Journal of Citation Reports Uma vez seleccionada a base de dados, deveremos seleccionar uma opção: visualizar um grupo de periódicos, por categoria, editor, ou país; procurar um periódico específico; ver todos os periódicos.

160 Journal of Citation Reports Escolhendo a opção de visualizar um grupo de periódicos, estes podem ser visualizados por categoria, por editor ou por país de publicação. A opção mais frequentemente utilizada é a de visualização por categoria, para avaliar e comparar periódicos dentro de uma mesma área científica.

161 Journal of Citation Reports Seleccionaremos então a base de dados para a área das ciências sociais, escolhemos a opção de visualizar periódicos por categoria e pressionamos o botão Na janela seguinte, obtém-se uma lista das diversas categorias em que os periódicos aparecem classificados.

162 Journal of Citation Reports Devemos escolher a categoria que nos interessa. Devemos também escolher o tipo de ordenação para a lista de periódicos: ou por título, ou de acordo com uma série de indicadores bibliométricos.

163 Journal of Citation Reports Feitas estas opções, pressionamos o botão Vai-nos ser mostrada uma lista com os periódicos da categoria «Anthropology», ordenados por título.

164 Journal of Citation Reports Os periódicos classificados nesta categoria, num total de 51, são apresentados em conjuntos de 20 por página. São apresentados os diferentes dados bibliométricos nas colunas da tabela, surgindo destacada a cor a coluna referente ao critério de ordenação escolhido. Para alterar o critério de ordenação dos periódicos, podemos escolher outra opção na caixa «Sort by». Podemos, por exemplo, ordená-los por factor de impacto.

165 Journal of Citation Reports Os periódicos surgem agora ordenados por factor de impacto.

166 Journal of Citation Reports O factor de impacto é uma medida de frequência com que o artigo médio de um periódico foi citado, num determinado período coberto por uma edição do JCR. O factor de impacto é calculado dividindo o número de citações correntes a artigos publicados nos últimos dois anos pelo número total de artigos publicados nesse mesmo período.

167 Journal of Citation Reports O factor de impacto ajudará a avaliar a importância relativa de um periódico, quando comparado com outros do mesmo campo científico. O primeiro periódico da lista (Journal of Human Evolution) é o que apresenta um maior factor de impacto: 3,077.

168 Journal of Citation Reports Se clicarmos sobre o seu título, obteremos informação mais detalhada sobre ele (designação e categorias onde o periódico foi incluído, país de publicação, etc.).

169 Journal of Citation Reports Mais abaixo, encontramos o cálculo relativo ao seu factor de impacto

170 Journal of Citation Reports Outros indicadores bibliométricos são mostrados em seguida. Destacamos, entre eles, o «immediacy index» (índice de imediaticidade). O «immediacy index» é uma medida da rapidez com que um artigo (o artigo médio) de um periódico é citado. Este índice revelará a frequência com que artigos publicados num dado periódico são citados nesse mesmo ano.

171 Journal of Citation Reports O «immediacy index» é calculado dividindo-se o número total de citações de artigos publicados num determinado ano pelo número de artigos publicados nesse ano.

172 Journal of Citation Reports Outro indicador bibliométrico é o «cited half-life» (semi-vida de citações recebidas). O indicador «cited half-life» é o número de anos, a partir do presente, que representam 50% das citações recebidas. Este número ajuda a avaliar a «esperança de vida» da maioria dos artigos citados de um dado periódico. Apenas o «cited half-life» dos periódicos citados pelo menos 100 vezes é calculado.

173 Journal of Citation Reports Um maior ou menor «cited half-life» não implica nenhum valor particular para um periódico. por exemplo, um periódico que publique resultados de investigação primária poderá ter valores de «cited half-life» maiores do que um periódico que se dedique mais à rápida divulgação de informação corrente.

174 Journal of Citation Reports Este indicador pode ser útil, por exemplo, para as bibliotecas e centros de documentação, para a política de desenvolvimento de colecções ou de gestão de espaços (tomada de decisões quanto a arquivo ou retenção).

175 Journal of Citation Reports O «citing half-life» (semi-vida de citações feitas) é o número de anos, a partir do presente, que representam 50% das citações efectuadas por um periódico. Este número ajuda a avaliar a «idade» da maioria dos artigos referenciados pelo periódico.

176 Journal of Citation Reports Uma outra indicação interessante que podemos obter é a tendência do factor de impacto da publicação ao longo dos anos. Pressionando o botão, mais acima na página, obteremos um gráfico que ilustra a tendência do factor de impacto do periódico nas últimas cinco edições anuais do JCR.

177 Journal of Citation Reports Sempre que pretendermos guardar os dados referentes a um determinado periódico, para posterior comparação ou para exportação para uma aplicação diferente, podemos seleccioná-lo, validando o quadro na coluna «mark».

178 Journal of Citation Reports Se pretendêssemos marcar todos, teríamos também a opção. Em seguida, podemos guardar esses periódicos marcados, utilizando o botão. Podemos fazer diferentes pesquisas e ir sempre marcando mais títulos, até a um máximo de 500.

179 Journal of Citation Reports A qualquer momento, podemos verificar a nossa lista de títulos marcados, a partir do botão «Marked list», que entretanto foi acrescentado à barra superior. Pressionando esse botão, veremos então a lista de todos os periódicos marcados até ao momento.

180 Journal of Citation Reports Podemos a qualquer momento alterar a lista, acrescentando ou eliminando periódicos. Do mesmo modo, poderemos apagar a totalidade dos títulos guardados, seleccionando a opção «Clear marked list». Por razões de segurança, aparecerá uma janela intermédia, solicitando a confirmação da acção.

181 Journal of Citation Reports A lista pode igualmente ser guardada num ficheiro, através do comando. Uma vez guardados, os dados podem ser descarregados e manipulados numa folha de cálculo, como o Excel. Uma terceira opção será a de formatar os dados para impressão, acessível a partir do botão.

182 Journal of Citation Reports Abre-se uma nova janela, com os mesmos dados, mas sem imagens, mais adequada para impressão.

183 A sua opinião é importante para nós. Por favor preencha o questionário disponível em

184 Obrigado!


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