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Professora enfermeira : Carla Gomes. A cirurgia urológica envolve procedimentos realizados nos: rins, ureteres, bexiga, uretra órgãos genitais masculinos.

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1 Professora enfermeira : Carla Gomes

2 A cirurgia urológica envolve procedimentos realizados nos: rins, ureteres, bexiga, uretra órgãos genitais masculinos. Os problemas a serem tratados podem ser congênitos ou adquiridos (AUSIELLO, 2005).

3 A cirurgia renal pode incluir a : nefrectomia (remoção do rim), transplante renal para insuficiência renal crônica, procedimentos para remover obstrução, tal como cálculos ou tumores, procedimentos para introduzir tubos de drenagem, (nefrostomia). As abordagens variam mas podem envolver o flanco, as regiões torácicas e abdominal.

4 A nefrectomia é mais utilizada, para tumores malignos do rim, mas também pode estar indicada para traumatismo e rim que não mais funciona devido a distúrbios obstrutivos e outras doenças renais. A ausência de um rim não leva a uma função renal inadequada quando o rim remanescente é normal.

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6 As cirurgias mais comuns.... Nefrectomia: remoção de um rim. Realizada para tratar algumas anormalidades congênitas unilaterais e que são causadoras de obstrução renal ou hidronefrose, tumores e lesões graves. Ureterostomia cutânea: desvio da corrente urinária pela anastomose dos ureteres, a uma alça isolada do íleo, que é exteriorizada na parede abdominal como uma ileostomia. Realizada após cistectomia total ou radical e remoção da uretra.

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8 Cistectomia: excisão da bexiga e estruturas adjacentes; pode ser parcial para retirar uma lesão, ou total, para excisão de tumores malignos. Esta cirurgia envolve geralmente um procedimento adicional de ureterostomia. Prostatectomia: é a remoção cirúrgica da glândula e sua cápsula; geralmente para tratamento de carcinoma ou porções anormais da próstata.

9 Assistência de enfermagem – pré operatória: Preparar o paciente para cirurgia, com informações a respeito da rotina da sala de cirurgia, administrar antibióticos para limpeza intestinal. Avaliar os fatores de risco para a tromboembolia (Fumo, uso de anticoncepcionais orais varizes nas extremidades inferiores) e aplicar meias elásticas, se prescrito. Rever os exercícios com a perna e fornecer informações a respeito das meias compressivas/seqüenciais que serão utilizadas no pós-operatório.

10 Avaliar o estado pulmonar (presença de dispnéia, tosse produtiva, outros sintomas cardíacos relacionados) e ensinar os exercícios de respiração profunda, tosse eficaz e uso do espirômetro de incentivo. Se a embolização da artéria renal está sendo feita antes da cirurgia para pacientes com carcinoma de células renais, monitorar e tratar dos seguintes sintomas da síndrome pós-infarto, que pode durar até 3 dias: - Dor no flanco. - Febre. - Leucocitose. - Hipertensão.

11 Assistência de enfermagem- pós operatória A avaliação do paciente após cirurgias urológicas envolve, principalmente: Atenção ao balanço hidroeletrolítico. A monitorização contínua do débito urinário a cada hora, durante as primeiras 24 horas é essencial, a fim de proteger e preservar a função renal residual dos rins. Inicialmente, a urina apresenta-se sanguinolenta, tornando-se rosea e, a seguir, adquire sua cor normal.

12 Quando está prevista a drenagem de grandes quantidades de fragmentos celulares e coágulos sanguíneos, recorre- se à irrigação contínua. Este sistema pode ser empregado para lavagem periódica da bexiga. Deve ser fechado, contínuo e estéril para reduzir o risco de infecção.

13 O líquido de irrigação será isotônico, pois a água destilada pode provocar depleção dos eletrólitos ou intoxicação hídrica. Na irrigação intermitente utiliza-se solução isotônica em pequenas quantidades (60 a 100ml), na contínua, o volume deve ser suficiente para manter o fluxo de drenagem da urina límpido ou ligeiramente rosado. A equpe de enfermagem avaliará frequentemente a permeabilidade do cateter, assegurando-se que esteja drenando. Manterá registro preciso da ingesta oral, da administração endovenosa e dos débitos, anotando a quantidade infundida na irrigação. A solução de irrigação será subtraída dos registros de ingestão e excreção, para evitar uma medida inexata da função renal do paciente e da retenção vesical.

14 Na presença de estoma, observar o tamanho, formato e cor. Uma cor parda ou cianótica pode indicar um suprimento sanguíneo insuficiente e início de necrose. O enfermeiro permanecerá atento aos sinais de peritonite, pois o vazamento provoca entrada de urina na cavidade abdominal. O pH da urina será verificado, visto que, a urina alcalina irrita a pele e facilita a formação de cristais. A irritação pode resultar também de mudança excessiva da bolsa de drenagem. Todas as vezes que a bolsa for trocada, a pele ao redor do estoma será limpa com água e sabão; se houver cristais sobre a pele, lavar com solução diluída de vinagre para ajudar a removê-los.

15 Uma compressa de gaze ou tampão será colocada sobre o estoma durante a limpeza, para evitar que a urina flua sobre a pele. Durante as mudanças dos dispositivos deixar a pele exposta ao ar pelo maior período possível. Bolsa do tipo "Karaya" não pode ser usada como bolsa urinária, pois é corroída pela urina. O paciente pode apresentar dor em resposta a cirurgia; dor adicional se a drenagem dos tubos urinários estiver obstruída; espasmos vesicais causados pela superdistensão da bexiga ou, ainda, irritação provocada pelo balonete do cateter de demora.

16 Complicações: hemorragia, choque, tromboflebite, pielonefrite, pneumotórax infecção.

17 O enfermeiro deve observar o volume, cor, odor e concentração urinários; e estar atento ao débito urinário, condições e permeabilidade do sistema de drenagem, bem como a presença de sedimentos na urina. A ingesta líquida adequada é excepcionalmente importante para este paciente, no pós-operatório. Grandes quantidades de líquido são geralmente a regra; se o paciente pode tolerá-los por via oral, deve-se escolher esta via. É necessário trocar curativos sempre que for preciso, e utilizar barreira a fim de proteger a pele de escoriações causadas pela acidez da urina.

18 Prostatectomia Esta cirurgia, retira-se total ou parcialmente a próstata. É realizada nos casos de hipertrofia prostática ou de tumores localizados na próstata.

19 Assistência de enfermagem no pré- operatório: Estão voltados para os pacientes com hipertrofia prostática, que podem apresentar retenção urinária devido à compressão da uretra. Por essa razão, eles são submetidos a um cateterismo vesical, e por isso, precisam receber cuidados especiais, tais como: Medir a urina que sai pela sonda e verificar sua densidade; Controlar a temperatura. Esses pacientes têm tendência à infecção urinária.

20 Pós cirúrgico: Após uma prostatectomia, o paciente retorna da sala de operação com uma sonda uretral de três vias (three-way) e um sistema de irrigação vesical continua. O soro entra por uma das vias, lava a bexiga e sai, junto com a urina, por outra via que está conectada a uma bolsa coletora estéril, de sistema fechado. A terceira via serve apenas para insuflar o balonete que fixa a sonda dentro de bexiga. A irrigação contínua tem a finalidade de evitar a formação de coágulos que obstruem a sonda, causam muita dor e, às vezes, determinam a necessidade de nova intervenção cirúrgica para sua retirada. Por isso, é fundamental o auxiliar de enfermagem seguir os seguintes procedimentos.

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22 Assistência de enfermagem no pós operatório Deixar a irrigação correr em gotejamento rápido, entre 50 e 80 gotas por minuto, em especial nas primeiras horas, quando o sangramento é mais intenso. O gotejamento pode ser diminuído quando a drenagem se torna clara e assume um aspecto de urina.

23 Esse procedimento geralmente é realizado sob orientação do enfermeiro, mas o fechamento e a retirada da irrigação são determinados pelo cirurgião. Registrar, na folha de balanço hídrico, os líquidos eliminados e os administrados no paciente, inclusive em infusões venosas e na irrigação da bexiga. Isso é importante para ajudar a avaliar as causas de choque hipovolêmico que pode ocorrer nas primeiras horas após a operação;

24 Conectar a sonda da cistostomia em bolsa estéril e trocar seu curativo freqüentemente, caso o paciente venha da cirurgia com ela; Estimular a ingestão hídrica, após a retirada da irrigação; Orientar o paciente, por ocasião da alta hospitalar, a não ingerir bebidas alcoólicas, evitar dirigir automóvel por tempo prolongado e continuar ingerindo bastante líquido. Caberá ao médico conversar com o paciente, informando-o sobre o eventual aparecimento de infertilidade ou impotência, decorrente da operação.

25 Complicações imediatas Hemorragia; Choque; Obstrução da sonda e conseqüente parada da drenagem. Complicações mediatas Infecção; Impotência sexual, que ocorre somente em alguns casos, quando a operação é radical e determinados nervos são seccionados (cortados).


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