A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

3. 2 1 Gestão Financeira UFF – 2011 – 2 semestre Prof. Jose Carlos Abreu.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "3. 2 1 Gestão Financeira UFF – 2011 – 2 semestre Prof. Jose Carlos Abreu."— Transcrição da apresentação:

1 3

2 2

3 1

4 Gestão Financeira UFF – 2011 – 2 semestre Prof. Jose Carlos Abreu

5 Boa Noite ! Nossas Aulas Parte III

6 Parte III DECISÃO DE INVESTIMENTOS CURTO/LONGO PRAZO RACIONAMENTO DE CAPITAL

7

8 Trata da decisão dos Investimentos Empresariais e da Gestão de liquidez: Investimentos de CURTO prazo = Decisão de Investimentos em Ativos de Giro Investimentos de CURTO prazo são investimentos mais líquidos Investimentos de LONGO prazo = Decisão de Investimentos em Ativos Permanentes Investimentos de LONGO prazo são investimentos menos líquidos

9 Decisão dos Investimentos Curto e Longo Prazos Uma Analise comparativa Ativos de Giro: Ativos Permanentes: Capital Circulante Capital Fixo Maturidade Baixa Maturidade Alta Risco Baixo Risco Alto Retorno Baixo Retorno Alto

10 Investimento corporativo, em geral, quando comparado ao investimento em títulos, possui baixa: Divisibilidade Capacidade de reversão Liquidez

11 Exemplo: Tomada de decisão para compra de equipamento moderno para substituir equipamento obsoleto. Suponha uma firma que apresente os seguintes dados abaixo. Determinar o FC livre apos taxas e impostos.

12 Passo 1: Saída de caixa para investimento no ano 0 Io = - $ $2.000 = - $18.000

13 Passo 2: Entradas e saídas futuras de caixa, devidas ao projeto de compra de maquina nova: FonteContábilCaixa Redução de custos (+) Depreciação Depreciação Maquina Nova (-) Depreciação Maquina Velha (+) Depreciação Incremental (variação em depreciação) Ganho Bruto Adicional IR (50%) Resultado Adicional Liquido Resultado: O Fluxo de Caixa relevante para a tomada de decisao é $5.600,00

14 Classificação da relação entre projetos de investimentos: * ExcludentesAceitar um, implica em rejeitar outro(s) * DependentesAceitar um, depende da aceitação de outro(s) * IndependentesAceitar ou rejeitar projetos não possui relação entre si

15 RACIONAMENTO DE CAPITAL: Aceitação de projetos condicionada a disponibilidade de fundos para financiar os investimentos. Nesta situação: Pode-se rejeitar propostas aonde o VPL > 0. Método de seleção: * Não pode escolher projeto somente com base no VPL individual. * Combinar projetos que produzam máximo S VPL possível, dado o racionamento.

16 RACIONAMENTO DE CAPITAL COM UMA RESTRIÇÃO: Região de aceitação:Caso clássico: r > K Restrição de capital: I0 C0 Taxa de| retorno| |Região de| |aceitação| || K| || | C0Fundos ano 0

17 Lista 23: Elaborar um texto para explicar a um publico leigo qual é a diferença entre DECISÃO DE INVESTIMENTOS CURTO e LONGO PRAZO Elaborar um texto para explicar a um publico leigo o que é RACIONAMENTO DE CAPITAL No máximo com 10 paginas

18 DECISÕES DE INVESTIMENTO – DI X DECISÕES DE FINANCIAMENTO – DF

19 Comparação Decisão de investimentoDecisão de Financiamento Compra/venda de maquinárioEmissão/compra de Debenture Mais difíceisMais fáceis Mais complicadaMais simples Menor grau de reversibilidadeMaior Grau de reversibilidade VPL > 0Raro VPL > 0 Afeta FC totalNão Afeta FC total, apenas sua composição

20 DECISÕES DE INVESTIMENTO – DI X DECISÕES DE FINANCIAMENTO – DF Lista 24: Elaborar um texto para explicar a um publico leigo qual é a diferença entre DI e DF. No máximo com 5 paginas

21 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS AS FONTES DE RECURSOS DE EMPRESA Fontes de Recursos da Empresa Capital Proprio Capital de Terceiros AVALIAÇÃO DE EMPRESAS SEM IR: Exemplo Completo da Deep Space Company, do uso dos diversos custos do capital e dos respectivos fluxos de caixa projetados para avaliação de empresas, na ausência de Imposto de Renda. Calculo e conferencia.

22 DEEP SPACE COMPANY Considere que o próximo exercício é O valor dos dividendos projetados é $114,00 por ação. Não existe reinvestimento. A distribuição dos lucros é de 100%. Existem ações da Firma Deep Space. O valor total dos juros a serem pagos referentes a este exercício é $90.000,00. A taxa Kd é 8% ao ano. A taxa Ks é 12% ao ano. Pede-se; Calcular o valor total do equity ; O valor de cada ação. O valor das dividas. O FCO e o CMPC da Deep Space Co. Considere a alíquota do IR zero.

23 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Solução:Próximo exercício é Valor dos dividendos projetados: Taxa esperada de retorno para os acionistas:12 % Valor das ações: Valor dos juros a serem pagos aos credores Taxa de juros (media) da divida8 % Valor da divida

24 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS O valor total empresa deve ser então: ações dividas Valor da Firma

25 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Vamos conferir calculando de outra forma, através do CMPC da firma: CMPC = Kd (1-IR) { D / (D+S)}+Ks { S / (D+S) } CMPC= 0,08 (1 - 0) ( ) / ,12 ( ) / = 0,098313

26 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Vamos conferir: Dado que não estamos considerando a incidência de taxas nem impostos, podemos descontar o valor do Lajir da firma para obtermos seu valor: LAJIR$ ,00 IR0,00 FCO$ ,00 O valor da firma será então: / 0, =

27 CONCILIAÇÃO ENTRE O VALOR DA FIRMA, VALOR DA DÍVIDA E O VALOR DAS AÇÕES DOS ACIONISTAS. Valor da firma =Valor das Ações + Valor das dívidas V = D + S Onde: Valor das dividas= Juros / Kd Valor das ações= Dividendos / (Ks – g) OU Valor da Firma = FCO / CMPC = LAJIR (1-IR) / CMPC Observação: Como você pode observar estamos considerando um cenário de perpetuidade

28 Lista 25: Avaliação de Projetos e Empresas 1) TRIUMPHO Comida Canina S. A.

29 Lista 25: Avaliação de Projetos e Empresas 1) TRIUMPHO Comida Canina S. A. Considere que o próximo exercício é O valor dos dividendos projetados é $16,00 por ação. Não existe reinvestimento. A distribuição dos lucros é de 100%. Existem ações da Firma Triumpho. O valor total dos juros a serem pagos referentes a este exercício é $ ,00. A taxa Kd é 12% ao ano. A taxa Ks é 18% ao ano. IR é zero.

30 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS COM IR & BENEFÍCIOS FISCAIS Exemplo Completo Uso dos diversos custos do capital e dos respectivos fluxos de caixa projetados para avaliação de empresas, na presença de IR com Benefícios Fiscais. Calculo e conferencia.

31 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS COM IR & BENEFÍCIOS FISCAIS Exemplo: Suponha a QUIKOISA que tenha um Lajir de $500 e uma dívida de $1.000 sobre a qual pague uma taxa de juros, Kd, igual a 8% ao ano. Assuma que a taxa de retorno adequada aos acionistas, Ks, seja de 12% ao ano. O imposto de renda é de 30%. Calcule CMPC, o valor das ações da firma (equity) e o valor total da firma em condições de perpetuidade.

32 AVALIAÇÃO DA EMPRESA QUIKOISA Solução: LAJIR 500 Juros (1000 x 0.08) 80 LAIR 420 IR (0.30 x 420) 126 Lucro (b=0, r = 0) 294

33 AVALIAÇÃO DA EMPRESA QUIKOISA Valor do Equity (Pat Sócios):294 / 0.12 = Valor da Divida:80 / 0.08 = Então valor total da firma devera ser : = 3.450

34 AVALIAÇÃO DA EMPRESA QUIKOISA Calculo do CMPC: = Ks [S/(D+S)] + Kd (1-IR) [D/(D+S)] = 0.12 (S / V) ( ) D / V = 0.12 (2.450 / 3.450) ( ) / = = 10,145% ao ano

35 AVALIAÇÃO DA EMPRESA QUIKOISA Checagem : a)V=LAJIR (1 - IR) / CMPC =500 (1- 0,3) / 0,10145 =3.450 b)Dividendos / Ks= Valor equity= 294 / 0,12= Juros / Rd= Valor Dívida= 80 / 0,08= Soma = 3.450

36 Lista 26: Avaliação de Projetos e Empresas EXERCÍCIOS SOBRE CUSTOS DE CAPITAL E AVALIAÇÃO DE EMPRESAS: 1) Suponha que a Xhata Empresa de Balsas S/A tenha projetado (para o próximo período) um Lajir de $ Os juros são de $150,00 por ano em perpetuidade. Não existe reinvestimento. Distribuição dos lucros é integral. A taxa Kd é 10% ao ano e a taxa Ks é 15% ao ano. O imposto de renda é de 30%. Calcule CMPC, o valor das ações da firma (equity) e o valor total da firma em condições de perpetuidade.

37 Próxima AULA 1) ESCOLHENDO A MELHOR ESTRUTURA DE CAPITAL (RELAÇÃO D/S): 2) Princípios de Alavancagem - Alavancagem Operacional - Alavancagem Financeira - Alavancagem Combinada 3) ORÇAMENTO

38 Fazer Lista de EXERCÍCIOS 28 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 & 9

39 Aula 8/11/2011

40 ESCOLHENDO A MELHOR ESTRUTURA DE CAPITAL (RELAÇÃO D/S): A melhor relação D/S é uma solução de compromisso entre diversas variáveis. As principais variáveis que devem ser ponderadas para a decisão da estrutura de capital de uma firma são:

41 ESCOLHENDO A MELHOR ESTRUTURA DE CAPITAL (RELAÇÃO D/S): 1) Impostos 2) Risco 3) Tipo de Ativo 4) Folga Financeira

42 ESCOLHENDO A MELHOR ESTRUTURA DE CAPITAL (RELAÇÃO D/S): Trabalho para Casa O que é a relação D/S ? Quais as consequencias de uma relação D/S desiquilibrada. Por que buscamos a relação D/S ótima.

43 Princípios de Alavancagem - Alavancagem Operacional - Alavancagem Financeira - Alavancagem Combinada

44 Princípios de Alavancagem ALAVANCAGEM: OPERACIONAL, FINANCEIRA E COMBINADA Estes dois tipos básicos de alavancagem podem ser melhor definidos com referencia à Demonstração de Resultados da empresa. A tabela abaixo apresenta o formato típico desta demonstração. Leitura da Apostila

45 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL GAO =Variação percentual do LAJIR / Variação percentual das vendas

46 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM OPERACIONAL Exemplo:Caso 2InicioCaso 1 Vendas(unidades) Receitas de vendas ($10und) Custos op Variáveis ($5und) Custos operacionais fixos LAJIR GAO Caso 1:+ 100% / + 50%=2.0 GAO Caso % / - 50%=2.0

47 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM FINANCEIRA GAF= Variação percentual no LPA / Variação percentual no LAJIR

48 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM FINANCEIRA Exemplo:Caso 2InicioCaso 1 LAJIR Despesas de juros LAIR IR LL Dividendos preferenciais Dividendos comuns

49 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM FINANCEIRA GAF Caso 1:+100% / + 40% =2.5 GAF Caso 2:- 100% / - 40% =2.5

50 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM COMBINADA GAC= Variação percentual no LPA / Variação percentual nas Vendas Formula Direta: GAC=GAO xGAF

51 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM COMBINADA Exemplo: Uma empresa espera vender unidades a $5 a unidade no próximo ano e

52 MEDINDO O GRAU DE ALAVANCAGEM Lista 27: Calcular o GAO, GAF e o GAC Calcular o GAO, GAF e o GAC da Firma XERETA.

53 ORÇAMENTO A base da Controladoria Operacional é o processo de planejamento e controle orçamentário, também denominado de planejamento e controle financeiro ou planejamento e controle de resultados. O orçamento é a ferramenta de controle por excelência de todo o processo operacional da empresa, pois envolve todos os setores da companhia.

54 ORÇAMENTO Definição Orçamento é a expressão quantitativa de um plano de ação e ajuda à coordenação e implementação de um plano. Orçar significa processar todos os dados constantes do sistema de informação contábil de hoje, introduzindo os dados previstos para o próximo exercício, considerando as alterações já definidas para o próximo exercício.

55 ORÇAMENTO Objetivos O orçamento pode e deve reunir diversos objetivos empresariais, na busca da expressão do plano e do controle de resultados. Portanto, convém ressaltar que o plano orçamentário não é apenas prever o que vai acontecer e seu posterior controle.

56 Exemplos de propósitos gerais que devem estar contidos no plano orçamentário 1- Orçamento como sistema de autorização: O orçamento aprovado não deixa de ser um meio de liberação de recursos para todos os setores da empresa, minimizando o processo de controle. 2- Um meio para projeções e planejamento: O conjunto de peças orçamentárias será utilizado para o processo de projeções e planejamento, permitindo, inclusive, estudos para períodos posteriores. 3- Um canal de comunicação e coordenação: Incorporando os dados do cenário aprovado e das premissas orçamentárias, é instrumento para comunicar e coordenar os objetivos corporativos e setoriais 4- Um instrumento de motivação: Na linha de que o orçamento é um sistema de autorização, ele permite um grau de liberdade de atuação dentro das linhas aprovadas, sendo instrumento importante para o processo motivacional dos gestores 5- Um instrumento de avaliação e controle: Considerando também os aspectos de motivação e de autorização, é lógica a utilização do orçamento como instrumento de avaliação de desempenho dos gestores e controle dos objetivos setoriais e corporativos 6- Uma fonte de informação para tomada de decisão: Contendo os dados previstos e esperados, bem como os objetivos setoriais e corporativos, é uma ferramenta fundamental para decisões diárias sobre os eventos econômicos de responsabilidade dos gestores.

57 EXEMPLO de ORÇAMENTO Empresa que vende pneus de um único modelo de pneu. Preço de venda deste modelo de pneu é $92,00 por unidade. Custo Variável deste modelo de pneu é de $27,00/und. Os Custos Fixos são de $ ,00/mês. A alíquota do IR é 25%. Prazos são; Receber as vendas com 90 dias, pagar CF's a 60 dias, pagar CV a 30 dias. Fazer um orçamento para projetar a necessidade de capital de giro para os próximos 4 meses. Projeção de Vendas Janeiro Fevereiro MarçoAbril /und

58 LISTA DE EXERCÍCIOS APLICAÇÃO a REALIDADE das EMPRESAS Lista 29, 30, 31,


Carregar ppt "3. 2 1 Gestão Financeira UFF – 2011 – 2 semestre Prof. Jose Carlos Abreu."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google