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Relações Harmônicas e Desarmônicas entre os Seres Vivos

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Apresentação em tema: "Relações Harmônicas e Desarmônicas entre os Seres Vivos"— Transcrição da apresentação:

1 Relações Harmônicas e Desarmônicas entre os Seres Vivos

2 Relações Harmônicas e Desarmônicas entre os Seres Vivos
Os seres vivos que vivem em um ecossistema interagem entre si, ou seja, relacionam-se. Qualquer uma dessas relações de convivência entre seres vivos é chamada de simbiose (do grego syn= juntos e bios=vida), seja ela benéfica ou prejudicial.

3 Relações Harmônicas e Desarmônicas entre os Seres Vivos
As relações podem ser entre: seres de mesma espécie (intra-específicas) seres de espécies diferentes (inter-específicas) Elas são classificadas em: harmônicas desarmônicas

4 Relações Harmônicas Neste tipo de relação, nenhum dos envolvidos é prejudicado, sendo que um deles pode ou não ser beneficiado. Relações intra-específicas: Colônias Sociedades Relações Interespecíficas Comensalismo Inquilinismo Mutualismo Protocooperação

5 As Relações Harmônicas Intra-específicas
Colônias Colônias são aglomerados de seres pertencentes a uma mesma espécie, para os quais é impossível viver separados. Existem dois tipos de colônias as isomorfas e as heteromorfas. A imagem ao lado apresenta um dos exemplos mais comuns de colônia, um coral. Além dos corais, existem sob a forma de colônias: as caravelas, as cracas e as esponjas .

6 Sociedades Seres de mesma espécie, que possuem plenas condições de vida isolada,mas optam por viver em coletividade, para aumentar as chances de sobrevivência. Apresentam independência física e podem ou não ocorrer diferenciações entre os indivíduos ou trabalhos desenvolvidos. Ao lado, vemos um cardume de Artêmias sp, que vivem em sociedade para proteger-se dos predadores. Em um cardume, é muito difícil para um predador escolher um único indivíduo para atacar.

7 As Relações Harmônicas Inter - específicas
Comensalismo Nessa relação, apenas uma das espécies se beneficia e a outra não é prejudicada . Geralmente envolve a busca de uma espécie por alimento, em geral os restos de alimento da outra. O animal que busca esse alimento é dito comensal. Ao lado, as imagens mostram a Rêmora, um peixe ósseo, que possui uma ventosa, através da qual se fixa em outros peixes, ou até mesmo répteis marinhos, para aproveitar as suas sobras.

8 Inquilinismo No inquilinismo, a espécie inquilina procura abrigo, suporte, ou proteção contra seus predadores, em seres de outra espécie. Um bom exemplo é o Peixe Cardeal que costume se abrigar entre os espinhos dos ouriços para proteger-se de seus predadores. Outro exemplo são os peixes palhaços que se abrigam em anêmonas. Nesse caso, pode ser, também, um caso de comensalismo, pois o peixe palhaço pode alimentar-se dos restos da anêmona. Pode, ainda, ser um caso de protocooperação, pois além de alimentar-se ele também pode atrair seus predadores para servirem de alimento para a anêmona.

9 Mutualismo Nessa relação existe dependência entre os dois indivíduos de espécies diferentes: a união é obrigatória para a sobrevivência de ambos. Um bom exemplo é dado pelo gobião e uma espécie de camarão. O gobião habita em tocas e túneis e não possui a habilidade de cavá-los, mas possuí uma excelente visão. O camarão é um excelente escavador, mas com péssima visão. Assim, enquanto o camarão cava, o gobião fica de vigia. A comunicação entre eles se dá pelo contato físico das antenas do camarão com o gobião: caso um predador apareça ou o camarão se afaste demais da toca, o gobião o guia de volta para segurança.

10 Protocooperação Ocorre entre animais de espécies distintas, onde ambos são beneficiados. No entanto, não é indispensável para sobrevivência de ambos, podendo ser passageira ou ocasional. Um exemplo é a relação entre um crustáceo “bernardo-eremita” ou “ermitão” e conchas abandonadas de gastrópodes, as quais ele habita, para proteger seu corpo mole . Além disso, deixa que anêmonas se fixem na concha, afastando possíveis predadores. Enquanto isso, elas comem seus restos alimentares. Nesse caso, a relação é de protocooperação.

11 As Relações Desarmônicas Intra- específicas
Canibalismo Ocorre quando seres da mesma espécie alimentam-se uns dos outros. Isso é comum entre tubarões de grande porte.

12 Competição interespecífica
Ocorre quando indivíduos competem pelos mesmos alimentos. Um dos exemplos é de peixes que se alimentam do mesmo tipo de alga

13 As Relações Desarmônicas Interespecíficas
Amensalismo ou antibiose Nessa interação, uma espécie produz e libera no ambiente substâncias que impedem o desenvolvimento de outra ou outras. Um exemplo é o fenômeno conhecido como maré vermelha, quando aparecem grandes manchas vermelhas sobre o oceano, podendo ocasionar a morte de animais na região afetada. . Esse fenômeno ocorre quando, em condições ambientais específicas, certas algas marinhas microscópicas, produtoras de substâncias altamente tóxicas, se proliferam em abundância.

14 Parasitismo Acontece quando um ser vivo "suga" seu alimento de outro, prejudicando o seu hospedeiro. Podem ou não causar a morte do hospedeiro. Pode ser: ectoparasitismo, quando o parasita é externo ao hospedeiro; endoparasitismo, quando o parasita é interno ao hospedeiro.

15 Predatismo Predatismo ou Predação se caracteriza quando uma espécie serve de alimento à outra que a caça. Em geral, os pedradores são carnívoros. A Baleia Orca, a baleia assassina, é considerada excelente exemplo de predador marinho assim como os golfinhos, que também são predadores de peixes.

16 E como fugir dos Predadores ??
Para sobreviver, cada espécie encontra um jeito de livrar-se, ou pelo menos evitar seus predadores: algumas espécies associam-se a outras para obterem um pouco mais de segurança; vivem em grandes grupos de seres de sua própria espécie; usam camuflagem; imitam outra espécie; apresentam cores muito fortes.

17 Camuflagem Adaptação para se passar por uma pedra, rocha ou qualquer coisa que não seja atraente aos olhos de um predador. Esse é o caso do linguado da foto , que mal consegue ser visto escondido na areia.

18 Mimetismo Adaptação, que torna o ser muito parecido com o de outra espécie, geralmente, venenosa ou que ofereceria risco aos predadores no caso de um ataque. Ao lado, o peixe leão que, por se assemelhar ao peixe escorpião, acabou “ganhando fama” de peixe venenoso. Sua defesa mesmo são seus espinhos .

19 Aposematismo Espécies mostram cores muito vivas e fortes (cores de advertência)para afastar predadores, que reconhecem essas cores como sinônimo de veneno ou gosto ruim. Um bom exemplo disso é Hypselodoris infucata, que exibe cores fortes alertando quem se arriscar a atacá-la.

20 Referências Consultadas
Aventura visual, editora globo, fascículo e vídeo peixes


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