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Agente de Turismo Rural ALIMENTAÇÃO. GASTRONOMIA BRASILEIRA E MINEIRA.

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Apresentação em tema: "Agente de Turismo Rural ALIMENTAÇÃO. GASTRONOMIA BRASILEIRA E MINEIRA."— Transcrição da apresentação:

1 Agente de Turismo Rural ALIMENTAÇÃO

2 GASTRONOMIA BRASILEIRA E MINEIRA

3 Do grego antigo: Estômago e conhecimento É um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e em geral a todos os aspectos culturais associados.

4 Um gastrônomo “gourmet” pode ser um cozinheiro, mas também ser uma pessoa que se preocupa com o refinamento da alimentação, incluindo, a forma como os alimentos são preparados e apresentados. Vestuário, música ou dança que acompanham as refeições

5 Por essas razões, a gastronomia tem um foro mais amplo do que a culinária. Se ocupam especificamente das técnicas de confecção dos alimentos.

6 Constitui-se como a arte de cozinhar e associar os alimentos para deles tirar o máximo sabor.

7 SOMMELIER Um provador de vinhos é um gastrônomo especializado. Do francês [bête de] somme = [besta de] carga + lier = amarrar, ligar, portanto o "amarrador (ou lidador) das cargas". Em resumo, o carroceiro dos castelos e palácios, que, por transportar as pipas de vinho, acabou sendo incumbido de provar seu conteúdo antes que fosse servido aos reis e nobres, para evitar tentativas de envenenamentos durante o transporte.

8 A alimentação passou por várias etapas ao longo do desenvolvimento humano. Evoluiu do nômade caçador ao homem sedentário, quando descobriu. A importância da domesticação dos animais e da agricultura.

9 A arte do prazer de se alimentar motivou gênios como Leonardo da Vinci, que criou vários acessórios de cozinha: esmagador de alhos, regras de etiquetas e receitas.

10 Relacionada ao aspecto comercial e cultural, fazendo parte do folclore onde em cada estado brasileiro existem pratos típicos, preparados de acordo com tradições transmitidas de geração em geração.

11 “ Estabelecimento que fornece ao público alimentação, mediante pagamento.” Classificação: Existem vários tipos de classificação, não existindo uma padronização. Serve para orientar os clientes, sendo afixados na entrada do estabelecimento. A definição e julgamento é dada pelo cliente.

12 CLASSIFICAÇÃO: TIPO: LUXO 1º, 2º E 3º CATEGORIA: Representada por símbolos como garfos ou estrelas.

13 Classificação dos Restaurantes: 5 garfos – luxo: D.O.M: (São Paulo) 3 garfos – confortável: Vecchio Sogno (Belo Horizonte) 2 garfos - médio conforto: Chez Lichea (Barbacena) 1 garfo – simples: Chão de Minas (Cachoeira do Campo)

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16 Tradicional; Internacional; Gastronômico; De especialidades; Grill; Chopperias; Fusion-food; Típicos; Fast-food; de coletividade.

17 A refeição aqui tem clima 100% rural. As verduras vêm de horta própria, a linguiça de pernil é artesanal e as galinhas caipiras ciscam perto do restaurante. As receitas são fartas, como as que levam costela e lombo conservados na própria gordura, são provadas em mesas rústicas com vista para a Serra de São José. O bufê de doces caseiros é imperdível. TIPO CLÁSSICA / INTERNACIONAL CHURRASCARIA TÍPICA

18 CAFETERIA; BUFFET; LANCHERIA; CASA DE MASSAS;

19 CONFEITARIA; SORVETERIA; CASA DE SUCOS E VITAMINAS; PUB;

20 São Sebastião das 3 Orelhas – Gonçalves Restaurantes Rurais

21 Gonçalves – MG

22 Tiradentes

23 Restaurante Pau de Angu Tiradentes

24 Tempero da D. Ângela - Bichinho

25 Toca dos Dinossauros - Peirópolis

26 O Garimpeiro - Diamantina

27 Extremo Sabor - Extrema

28 Santa Bárbara do Tugúrio

29 Quinta dos Cristais Sabará

30 O Caipira – Monte Verde

31 Sete Lagoas

32 Restaurante Adobe - Carrancas

33 Restaurante Alto dos Manacás - Ibitipoca

34 Restaurante Rancho do Pote – Catas Altas

35 Venda do Chico - Varginha

36 Cardápio

37 Detalhes que fazem a diferença: _ Localização; _ Espaços; _ Mobiliário; _ Música Ambiente; _ Material; _ Decoração.

38 Localização;

39 Impedir que odores da cozinha penetrem no restaurante; Harmonizar temperatura, iluminação e ventilação; Evitar degraus entre a cozinha e o restaurante, aproveitando os espaços disponíveis;

40 Facilitar a comunicação com a cozinha permitindo maior rapidez na execução dos serviços; Não colocar mesas muito próximas das entradas ou da cozinha, para melhor conforto e serviço de qualidade; Acomodar as mesas de tal forma que o cliente não fique voltado para a parede ou em oblíquo, por exemplo;

41 MOBILIÁRIO Em harmonia com o tipo de categoria do estabelecimento.

42 MOBILIÁRIO Deve facilitar o serviço, como a limpeza, oferecer conforto e ser resistente para o uso diário.

43 BUFFET. Destinado à exposição e aos serviços de pratos frios ou quentes, sobremesas, frutas, queijos e outros. Deve ficar em local visível e de fácil acesso.

44 Aparadores Destinada à guarda de talheres, roupas e outros utensílios. Carrinhos Utilizados para servir sobremesa, bebidas, frios e flambar.

45 Restaurante Louças:

46 RESTAURANTE TALHERES:

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48 COPOS:

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50 ROUPARIA:

51 As quantidades e tipos de materiais estão em função da proposta que o restaurante pretende e da sua taxa de ocupação. Na sua escolha, deve-se levar em consideração os critérios de beleza, qualidade, manutenção, limpeza, estocagem e preços..

52 “Não é todo dia que se quer ouvir uma crocante fuga de Bach, ou amar uma suculenta mulher, mas todos os dias se quer comer. A fome é o único desejo reincidente, pois a visão acaba, a audição acaba, o sexo acaba – mas a fome continua.” Luís Fernando Veríssimo

53 Agradece a sua presença


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