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Conluio e Cartéis Economia Industrial Victor Gomes UnB

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Apresentação em tema: "Conluio e Cartéis Economia Industrial Victor Gomes UnB"— Transcrição da apresentação:

1 Conluio e Cartéis Economia Industrial Victor Gomes UnB
Universidade de Brasília

2 Universidade de Brasília
Conluio e Cartéis O que é um cartel? Uma tentativa de dominar a disciplina de mercado e reduzir a concorrência entre grupo de ofertantes. Membros de cartéis concordam em coordenar suas ações preços market shares territórios exclusivos Prevernir o excesso de competição entre os membros do cartel Alguns cartéis são explicitos e difíceis de prevenir OPEP shipping conferences Economia Industrial Universidade de Brasília

3 Universidade de Brasília
Conluio e Cartéis O que restringe a formação de cartéis? Em geral eles são ilegais Violação de leis anti-truste em vários países do mundo Penalidades grees se forem processados Não pode ser estruturado por contratos legais Cartéis tendem a ser instáveis Existe incentivo para trapacear uma vez que é feito um acordo de cartel MC > MR para cada membro Membros do cartal tem incentivo para aumentar o produto Economia Industrial Universidade de Brasília

4 Universidade de Brasília
Incentivo de Conluio Existe um incentivo real de pertencer a um cartel? A trapaça é tão endêmica que o carte não se sustenta? Se isto é verdade, por que se preocupar com cartéis? Razão simples Sem leis de cartéis legalmente válidas os contratos devem ser escritos pelos membros do cartel Fornecer forças para as ameaças que suportam o cartel Não ofertar para nenhuma firmaa que desvie do cartel Sem contratos a tentação de desvio deve ser maior Economia Industrial Universidade de Brasília

5 Universidade de Brasília
Incentivo à Trapaça Simples exemplo Duas firmas idênticas de Cournot (produto homogêneo) Custo marginal para cada firma MC = $30 Demanda P = 150 – Q tal que Q está em 1000 Q = q1 + q2 P 150 Demanda 30 MC Quant. 150 Economia Industrial Universidade de Brasília

6 Universidade de Brasília
O Incentivo a Trapaça lucros firma 1 será: p1 = q1(P - c) = q1(150 - q1 - q2 - 30) = q1(120 - q1 - q2) Para maximizar derive em relação a q1: p1/q1 = 120 - 2q1 - q2 = 0 q*1 = 60 - q2/2 A função melhor-resposta para a firma 2 será: q*2 = 60 - q1/2 Economia Industrial Universidade de Brasília

7 Universidade de Brasília
O Incentivo a Trapaça Ilustramos as funções melhor-resposta q2 q*1 = 60 - q2/2 q*2 = 60 - q1/2 120 Solucionando temos o produto Cournot-Nash: R1 qC1 = qC2 = 40 (.000) 60 O preço de mercado é: C 40 PC = = $70 R2 lucros para cada firma: q1 p1 = p2 = ( )x40 = $1.6 milhões 40 60 120 Economia Industrial Universidade de Brasília

8 O Incentivo a Trapaça(cont.)
O que ocorre se as duas firmas fazem conluio? Acordo para o produto de monopólio q2 Isto fornece o produto total de 120 Cada firma produz 30 mil Preço é PM = ( ) = $90 R1 Lucros para cada firma: 60 p1 = p2 = ( )x30 = $1.8 milhões C 40 30 R2 q1 30 40 60 120 Economia Industrial Universidade de Brasília

9 Incentivo para Trapacear
Ambas firmas tem incentive para trapacear no cartel Se a firma 1 acredita que a firma 2 irá produzir 30 unids então a firma 1 deve produzir mais do que 30 q2 120 A função melhor-resposta da firma 1: qD1 = 60 - qM2/2 = 45 mil R1 Produto total = 70 mil Preço PD = = $75 60 C lucros da firma 1 é ( )x45 = $ milhões 40 30 R2 lucros para firma 2 ( )x25 = $1.35 milhões q1 30 40 60 120 45 Economia Industrial Universidade de Brasília

10 Incentivo para Trapacear
Suponha o seguinte problema: firmaa 1 Coopera (M) Desvia (D) Equilíbrio de Nash Coopera (M) (1.8, 1.8) (1.35, 2.025) firmaa 2 (1.6, 1.6) Desvia (D) (2.035, 1.35) (1.6, 1.6) Economia Industrial Universidade de Brasília

11 Estabilidade do Cartel
Nosso exemplo de cartel é instável Esta instabilidade é geral Pode encontrar mecanismos que dão estabilidade para o cartel? Violência é uma possibilidade! Existem outros? Suponha que as firmaas interagem ao longo do tempo Pode ser possível a sustentação do cartel Fazer a trapaça não-lucrativa Economia Industrial Universidade de Brasília

12 Universidade de Brasília
Jogos Repetidos Formalizeo estas idéias nos leva à teoria de jogos repetidos A estratégia de uma firmaa é condicional as estratégias prévias jogadas pela firmaa e seus rivais No exemplo, trapacear fornece milhões uma vez Mas queo o cartel quebra, os lucros são de 1.6 milhões por período de tempo Sem trapacear o lucro seria de 1.8 milhões por período Então trapacear pode não valer a pena Jogos repetidos podem ser muito complexos Estratégias são necessárias para toda história possível Mas algumas regras do jogo reduzem esta complexidade Equilíbrio de Nash reduz consideravelmente as escolhas Considere dois exemplos Economia Industrial Universidade de Brasília

13 Exemplo 1: Duopólio de Cournot
Matriz de payoffs de um jogo de Cournot firmaa 1 Coopera (M) Desvia (D) Coopera (M) (1.8, 1.8) (1.35, 2.025) firmaa 2 (1.6, 1.6) Desvia (D) (2.025, 1.35) (1.6, 1.6) Economia Industrial Universidade de Brasília

14 Exemplo 2: Um Jogo de Bertrand
firmaa 1 $105 $130 $160 (7.3125, ) $105 (7.3125, ) (8.25, 7.25) (9.375, 5.525) (8.5, 8.5) firmaa 2 $130 (7.25, 8.25) (8.5, 8.5) (10, 7.15) $160 (5.525, 9.375) (7.15, 10) (9.1, 9.1) Economia Industrial Universidade de Brasília

15 Jogos Repetidos (cont.)
Tempo importa em um jogo repetido O jogo é finito? T é conhecido a priori Recursos não-renováveis Patentes Contexto gerencial ou infinito? Economia Industrial Universidade de Brasília

16 Jogos Repetidos (cont.)
Tome um jogo finito: Exemplo 1 jogado duas vezes Uma estratégia potencial é: Cooperação no período 1 No período 2, cooperação apenas se o oponente coopera no período 1 Caso contrário, não tem acordo Esta estratégia não tem credibilidade Nem há compromisso de ação no segundo período Promessa sem valor O único equilíbrio é desviar nos dois períodos Economia Industrial Universidade de Brasília

17 Jogos Repetidos (cont.)
O que ocorre se T é “grande” mas finito e conhecido? Suponha que o jogo tem um único equilíbrio de Nash O único resultado crivel é o equilíbrio do último período A possibilidade de cooperação desaparece O Teorema de Selten: Se um jogo com um único equilíbrio de Nash é jogado finitas vezes, a solução é que o equilíbrio de Nash é jogado toda vez. Economia Industrial Universidade de Brasília

18 Jogos Repetidos (cont.)
Como solucionar isto? Duas restrições Unicidade do equilíbrio de Nash Jogo finito O que ocorre se o equilíbrio não é único? Exemplo 2 Um equilíbrio de Nash “bom” ($130, $130) Um equilíbrio de Nash “ruim” ($105, $105) Ambas as firmas gostariam de fazer ($160, $160) Agora existe a possibilidade de recompensar o “bom” comportamento Se o acordo é respeitado então o rival pode garantir que não ira para o equilíbrio indesejável. Economia Industrial Universidade de Brasília

19 Um jogo repetido finito
Assuma que a taxa de desconto é zero (for simplicity) Assuma também que as firmaas interagem duas vezes Sugere um cartel no primeiro período e um “bom” Nash no segundo faça preço de $160 no período 1 e $130 no período 2 Valor presente dos lucros deste comportamento é: PV2(p1) = $9.1 + $8.5 = $17.6 milhões PV2(p2) = $9.1 + $8.5 = $17.6 milhões Que estratégia crível vale para este equilíbrio? primeiro período: faça um preço de $160 segundo período: Se a história do período 1 é ($160, $160) faça preço de $130, caso contrário faça $105. Economia Industrial Universidade de Brasília

20 Um jogo repetido finito
Estas estratégias representam a dependência histórica Cada ação da firma no segundo período depende da história do jogo Isto necessariamente um equilíbrio de Nash perfeito de subjogos? Mostrar que a estratégia é a melhor resposta de cada jogador Economia Industrial Universidade de Brasília

21 Um jogo repetido finito
Isto é óbvio no final período a estratégia combination is a equilíbrio de Nash neither firma can improve on this O que ocorre no primeiro período? Por que não uma firma, digamos a firma 2, tentar aumentar seus lucros fazendo o preço de $130 no primeiro período? Considere o impacto história no período 2 é ($160, $130) firma 1 então faz o preço $105 a função melhor-reposta da firma 2 também é 105: equilíbrio de Nash lucros são PV2(p1) = $10 + $ = $ milhões Isto é menor do que os lucros de cooperar no período 1 Economia Industrial Universidade de Brasília

22 Um jogo repetido finito
Deserção não vale a pena! O mesmo se aplica a firma 1 Então temos estratégias críveis que parcialmente sustentam cartel Extensões Mais de dois períodos O mesmo argumento mostra que o cartel pode ser sustentado durante o tempo, com a exceção do último período: estratégia No período t < T faça o preço $160 se a história até t – 1 tem sido ($160, $160) caso contrário faça o preço $105 neste e em todos os períodos subsequentes No período T faça preço $130 se a históra atéT – 1 foi ($160, $160) caso contrário faça $105 Fator de desconto Economia Industrial Universidade de Brasília

23 Estabilidade do Cartel (cont.)
A intuição é simples Suponha que o equilíbrio de Nash não é único Algum equilíbrio será bom “good” e algum “ruim” para as firmas Com futuro finito o cartel inevitavelmente não se sustentará mas tem a possibilidade da credibilidade recompensar o bom comportamento e a credibilidade punir o mal comportamento Faça o compromisso crível para o bom equilíbiro se os rivais cooperam equilíbrio ruim se não cooperam Economia Industrial Universidade de Brasília

24 Estabilidade do Cartel (cont.)
Estabilidade do cartel é possível mesmo se a cooperação é em um período finito de tempo Se tem um sistema de recompensa crível Requer que o equilíbrio de Nash não seja único Este é um cenário limitado O que ocorre se removemos esta propriedade de tempo finito Suponha que o cartel espera que o acordo dure para sempre Equivale assumir último período desconhecido Em cada período há a probabilidade finita de que a competição irá continuar Não há um período final definido Então é possível que o cartel exista indefinidamente Economia Industrial Universidade de Brasília

25 Sequência de Lucros: O Fator de Desconto
Como avaliamos a sequência de lucros sobre um período de tempo indeterminado? Suponha que os lucros são esperados serem p0 hoje, p1 no período 1, p2 no período 2 … pt no período t Suponha que em cada período existe a probabilidade r de que o mercado irá durar até o próximo período Então a probabilidade de atingir o período 1 é r, período 2 é r2, período 3 é r3, …, período t é rt Então os lucros esperados no período t é rtpt Assuma que o fator de desconto é R. Então os lucros são PV(pt) = p0 + Rrp1 + R2r2p2 + R3r3p3 + … + Rtrtpt + … A taxa de desconto efetiva é a taxa de desconto ajustada pela probabilidade G = rR. Economia Industrial Universidade de Brasília

26 Estabilidade do Cartel (cont.)
Análise de tempo infinito ou idefinido em jogos repetidos é menos complexa do que parece ser Cartel pode ser sustentada por uma estratégia de gatilho ou estratégia mecanismo (trigger strategy) “permaneço com nosso acordo no período corrente apenas se você fizer o mesmo” “se você desviar do nosso acordo eu irei jogar estratégia de equilíbrio de Nash para sempre” Economia Industrial Universidade de Brasília

27 Estabilidade do Cartel (cont.)
Tome o exemplo 1 mas suponha que existe uma probabilidade r em cada período de que o mercado irá: cooperação e cada firma produzindo 30 equilíbrio de Nash e cada firma produzindo 40 A Estratégia de gatilho é: produzir 30 unid. no período corrente se você produzir 30 em cada período anterior Se você em algum período produzir 30 eu irei produzir 40 em todo período após o seu desvio do acordo Esta é uma “trigger strategy” ou estratégia de gatilho porque a punição ocorre automaticamente pelo desvio do seu parceiro Isto funciona? Economia Industrial Universidade de Brasília

28 Universidade de Brasília
Estratégia de gatilho Qualquer cartel pode ser sustentado por meio de uma Estratégia de gatilho Limitações Assume que a punição possa ser aplicada rapidamente Desvio notado rapidamente Quem não desvia concorda com a punição Algumas vezes o desvio é difícil de ser notado Punição toma tempo Mas a recompensa do desvio aumento O principal princípio se mantém Se a taxa de desconto é baixa o suficiente então um cartel será estável dado que a punição ocorre com algum tempo razoável Economia Industrial Universidade de Brasília

29 Estratégia de gatilho (cont.)
Importante se existe incerteza no mercado Suponha demanda incerta A firma neste cartel não sabe se um declínio nas vendas é “natural” ou causada por trapaça Suponha que o preço acordado seja PC preço Existe a possibilidade da demanda ser baixa Na verdade as vendas variam entre QL e QH e a possibilidade da demanda ser alta Esta é a demanda esperada Vendas esperadas QE PC DH DL DE Q QL QE QH Economia Industrial Universidade de Brasília

30 Estratégia de gatilho (cont.)
Estas objeções podem ser superadas Agir apenas quando as vendas cairem fora de um intervalo acordado Isto torna o acordo complexo mas ainda assim possível Limitação adicional Abordagem muito efetiva Resulta no (Teorema Popular) Folk Theorem Suponha que um jogo infinitamente repetido possui um conjunto de pay-offs que excede o equilíbrio de Nash jogado uma vez para cada firma. Portanto, qualquer que seja o conjunto de pay-offs possíveis que são preferiveis por todas as firmas em detrimento ao equilíbrio de Nash pode ser mantido como um equilíbrio perfeito de subjogos para o jogo repetido para algum fator de desconto suficientemente próximo de um. Economia Industrial Universidade de Brasília

31 O Teorema Popular (Folk Theorem)
Tome o exemplo 1. Os pay-offs possíveis descrevem as seguintes possibilidades p2 $1.8 milhões para cada firma pode não ser sustentado mas algo menor pode ser Conluio em monopólio gera $1.8 milhões para cada O Folk Theorem afirma que qualquer ponto neste triângulo é um equilíbrio potencial $2.1 Se as firmas conluem perfeitamente então dividem $3.6 milhões $2.0 Se as firmas competem cada recebe $1.6 milhões $1.8 $1.6 p1 $1.5 $1.6 $1.8 $2.0 $2.1 Economia Industrial Universidade de Brasília

32 Cartéis Estáveis (cont.)
Um acordo colusivo deve equilibrar a tentação a trapacear Em alguns casos o resultado de monopólio pode não ser sustentável Tentação a trapacear muito forte Mas o teorema popular indica que colusão ainda é possível Haverá um acordo entre as firmas: É melhor do que competição Se não é sujeito a tentação à trapacear Economia Industrial Universidade de Brasília

33 Universidade de Brasília
Formação de Cartéis Que fatores são os mais propícios à Formação de Cartéis? Motivo dos lucros Significa que o acordo pode ser atingido e garantido O potencial para lucros de monopólio Colusão deve resultar em aumento dos lucros: isto implica demanda é relativamente inelástica Restringir o produto aumenta preços e lucros Entrada é restrita Lucros altos encoragam novas entradas Mas nova entrada dissipa os lucros Nova entrada desestabiliza o acordo de cartel Economia Industrial Universidade de Brasília

34 Formação de Cartéis (cont.)
Então devem existir meios de deter a entrada Ação de marketing para canalizar o produto Consumidores devem ser persuadidos das vantagens destas mensagens Custos baixos de procura Maior seguração de oferta Amplo acesso a vendedores Negar acesso se não-comprar das associadas Associação comercial Persuadir consumidores de que a associação age em interesse destes Economia Industrial Universidade de Brasília

35 Formação de Cartéis (cont.)
Custos de alcançar acordos cooperativos Mesmo se o lucro potencial extra existe, formar um cartel é “time-consuming” e custoso Existem fatores que reduzem os custos de formação de cartéis Número pequeno de firmas (Selten) Alta concentração industrial Similaridade nos custos de produção Ausência de diferenciação de produtos significativa Economia Industrial Universidade de Brasília

36 Formação de Cartéis (cont.)
Similares em custos 2 firmas com custos diferentes Se eles fazem conluio podem atingir algum ponto em p*1p*2 p2 Se todo o produto é da firma 2 este é o total dos lucros  p*1p*2 é curva porque as firmas posuem custos diferentes pm  pmpm possui inclinação de 450 e é tangente a p*1p*2 em M p*2  em M firma 1 tem lucros p1m e firma 2 p2m C p2C M p2m  Assuma que equilíbrio de Cournot está em C  firma 2 não irá concordar em conluio em M sem pagamento extra da firma 1 p1 p1C p1m p*1 pm Economia Industrial Universidade de Brasília

37 Formação de Cartéis (cont.)
 Com pagamento-extra é possível conluio em algum ponto do intervalo DE p2 pm  Mas o pagamento-extra aumenta com o risco de detecção E B p*2  Sem o pagamento o conlui é possível em AB C p2C D M p2m A  Este tipo de conluio é difícil e cara de ser negociado p1 p1C p1m p*1 pm Economia Industrial Universidade de Brasília

38 Formação de Cartéis (cont.)
Falta de diferenciação de produtos Se os produtos são muito diferentes negociações são complexas Necessidade de acordo de preço/produto/market share para cada produto Monitoramento é mais complexo Vários cartéis serão encontrados em mercados de produtos relativamente homogêneos Ou firmas devem adotar mecanismos que facilitem a monitoração Economia Industrial Universidade de Brasília

39 Formação de Cartéis (cont.)
Baixo custos de manter um acordo de cartel É mais fácil manter um acordo de cartel quando existe interação frequente de mercado entre as firmas Ao longo do tempo Em mercados espacialmente separados Relação com a discussão de jogos repetidos Interação menos frequente leva a um tempo expandido entre trapacear, detecteção e punição Torna o cartel mais difícil de sustentar Economia Industrial Universidade de Brasília

40 Formação de Cartéis (cont.)
Condições estáveis de mercado Informação precisa é essencial para manter um cartel Fácil monitoramento Mercados instáveis leva a sinais sujos Torna o conluio “próximo” ao monopólio difícil Incerteza pode ser mitigada Associação comercial Agência comum de marketing Outras condições fazem a formação de cartéis mais fácil Detecteção e punição deve ser simples e rápida Separação geográfica de divisão de mercado é um mecanismo popular Economia Industrial Universidade de Brasília

41 Formação de Cartéis (cont.)
Outras táticas encorajam firmas a permanecer no acordo de fixação de preço Cláusulas favoráveis aos consumidores Reduzir a tentação de oferecer preços baixos a novos consumidores Manter cláusula de competição Tornar a detecteção de trapacear muito efetiva Economia Industrial Universidade de Brasília

42 Meet-the-competition cláusula
 equilíbrio de Nash competitivo é (baixo, baixo)  A clausula remove as entradas das diagonais  então (alto, alto) é mais fácil de sustentar firma 2 Preço alto Preço baixo Preço alto 12, 12 5, 14 5, 14 firma 1 Preço baixo 14, 5 14, 5 6, 6 Economia Industrial Universidade de Brasília

43 Universidade de Brasília
Cartel detecteção A detecteção de cartel está longe de ser simples Se os membros de um cartel são sofisticados eles podem esconder o cartel: fazer ele aparecer competitivo “o teorema da indistinção” (indistinguishability theorem) O modelo de Cournot ilustra este “teorema” Economia Industrial Universidade de Brasília

44 The Indistinguishability Theorem
 comece com um modelo de Cournal padrão: C é o equilíbrio não cooperativo q2 R1  Assuma que as firmas fazem conluio em M: restringindo a produção R’1  M pode ser apresentado como não-conluio se as firmas inflam seus custos ou sub-estimam a demanda C  isto fornece as funções melhor-resposta R’1 e R’2 M R’2 R2  M agora parecer ser o equilíbrio não-cooperativo q1 Economia Industrial Universidade de Brasília

45 Universidade de Brasília
Um exemplo  Suponha que a demanda de mercado é P = Q, e que temos 3 firmas tal que o custo marginal de cada firma é $20  O preço e produto de equilíbrio de Cournot para cada firma são dados pelas seguintes equações: qi = (A - c)/(N + 1); PC = (A + cN)/(N + 1) onde A = 100, c = 20, N = 3  Então temos: qi = 20 e PC = $40  Suponha que as firmas fazem conluio ao preço de monopólio, que é (A + c)/2 = $60  Que custo de produção 20 + f faria com que este parece um preço de Cournot? Precisamos ( (20 + f))/4 = 60; então f = 240 O que nos fornece f = $80/3 = $26.67  O mesmo resultado se aplicada por uma sobre-estimação do preço de reserva Economia Industrial Universidade de Brasília

46 Detecteção de Cartel (cont.)
Cartéis tem sido detectetados em licitações por leilões Leilões de projetos públicos; exploração Firmas que “devem” perder apresentam lances idênticos Isto sugere que lances-perdedores tendem a não refletir os custos Coorelacionar lances-perdores com os custos Existe uma forma de vencer o teorema da indistinção? Osborne e Pitchik sugerem um teste Economia Industrial Universidade de Brasília

47 Universidade de Brasília
Testando para conluio Suponha duas firmas competem em preço mas tem restrições de capacidade Escolhem as capacidade antes de formar um cartel Elas atencipam competição após a escolha de capacidade Um acordo de conluio deixará as firmas com excesso de capacidade Escolha de capacidade não coordenada é pouco provavél de ser igual Uma das firmas irá sobre-estimar a demanda Então, uma das firmas tem excesso de capacidade, mas uma delas possui um excesso maior Conluio entre firmas leva a: A firma com menor capacidade faz lucros maiores por unidade de capacidade Esta diferença de lucros unitários aumenta quando a capacidade conjunta aumenta relativamente a demanda do mercado Economia Industrial Universidade de Brasília

48 Um exemplo: duopólio do sal
British Salt e ICI Weston Point foram suspeitas de operar um cartel BS é menor e faz mais lucros por unid. de capacidade A diferença dos lucros cresce com a capacidade 1980 1981 1982 1983 1984 BS lucros 7065 7622 10489 10150 10882 WP lucros 7273 7527 6841 6297 6204 BS lucros p/ unid. capacidade 8.6 9.3 12.7 12.3 13.2 WP lucros p/ unid. capacidade 6.6 6.9 6.3 5.8 5.7 Capacidade Total/Vendas Totais 1.5 1.7 1.7 1.9 1.9 BS capacidade: 824 kilotons; WP capacidade: 1095 kilotons Mas este teste será bem sucedido uma vez que ele é conhecido e aplicado? Economia Industrial Universidade de Brasília


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