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Infecção por micoplasmas do trato urogenital e micoplasmas emergentes em indivíduos com HIV/AIDS Caio M. M. de Cordova Universidade Regional de Blumenau.

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1 Infecção por micoplasmas do trato urogenital e micoplasmas emergentes em indivíduos com HIV/AIDS Caio M. M. de Cordova Universidade Regional de Blumenau - FURB

2 Histórico 1967: –Classe Mollicutes –Ordem Mycoplasmatales –Denominação genérica Molicutes Hoje –4 ordens, 5 famílias –8 gêneros –> 200 espécies conhecidas Mais recente: M. amorphiforme (2003)

3 Características Os microrganismos auto-replicativos com o menor genoma Habilidades biosintéticas limitadas Ausência de parede celular Pleomorfismo celular Requerem esteróides nos meios de cultura

4 Possíveis co-fatores do HIV Micoplasmas Micobactérias Salmonela Leishmania Toxoplasma Citomegalovírus Herpesvírus Epstein-Barr vírus HTLV-1  2 outros retrovírus Montagnier e Blanchard. Clin Infect Dis 17:S309-15, 1993.

5 Objetivos Objetivo Geral Investigar a infecção por espécies de micoplasmas do trato urogenital e espécies emergentes de micoplasmas em indivíduos com HIV/AIDS, assim como a incidência da resistência aos antibióticos comumente utilizados no tratamento, e implantar estes testes no Laboratório de Análises Clínicas de nossa universidade, para o atendimento a população no âmbito do SUS.

6 Objetivos Objetivos Específicos Investigar a incidência de infecção por Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum e U. parvum no trato urogenital de indivíduos com HIV/AIDS; Investigar a incidência de infecção por Mycoplasma genitalium, M. fermentans e M. penetrans no trato urogenital de indivíduos com HIV/AIDS; Avaliar a eficiência da detecção da infecção por micoplasmas por métodos moleculares (PCR) em relação a cultura; Avaliar a resistência dos micoplasmas aos principais antibióticos utilizados no tratamento; Investigar uma eventual correlação entre infecção por micoplasmas e o desenvolvimento da imunossupressão durante a infecção pelo HIV; Implantar o teste para a determinação da resistência dos micoplasmas aos antibióticos no Laboratório de Análises Clínicas de nossa instituição, no âmbito do SUS; Implantar os testes de PCR para a detecção de espécies emergentes de micoplasmas no Laboratório de Análises Clínicas de nossa instituição, no âmbito do SUS.

7 Metodologia Aplicada Pacientes e Amostras: amostras de primeiro jato de urina (cerca de 20 mL) de homens infectados pelo HIV, após consentimento livre e esclarecido. Serão coletadas amostras de cerca de 100 indivíduos, nos diferentes estágios da infecção pelo HIV. Serão avaliados também os dados sobre os níveis de imunodepressão (linfócitos CD4 e CD8), carga viral do HIV, e cinética de progressão da doença.

8 Metodologia Aplicada Cultura de micoplasmas: As amostras obtidas são cultivadas em meio sólido A7, meio líquido de uréia (U10), meio SP4 liquido e sólido e o meio líquido de Arginina (MLA), com incubação em condições de 2-3% de CO2 por no mínimo 48 horas a 37 ºC. As amostras são quantificadas pelo método de microtitulação, em seus respectivos meios líquidos. As culturas que não apresentarem crescimento em após 7 dias de cultivo são consideradas negativas

9 Cultura para M. hominis e U. urealyticum / U. parvum Meio de transporte (A3Xb) Meio de Arginina Meio uréia (U10) Meio sólido (A7) M. hominis U. urealyticum / U. parvum titulação

10 Cultura para M. penetrans, M. genitalium e M. fermentas Meio de transporte (A3Xb) Meio de glicose (SP4) Meio sólido (SP4) ?

11 Metodologia Aplicada Resistência dos micoplasmas aos antimicrobianos: as cepas isoladas das amostras clínicas serão testadas pelo método de Concentração Inibitória Mínima (MIC) por microdiluição em caldo, para os antibióticos mais utilizados no tratamento: azitromicina, claritromicina, doxiciclina, eritromicina, levofloxacin e ofloxacin

12 diluição

13 Metodologia Aplicada Detecção de micoplasmas por PCR: alíquotas de 10 mL das amostras de urina serão centrifugadas, e o DNA do sedimento será extraído com fenol/clorofórmio/álcool isoamílico, após lise com proteinase K em tampão contendo Triton X-100. O DNA das amostras será amplificado com oligonucleotídeos específicos para M. hominis, U. urealyticum e U. parvum, e também com oligonucleotídeos específicos para M. genitalium, M. fermentans e M. penetrans. Os produtos de PCR serão analisados por eletroforese em gel de agarose a 1%.

14 PCR para M. genitalium PCR para M. penetrans PCR para M. fermentans 410 bp 100 bp Detecção dos produtos da PCR para Mycoplasma penetrans nas amostras clínicas em gel de agarose a 0,8%, corado com brometo de etídio, sob luz U.V. Marcador de peso molecular: 100 bp DNA Ladder, Linhas 1: controle positivo; 2: controle de reação; 3 e 4: amostras positivas; 5 e 6: amostras negativas.

15 Resultados e Comentários Pacientes e Amostras: em andamento, cerca de 25 amostras coletadas com consentimento. Cultura de micoplasmas:

16 Resultados e Comentários Instalação do laboratório:

17 Impactos do Projeto Esperamos poder determinar a incidência da resistência dos micoplasmas aos antibióticos utilizados no tratamento em nossa população. Esperamos também determinar qual o melhor método para a pesquisa das diferentes espécies de micoplasmas na população de indivíduos infectados pelo HIV, alem de determinar uma eventual relação entre a infecção por espécies emergentes de micoplasmas e a progressão da AIDS.

18 Aplicabilidade para o SUS Comprovada a utilidade da implantação dos testes de resistência dos micoplasmas aos antibióticos, no âmbito do SUS, possibilita-se promover o uso racional destes medicamentos. A implantação das metodologias de pesquisa de micoplasmas, no âmbito do SUS, através de nosso laboratório universitário, pode de grande contribuição na compreensão da infecção pelo HIV e suas infecções relacionadas, reduzindo a morbidade, e promovendo uma melhora na qualidade de vida destes indivíduos

19 Equipe: Prof. Dr. Caio M. M. de Cordova – Prof. MSc. Eduardo M. Dalmarco Prof. Alessandro Conrado Silveira Nayara Kelly Benenuti Camila Simões Benfatti Samuel M. de Cordova Laynara K. Grutzmacher Gabriele Zateli


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