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COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR São Pedro SP Setembro de 2008.

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1 COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR São Pedro SP Setembro de 2008

2 O Brasil Ainda não tem Massa Crítica… Número de Pesquisadores no Mundo (4,8 milhões) Pesquisadores, mil Pesq./ habitantes: Japão/EUA – 700 China – 60 Brasil – 34 Coutini & Sechet (2005) O Brasil precisa multiplicar o número de pesquisadores doutores Países desenvolvidos 30 a 45 mil doutores

3 Docentes doutores/100 mil habitantes

4 Nº de DOCENTES das ENGENHARIAS por Unidade da Federação

5 Dez Maiores em Graduação Dez maiores em Pós-Graduação Fontes: INEP/MEC 2006; CAPES/MEC, Obs; Censo de 2007 do INEP ainda esta sendo coletado

6 Sistema Nacional de Pós-Graduação em maio/ Programas responsáveis por Cursos, sendo: de mestrado (60,1%) de doutorado (34,0%) 224 de mestrado profissionalizante (5,9%) estudantes matriculados ao final de 2006 ( M; D) bolsistas docentes Atualização junho 2008

7 Distribuição dos Programas de pós-graduação por Grande área do conhecimento [1]): [1] Programas recomendados e reconhecidos em 30/5/2008.

8 continua...

9 ... continuação

10 continua...

11 ... continuação

12

13

14 Grau de inserção no JCR X Fator de impacto mediano (FI) [Produção ; JCR 2005]

15 Grau de inserção no JCR X Fator de impacto mediano (FI) [Produção ; JCR 2005] eng sau bio ext IIIII I ecol I II III farm odont s.col II IV IIIcomp I fis quim geoc mat

16 Distribuição atual dos Programas por Dependência administrativa,segundo as Áreas de avaliação [1] [1] Cursos recomendados e reconhecidos em 31/1/2008.

17 Principais dimensões do sistema:

18 Distribuição regional dos cursos por nível [1]): [1] Cursos recomendados e reconhecidos em 30/5/2008.

19 Evolução do número de Alunos Matriculados, Mestrado: Doutorado:

20 Evolução do número de Alunos Titulados, Mestrado: Doutorado:

21 Distribuição dos programas por conceito, segundo as IES – 2007 continua...

22 ... continuação

23 CICLO VIRTUOSO DA CIÊNCIA BRASILEIRA - INICIAÇÃO CIENTÍFICA - PÓS-GRADUAÇÃO - FORMAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA - COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - UM PODEROSO INSTRUMENTO: O PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES O Modelo Brasileiro de Formação de Cientistas

24 Brazil: ( 1st in Football): 2.8% of the World Population ~ 2.0% in World Scientific Production 15 th in the World S&T (soon Top 10)

25

26 Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

27 Produção Científica Mundial Países Selecionados Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

28 Produção Científica Mundial Países Selecionados Fonte: National Science Indicators 2007

29 Produção Científica na América Latina Países Selecionados Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

30 BRASIL: Produção Científica Áreas Selecionadas Fonte: National Science Indicators 2007

31 BRASIL: Produção Científica Áreas Selecionadas Fonte: National Science Indicators 2007

32 BRASIL: Produção Científica Áreas Selecionadas

33 BRASIL: Produção Científica Áreas Selecionadas Source: National Science Indicators 2007

34 BRASIL: Produção Científica Áreas Selecionadas Source: National Science Indicators 2007

35 Produção Cientifica: Brasil x Alemanha Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

36 Produção Cientifica: Brasil x Inglaterra Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

37 Produção Cientifica em 2007: Países mais Produtivos Standard - ESI. Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

38 Crescimento da produção científica nos países mais produtivos: versus Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

39 Ranking de Citação por País: Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

40 Ranking de Citação por Países Selecionados : Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

41 Ranking de Países por Citação: Fator de Impacto Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

42 Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007) and COLETA/CAPES Titulação doutores x artigos publicados (ISI)

43 Produção Científica Mundial Países Selecionados Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

44 Presença Mundial em C&T Artigos e Patentes Fonte: CRUZ, Carlos Brito da, PACHECO, Carlos. Conhecimento e inovação: desafios do Brasil no século XXI (artigo), São Paulo: 2004

45 Presença mundial em C&T Artigos e Patentes Fonte: CRUZ, Carlos Brito da, PACHECO, Carlos. Conhecimento e inovação: desafios do Brasil no século XXI (artigo), São Paulo: 2004

46 Pesquisa Básica e Áreas Produtivas: Agricultura (laranja, soja feijão, cereais) Produção animal (bovina, frango, suína) Automação: Bancária: 15 anos antes do internet Eleições nacionais: resultado em poucas horas Plantas industriais Aviação e Ciências Espaciais Doenças Tropicais e Saúde Pública Odontologia Biocombustiveis (etanol e biodiesel) Petróleo (extração em águas profundas) Controle biológico de insetos Produção de Papel e Celulose

47 Fonte: CAPES Setembro 2008 Evolução Histórica dos Cursos de Pós-Graduação por Grande Área de Conhecimento

48 Evolução Histórica dos Cursos de Pós-Graduação da Grande Área de Ciências da Saúde Por Trienal de Avaliação Fonte: CAPES Setembro 2008

49 Evolução Histórica do Número de Docentes* da Grande Área de Ciências da Saúde Fonte: CAPES Setembro 2008 * Com dupla contagem

50 Evolução dos Alunos Matriculados e Titulados em Ciências da Saúde Fonte: CAPES Setembro 2008

51 Evolução dos Bolsistas CAPES em Ciências da Saúde Fonte: CAPES Setembro 2008

52 Planilha Comparativa Programas de Pós-Graduação da Grande Área Ciências da Saúde

53 Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Deluxe - ESI (2007). Produção Científica do Brasil, Mundo e América Latina nas Áreas de Ciências da Saúde no Último Quinquênio ( ).

54 Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Deluxe - ESI (2007). Produção Científica do Brasil nas Áreas de Ciências da Saúde 2005 a 2007.

55 Produção Científica do Brasil e do Mundo nas Áreas de Ciências da Saúde no ano de Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Deluxe - ESI (2007).

56 Diretoria de Relações Internacionais Diretoria De Gestão Diretoria de Ed. Básica Presencial CTC-ES Diretoria de Programas e Bolsas no País CTC-EB CONSELHO SUPERIOR Presidência da CAPES Diretoria de Avaliação Nova Capes Diretoria de EAD

57 Diretoria de Relações internacionais (DRI) OBJETIVOS GERAIS Desenvolver as atividades da pós- graduação brasileira no contexto mundial. Apoiar os grupos de pesquisa brasileiros, principalmente por meio do intercâmbio internacional, buscando a excelência da pós-graduação no país.

58 OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA COOPERAÇÃO Apoio à comunidade acadêmica brasileira. Internacionalizar mais a universidade brasileira (participar ativamente dos programas de cooperação internacional; receber mais estudantes estrangeiros). Fortalecimento das Assessorias Internacionais nas universidades. Avaliação das ações da cooperação.

59 DRI - PROGRAMAS: Bolsas no exterior: Individual – balcão Colégio Doutoral Franco-Brasileiro Colégio Doutoral Argentino-Brasileiro Projetos Conjuntos de Pesquisa Parcerias universitárias Cursos no exterior Escola de Altos Estudos

60 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA CAPES + agência similar ou universidade. Ações simétricas e simetria orçamentária. Projetos centrados em um tema de pesquisa comum. Principais objetivos: Inserção internacional, formação de recursos humanos e produção científica. Pareceres feitos pelos pares e avaliação bi-nacional. Projetos financiados por 4 anos (avaliação após 2 anos de projeto). Financiamento de Missões de Trabalho (professores doutores: 2 por ano, por projeto). Financiamento de Missões de Estudo (doutorado sanduíche ou pós-doutorado: 2 por ano, por projeto).

61 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA

62 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA Ano Nº de Projetos em Andamento

63 PROJETOS CONJUNTOS DE PESQUISA - por área

64 PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS CAPES + agência similar ou universidade. Ações simétricas e simetria orçamentária. Objetivos dos programas: modernização curricular e formação de estudantes - dupla diplomação. Pareceres feitos pelos pares e avaliação bi-nacional. Projetos financiados por 4 anos (avaliação após 2 anos de projeto). Financiamento de Missões de Trabalho. Financiamento de Missões de Estudo (graduação sanduíche, doutorado sanduíche e pós-doutorado – em alguns programas mais de 10 missões/projetos/ano).

65 PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS

66 PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS – por área

67 COOPERAÇÃO INTERNACIONAL – por área (PROJETOS CONJUNTOS + PARCERIAS UNIVERSITÁRIAS)

68 BOLSAS E AUXÍLIOS INDIVIDUAIS Colégio Doutoral Franco-Brasileiro Colégio Doutoral Argentino-Brasileiro PEC-PG (Países de Língua Portuguesa na África, Ásia, e América Latina) Cátedras - Univ. Londres ACORDO CAPES/FULBRIGHT Prof. Visitante Estrangeiro - PVE Timor Leste (PQDELP) (48 professores) MES/Docente CAPES/IESALQ (Cátedras) Bolsas Individuais – Balcão Moçambique e Angola (Estágio de Iniciação Cientifica) 60 Estudantes, ( ).

69 COLÉGIO DOUTORAL FRANCO-BRASILEIRO Concessão de bolsas de estudo de doutorado- sanduíche. Participantes: consórcio de instituições francesas/ todos os cursos de doutorado brasileiros. 75% dos créditos concluídos. Modalidades: co-orientação (bolsa de até 12 meses) co-tutela (bolsa de até 18 meses) necessidade de convênio anterior entre as instituições brasileira e francesa; duplo diploma.

70 COLÉGIO DOUTORAL ARGENTINO-BRASILEIRO Concessão de bolsas de estudo de doutorado- sanduíche. Participantes: consórcio de instituições argentinas/ cursos de doutorado brasileiros nas áreas de engenharias, computação, informática e agronomia. 75% dos créditos concluídos. Modalidades: co-orientação (bolsa de até 12 meses) co-tutela (bolsa de até 18 meses) necessidade de convênio anterior entre as instituições brasileira e francesa; duplo diploma.

71 PEC-PG Programa de Estudante Convênio de Pós-Graduação Concessão de bolsas de doutorado para estudantes de países com os quais o Brasil mantém Acordo de Cooperação Cultural ou Educacional. Bolsa de até 48 meses, valor igual a do estudante brasileiro no país, auxílio instalação e auxílio tese. Passagem de retorno pelo Min. Relações Exteriores. Inscrição na Embaixada Brasileira do país de origem. Aprovação no CELPE-Bras. Participantes na América do Sul: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

72 CURSOS BRASILEIROS NO EXTERIOR Fomento a cursos de pós-graduação stricto sensu no exterior, no modelo MINTER e DINTER. Fortalecimento da pós-graduação no país receptor. Cursos em módulos, com a participação de professores brasileiros. Temática adequada à realidade do país receptor. Diplomas expedidos pela universidade receptora. Programas piloto: - ESALQ- Ohio State & Rutggers Universities - UFRGS – UNICV (Cabo Verde): 3 cursos de Mestrado (Planejamento Territorial, Tecnologia em Edificações e Ciências Sociais). - FIOCRUZ – Univ. Agostinho Neto (Angola): Mestrado em Saúde Pública. - FIOCRUZ – (Moçambique): Mestrado em Saúde Pública. - Projeto Amilcar Cabral (Cabo Verde): UFC e MEES

73 ESCOLA DE ALTOS ESTUDOS Financia a participação de professores estrangeiros de altíssimo nível em instituições de ensino superior brasileiras (pós-graduação). Após aprovação, outras instituições podem participar do curso (enviando estudantes e professores aos cursos). Os cursos devem ser acreditados pelo programa proponente (devem contar créditos aos estudantes). Tradução simultânea. Cursos disseminados via internet. Todo o material do curso é registrado (CDs, DVDs e livros). Valor máximo financiado por projeto R$ 150 mil

74 PROGRAMA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL FINANCIADOS PELA CAPES NA ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE EM 2008 Fonte: CAPES/DRI PROGRAMAS: 22 Projetos financiados pela CAPES, com 30 missões de trabalho implementadas ate o mês de setembro de FIPSE/USA: 02 Projetos em andamento, University of Texas: 03 Projetos em andamento, COFECUB: 05 Projetos em andamento, 10 missões de trabalho implementadas FCT/Portugal: 04 Projetos em andamento 08 missões de trabalho implementadas DGU/Espanha: 02 Projetos em andamento 04 missões de trabalho implementadas UNIBRAL/Alemanha: 07 Projetos em andamento 08 missões de trabalho implementadas SECyT/Argentina: 01 Projeto em andamento CAPG-BA/Argentina: 01 Projeto em andamento

75 PROGRAMA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL FINANCIADOS PELA CAPES NA ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE EM 2008 Colégio Doutoral Franco Brasileiro, 03 Bolsas implementadas Escola de Altos Estudos, 05 Propostas apoiadas (PUC/RS, USP, USP-RP, UFBA e UFRN) Investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão. Programas CAPES/FIOCRUZ: Moçambique e Angola Curso de Mestrado em Ciências da Saúde em Maputo, Moçambique, pela FIOCRUZ-RJ, através de seus Programas de Pós-graduação em Biologia Parasitária, Medicina Tropical, Biologia Celular e Molecular, e Ensino em Biociências e Saúde. Esse programa servirá de apoio à estruturação da pesquisa clínica, epidemiológica e laboratorial, assim como ao diagnóstico em saúde naquele país. O curso tem como objetivos qualificar docentes, pesquisadores e profissionais de saúde em Moçambique. Fonte: CAPES/DRI

76 A Pós-Graduação é Formada por Componentes Indissociáveis

77 Só sei que: Estamos apenas começando, devemos continuar e nunca terminaremos (Fernando Sabino)

78 MUITO OBRIGADO

79 Movimentação dos programas na escala de conceitos 2007 X 2004 Números absolutos %

80 BRASIL: Produção Científica Todas Áreas Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

81 Diretoria de Relações Internacionais Diretoria De Gestão Diretoria de Ed. Básica Presencial CTC-ES Diretoria de Programas e Bolsas no País CTC-EB CONSELHO SUPERIOR Presidência da CAPES Diretoria de Avaliação Diretoria de EAD Nova Capes

82 Austrália Canadá Espanha Coréia do Sul Itália Reino Unido Holanda Alemanha França Índia México Japão Nigéria Paquistão Bangladesh Indonésia Rússia EUA Brasil China Área > 4 milhões km 2 População > 100 milhões PIB* > US$ 400 bilhões Fonte: Investe Brasil *PIB nominal Brasil - Território, população e economia: combinação vitoriosa R. Dauscha (ANPEI) 3ª CNCTI

83 Pós-Graduação Não se nasce cientista e não precisa ser um gênio para se tornar um

84 Programas de CAPES Continua

85 Programas de CAPES Continua

86 Produção Cientifica Brasileira: % Áreas Específicas no Mundo Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

87 Produção Cientifica Brasileira: % das Áreas no País Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

88 Produção Cientifica Brasileira: Ano 2007 Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

89 Produção Cientifica Brasileira: % artigos citados Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

90 Produção Cientifica Brasileira: Fator Impacto (IF) Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).

91 BRASIL: Produção Científica Áreas Selecionadas Áreas Selecionadas Fonte: ISI - Institute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Standard - ESI (2007).


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