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Prof. Roberto C. Q. de Alcantara Economista, Professor da UNAMA da disciplina Economia Internacional, Coordenador do Curso de Ciências Econômicas e Doutorando.

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2 Prof. Roberto C. Q. de Alcantara

3 Economista, Professor da UNAMA da disciplina Economia Internacional, Coordenador do Curso de Ciências Econômicas e Doutorando em Ciências Empresariais pela Universidade do Museu Social Argentino - Buenos Aires.

4   Ocorrência simultânea de três processos, a saber: a expansão extraordinária dos fluxos internacionais de bens, serviços e capitais; o acirramento da concorrência nos mercados mundiais; e a maior integração entre os sistemas econômicos nacionais. CONCEITO

5    Incremento do fluxo do comércio internacional de bens e serviços. EFEITOS POSITIVOS Ex: Início dos anos 80 o valor girava cerca de US$ 5 trilhões ao ano. de US$ 5 trilhões ao ano. Atualmente aproxima-se de US$ 14 trilhões.

6  Aumento e modernização dos sistemas de telecomunicações no mundo. Ex: Em 1960 o nº de ligações telefônicas entre os EUA e a Europa foram de 2 milhões. Em 1997 o nº de ligações foi de 700 Em 1997 o nº de ligações foi de 700milhões.  Evolução no processo de inovação tecnológica a nível mundial. Ex: Uma fibra ótica com espessura de um fio de cabelo transmite 500 canais de TV simulta_ neamente e comporta informação equivalente a frequências de rádio.

7  Velocidade na comunicação entre as pessoas, e a redução de seus custos. Ex: Formação dos consórcios de satélites.  Redução do tamanho do mundo pela tecnologia.  Surgimento da “cultura global”.

8    A interdependência do mercado financeiro tende a se programar de forma rápida e violenta. EFEITOS NEGATIVOS  Diminuição do poder de decisão dos Estados, que passam a se regular segundo exigências das grandes empresas e perdem a capacidade de adotar políticas de satisfação dos interesses sociais.

9  “Morte da localização geográfica”.  Conflito nas idéias entre globalizar e regionalizar. Na falta de um projeto global, o risco é o de que cada superbloco se feche para os demais, o que, além do risco de uma guerra comercial, marginalizaria países gigantescos, como China e Rússia, que, até agora, não entram em esquema algum.

10  A criação de uma cultura global tende a levar os países a abandonarem suas tradições.  Aumento da concentração de renda. Em 1960 os riscos ganhavam 30 vezes mais que os pobres. Hoje os 20% mais ricos têm renda 78 vezes superior à dos 20% mais pobres.

11  Aumento das desigualdades mundiais. Com 10% da população do planeta, os países mais pobres detêm apenas 0,3% do comércio mundial, a metade do que detinham há 20 anos.  A inovação tecnológica é uma séria ameaça à questão do emprego e mercado de trabalho.

12  sejam orientados ao mercado; Em termos práticos os analistas interna- cionais (a exemplo do Banco Mundial) aconselham os países periféricos a aplicarem políticas governamentais que:  aproveitem as oportunidades da abertura comercial e da intensificação do fluxo internacional de capitais, sem deixar de criar os instrumentos e as salvaguardas institucionais necessárias contra a exces- siva propensão à volatilidade desses capitais, em especial nos mercados derivativos.

13  Existe a precaução dos investidores internacionais no atual momento, visto terem perdidos fortunas com a crise dos Tigres Asiáticos e hoje operam com certas restrições nas economias de risco, como a brasileira, e hoje operam com reservas em caixa que variam de 10% a 30% do valor investido para cobrir futuros prejuízos. Não querem repetir o acontecimento em 1929.

14  Problemas da redução das reservas, que eram de 74 bilhões de dólares em abril e devem fechar o mês em 46 bilhões de dólares.  As próprias empresas brasileiras entraram no jogo da fuga de capitais para o exterior, visto que houve uma queda de cerca de 30% no valor das ações negociadas na bolsa, como não conseguem captar dinheiro dos investidores, são obrigadas a pagar seus empréstimos externos mandando divisas para seus credores.   Problemas enfrentados pelo Brasil:

15  A crise não está derrubando apenas as grandes empresas, mas também ameaça as pequenas e médias empresas, só para exemplificar, nos primeiros quinze dias de outubro o número de empresas em concordata em São Paulo cresceu 66% em relação ao mesmo período do ano passado.  As repercussões da crise já ultrapas- saram a esfera financeira e já chegam na área produtiva, segundo a FIESP, a produção paulista caiu 10,5% neste ano e empregos desapareceram.

16   Reduzida capacidade de resistência diante de pressões, choques ou fatores desestabilizadores. CONCEITO

17    Produtivo - Real  Tecnológica  Comercial  Financeira Pode se manifestar nas seguintes Pode se manifestar nas seguintes dimensões: dimensões: MANIFESTAÇÃO

18 Refere-se ao grau de dependência ao capital internacional (produtivo - médio e longo prazos - e o especulativo).

19 Refere-se, em grande medida, ao grau de abertura da economia brasileira para a penetração das importações de bens e serviços, bem como ao baixo grau de competitividade das exportações brasileiras.

20 Agravou-se ao longo dos últimos anos à medida que houve um desmantelamento do sistema nacional de inovações e se desregulamentou a transferência de tecnologia.

21 A economia brasileira apresenta um dos mais elevados graus de internacionaliza- ção da produção por meio da presença de empresas de capital estrangeiro no aparelho produtivo do país.


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