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CENTRO DE EDUCAÇAÕ DE JOVENS E ADULTOS AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ESCOLAR, COMO INSTRUMENTO DE APERFEIÇOAMENTO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CENTRO DE.

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1 CENTRO DE EDUCAÇAÕ DE JOVENS E ADULTOS AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ESCOLAR, COMO INSTRUMENTO DE APERFEIÇOAMENTO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CENTRO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCA Ç ÃO

2 01 – INTRODUÇÃO Nos últimos anos a avaliação institucional vem ganhando importância também no ensino básico. Tendo sido considerada como prioritária também pelos sistemas educacionais, e tornou-se parte de uma política de estado, para melhoria de supervisão e apoio técnico às escolas, e para a melhor alocação de recursos, bem como verificar o impacto de inovações introduzidas, como, por exemplo, a formação continuada do magistério e implementações de projetos. A avaliação configura-se sempre em relação a algo, necessita de uma referência, um projeto político – pedagógico, um projeto institucional, que é o horizonte a ser atingido, em função da qual a avaliação tem sido. A avaliação é um mecanismo que acompanha a implantação e viabiliza a correção de rumos de um certo modelo de escola, de um certo projeto político – pedagógico.

3 Com o objetivo de identificar cada vez mais a nossa escola com a sociedade e suas transformações, mediante a globalização, e indo de encontro com a sua filosofia que evidencia a formação de educando, para atuar como agente transformador do processo social em que está inserido, e o objetivo principal de oferecer um ensino que reafirme a escola como referência em educação pública no Estado de Mato Grosso, cujo processo pedagógico, estimule uma aprendizagem que desperte a capacidade criativa do educando sensibilizando-o para o exercício da cidadania, sentimos a necessidade de implantar o processo de avaliação institucional como aprimoramento do Projeto Político Pedagógico, para tanto, foi necessário pesquisar sobre o assunto em várias obras, dentre elas a Coleção CONSED do programa de Capacitação a Distância para Gestores Escolares, Avaliação em Debate (2003), Programa este oferecido pela Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso

4 02 – JUSTIFICATIVA Buscando aperfeiçoar, dentro uma visão totalitária, o fortalecimento da participação coletiva no Projeto Político Pedagógico dos Centros de Educação de Jovens e Adultos, e também uma forma de incorporar uma cultura de auto- avaliação em seu processo de gestão, visando a melhoria dos resultados da aprendizagem dos alunos, com o objetivo de alcançar algumas metas traçadas nos Projetos Político Pedagógicos, dentre elas, diminuir o auto índice de evasão na modalidade EJA e melhoria do desempenho da equipe escolar, fomentar a participação da comunidade nas ações do Centros, além de buscar estratégias para desenvolver uma cultura de auto - avaliação, Sabendo que, a nova LDB deu grande destaque à avaliação. Em geral ela não é mais vista como instrumento de controle burocrático. Mesmo assim, ela encontra resistência e não se constitui numa prática constante dentro do nosso ambiente escolar, por um outro lado, devemos entender que avaliar é um ato que exercemos constantemente no nosso cotidiano, de diversas formas, até mesmo através de um diálogo construtivo ou ao contrário.

5 Devemos compreender ainda que, a avaliação da aprendizagem não pode ser separada da avaliação institucional, mesmo que elas sejam de natureza diferente são distintas, e inseparáveis, pois o rendimento do aluno depende das condições institucionais e do projeto político pedagógico da escola integrando as diferentes variáveis e fatores, não diretamente ligados à escola, que devem ser considerados. Para tanto é necessário desenvolver propostas que sirva de base para orientar o processo para o seu eixo. È essa proposta de base que definirá o modelo de avaliação, os objetivos, o planejamento e os métodos a serem utilizados. Um dos objetivos relevantes da avaliação é o de identificar cada vez mais a escola pública com a sociedade brasileira a fim de que a cultura e o conhecimento técnico-científico transformem-se em bens de qualidades, possuídos por todos e para que tenhamos, de fato, uma escola comprometida com a formação de cidadãos e cidadãs.

6 03 – OBJETIVO GERAL Desenvolver o auto-conhecimento da instituição e formular subsídios ou elementos para tomada de decisões, visando o fortalecimento, a legitimidade e a autonomia do Projeto Político Pedagógico, na melhoria dos Centros de Educação de Jovens e Adultos.

7 04 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender os princípios e as finalidades da avaliação institucional como embasamento para o desenvolvimento desse processo no Centro. Implementar o processo de avaliação nos Centros, envolvendo a comunidade educativa; Selecionar procedimentos básicos para elaboração, aplicação, organização e interpretação de instrumentos de coleta de informações sobre os Centros; Utilizar resultados de avaliação no processo de aperfeiçoamento do projeto político pedagógico do Centro;

8 05 – METODOLOGIA As ações metodológicas da avaliação institucional tem como três critérios: visão de totalidade, participação coletiva, preparação, planejamento e acompanhamento e síntese do processo de avaliação dos Centros, especificando as estratégias e ações e pesquisas bibliográficas.

9 06 – ESTRATÉGIAS Promover estudos sobre avaliação institucional na sala de professor; Desenvolver um diagnóstico prévio sobre cultura de auto – avaliação; Conceber o espaço do Conselho Deliberativo dos Centros como estratégia de articulação e discussão para mobilizar, acompanhar e garantir a participação de todos no processo; Preparar estratégia e escolha de dimensões e categorias de análises, que servirão de base para escolha e elaboração de instrumentos coletivos e individuais de coleta de informações; Estabelecer ações para superar dificuldades ou para divulgar e disseminar, quando se tratar de coisas boas que precisam contagiar todos dentro e fora dos Centros.

10 07 – REFERENCIAL TEÓRICO 7.1 – DOS PRINCIPIOS E FINALIDADES DAS AVALIAÇÕES INSTITUCIONAL E EDUCACIONAL Entendemos a avaliação educacional como à avaliação da aprendizagem ou do desempenho de alunos (ou profissionais) e à avaliação de currículos. Ela se concentra no processo ensino – aprendizagem e nos fatores que interferem em seu desenvolvimento. Já, a avaliação institucional, destina-se à avaliação da instituição (como escola e o sistema educacional), políticas e os projetos. Cuja atenção está centralizada em processo de relações, decisões e resultados das ações de uma instituição ou do sistema educacional como um todo.

11 Neste sentido, a avaliação institucional, contempla e incorpora os resultados da avaliação educacional, a partir daí incorporamos o entendimento de que a educação tem papel ativo significativo de transformação social. Consideramos avaliação institucional como um processo sistemático de busca de subsídios para melhoria e aperfeiçoamento da qualidade da instituição escolar, em especial da aprendizagem e da formação global do aluno. Existem duas principais correntes de pensamento sobre avaliação institucional em educação. A primeira que é a mais difundida e usada está voltada para a identificação de mérito, ou seja: quem sabe mais apresenta melhor desempenho ou melhores indicadores. Tem sido usada para estabelecer hierarquias, classificações ou rankings entre instituições. Essa corrente pode ser chamada de avaliação meritocrática[1] ou para controle.[1] [1] meritocrática – tipo de avaliação que têm por objetivo separa os bons, que têm mérito, dos não bons, que não têm bom desempenho e não merecem o destaque. È usada para classificar alunos, pessoas (em concurso) ou provas globais, tais como o Provão.

12 O exemplo mais conhecido atualmente é o Exame Nacional de Curso, conhecido como Provão, que os estudantes fazem no final do curso de graduação; serve também para credenciamento e recredenciamento de instituições de ensino superior, a cargo dos Conselhos Estaduais e Nacionais de Educação. O exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é outro tipo de avaliação de mérito ou classificatória que começa a ser usada como parte de exame vestibular para ingresso no ensino superior. O Enem, o vestibular e outras provas seletivas (concursos, por exemplo) são também exemplos da avaliação meritocrática, mas aplicados a indivíduos e não a instituições.

13 Outra corrente considera a avaliação institucional como um instrumento para a melhoria da educação. Ela prioriza a identificação de dificuldades e sucessos e, a partir daí, formula ações com o objetivo de transformação e aperfeiçoamento da escola e do sistema educacional. Contrária a criação do ranking, é vista como meio para construir uma escola e um sistema de ensino com qualidade. Concebe a avaliação como ferramenta de melhoria e democratização da educação, com impacto positivo no processo de transformação social. È chamada de avaliação para transformação e aperfeiçoamento.

14 No sentido sócio cultural, a Avaliação institucional, é um processo global, contínuo, sistemático, competente, legítimo e participativo que pode envolver agentes internos e externos na formulação de subsídios para a melhoria da qualidade da instituição escolar. A atividade de ensinar (disseminar conhecimento, cultura, tecnologia, reflexão e capacidade crítica) é um processo. Por isso a avaliação não pode ser um instantâneo, uma fotografia da realidade, em um dado momento. A avaliação tem de ser um processo por meio do qual a escola se conhece, indo às raízes dos fenômenos e das situações, alcançando uma compreensão contextualizada e fundamentada daquilo que está acontecendo. A avaliação também é um processo por mais uma razão: a elaboração e a implementação das decisões (formuladas em conseqüência do processo de avaliação). O que não ocorre de modo instantâneo; pois demandam tempo para seu desenvolvimento. Assim, as próprias mudanças introduzidas tornam-se, por sua vez, objeto de avaliação. E tudo isso só pode ser feito com sucesso contando com o envolvimento e a participação de todos: professor, alunos, pais, servidores e comunidade externa.

15 A avaliação é global em dois sentidos, de um lado porque envolve todas as atividades da instituição (uma determina escola) ou do conjunto das instituições do sistema de ensino; do outro porque envolve todos os sujeitos que participam da instituição (alunos, ex – alunos, pais, professores) assim como os resultados das atividades, isto é: a formação cidadã dos alunos. Assim, a avaliação é um processo global, por isso contínuo e sistemático, e também participativo. Ela tem ainda, entre seus princípios, competência e legitimidade. Em outras palavras: ela precisa ser tecnicamente competente e politicamente legítima, è indispensável que a comunidade interna à instituição e as instâncias externas – os governos, as famílias, o mercado de trabalho e a sociedade em geral – reconheçam que a estratégia de avaliação (procedimentos e aproveitamento de resultados) esteja correta, seja adequada, ou seja, tecnicamente competente.

16 Da mesma forma, os condutores do processo de avaliação, tanto internos (alunos, professores, outros profissionais da educação abertos ao exame de si próprio como formuladores, gestores e executores das atividades educacionais- o governo) como externos( mães/ pais, entidades sociais e outros sujeitos diretamente envolvidos com a atividade escolar, parceiros de ações, patrocinadores – os que financiam a educação pelos impostos) à instituição e ao sistema de ensino, devem ser aceitos, ter a legitimidade reconhecida por todos. Uma condição fundamental para que a avaliação seja legítima é que ela respeite a identidade da escola, reconheça as suas características e as de seus membros, sua inserção regional etc. Assim, a qualidade técnica e a legitimidade política do processo de avaliação constituem fatores essenciais para que a avaliação alcance resultados que possam ser transformados em ações efetivamente relevantes e transformadoras.

17 Além disso, é preciso que as pessoas assumam a avaliação da instituição e de seus resultados como parte de seu cotidiano. Em geral aceita se que, para dar aula, é necessário um mínimo de planejamento, preparação e avaliação do desempenho próprio e dos alunos. Você concorda? Pois é! Isso faz parte da nossa cultura profissional, isto é, dos valores e das práticas que aceitamos em nossa profissão. Da mesma forma, é necessário criar uma cultura institucional na qual o processo de avaliação institucional faça parte do cotidiano regular de todos na instituição. Além de ter espaço definido no calendário escolar, ela precisa estar incorporada, internalizada, nos sujeitos do processo pedagógico e da gestão educacional. (Belloni e Fernandes - CONSED. Cap. 1)

18 7.2 – PROCESSOS METODOLÓGICOS E AS ETAPAS DE OPERACIONALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL As ações metodológicas da avaliação institucional baseiam- se em três critérios: Visão totalitária – A escola deve ser avaliada no seu todo, envolvendo serviços, desempenhos e sua inter-relações, tendo como referencial o Projeto Político Pedagógico, a escola deve ter claro o seu perfil, assim a avaliação estará colaborando para a reflexão e a construção dessa identidade.

19 Participação coletiva - Deverá se dar de forma individual por meio de instrumento como questionário, entrevistas e de forma coletiva, pela participação em assembléias. O processo de avaliação deverá ser discutido por todos os seguimentos desde o seu início. Planejamento e acompanhamento – Têm a finalidade de assegurar o processo, pra não limitar a levantamentos de informações, deverá ter caráter analítico e construtivo da avaliação, analisando as causas das dificuldades e apresentando alternativas, para efetivação do processo, poderá ser criado grupo de trabalho ou o próprio conselho escolar poderá coordenar. (Belloni e Fernandes - CONSED. Cap. 2 )

20 7.3 – COMO IMPLEMENTAR O PROCESSO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL INTEGRADO AO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA O Conselho Deliberativo da Unidade Escolar e fóruns existentes são espaços estratégicos de articulação e discussão para mobilizar, acompanhar e garantir a participação de todos no processo de avaliação institucional. A construção participativa que vem legitimar a democracia e autonomia da Escola, através do Projeto Político Pedagógico, passa a ter força de integração, na definição conjunta de princípios de teorização de linhas de ações desenvolvidas no interior da escola, a avaliação, por sua vez se coloca como mediadora, quando se trata de perceber e redirecionar as ações para o crescimento da comunidade escolar. (Belloni e Fernandes -CONSED. Cap. 3)

21 7.4 – A ORGANIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS CE COLETA DE INFORMAÇÕES SOBRE A ESCOLA Com base do conhecimento metodológico de pesquisa, usa-se o método científico que são:. preparação de coleta de informações, é a definição de dimensões ( revela a abrangência da avaliação), de categorias de análise ( as questões referentes a essa abrangência – os pontos básicos escolhido pela comunidade para ser avaliado) e de aspectos ( são os detalhes pelos quais serão feitas as perguntas ou pequenos pontos para as perguntas) a serem avaliados em cada uma das categorias

22 procedimentos da aplicação, organização e interpretação de informações coletadas, visualizadas através de tabelas e gráficos para informações quantitativas e as qualitativas são organizadas por aspectos preestabelecidos na interpretação objetiva de pensamento do respondente.. relatório final, trata-se de instrumento burocrático, mas com elementos e síntese importante para o encaminhamento das ações que devem se seguir à avaliação. (Belloni e Fernandes -CONSED, cap. 4 p. 107)

23 7.5 – COMO USAR OS RESULTADOS DA AVALIA INSTITUCIONAL Sabemos que os resultados da avaliação, podem ser separados em dois grupos: Os resultados positivos da avaliação referem-se ao bom aproveitamento escolar e ás coisas que funcionam bem e influenciem positivamente nos bons resultados escolares, tais como: baixa ou nenhuma evasão e reprovação; alunos que são cidadãos e não apenas aprendizes; disciplina, alegria, empenho e satisfação de pais /mães, alunos e professores etc.

24 Os resultados negativos da avaliação apontam para as coisas que não funcionam bem, que são insuficientes ou que estão erradas, como, por exemplo: reprovação, indisciplina, violência, depredação, desrespeito às pessoas, mau aproveitamento de recursos (merenda, material escolar) etc. São fatores que levam aos desperdícios de dinheiro público, são fontes de frustrações para os pais, alunos e professores que trazem enorme prejuízo social, pois prejudicam o presente e o futuro dos alunos. Por fim, é necessário estabelecer ações para lidar com cada questão: ações para superar, atenuar ou corrigir, quando se trata de dificuldades, insuficiências ou equívocos; ações para divulgar e disseminar, quando são coisas boas que precisam contagiar todos dentro e fora da escola. (Belloni e Fernandes - CONSED, cap. 5 p 129)

25 08 – AVALIAÇÃO Será realizada, através de diagnósticos e relatório reflexivo considerando as ações propostas e executadas, no final de cada ano letivo junto à comunidade interna e externa, logo após a socialização dos resultados junto à comunidade, iremos levantar propostas para a reformulação do Projeto Político Pedagógico que deverá ser reformulado de dois em dois anos.

26 09 – CRONOGRAMA Etapas Ações Meses 1ª Preparação- Leitura e pesquisa do embasamento teórico; Abril - Elaboração do pré – projeto; Maio 2ª Implementação - Articular Direção/Coordenação/CDCE; Maio - Socializar embasamento teórico/Comunidade; Maio - Diagnóstico sobre o tema; Maio - Estudo do embasamento teórico; Maio - Elaboração dos instrumentos para coleta de informações; Junho - Estudo do embasamento teórico para análise dos dados; Junho - Organização das análises de dados coletados; Julho 3ª Síntese - Elaboração de relatórios; Agosto - Apreciação dos resultados; Agosto - Socialização dos resultados Agosto

27 10 – ORÇAMENTO 01 – Fotocópias para formulários cópias R$ 100,00 02 – Materiais – CD R$ 5,00 03 – Livros 05 R$ 150,00 Total R$ 255,00

28 11 – CONSIDERAÇÕES FINAIS Esperamos com esta intervenção, iniciar o processo de aperfeiçoamento do nosso Projeto Político Pedagógico, construindo uma avaliação emancipatória, que venha facilitar a função social desta escola como serviço público, viabilizando um processo democrático, participativo, sério e reflexivo que possa captar os pontos mais frágeis deste estabelecimento de ensino e apontar os rumos da sua superação com vistas a elevar o nível do nosso desempenho, face aos nossos compromissos sociais.

29 12 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BELONI, Isaura e FERNANDES, Maria Estela Araújo, Modelo IX Como desenvolver a avaliação institucional da escola? – CONSED, Brasília DF RAMOS, Cosete, Sala de Aula de Qualidade Total. Editora Qualitymark, Rio de Janeiro RJ VIANNA, Heraldo Marelim, Avaliação em Debate. Editora Plano, Brasília DF


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