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Projeto de Gestão e Prevenção a Áreas de Riscos a Desastres Naturais.

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Apresentação em tema: "Projeto de Gestão e Prevenção a Áreas de Riscos a Desastres Naturais."— Transcrição da apresentação:

1 Projeto de Gestão e Prevenção a Áreas de Riscos a Desastres Naturais

2 Objetivos Capacitação de técnicos municipais e da defesa civil para tomada de decisão em situações de desastres naturais; Conscientização sobre a importância e planejamento urbano como ferramenta de combate a desastres naturais;

3 Etapas 1.Criação e atualização de uma página na internet.

4 Etapas 2.Contato com municípios, órgãos estaduais e defesa civil; 3.Levantamento de dados (desastres naturais); 4.Levantamento de dados ( gerais ); 5.Estabelecimento das principais demandas regionais; 6. Curso de Capacitação; 7. Mapeamento das áreas de risco; 8. Estabelecer núcleo de assessoria;

5 Coleta de dados Contato com os municípios Decretos situação de emergência Dados da defesa civil Visita a municípios Aplicações de questionários Coletas de dados Pluviométricos da Ana

6 Dificuldades Contato com os municípios; Levantamento de dados referentes aos decretos de emergência;

7 O que consideramos um desastre?? “ Desastre é definido como resultado de eventos adversos, naturais ou provocados pelo homem sobre um ecossistema (vulnerável), causando danos humanos, materiais e/ou ambientais e consequentes prejuízos econômicos e sociais, Castro (1998)”

8 Fenômenos naturais severos como inundações, escorregamentos, secas, entre outros, são influenciados pelas características regionais, como: rocha, solo, topografia, vegetação, condições meteorológicas e quando estes fenômenos ocorrem em locais onde os seres humanos vivem, resultando em danos (materiais e humanos) e prejuízos (sócio- econômico) são considerados como “desastres naturais”.

9 Desastres Naturais no Brasil BBC BRASIL (2003) relata que o Brasil é o país do continente americano com o maior número de pessoas afetadas por desastres naturais. A ocorrência de desastres naturais no Brasil aumentou 268% na década de Entre os principais desastres com aumento de incidência estão os que mais geram vítimas fatais, como as inundações e os movimentos de massa.

10 Fonte: Gráfico do Atlas Brasileiro de Desastres Naturais Desastres Naturais no Brasil

11 Quais os principais desastres que ocorrem no Rio Grande do Sul??

12 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações No Rio Grande do Sul se passar dois meses sem chover já está concretizada a seca (estiagem). O que influencia na escassez da água: O desmatamento para a implantação de lavouras; Os sedimentos transportados, por erosão das lavouras, causam o assoreamento dos rios; O manejo inadequado do solo; Erosão e contaminação da água.

13 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Canguçu é o município que possui o maior número de minifúndios do País. Na estiagem que atingiu o Estado entre 2004 e 2005, Canguçu foi um dos municípios mais prejudicados.

14 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: Pedro Osório RS

15 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações

16 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações O vendaval pode ser definido como um deslocamento intenso de ar na superfície terrestre devido, principalmente, às diferenças no gradiente de pressão atmosférica, aos movimentos descendentes e ascendentes do ar e a rugosidade do terreno (VIANELLO E ALVES, 1992). Os ventos tem velocidade variável e são classificados na Escala de Beaufort, um vendaval tem velocidade entre 88 e 102 km/h.

17 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Em setembro de 2009 um vendaval atingiu Pedro Osório causando danos como 10 galpões com destelhamento total ou parcial e 25 casas no interior do município, na cidade foram danificadas 14 casas e 2 galpões além de inúmeras árvores caídas e danos ao patrimônio publico tais como o destelhamento parcial da garagem do município e do banheiro da praça central.

18 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: Candiota RS

19 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: Dom Pedrito RS

20 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações

21 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações A duração da chuva de granizo depende da extensão vertical da zona de água no interior da nuvem. Se estiver acima de 3 km, com gotas de dimensões diferentes, será de longa duração,(KULICOV e RUDNEV, 1980). A agricultura é um dos setores econômicos que mais sofre com este fenômeno, pois plantações inteiras podem ser destruídas dependendo da quantidade dos tamanhos das pedras de gelo.

22 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações O município de Herval sofreu dois anos seguidos com queda de granizo que trouxe danos a população em 2011 e Em São Lourenço do Sul, no sul do Estado, a chuva de granizo causou estragos no interior do município em 05/12/2013. As pedras de granizo eram do tamanho de laranjas prejudicando plantações de fumo e residências.

23 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: Herval RS

24 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: São Lourenço do Sul RS

25 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações

26 Fonte: Defesa Civil São Bernardo do Campo- SP

27 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Enxurrada é considerada quando uma grande quantidade de água corre com violência resultante de chuvas abundantes, ou seja uma inundação brusca. Muitas vezes estão associadas ao movimento não só de água e sim de terra, pedras, pedaços de troncos e tudo que aparecer no caminho, criando um movimento de massa ainda mais destruidor.

28 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Em 10 de março de 2012 tivemos como exemplo a cidade de São Lourenço do Sul que sofreu grandes danos, a população perdeu a maior parte dos seus bens onde metade da zona urbana ficou de baixo d’água, nesse evento ocorreu mortes também.

29 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: São Lourenço do Sul

30 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações

31 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações São ocasionados pelo acúmulo de água na superfície urbana e, na maioria das vezes, ocorrem por falhas no sistema de microdrenagem.

32 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Em 27 de fevereiro de 2009 Pelotas registrou que em 24 horas a precipitação foi superior a 115 milímetros. Que gerou um desconforto grande a população. Junho de 2002 Em Pelotas, o nível do Canal São Gonçalo, que corta o município ficou mais de dois metros acima do nível. Dezenas de casas foram inundadas e outras ficaram ilhadas.

33 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: Arroio Grande RS

34 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: Pelotas RS

35 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Analisando os dados sobre desastres naturais no Brasil no período de 1948 a 2004, disponibilizados pelo EM- DAT Internacional Disaster Database, Kobiyama et al. (2004a) demonstraram que no Brasil, os desastres naturais que provocam maiores perdas humanas foram as inundações (enchentes). A inundação, popularmente tratada como enchente, é o aumento do nível dos rios além da sua vazão normal.

36 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações No mês janeiro de 2009 o município de Turuçu sofreu com problemas de Inundação, a qual deixou pessoas desabrigadas. Na mesma data a ponte sobre o arroio Fragata entre Pelotas e Capão do Leão desmoronou.

37 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local:BR 116 entre Pelotas-Jaguarão RS

38 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: São Lourenço do Sul RS

39 EstiagemEnxurradaVendaval Alagamentos Granizo Inundações Local: São Lourenço do Sul RS

40 Etapas na prevenção de desastres naturais Fonte: Livro Prevenção de Desastres Naturais Conceitos Básico

41 Gestão de Risco Prevenção Mitigação Preparação Alerta Resposta Reabilitação Reconstrução Redução do Risco Manejo do Desastre Recuperação

42 Áreas de Risco São áreas consideradas impróprias ao assentamento humano por estarem sujeitas a riscos naturais ou decorrentes da ação antrópica, por exemplo, margens de rios sujeitas áreas de alta declividade com risco de desmoronamento, entre outras.

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44 Dados Coletados durante o Projeto Índices pluviométricos Decretos municipais de situação de emergência

45 Exemplo: Série histórica de dados pluviométricos de 47 anos (de 1967 a 2014) Arroio Grande

46 Exemplo decretos de Situação de Emergência

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48 Perguntas...

49 Referências Kobiyama, M.; Prevenção de Desastres Naturais: Conceitos Básicos, Gestão de Riscos no Brasil, Seminário Internacional Sobre Prevenção de Desastres Naturais. CASTRO, Antônio Luiz Coimbra de, Manual de desastres: desastres naturais, Brasília (DF): Ministério da Integração Nacional, ANA – Agência Nacional de Águas Acesso em: 15 dez http://hidroweb.ana.gov.br/ Defesa Civil Rio Grande do Sul. Acesso 20 out 2014http://www.defesacivil.rs.gov.br/ Defesa Civil: Conceitos, dicas e prevenção, Abril Defesa Civil São Bernardo do Campo, SP alagamento.html. Acesso 16 dez alagamento.html

50 Muito Obrigada.


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