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Inativação do Cromossomo X Inativação do Cromossomo X Monitores: Mariana Coelho Paloma Cruz Paloma Cruz Rodrigo Teixeira Rodrigo Teixeira.

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Apresentação em tema: "Inativação do Cromossomo X Inativação do Cromossomo X Monitores: Mariana Coelho Paloma Cruz Paloma Cruz Rodrigo Teixeira Rodrigo Teixeira."— Transcrição da apresentação:

1 Inativação do Cromossomo X Inativação do Cromossomo X Monitores: Mariana Coelho Paloma Cruz Paloma Cruz Rodrigo Teixeira Rodrigo Teixeira

2 Início do desenvolvimento embrionário; Compensação de dose; Homens X Mulheres (células somáticas). Introdução É UM MECANISMO NORMAL!!!

3 Corpúsculo de Barr

4 Características do Processo Hipótese de Lyon: 1)Nas células somáticas femininas, apenas um cromossomo X é transcricionalmente ativo; 2)A inativação ocorre cedo na vida embrionária (13°-16° dia); 3)É um processo aleatório e fixo.

5 Determina um mosaicismo somático.

6 Mosaicismo Somático Mosaicismo Somático

7 Exemplos Cor de pelagem ligada ao X, com mosaico de manchas. O alelo para pelagem preta reside num X, enquanto o alelo para pelagem amarela reside no outro X.

8 Processo de inativação do X Xic Xic (centro de inativação do X): Localizado em Xq13. Contém o gene XIST. Xist Xist (X-inactive-specific transcript): É essencial para a função do Xic na iniciação da inativação do X, mas não é capaz de manter esse processo. É expresso apenas pelo alelo do X inativo.

9 Processo de inativação do X Produto de XIST RNAm envolve X, inativando-o (complexo RNA de XIST/corpúsculo de Barr). Expressão de XIST silenciamento de outros genes desse cromossomo. A ação do XIST sofre influência de outros genes: Tsix (presente em Xic, regula o gene XIST); Xce (escolha do cromossomo X ativo).

10 Retomando... Iniciação do processo de inativação: controle pelo Xic. Ele é quem decide quais os cromossomos X serão inativados. Produz o transcrito Xist- RNA que encobre o X e inicia o silenciamento, ocorrendo com uma cascata de mudanças na cromatina. O Xic é um locus extremamente complexo!

11 Xic e XIST

12 Processo de inativação do X Primeiras linhagens celulares embrionárias: XIST em níveis baixos em ambos os cromossomos até a escolha do cromossomo a ser inativado. A seguir: XIST inicia processo, o qual deve ser mantido através de mecanismos específicos nas linhagens celulares subseqüentes.

13 Processo de inativação do X Uma vez estabelecida a inativação de um dos X de uma célula, ela pode ser mantida sem a presença de XIST. XIST Células embrionárias Células somáticas INATIVAÇÃO DO X X

14 ATENÇÃO! XIST ativo X inativo XIST inativo X ativo

15 Fish: localização do XIST RNA no cromossomo X inativo.

16 Epigenética É o estudo das mudanças funcionais dos genes que são mitótica ou meioticamente herdáveis, mas não ocasionam uma mudança na seqüência do DNA. É o estudo das mudanças funcionais dos genes que são mitótica ou meioticamente herdáveis, mas não ocasionam uma mudança na seqüência do DNA. Ex: Metilação. Ex: Metilação.

17 Manutenção da inativação - METILAÇÃO XIST determina o padrão de inativação e inicia o silenciamento dos genes do cromossomo X Para a manutenção da inativação: Metilação!!! Metilação!!! A metilação é um processo primariamente normal de inativação de diversos tipos de genes.

18 Manutenção da inativação A metilação também está relacionada com a expressão do XIST. A metilação também está relacionada com a expressão do XIST. Cromossomo X ativo: XIST hipermetilado Cromossomo X ativo: XIST hipermetilado Ausência de expressão Ação de histonas. Ação de histonas.

19 Genes que escapam à inativação Expressam-se em ambos os cromossomos X. Cerca de 25%; maioria em Xp. 15% estão ativos em todas as células e 10% estão ativos em algumas células e inativos em outras. Alguns genes apresentam inativação variável entre diferentes indivíduos.

20 Região pseudoautossômica: homologia e crossing over com cromossomo Y. Região com cópia correlata no Y, mas sem crossing over. Região sem cópia correlata e sem crossing over com o Y. Genes que escapam à inativação

21 Conseqüências clínicas: Síndrome de Turner (45,X). Genes que escapam à inativação

22 Perfil da inativação

23 Genes que escapam à inativação

24 Falhas na inativação X Em células embrionárias após o 13º-16º dia, a não inativação de um dos cromossomos X é um evento letal. Em células somáticas é um evento raro, podendo ocorrer em células normais ou neoplásicas.

25 Inativação Não-Aleatória Lyonização seletiva: Lyonização seletiva: Preconiza a inativação do cromossomo X que tem uma mutação. Anomalias do X são melhores toleradas que as anomalias similares dos autossomos.

26 Lyonização negativa: Lyonização negativa: Preconiza a inativação do X normal. Heterozigotas manifestantes para Hemofilia (A e B), Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), Daltonismo, Síndrome de Wiskott-Aldrich, distúrbios oculares ligados ao X. Inativação Não-Aleatória

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28 em XIST – alteração no processo! Mutação em XIST – alteração no processo! Inativação Não-Aleatória

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30 Gametogênese No processo de formação dos gametas femininos (oocitogênese), há a reativação do cromossomo X previamente inativo nas células diplóides somáticas. A enzima ativa na reativação do X é a 5-azacitidina, a qual inibe a metilação da citosina.

31 Gametogênese A ausência de metilação torna o X ativo novamente. A reativação ocorre simultaneamente à diminuição da expressão do gene XIST.

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33 FIM!


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