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Brasília, março de 2009 A crise internacional e repercussões: situação brasileira em março de 2009 Jorge Abrahão de Castro IPEA.

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1 Brasília, março de 2009 A crise internacional e repercussões: situação brasileira em março de 2009 Jorge Abrahão de Castro IPEA

2 Reflexo crise no Brasil Diminuição das linhas de crédito externo (dificultando as operações de financiamento para as atividades exportadoras). Diminuição do investimento estrangeiro (fuga para títulos do Tesouro americano) Súbita depreciação da taxa de câmbio (ocasionou sérios problemas financeiros para algumas empresas que haviam assumido posições de risco associadas a uma expectativa equivocada de manutenção da trajetória de apreciação cambial) Sistema bancário também restringiu suas operações (receio de não serem capazes de honrar os depósitos dos clientes, assumiram uma posição mais avessa ao risco, reduzindo a concessão de crédito)

3 Ambiente econômico interno já dava indícios de que a trajetória de crescimento até então vigente sofreria algum tipo de ajustamento. Dois fatores mostram isso: –Aumento da taxa de juros iniciado em abril pelo Banco Central, tornando o financiamento mais caro; e –Maturação dos investimentos realizados desde o início do ciclo de expansão da economia (acúmulo muito elevado de estoques em vários setores da economia). Reflexo crise no Brasil

4 Conseqüências: Primeiro momento: –redução das horas trabalhadas (jornadas mais curtas e/ou antecipação de férias coletivas) –reversão de expectativas (os agentes econômicos menos otimistas em relação ao futuro da economia). Conforme o ajuste se intensifica: –tem início o processo de cortes na força de trabalho empregada. –Redução do nível de confiança dos consumidores devido: A possibilidade de perda do emprego (ampliação do desemprego): Escassez e encarecimento do crédito (elevação do spread e seletividade) –Amplia a postura de cautela dos consumidores; –Redução da demanda dos consumidores, especialmente pela aquisição de bens duráveis. –Expectativas dos empresários também se deterioram: projetos de ampliação da capacidade sejam adiados ou até cancelados; Estão ajustando os estoques; produção continua se contraindo Fortalece o círculo vicioso a seguir (ver figura 1.1)

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14 Emprego

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19 Projeções para a taxa de desemprego

20 INFLAÇÃO

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22 Setor externo

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24 Crédito e juros

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27 CENÁRIO BÁSICO PARA A TAXA DE JUROS – SELIC FONTE: BACEN ELABORAÇÃO: BRADESCO

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31 Finanças públicas

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35 Capacidades de enfrentamento da crise: Sistema Financeiro não foi afetado; Tem reservas monetárias razoáveis; Não depende do mercado internacional (comércio); Capacidade anti-ciclica no lado monetário (tem muito espaço para abaixar os juros) e fiscal (ampliar gastos de investimentos públicos); Ajustou o câmbio (resultado da crise).

36 Ações importantes: Fronteiras de investimentos: –Infraestrura (PAC); –Pré-sal (petróleo e gás); –Programa de grande escala na habitação (1 milhão de casas). Sustentação do mercado interno: –Ampliação dos beneficiários do Bolsa Familia (1,3 milhões de familias); –Política de valorização do Salário-minimo: Antecipação do reajuste; Piso do RGPS e do BPC; –Aumento da renda devido a criação de duas novas aliquotas do IRPF; –Extensão emergencial do Seguro-desemprego; –Ampliação do crédito direcionado –Bom desempenho do consumo do setor público. Bancos públicos podem coordenar a ampliação do crédito e do investimento

37 Previsões para crescimento do PIB

38 Papel do Estado: Gestão macroecônomica consistente; Ampliar a proteção social e a geração de oportunidades; Recuperar a capacidade de planejamento de longo-prazo: –Aumentar a competitividade; –Diminuir desigualdade regionais, renda, etc; Reconstruir instituições; e Ampliar democratização: –Ampliar processo de participação social

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42 Base para as projeções: –(i)-aumento dos investimentos referentes às obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento); –(ii)-lançamento do Programa Habitacional do governo; –(iii)-aumento da renda disponível devido à criação de duas novas alíquotas do IRPF; –(iv)-efeitos defasados da política monetária de redução da taxa de juros básica da economia, com ampliação do crédito e redução de suas taxas na ponta; –(v)-aumento real significativo do salário mínimo que começou a ser pago no início do mês de março e que amplia o valor dos benefícios previdenciários; cerca de 2/3 dos benefícios pagos têm o valor de um salário mínimo - houve recomposição do valor dos benefícios da Previdência, de acordo com a inflação passada; –(vi)-mais 1,3 milhão de famílias beneficiadas no programa Bolsa-Família; –(vii)-ampliação de créditos direcionados, especialmente concedidos pelas instituições financeiras públicas; –(viii)-o consumo da administração pública deverá manter um bom desempenho.

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