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Arritmias A freqüência cardíaca e o ritmo do coração são controlados pelo marcapassso, também chamado nodo sino-atrial (S.A.), no átrio direito, que propaga.

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1 Arritmias A freqüência cardíaca e o ritmo do coração são controlados pelo marcapassso, também chamado nodo sino-atrial (S.A.), no átrio direito, que propaga o impilso pelo átrio permitindo que ocorra o movimento de contração e bombeamento do sangue para dentro do ventrículo. A partir desses impulsos elétricos do nodo S.A. é que ocorrerá a estimulação de todo o músculo cardíaco através de uma rede nervosa.

2 Arritmias Ocorre o relaxamento do átrio, enchimento, contração, ejeção do sangue para o ventrículo que estará relaxado, daí ocorrerá o enchimento do ventrículo, contração, ejeção do sangue para artéria aorta (se V.E) e para artéria pulmonar (se V.D.).

3 Arritmias Qualquer desvio da ordenação seqüencial normal é considerado um disturbio de rítimo e é chamado arritmia. Às vezes uma área do músculo cardíaco se torna mais excitável e dispara impulsos mais rapidamente. Esses novos focos podem disparar impulsos com rítimos extremamente rápidos, ocorrendo fibrilação atrial e não passando impulsos para os ventrículos, não ocorrendo fornecimento de sangue ao organismo.

4 DROGAS mais UTILIZADAS em ARRITMIAS São utilizadas para diminuir o numero de vezes que a musculatura atrial se contrai excessivamente num determinado período, ou ainda para controle ou prevenção da fibrilaçao ventricular, como o cloridrato de lidocaína.

5 DROGAS mais UTILIZADAS em ARRITMIAS É administrado por um medico e cuidadosamente monitorada mediante traçado eletrocardiógrafo. Muito usado em UTI, sobretudo em pacientes que sofreram recente grave IAM, para prevenir arritmias. Os efeitos colaterais da lidocaína afetam principalmente o SNC e incluem sosnolencia, desorientação, confusão mental, perturbação visual e raro convulsão ou coma.

6 DROGAS mais UTILIZADAS em ARRITMIAS O propranolol é uma susbstancia anti-arritimica que exerce seu efeito bloqueando uma substancia estimulante endógena (fisiológica), a NORADRENALINA circulante sobre o miocárdio. Devido ao fato de bloquear os receptores, essa substancia diminui a irritabilidade cardíaca. Os efeitos colaterais incluem náuseas, vômitos, diarréia, erupção cutânea, alucinações e distúrbios sanguíneos.

7 DROGAS que AFETAM os VASOS SANGUÍNEOS As condições anormais que afetam as artérias, arteríolas, capilares e veias, são múltiplas. As drogas podem ser utilizadas para aumentarem ou diminuírem o lúmen (luz), dos vasos sanguíneos, afetando o fluxo sanguíneo através deles.

8 VASOCONTRITORES Induzem a constrição das fibras musculares nas paredes dos vasos sanguíneos. Podem ser utilizadas para estancar hemorragia superficial, aliviar congestão nasal, aumentar a pressão sanguínea ou aumentar a força de contração cardíaca.

9 VASOCONTRITORES A epinefrina (adrenalina), tem como principal função a contração dos vãos periféricos por aplicação local. Apesar de ser utilizada para controlar o sangramento capilar ou de pequenas artérias, não estanca o sangramento de um vaso maior. Administrada hipodermicamente, a adrenalina produz potente vasoconstriçao, a qual, causa acentuada elevação da pressão sanguínea.

10 VASOCONTRITORES O coração também é estimulado, contribuindo para elevar a pressão arterial. Geralmente, meia hora depois da dose ter sido administrada, a pressão arterial volta ao valor normal. Devido a esta ação transitória, a adrenalina não é a droga de escolha quando se deseja uma elevação da pressão sanguínea gradual e sustentada. Porem, é muito eficaz em situações de emergência

11 VASOCONTRITORES Já outras substâncias são utilizadas para sustentar a pressão sanguínea em alguns tipos de hipotensão, mas não traz beneficio no choque, na hemorragia ou colapso circulatório. O uso visa causar uma vasoconstrição nas membranas das mucosas.

12 VASODILATADORES Acarretam um aumento na amplitude dos vasos sanguíneos e, como tal, contribuem no tratamento das doenças vasculares periféricas, patologias cardíacas e na hipertensão.

13 VASODILATADORES Nitritos Essas substâncias causam relaxamento das fibras musculares nas paredes dos vasos. O relaxamento aumenta a amplitude dos vasos e diminui a pressão da corrente sanguínea.

14 VASODILATADORES Muitas vezes os comprimidos são receitados para serem dissolvidos sob a língua. Uma das principasi utilizações dos nitritos é no tratamento da angina do peito (condição dolorosa causada pelo espasmo dos vasos coronarianos), podem também serem usados para relaxar o espasmo da musculatura lisa da arvore brônquica na asma, aliviar cólicas uterinas e tratar a hipertensão.

15 VASODILATADORES Há outros tipos de drogas que devem ser inaladas e têm alivio imediato. Muito utilizadas quando percebe-se que poder ocorrer uma ataque súbito. Nitroglicerina Utilizada em pequenos comprimidos solúveis sob a língua para PREVENIR um ataque.

16 VASODILATADORES Existem substancias derivadas da papoula, porem não esta restrita às condições de narcóticos porque nesse caso, não contem ação narcótica. Sua principal ação é relaxar a musculatura lisa, especialmente a dos vasos sanguíneos. Pode ser administrada por via oral ou parenteral.

17 VASODILATADORES Álcool A vasodilataçao é produzida pela direta depressão do sistema nervoso central. A pele torna-se quente, avermelhada devido a vasodilataçao. Por isso dizem que o vinho, em doses moderadíssimas, é benéfico no alivio ou prevenção da angina de peito, por sua ação nos vasos sanguíneos (relaxamento e substância contida na uva que ajuda na remoção de substâncias nocivas).

18 SUBSTÂNCIAS ANTI- HIPERTENSIVAS As substancias anti-hipertensivas afetam fundamentalmente o sistema cardiovascular.

19 SUBSTÂNCIAS ANTI- HIPERTENSIVAS No Brasil, há um altíssimo índice de pessoas hipertensas.Muitas delas não tomam seus medicamentos adequadamente e muitos interrompem toda a medicação devido aos efeitos colaterais desagradáveis.

20 SUBSTÂNCIAS ANTI- HIPERTENSIVAS Os pacientes hipertensos, principalmente no estagio inicial da doença, se sentem bem e por isso têm tendência a tomar sua medicação de forma irregular ou mesmo não tomar. Do ponto de vista do paciente, o tratamento freqüente parece pior que a doença.

21 Terapia na Hipertensão Medicamentosa e Não Medicamentosa Medicamentosa Terapia Diurética Os diuréticos durante muito tempo foram medicamentos de primeira linha no tratamento dos pacientes hipertensos recém- diagnosticados, porém hoje, outras substancias são mais eficazes no tratamento. Porem ainda são muito utilizados pela propriedade de remover o excesso de sódio do organismo e reduzir o volume vascular.

22 Terapia na Hipertensão Medicamentosa Drogas que Agem no Sistema Nervoso Ocorre uma redução na pressão sanguínea assim com bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos). Os efeitos colaterais mais comuns são tonteira, dor de cabeça e fadiga. O uso dessas substancias não devem ser interrompidas subtamente, uma vez que há rápida elevação da pressão arterial. Deve ser interrompida lentamente durante 2 a 7 dias.

23 Terapia na Hipertensão O propranolol entra aqui como bloqueador na parede do miocárdio da substancia noradrenalina. Esse bloqueio vai deprimir o ritmo e o debito cardíaco, reduzindo a pressão arterial.

24 Terapia na Hipertensão Existem outras drogas que vão agir diretamente na musculatura lisa vascular., diminuindo a resistência vascular periférica. Outras, mais recentes, já bloqueiam a entrada dos íons cálcio nas células do miocárdio e nos vasos sanguíneos, uma vez que esses íons promovem a contração da musculatura.

25 TERAPIA NÃO MEDICAMENTOSA Exercícios regulares, de acordo com as possibilidades do paciente. Alimentação balanceada. O não uso de cigarros e bebidas alcoólicas. O cigarro e a bebida dificultam todo o funcionamento do organismo além de trazerem outras patologias severas. Evitar situações estressantes. Um fato para contribuição positiva é não acumular atividades a serem realizadas. É necessário momentos de lazer. Cumprir férias do trabalho e/ou escola.

26 DROGAS que AFETAM o SANGUE Coagulantes Essas substancias aceleram o processo de coagulação. A vitamina K esta presente na coagulação sanguínea. Ela absorvida no TGI, em presença dos sais biliares (bile), produzida pelo fígado.

27 DROGAS que AFETAM o SANGUE Anticoagulantes Aumentam o tempo de coagulação sanguínea.

28 TERAPIA TROBOLITICA PARA O INFARTO DO MIOCÁRDIO O infarto do miocárdio, no qual se forma um coágulo na artéria coronária, é uma patologia que ameaça a vida.

29 TERAPIA TROBOLITICA PARA O INFARTO DO MIOCÁRDIO Um grande avanço foi a adoção da terapia agressiva no sentido de dissolver o coagulo sanguíneo antes que ocorra anóxia (ausência de oxigenio) extensa e dano tecidual ao miocardio.

30 TERAPIA TROBOLITICA PARA O INFARTO DO MIOCÁRDIO A terapia tombolitica tem demonstrado proteger o miocárdio, reduzir a mortalidade em pacientes com infarto agudo do miocárdio e melhorar a função ventricular esquerda.

31 TERAPIA ANTI-PLAQUETARIA NA DOENÇA CARDIOVASCULAR As plaquetas são pequenos corpúsculos granulares, aproximadamente a por ml de sangue.

32 FUNÇÕES das PLAQUETAS Aderir à superfície interna dos vasos lesados, tamponarem a lesão e cobrem os tecidos injuriados.

33 FUNÇÕES das PLAQUETAS Quando rompem, liberam tromboplastina, substancia que inicia uma serie de reações que formam o coagulo sanguineo.

34 FUNÇÕES das PLAQUETAS Uma vez formado o coagulo, as plaquetas fazem com que ele encolha ou se retraia e durante esse tempo, o coagulo se transforma de uma massa tenra em uma massa firme. Isto ajuda a parar o sangramento dos vasos danificados.

35 FUNÇÕES das PLAQUETAS Obviamente a atividade plaquetária e a formação do coágulo sanguíneo são funções importantes do organismo.

36 PLAQUETAS Em determinadas circunstâncias, entretanto, quando um paciente tem ateroclerose e o revestimento da maioria dos vasos se encontra áspero devido às placas de colesterol, a formação de coágulos é indesejada.

37 PLAQUETAS A terapia antiplaquetária esta indicada para prevenir os coágulos em vasos sanguíneos danificados.

38 Drogas Anti-Plaquetárias Aspirina Devido ao fato de inibir as enzimas do interior das plaquetas, a aspirina previne a agregação plaquetária.

39 Aspirina Quando administrada diretamente ao paciente após o infarto do miocárdio, ocorre uma redução na incidência da recorrência do infarto do miocárdio e na morte por causa cardiovascular.

40 Aspirina Normalmente as doses são de 65 a 325 mg/dia. Cuidado, um comprimido de AAS possui 100mg, uma dose excessiva pode trazer sérios danos.

41 Dipiridamol Inibe a agregação plaquetária pelas substancias liberadoras de plaquetas. É frequentemete utilizado junto com a aspirina como terapia após o infarto do miocárdio.


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