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Técnicas Relacionais em Saúde Sessão nº 5 20.10.2014 Maria Filomena Capucho.

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1 Técnicas Relacionais em Saúde Sessão nº Maria Filomena Capucho

2 Sumário 1.Comportamentos não verbais e construção do sentido 2.4ª observação na clínica dentária – a gestão da proxémica e da cronémica Maria Filomena Capucho

3 Códigos não verbais 1.Tacto e espaço – “haptics” e proxémica 2.Tempo – cronémica Maria Filomena Capucho

4 “Haptics” “The logical end of proxemics [study of space] is touching. Once two people touch they have eliminated the space between them and this act usually signifies that a special type of relationship exists between them” 1(p.203)

5 “Haptics” Estudos de Adler and Towne (1975) apontam para a importância do tacto, citando casos de crianças em orfanatos que morreram simplesmente por falta de contactos físicos com adultos: “They hadn’t been touched enough, and as a result they died” 2 (p. 225 – 226)

6 “Haptics” O mesmo é referido por Leathers : “Touching is a requirement for the healthy development of animals” 3 A ordem de importância dos sentidos é a seguinte:  Para as crianças: (1) tacto (2) visão (3) ouvido  Para os adultos: (1) visão (2) ouvido (3) tacto

7 “Haptics” Factores que influenciam o contacto físico: 1.Género 2.Tipo de relação 3.Afecto 4.Finalidade/tipo do contacto 5.Cultura 6.Aspecto físico

8 “Haptics” Tocar é uma forma de comunicar afecto Conceito de immediacy: “people are drawn toward persons and things they like, evaluate highly, and prefer; and they avoid or move away from things they dislike, evaluate negatively, or do not prefer” 4 (p.1)

9 “Haptics” Diferenças ligadas ao género:  Homens e mulheres não encaram o contacto físico da mesma forma:  As mulheres dão mais importância à parte do corpo que é tocada;  Os homens são mais sensíveis ao tipo de toque (carícia, batidinha, beliscão…);  As mulheres exprimem afectos através do toque (apoio, consolo, afeição);  Os homens usam o toque para afirmar controle e poder (dirigir os outros, interromper, expressar interesse sexual);  As mulheres normalmente esperam que o homem inicie o contacto pela primeira vez, mas, a partir do momento em que esta barreira é ultrapassada, tocam mais do que os homens.

10 “Haptics”  Frequência de contactos Uma observação feita a diversos casais (1968) em cafés de diferentes cidades deu os resultados seguintes, quanto à frequência de contactos corporais por hora: San Juan, Porto Rico: 180 Paris: 110 Gainsville, Florida: 2 Londres: 0

11 Proxémica  Definição “The interrelated observations and theories of man’s use of space as a specialized elaboration of culture” 5(p. 1)

12 Proxémica  Classificação de distâncias interpessoais 5 :  Zona íntima: de 0 a 46cm  Zona pessoal: de 46cm a 1,2m  Zona social: 1,2m a 3m  Zona pública : 3 m a 7,5m  A gestão do espaço pessoal é baseada na intimidade do tópico da conversa; à medida que a conversa se torna mais íntima, reduzimos o espaço que nos separa do nosso interlocutor.

13 Proxémica – espaço pessoal  Definição  “an invisible flexible bubble that surrounds us” 6  “a body buffer zone” 7  Função  proteger o território do nosso corpo; proteger-nos da intrusão de outros

14 Proxémica – espaço pessoal  Ameaças ao espaço pessoal (cont.)  Comportamentos reactivos habituais: Evitar a conversa Evitar contacto de olhar Colocar objectos entre nós e o invasor Centrar a atenção, a orientação corporal e o olhar num espaço oposto

15 Proxémica - Meio envolvente  Cada espaço determina comportamentos (cf. Exemplo dos fast-food e da localização dos produtos nas prateleiras dos supermercados).  Cada espaço é determinado pelo seu “possuidor” (variações de estatuto acompanham variações de tamanho).  Cada espaço contém informações sobre a identidade do seu “possuidor”.

16 Cronémica  O estudo da forma como o tempo afeta a comunicação 8 Maria Filomena Capucho

17 Observação na Clínica Dentária Utilizando a grelha que vos foi fornecida, observem e analisem a gestão dos espaços e do tempo na Clínica Universitária. Maria Filomena Capucho

18 Bibliografia citada 1.Weitz S. Nonverbal communication: readings with commentary. USA: Oxford University Press; Hickson III, Stacks, D. W. & Moore, L. Nonverbal Communication: Studies and applications (5th edition). Los Angeles: Roxbury Publishing Company; Leathers DG. Successful Nonverbal Communication: Principles and Applications. Needham Heights, MA: Allyn & Bacon; Mehrabian A. Silent messages. Wadsworth, California: Belmont; Hall, ET. The Hidden Dimension. Garden City, N.Y.: Doubleday; Dosey MA, Meisels M. Personal space and self-protection Journal of Personality and Social Psychology, Vol 11(2), Feb 1969, Horowitz MJ, Duff DF, Stratton LO. Body-Buffer Zone: Exploration of Personal Space. Arch Gen Psychiatry, 11(6), 1964, Peter A. Andersen, Nonverbal Communication: Forms and Functions. Mountain View, CA: Mayfield; 1999, 65–66. Maria Filomena Capucho

19 Leituras aconselhadas Hall E. T. The hidden dimension. Garden City, N.Y.: Doubleday;1966.(trad. Portuguesa, A dimensão oculta. Lisboa: Relógio d’Água Editores; 1986). Maria Filomena Capucho


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