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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Prof. Fernando Amorim Pernambuco, novembro 2014.

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Apresentação em tema: "EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Prof. Fernando Amorim Pernambuco, novembro 2014."— Transcrição da apresentação:

1 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Prof. Fernando Amorim Pernambuco, novembro 2014

2 Lembrando um pouco do histórico da EAD no Brasil Edgar Roquete Pinto e Henry Morize fundaram a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro dando início aos programas radiofônicos educativos; O Ministério da Educação e Saúde criou o Serviço de Radiodifusão Educativa;

3 Fundação do Instituto Rádio Monitor que mantinha cursos por correspondência no campo da eletrônica. A instituição existe até hoje; Instituto Universal Brasileiro, formação profissional de nível básico e médio. Lembrando um pouco do histórico da EAD no Brasil

4 A Escola Rádio-Postal “A Voz da Profecia” oferecia, com apoio da Igreja Adventista, cursos bíblicos por correspondência; O SENAC iniciou suas atividades e desenvolveu a Universidade do Ar em 1950; - Projeto Minerva (1970); – MEC – Programa Universidade Aberta do Brasil – UAB; – MEC – Programa e-Tec Brasil Lembrando um pouco do histórico da EAD no Brasil

5 Pode-se afirmar que a EAD no Brasil nasceu com a Educação Profissional a Distância

6 Evolução do número de matriculados Brasil 2004 a Graduação Presencial e EAD Alunos matriculados Graduação EAD

7 Categoria Administrativa Organização Acadêmica Matrículas TotalPresencialA Distância Total GeralTotal Universidades Centros Universitários Faculdades IFs e Cefets PúblicaTotal Universidades IFs e Cefets PrivadaTotal Universidades Centros Universitários Faculdades Número de Matrículas de Graduação por Modalidade de Ensino – Brasil 2012 Fonte: Censo da Educação Superior INEP/MEC 2012

8 A distância Total Pública Privada TotalFederalEstadualMunicipal 2012Total Bacharelado Licenciatura Tecnológico Número de Matrículas em Cursos de Graduação a Distância por Categoria Administrativa e segundo o Grau Acadêmico – Brasil 2012 Fonte: Censo da Educação Superior INEP/MEC 2012 Não há diferenças significativas nos resultados de avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes (inclusive ENADE) estabelecidos pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) entre IES e estudantes da modalidade presencial e a distância.

9 Vagas OferecidasCandidatos Inscritos Relação Candidatos Inscritos/Vaga Ingressos Graduação Presencial Graduação a Distância Graduação Presencial Graduação a Distância Graduação Presencial Graduação a Distância Graduação Presencial Graduação a Distância ,60, Fonte: Censo da Educação Superior INEP/MEC 2012 Número de Vagas Oferecidas, Candidatos Inscritos, Relação Candidatos Inscritos/ vagas e Ingressos nos Cursos de Graduação Presenciais e a Distância

10 2011/2012 – crescimento 3,1% presencial 12,12% EAD

11 Crescimento da EAD 2011/2012

12 Área Geral do Conhecimento Graduação a Distância % do Total de matriculados presencial + EAD Graduação Presencial Educação ,93% Ciências Sociais, Negócios e Direito ,88% Número de Matrículas em Cursos de Graduação Presencial e a Distância, segundo as Áreas Gerais – Brasil 2012 Fonte: Censo da Educação Superior INEP/MEC 2012

13 Matrículas da EAD

14 Matrículas por depedência administrativa

15 Ano Público presencial (incluindo federal) Federal presencial Rede e-Tec Brasil /201010,82%11,77%50,16% 2010/201112,41%14,90%162,19% MATRÍCULAS DO ENSINO TÉCNICO PÚBLICO A 2011 Fonte: SETEC/MEC

16 O tripé que ampara a EaD Educação ComunicaçãoTecnologia

17 As vantagens do ensino a distância Flexibilidade de tempo; Agilidade; Abrangência e alcance; Redução de custos; Acesso facilitado ao estudante; Flexibilidade de espaço; Desenvolvimento de autonomia.

18 Exigências da EaD ao estudante Requer um grau de maturidade, que permite ao estudante gerenciar seu tempo e fixar metas de estudo (auto gestão); O estudante deve saber utilizar as tecnologias empregadas no curso, sendo que nem todos os alunos tem acesso a tais tecnologias, sendo essa umas das causas de evasão da EaD.

19 O profissional formado na EaD apresenta: Maior autoconfiança no empreendimento de novas tarefas ou apresentação de novas ideias; Persistência e firmeza ao perseguir metas; Aumento da capacidade para solucionar problemas; Aprimoramento da capacidade de decisão; Abordagens criativas e soluções não convencionais; Sensibilização para as necessidades e pontos de vista dos outros; Maior autoconhecimento e maior motivação.

20 Princípios Didáticos da EaD  Autonomia;  Aprendizagem colaborativa e cooperativa;  Interação e interatividade;  Avaliação contínua e diagnóstica.

21 É estimulada quando os estudantes compreendidos como seres autônomos, gestores de seu processo de aprendizagem, capazes de se autodirigir e autoregular. Autonomia Interdependência Compartilhamento Responsabilidade Aprender a aprender

22 Aprendizagem Colaborativa e Cooperativa É a relação compartilhada que se estabelece entre os participantes para realização de atividades de interesse comum. Integração Coletividade Compartilhamento Equipes Atividades interativas Diálogos

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24 Interação e Interatividade Envolve a troca constante das experiências do grupo por meio de ferramentas e atividades organizadas. Participação Partilha INERENTE A APRENDIZAGEM

25 Interações entre: Aluno Professores Aluno Conteúdo Tecnologia

26 Avaliação continua e diagnóstica Avaliação presencial Avaliação a distância Avaliação mista Auto-avaliação

27 Aluno Professor Ambiente de Aprendizagem Aluno Avaliação Fonte: Adaptado de Freitas (2001) Avaliação em EaD

28 F O ensino superior, notadamente a UAB tornou-se referência para implantação de projetos em EAD; F Foco da legislação no ensino superior; F Primeira legislação específica que trata da educação profissional a distância: Resolução CNE/CEB n. 06/2012 (um único artigo); F A EaD ainda é fortemente inspirada pelos modelos presenciais o que constitu um erro.

29 Questões sobre a legalidade F Educação brasileira: Níveis, Etapas e Modalidades; F A LDB traz em seu bojo a necessidade de fomentar a EAD, entretanto, não a caracteriza como modalidade de ensino (Título V – Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino) F LDB, texto discriminatório: “...dará preferência ao ensino presencial...” (Art Parágrafo terceiro) F Legislação induz que a EAD seja estruturada com base nas práticas da educação presencial (não atendendo as peculiaridades didático-pedagógicas) – Avaliaçao da EaD é com base em critérios do ensino presencial. F Legislação é um obstáculo para integrar a EAD e a educação presencial - as tecnológias estão a frente das letras da lei. F A Rede e-Tec Brasil e UAB também, impõe a adoção de profissionais sem observar as realidades institucionais.

30 A EaD e PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio. 10.3) Fomentar a integração da educação de jovens e adultos com a educação profissional, em cursos planejados de acordo com as características e especificidades do público da educação de jovens e adultos, inclusive na modalidade de educação a distância.

31 A EaD e PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta. 11.3) Fomentar a expansão da oferta de educação profissional técnica de nível médio na modalidade de educação a distância, com a finalidade de ampliar a oferta e democratizar o acesso à educação profissional pública e gratuita.

32 A EaD e PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores. 14.4) Expandir a oferta de cursos de pós- graduação stricto sensu utilizando metodologias, recursos e tecnologias de educação a distância, inclusive por meio do Sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB.

33 Case: Reestruturação da EaD do IFPR Instituição Multicampi Cada Câmpus uma realidade Otimizar a oferta de cursos técnicos a distância Como cumprir as metas do PNE? Como capilarizar o ensino técnico EaD? Gestão Semi-centralizada da EaD Maior integração das modalidades de ensino Maior possibilidade de institucionalização da EaD

34 Dois momentos que marcam a história da EaD no Brasil 1 – Pesquisa e desenvolvimento da área de informação e telecomunicação, robótica, comunicação, psicologia cognitiva, neurociências, que imputaram a EAD as novas possibilidades que extrapolam a rigidez espaço temporal próprias da docência convencional. 2 – Novo tempo e espaço: nascimento e desenvolvimento de outras formas de ensinar e aprender incentivadas pelos movimentos sociais e econômicos (universalização, democratização do acesso etc) que carregam as insígnias das políticas públicas educacionais locais, regionais e mundiais.

35 Um mundo do trabalho altamente conectado A EaD e a tecnologias

36 Uma nova geração de aprendentes A Educação reconhecida como um dos principais componentes para o desenvolvimento sustentável

37 “o peixe não vê a água e a ave não distingue o ar à sua volta, porque somos cegos para o que uniformemente nos cerca” (Santos, 1985). Como integrantes da sociedade conectada, não nos damos conta que a tecnologia já é parte da nossas vidas (nossa memória não nos pertence mais)

38 Educação a Distância Sala de aula híbrida Educação tradicional SíncronoAssíncrono Mesmo LocalOutro Local Educação em diferentes possibilidades, mas sempre Educação

39 A Unesco recomenda aos governos e aos poderes legislativos de seus países membros que formulem políticas públicas que permitam aproveitar o potencial das tecnologias de informação e comunicação – TIC no campo educacional, conforme a declaração final da Conferência Mundial da Educação Superior realizada em Paris, no ano de 2009

40 Tecnologias Tecnologias são os meios, os apoios, as ferramentas que utilizamos para que os alunos aprendam. A forma como os organizamos em grupos, em salas, em outros espaços isso também é tecnologia. O giz que escreve na louça é tecnologia de comunicação e, uma boa organização da escrita, facilita e muito a aprendizagem. A forma de olhar, de gesticular, de falar com os outros isso também é tecnologia.

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42 Tendência tecnológica

43 Influência da tecnologia Na sociedade: F Mudanças aceleradas; F Eliminação de barreiras físicas e temporais; F Troca de informações, idéias e negócios fazendo emergir o fenômeno da globalização.

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45 No trabalho: Muda o perfil do trabalhador: “raciocínio lógico, habilidade para aprender novas qualificações; conhecimento técnico geral; responsabilidade com o processo de produção; iniciativa de resolução de problemas”. Influência da tecnologia

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47 Na educação: F Desmistificar a linguagem tecnológica; F Reorganização curricular; F Formar cidadãos com visão crítica e sólida, formação geral, domínio das tecnologias e capacidade de atuação consciente; F Promover o acesso. “Sem estar bem informado é impossível participar; portanto, é impossível ser cidadão”.

48 Ensino a Distância Educação Flexível Misto Ensino presencial A Distância (100%)‏ Salas de aula Laboratórios 80% Presencial + 20% a Distância Internet Tele-conferência Vídeo-aulas Videoconferência M-learning Formas diversificadas de ensinar e de aprender O aluno pode migrar entre as modalidades Convergência entre as modalidades EaD e Presencial se confundem

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50 Liberdade Espacial Liberdade Temporal Liberdade Rítmica de progresso Liberdade dos meios de comunicação Liberdade de acesso Liberdade Curricular Mediação pedagógica por tecnologia A Teoria da Liberdade Cooperativa (Paulsen) ANDERSON, Terry. Social software to support distance educational learners. In The theory and practice of online learning, 2nd. Ed. Athabaska University, 2008

51 Laboratório ou Sala de Aula?

52 Processos: Evolução Histórica do Paradigma Educacional Transição

53 O primeiro grande desafio... Preparar o professor para atender a três grandes dimensões: F Pedagógica – domínio dos conhecimentos relativos ao campo específico da pedagogia; F Tecnológica – abrange as relações entre tecnologia e educação em todos os aspectos; F Didática – diz respeito à formação específica do professor em determinado campo.

54 Preparar professores para o uso do computador F Domínio de técnicas ligadas ao audiovisual e informática (cultura técnica); F Qualificar sua comunicação interpessoal (competências da comunicação); F Sistematização e formalização de procedimentos e métodos (capacidade de trabalhar com método); F Expressar saberes e experiências de forma proveitosa (capacidade de capitalizar).

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56 Mais desafios... F Vencer resistências; F Capacitação continuada da rede de formação; F Superar os problemas técnicos e de conexão; F Desenvolver atividades interativas, colaborativas e motivadoras.

57 E mais desafios... F Promover atividades que tenham implicações no processo educativo; F O ensino da tecnologia para contribuir no pedagógico; F Possibilitar a reflexão-ação- reflexão.

58 Perfil do futuro professor F Dinamizador da inteligência coletiva; F Arquiteto cognitivo; F Transgressor da linearidade; F Trabalha a ecologia cognitiva;  Professor-pesquisador.

59 O que é ser dinamizador da inteligência coletiva? É responsável pelo gerenciamento de processos de construção cooperativa do saber, transformando grupos escolares heterogêneos em comunidades inteligentes, flexíveis e autônomas, integrando as múltiplas competências dos estudantes com base em diagnósticos permanentes.

60 O que é ser arquiteto cognitivo? É um profissional capaz de traçar estratégias e mapas de navegação que permitem ao aluno empreender, de forma autônoma e integrada, os próprios caminhos de construção do conhecimento em rede, assumindo, para isso, uma postura consciente de reflexão-na-ação e fazendo o uso crítico das tecnologias como novos ambientes de aprendizagem.

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64 F Aluno digital, dinâmico, autônomo digital F Novas formas de aprender requer novas formas de “ensinar” (mediar a aprendizagem). F Necessidade de superar os paradigmas das fórmulas prontas, das teorias absolutas e determinantes.

65 Das TICs as TACD F As novas formas de comunicação geradas pela TACD ‚ Tecnologia Avançada de Comunicação Digital, nas modalidades de WWW, videoconferência e software não só rompem com os modelos anteriores de informação como colocam um novo modo do saber um novo processo de construção do conhecimento, seja na forma científica mais avançada, seja no senso comum.

66 Comunidades conectadas estão mudando! Centrada em LugaresCentrada em Pessoas Salas de bate-papo & mundos virtuais são lugares de encontro para Redes sociais & listas de amigos são coletivos de pessoas

67 Centrada em PCCentrada comunicação móvel M-Learning para Do e-Learning ao u-Learning

68 Localização & Presença Grupos que se auto-organizam Estudantes que criam conteúdo Ambientes Virtuais de Aprendizagem - AVAs / LMS e a integração pelas PLE Comunidades conectadas estão mudando! Olhando o futuro

69 Estudantes e ngajados Uso das tecnologias: mundanças visíveis

70 Laboratório Virtual de Acidentes – 3D Uso das tecnologias: mundanças visíveis

71 Prt scr tela de game atual... Uso das tecnologias: mundanças visíveis

72 Demonstração da teoria de Pitágoras através de reordenamento Fonte:

73 Uso das tecnologias: mundanças visíveis Fucionamento de um motor radial Fonte:

74 Uso das tecnologias: mundanças visíveis Como o coração trabalha Fonte:

75 Uso das tecnologias: mundanças visíveis Hexafluoreto de enxofre – um gás cinco vezes mais denso que o ar Fonte:

76 10 tendência que já influenciam a EAD

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79 1.Promover a aprendizagem ativa, interativa e cooperativa 2.Oferecer uma maior personalização da aprendizagem 3.Reformar o currículo para que tenha um enfoque competencial 4.Avaliar a aprendizagem de forma consistente com os objetivos 5.Adotar uma aproximação sistêmica à gestão da mudança pedagógica 6.Desenvolver uma liderança pedagógica potente 7.Apoiar os professores A UNESCO aposta sete componentes como fatores críticos para ter sucesso com a aplicação da tecnologia para promover a mudança pedagógica:

80 1. Acredite que as tecnologias digitais podem colaborar para promover novas práticas pedagógicas; 2. Entenda como estes recursos podem ser incorporados à rotina escolar; 3. Conheça algumas possibilidades que fazem sentido dentro da sua área de trabalho e se aproprie de algumas ferramentas tecnológicas; 4. Planeje novas estratégias de ensino que tenham o aluno no centro do processo de aprendizado e o professor como mediador da construção do conhecimento; 15 passos par que os professores utilizem as tecnologias na sala de aula (Guia Crescer em Rede)

81 5. Pense em um ensino mais personalizado e uma avaliação que leve em consideração as necessidades de cada aluno, visto que o conhecimento está disponível e o foco da educação não é mais a transmissão de conteúdo, mas sim o desenvolvimento de competências e habilidades; 6. Incentive os alunos a pesquisar na internet. Oriente-os a pesquisar fazendo uso de palavras-chave e símbolos. Além disso, indique bibliografias e sites úteis para que desenvolvam com qualidade o trabalho; 7. Permita que os alunos comparem informações e discutam sobre os temas pesquisados, sinalizando a confiabilidade da informação; 15 passos par que os professores utilizem as tecnologias na sala de aula (Guia Crescer em Rede)

82 8. Estimule os alunos a produzir seus próprios textos, em diferentes formatos, a partir das pesquisas realizadas na internet e em outras mídias, bem como a mencionar autores e fontes pesquisadas; 9. Motive os alunos a participar de projetos colaborativos, inclusive com estudantes de outras escolas no Brasil e no exterior; 10. Crie ou estimule seus alunos a criarem um espaço virtual exclusivo para produção de trabalhos colaborativos (uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um blog, um disco virtual); 11. Incentive os alunos a compartilhar seus trabalhos na internet para que qualquer pessoa possa ter acesso, contribuir e fazer críticas; 15 passos par que os professores utilizem as tecnologias na sala de aula (Guia Crescer em Rede)

83 12. Valorize o uso de diferentes recursos tecnológicos para produção de trabalhos escolares, como vídeos, fotos, podcasts, blogs, slides, gráficos, banco de dados; 13. Permita diferentes formas de manifestação e expressão no desenvolvimento dos trabalhos, dando espaço à criatividade e pró- atividade; 14. Engaje os alunos em tarefas desafiadoras, que façam sentido para suas vidas, que proporcionem o trabalho em equipe e administração do tempo;; 15 passos par que os professores utilizem as tecnologias na sala de aula (Guia Crescer em Rede) 15. Propicie a produção de games, estimulando o raciocínio lógico, com o uso de softwares de programação.

84 Ter a ousadia e criatividade, fazer da tecnologia a aliada para o enfrentamento das desigualdades educacionais e uma educação para nossas crianças, jovens e adultos mais atraente, mais eficiente.

85 Obrigado pela atenção! Prof. Fernando Amorim


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