A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO ODONTOLÓGICA E O PAPEL DOS APARELHOS INTRA-ORAIS NA SAOS Cibele Dal Fabbro Doutora em Ciências (Medicina do Sono) - UNIFESP.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO ODONTOLÓGICA E O PAPEL DOS APARELHOS INTRA-ORAIS NA SAOS Cibele Dal Fabbro Doutora em Ciências (Medicina do Sono) - UNIFESP."— Transcrição da apresentação:

1 A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO ODONTOLÓGICA E O PAPEL DOS APARELHOS INTRA-ORAIS NA SAOS Cibele Dal Fabbro Doutora em Ciências (Medicina do Sono) - UNIFESP Mestre em Reabilitação Oral - FOB-USP Especialista em DTM e Dor Orofacial - CFO

2 Fatores de Risco Criança Hipertrofia de tonsilas palatinas e adenóide Anomalias craniofaciais Obesidade Doenças neuromusculares Síndromes genéticas Prematuridade Adulto Obesidade Idade Gênero (M > F) Álcool / sedativos Obstruções na VAS História familiar Macroglossia, hipotonia muscular Morfologia Craniofacial

3 Respirador Bucal

4 Criança Adulto

5 Tratamento - Criança Cirurgia Adenóides / Tonsilas Tratamento Ortodôntico / Fonoterapia Tonsilas palatinas Adenóide

6 n = 31 crianças Idade (X) = 8,7 anos Ativação = 4,3 ± 0,7 mm Pirelli et al - Sleep 2004 Expansão Rápida da Maxila Basal Final IAH 12,2 0,4 Nadir 78% 95% SpO2

7 Expansão rápida da maxila ⇑ volume da cavidade nasal Principato, 1991 ⇑ volume do espaço aéreo Schutz et al, 2011 ⇓ IAH Principato, 1991; Pirelli et al., 1995; Villa et al., 2002 ⇓ eventos de limitação de fluxo aéreo Schutz et al, 2011 ⇓resistência VAS Kurol et al 1998; Bicakci e Agar, ,5% das crianças necessitaram de cirurgia + expansão de maxila para a completa eliminação da SAOS (n=32) Guilleminaut et al., Sleep 2008

8 Ortopedia Funcional / Ortodontia A B C D E F Gentilmente cedido – Dra. Teresa C.B. Schutz

9 Expansão Maxila e Aparelho Herbst n=16 (pico máximo de crescimento e ronco) Redução no número de RERA/h (7,06±5,37 X 1,31±1,45) Aumento do volume da VAS (RNM). Schütz Schütz et al. Angle Orthod

10 Tolerância ---- CPAP ___ AIO Eficácia Controle de Sintomas Sintomas Benefícios Saúde Saúde Adesão Aceitação Aceitação (paciente e parceiro) Conveniência Custo Cistulli P – Comparison of Oral Appliance and CPAP outcomes in OSA (APSS Lecture, 2009) Aparelhos de Pressão Aparelhos Intra-Orais Aparelhos de Pressão Aparelhos Intra-Orais Positiva em Via Aérea (CPAP) (ARM = Aparelhos Reposicionadores Mandibulares) Tratamento - Adulto

11 Pré-fabricado Individualizado Monobloco Ajustável Monobloco Ajustável Para Titulação na PSG

12 Herbst PM PositionerKlearway BRD Aparelhos Ajustáveis

13 Mecanismo de Ação Aumento do volume da VAS, tanto no sentido antero- posterior, como latero-lateral

14 BASALBASAL A I O Tomografia Volumétrica (Cone Bean)

15 Mecanismo de Ação ↑ Volume VAS (por alargar a faringe) Melhora da patência da VAS (↓ colapsabilidade) ↑ do tônus do genioglosso (TRD) Ativação dos mm da VAS Melhora da postura lingual ↑ secção da Orofaringe, Velofaringe e Hipofaringe Ono, Angle Orthod 1996; Ono, AJODO 1996Yoshida, JPD 1998; Tsuiki, Sleep&Breath 2000 Mayer, Eur J Orth 1995; Liu, AJODO 2000Yshida, Psy Clin Neur 1998, Mayer, Eur J Orth 1995, Gao, Chin J Dent Res 1999, Ryan, Thorax 1999, Tsuiki, Sleep 2001

16 TRATAMENTO COM AIO: INDICAÇÕES, EFICÁCIA, PREDITORES, EFEITOS COLATERAIS, ADESÃO

17 AIO X Controle (Placebo) Melhora sonolência Melhora IAH, SpO2 Reduz significantemente a SAOS O avanço mandibular é uma característica fundamental no tratamento com AIO Revisão Cochrane 17 ECR; n=831 adultos com AIO ( Lim et al., 2006 ). Revisão Sistemática ( Ahrens et al., 2011 ). Hans et al., 1997Johnston et al., 2002 Gotsopoulos et al., 2002Gotsopoulos et al., 2004 Naismith et al., 2005Blanco et al., 2005 Diretrizes SAOS 2013 Nível I de evidência Nível II de evidência

18 AIO X CPAP S onolência Subjetiva (Epworth) e Objetiva (T. Manutenção Vigília) sem ≠ significativa entre os 2 tratamentos. IAH, índice de despertares, SpO2, % REM CPAP é mais efetivo na melhora do IAH e SpO2 SAOS leve: AIO ~ CPAP Revisão Cochrane ( Lim et al., 2006 ) Revisão Sistemática (Li et al., 2013) 14 ECR: 8 cruzado, 6 gr. paralelos Barnes et al., 2004Engleman et al., 2002 Ferguson et al., 1996Ferguson et al., 1997 Hoekema et al., 2004Tan et al., 2002 Randerath et al., 2002 Hoekema et al., 2007 Nível I de evidência Nível II de evidência Diretrizes SAOS 2013

19 Indicação do Tratamento com AIO Evidências atuais suportam seu uso na prática clínica O número de ensaios randomizados com duração e tamanho de amostra adequado ainda são insuficientes. Diretrizes SAOS 2013 Ronco, SRVAS e SAOS leve

20 Fatores que interferem na Eficácia Tipo do AIO pré-fabricado ou individualizado monobloco ou ajustável com ou sem liberdade mandibular grau de protrusão (sagital e vertical) Desenho do aparelho Parece não existir um modelo superior a outro na melhora dos parâmetros de sono Revisão sistemática - Ahrens et al., 2011 Nível I de evidência Diretrizes SAOS 2013 Block et al., 2000; Gauthier et al., 2009 Nível II de evidência Vanderveken et al, 2008 Nível II de evidência

21 Eficácia na Cognição e Qualidade de Vida AIO X CPAP Efeitos semelhantes Superior com o AIO mobilidade física, isolamento social, dor, função emocional e sono Melhora nos níveis de fadiga/energia e na vigilância/velocidade psicomotora AIO X placebo AIO X CPAP Diretrizes SAOS 2013 Naismith et al., 2005 Barnes et al., 2004 Nível II de evidência Engleman et al., 2002 Revisão Sistemática e metanálise Li W, 2013 Nível I de evidência Gagnadoux et al., 2009 Nível II de evidência

22 AIO X CPAP: efeitos similares sobre a PA PA sistêmica com AIO (X placebo ou controle) 2 ECR com análise de intenção-de-tratar 3 estudos prospectivos não randomizados A melhora na PA persistiu por 3 anos de tratamento com AIO Correlação positiva: IAH e PASist. com AIO Diretrizes SAOS 2013 Eficácia nas complicações cardiovasculares Barnes,2004; Gotsopoulos, 2004 Nível II de evidência Yoshida K, 2006 Otsuka et al., 2006 Nível IV de evidência Andrén A, 2009 Andrén A, 2009 Nível IV de evidência Yoshida K, 2006 Nível IV de evidência Rev. Sistemática, metanálise Li et al., 2013 Nível I de evidência

23 ECR com AIO, CPAP e placebo AIO: melhora PAD noturna e aumento da proporção de pacientes com descenso noturno normal da PA Outros desfechos cardiovasculares Estresse oxidativo e função endotelial AIO x SAOS sem tratam X Controle sem SAOS Após 12 meses de tratamento, apesar da persistência de eventos SNA - melhora na VFC Diretrizes SAOS 2013 Eficácia nas complicações cardiovasculares Barnes et al.,2004 Nível II de evidência Itzhaki S, 2007 Nível III de evidência Coruzzi P, 2006 Nível IV de evidência

24 Papel do Dentista na SAOS Reconhecer fatores de risco Abordagem multidisciplinar - Ortodôntica - Ortopédica funcional Criança Adulto Reconhecer fatores de risco Abordagem multidisciplinar - Aparelho Intra-Oral - monitorar efeitos colaterais. -Acompanhamento odontológico e médico a longo prazo. Abordagem Cirúrgica

25 OBRIGADA PELA ATENÇÃO!!

26 Obrigada!!

27

28

29 Qualidade de Vida e AIO Média±erro padrão BasalPlaceboAIOCPAP SF36 CF84,6±2,483,1±2,686,8±2,483,0±3,5 SF36 LAF70,5±6,983,7±5,485,7±4,975,9±6,9 SF36 LAE71,4±7,871,8±7,477,4±6,977,8±7,0 SF36 AS80,8±4,077,4±3,985,7±4,2†88,0±3,2† SF36 DOR71,2±4,375,1±4,677,7±4,376,4±3,9 SF36 VIT57,3±4,265,2±3,768,6±3,4*65,9±3,4* SF36 SM67,4±3,573,2±3,1*74,7±3,3*71,4±3,6 SF36 EGS75,0±2,874,5±4,079,6±3,2*‡72,3±3,4 SF-36 SAQLI (Sleep Apnoea Quality of Life Index) FOSQ (Functional Outcomes of Sleep Questionnaire) Barnes M et al. Am J Respir Crit Care Med Blanco J et al. Sleep Breath Johal A. J Prosthet Dent Lam B. Thorax 2007 Dal-Fabbro et al, 2011

30

31 CIRURGIA ORTOGNATICA

32 ✓ Diagnóstico Médico ✓ Planejamento / conduta terapêutica Encaminhamento ao dentista Tratamento Abordagem multidisciplinar Acompanhamento

33 Conduta do Dentista Anamnese Histórico médico e odontológico DTM / Bruxismo Sono Exame Clínico Odontológico Orofaringe IMC / Circ. Cervical Padrão de crescimento/ formação craniofacial Obstrução VAS Avaliação da PSG Contra-indicações Preditores de Sucesso Efeitos Colaterais

34  Reconhecer fatores de risco e encaminhar.  Iniciar e monitorar o tratamento como parte da conduta conjunta com o médico.  Monitorar e tratar possíveis efeitos colaterais.  Encaminhar paciente de volta ao médico.  Acompanhar a longo prazo. Kushida CA et al. Sleep 2006

35 t= tragus / t-t = largura facial média go = gonio / go-go = largura facial inferior ex = exocanto / ex-en = largura ocular ex-ex = largura interocular en = endocanto / en-en = largura intercantar al = alar / al-al = largura nasal, n = nasio, sn = subnásio, gn = gnantio

36

37 n=16 (SAOS leve a grave) AIO com 67% do avanço máximo TC - tamanho e colapsabilidade da orofaringe com o avanço mandibular (em vigília e no sono induzido com Midazolam) ARPAARPBARGAARGB ⇩ das áreas seccionais mínimas durante o sono (comparado a viglía) 36,5%67,8%75.5%65,8% ⇧ das áreas seccionais mínimas com o Avanço Mandibular no sono 75,7%141,3%128,1%119,9% ⇧ do índice de colapsabilidade da orofaringe durante o sono 70,3%110,4%140,3%156,9% ⇩ do índice de colapsabilidade da orofaringe com o AIO 29,1%23,2%21,4%31,4% O avanço mandibular aumenta o diâmetro da orofaringe e reduz sua colapsabilidade durante o sono induzido por midazolan, tanto na região retropalatal quanto retrolingual. ARPA = área retro palatal alta / ARPB = área retro palatal baixa ARGA = área retro glossal alta / ARPB = área retro glossal baixa

38 Gotsopoulos et al. Sleep n=61 MAPA – 24 hs Dal-Fabbro et al, 2011 * *p<0.05 * % tempo de uso PA e AIO n=29

39 *p<0.05 * * * * Atenção e AIO Melhora da atenção com o tratamento Barnes M et al. Am J Respir Crit Care Med Naismith SL et al. J Clin Sleep Med Hoekema A. et al. Sleep Breath 2007.

40


Carregar ppt "A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO ODONTOLÓGICA E O PAPEL DOS APARELHOS INTRA-ORAIS NA SAOS Cibele Dal Fabbro Doutora em Ciências (Medicina do Sono) - UNIFESP."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google