A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Tosse Crônica Tratamento Jairo Sponholz Araujo. Tosse: O que? Mecanismo de Defesa Elimina secreção de vias aéreas Proteção contra Aspiração. Proteção.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Tosse Crônica Tratamento Jairo Sponholz Araujo. Tosse: O que? Mecanismo de Defesa Elimina secreção de vias aéreas Proteção contra Aspiração. Proteção."— Transcrição da apresentação:

1 Tosse Crônica Tratamento Jairo Sponholz Araujo

2 Tosse: O que? Mecanismo de Defesa Elimina secreção de vias aéreas Proteção contra Aspiração. Proteção contra Arritmias potencialmente fatais (gera aumento da P. Intratorácica).

3 Tosse: Porque? Maior causas de procura por atendimento médico no mundo Impacto social Prejuízo do sono Absenteísmo ao trabalho (queda da produtividade) Custos com exames e medicamentos Resultados do Tratamento (Protocolos)

4 Tosse: Como? Classificação: Aguda < ou = 3 semanas. Subaguda: 3 – 8 semanas. Crônica > 8 semanas.(Cças: 4 semanas)

5 Tosse Aguda Crise Grave de DPOC ou Asma. PAC. Edema Pulmonar por Insuficiência Cardíaca. Embolia Pulmonar. Coqueluche. Resfriado, Gripe, Sinusite, Bronquite, Rinite. Exacerbação de Doença Pré Existente. Exposição à Alergenos ou Irritantes. Drogas (inib. de IECA, B-Bloq.).

6 Tosse Sub Aguda Tosse Pós Infecciosa Duração 3 a 8 semanas Sem causa identificável Infecção de VVAA nas últimas 3 semanas Pós viral, pertussis, mycoplasma e clamídea Ipratrópio e CI Antigripais (Dr. Irwin – para alérgicos) C. Oral 5 a 7 dias Ab

7 Tosse Crônica Não fumantes, RX Normal e sem uso de Inib. de Enzima Conversora de Angiotensina. Asma Rinossinusite (STVAS) Doença do Refluxo Gastresofágico. Doença Neuropática???

8 Etiologia História Presente claramente em apenas 50% Exame Físico Inspeção Nariz Orofaringe

9 Asma 25% das Tosses Crônicas em Adultos não tabagistas. Dispnéia e chio salvo nos casos de Tosse Variante de Asma. Tratamento com CI diminui a HRB mas não diminui a resposta dos receptores à capsaina. Anti Leucotrienos*(montelukaste). Espirometria, Eosinófilos no Escarro e Óxido Nítrico.

10 Asma Tosse variante da asma: Tosse não associada a dispnéia ou sibilância Frequentemente ex. físico e provas de função pulmonar normais Diagnóstico: Broncoprovocação com metacolina Definitivo Resolução da tosse c/ tto usando CI.

11 Bronquite eosinofílica S/ asma: Causa comum de tosse crônica (10%) Eosinofilia no escarro Espirometria normal S/ resposta positiva ao broncodilatador Broncoprovocação negativa Pesquisar fatores ocupacionais Responde a corticóide inalado Em geral, é autolimitada

12 DPOC Tríade exposição, sintomas e Espirometria. Tosse leva o paciente ao Médico. Mesmo Agente Causal - DD: Ca Pulmão, Laringe e Esôfago. RGE. Medicamentos. Infecção. Lembrar: Bronquiectasia, HRB e persistência do Tabagismo.

13 Tosse pós infecciosa Diagnóstico de exclusão Mecanismo Destruição da integridade do epitélio das vias aéreas Resfriado comum Causa + frequente Rx de tórax: Normal Habitualmente autolimitada (CHS?)

14 Síndrome de Gotejamento Pós Nasal Mecanismo Estímulo de terminações nervosas do glossofaríngeo e faríngeo (ramos do vago) Irritação química ou mecânica de receptores

15 Síndrome de Gotejamento Pós Nasal Clínica: Tosse produtiva* (50%) Sinal de pigarrear (66%) Sinal de aspiração faríngea (30%) Rinorréia Obstrução nasal Aspecto pavimentoso em orofaringe Cefaléia Halitose Rouquidão Hx prévia de rinosinusopatia

16

17

18 Rinites Alérgica Infecciosa Ocupacional Medicamentosa (AAS, Viagra) Hormonal (gravidez, menopausa, puberdade ou hipertireoidismo) Irritativa. Relacionada à Deformidades Estruturais.

19

20

21

22

23

24 Doença do Refluxo Gastresofágico Uma das causas frequentes de tosse crônica Sintomas: Pirose e regurgitação Ausência não exclui o diagnóstico

25 Doença do Refluxo Gastresofágico Afecção Crônica decorrente do fluxo retrógrado de parte do conteúdo gastro- duodenal para o esôfago e/ou órgãos adjacentes, acarretando sintomas, associados ou não a lesões teciduais.

26 Doença do Refluxo Gastresofágico Tratamento atual pode não melhorar a tosse (refluxo não ácido) Causas Coexistentes?

27 Nasofibrolaringoscopia Oroscopia

28 Tosse Induzida por IECA Enzima conversora de Angiotensina Degrada mediadores inflamatórios Bradicinina, substância P, neurocinina A Participam do ramo aferente do reflexo da tosse Não é dose dependente Pode aparecer horas a meses após o uso. Parando: 1 a 4 semanas para desaparecer a tosse.

29 Coqueluche Progressão da Doença em semanas Estágio catarral 1 a 2 semanas Sintomas: secreção nasal, febre não elevada, tosse leve ocasional Estágio paroxístico 1 a 6 semanas Sintomas: tosse paroxística, vômitos apos a tosse, perda dos sentidos Estágio convalescente 2 a 3 semanas Tosse menos intensa,, episódios de tosse paroxística podem ocorrer. Maior propensão a outras infecções respiratórias CDC

30 Coqueluche Infrequente Característica Pode ser de apresentação incompleta Epidêmica Evitar a disseminação (Azitromicina 5 d).

31

32 Tosse Crônica Pós InfecciosaTabagismo/IrritantesInibidores de IECA Avaliação Clínica Rx tórax e S.P. Nasais CI + B2AfastarSuspender

33 Tosse Crônica AnormalNormal Avaliação Clínica Tratamento ou InvestigaçãoSem ExamesCom Exames

34 STVAS(GPN) Endo/nasof. TCAR S Face RGE Esofagograma Endo + Biópsia pHmetria * Asma/HRB Espiro Broncoprovocação Faringoprovocação* Tratamento Específico

35 Sem Exames Diagnóstico Presuntivo STVAS(GPN) Corticóide,atb, Antihistamínico * RGE Dieta,Procinéticos, Antag. H2, Inibid. B. de Prótons Asma/HRB CI / B2 Se fracasso Terapêutico: ajustar Tratamento Inicial; Associação de condições e Outras Doenças. Investigação Especial (TCAR, Broncoscopia, etc) Considerar Psicogênica.

36 Cough management a practical approach Francesco De Blasio, Johann C Virchow, Mario Polverino, Alessandro Zanasi, Panagiotis K Behrakis, Gunsely Kilinç, Rossella Balsamo, Gianluca De Danieli, and Luigi Lanata Francesco De BlasioJohann C VirchowMario PolverinoAlessandro ZanasiPanagiotis K BehrakisGunsely Kilinç Rossella BalsamoGianluca De DanieliLuigi Lanata Cough. 2011; 7: 7.

37 Changing the paradigm for cough does cough hypersensitivity aid our understanding? Woo-Jung Song, Yoon-Seok Chang, and Alyn H. Morice Asia Pac Allergy. Jan 2014; 4(1): 3–13. Woo-Jung SongYoon-Seok ChangAlyn H. Morice

38 Changing the paradigm for cough: does cough hypersensitivity aid our understanding? Woo-Jung Song,Yoon-Seok Chang, and Alyn H. Morice Woo-Jung SongYoon-Seok ChangAlyn H. Morice DRGE, Asma, Rinite são gatilhos e não causas de Tosse Crônica. Persistente Hipersensibilidade do Reflexo da Tosse (fatores biológicos, neurológicos, Imu- nológicos, genéticos, comorbidades e fatores ambientais) Síndrome de Hipersensibilidade da Tosse Crônica. Discrepância: 12 a 42% tem diagnóstico de D. idiopática e só uma minoria dos portadores destas doenças desenvolvem tosse crônica Asia Pac Allergy. Jan 2014; 4(1): 3–13.

39 Transient receptor potential vanilloid 1 TRPV1 antagonism in patients with refractory chronic cough: A double-blind randomized controlled trial. Khalid S, Murdoch R, Newlands A, Smart K, Kelsall A, Holt K, Dockry R, Woodcock A, Smith JA. Khalid SMurdoch RNewlands ASmart KKelsall AHolt KDockry RWoodcock ASmith JA 28 pacientes Duplo cego, randomizado, placebo controlado SB – Antagonista TRPV1 Redução Marcada na Tosse em 2 horas. Borderline em 24 horas. J Allergy Clin Immunol.J Allergy Clin Immunol Mar 22

40 Rhinovirus upregulates transient receptor potential channels in a human neuronal cell line: implications for respiratory virus-induced cough reflex sensitivity H Abdullah H Abdullah Cultura de Células IMR-32 de Neuroblastoma com expressão TRPV1, TRPA1 e TRPM8 Expostas ao Rinovirus (HRV-16) Regulaçao Positiva destes receptores 2 a 4 horas após a infecção. Thorax 2014;69:46-54

41 Chronic cough as a neuropathic disorder. Chung KF, McGarvey L, Mazzone SB. Chung KFMcGarvey LMazzone SB Disfunção do controle neural da laringe e das vias aéres superiores. Tosse frente a estímulos físicos e químicos antes tolerados. Dano neural frente a fatores inflamatórios, alérgicos e infecciosos. Resposta antitussígena da gabapentina e amitriptilina. Lancet Respir Med.Lancet Respir Med Jul;1(5):

42 Use of specific neuromodulators in the treatment of chronic, idiopathic cough: a systematic review. Otolaryngol Head Neck Surg.Otolaryngol Head Neck Surg Mar;148(3):374-82

43 Capsaicin sensitivity in patients with chronic refractory unexplained cough Hiperreatividade Sensorial (SHR) é uma explicação para a Tosse e outros sintomas respiratórios induzidos por produtos químicos e cheiros. Estes Pacientes podem ser identificados usando o Teste de Inalação de CAPSAÍNA. Eur Respir J :p489

44 Theophylline inhibits the cough reflex through a novel mechanism of action ⋆ Dubuis E, Wortley MA, Grace MS, Maher SA, Adcock JJ, Birrell MA, Belvisi MG. J Allergy Clin Immunol Jan 7. Dubuis EWortley MAGrace MSMaher SAAdcock JJBirrell MA Belvisi MG J Allergy Clin Immunol. Phosphodiesterase 3 inhibition and cough in elderly asthmatics (Cilostazol). Cough Nov 24;1:11.

45 Levodropropzina. Dropropsina. Dextrometorfano. Codeína. Morfina, Morfina Inalada.. Lidocaína inalada. Furosemida Inalada. Talidomida. Antihistamínico + Descongestionante.

46 Muito Obrigado


Carregar ppt "Tosse Crônica Tratamento Jairo Sponholz Araujo. Tosse: O que? Mecanismo de Defesa Elimina secreção de vias aéreas Proteção contra Aspiração. Proteção."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google